LITURGIA DE 30 DE SETEMBRO DE 2023 – SÁBADO – SÃO JERÔNIMO PRESBÍTERO E DOUTOR
30 de setembro de 2023LITURGIA DE 02 DE OUTUBRO DE 2023 – SEGUNDA FEIRA – SANTOS ANJOS DA GUARDA
2 de outubro de 2023Néctar espiritual potencializador da prática cristã extraído do estudo da Liturgia Diária de 01/10/2023
Tais santas palavras e ensinamentos concitam em especial a assumir o compromisso – e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Ez 18,25-28), de postar-nos com humildade perante a sabedoria e a justiça divinas, que compelem os que são conhecedores da Palavra de Deus à responsabilidade no sentido de se manterem perseverantes na sua prática, sendo o abandono da busca sincera de praticar a justiça divina estabelecida nos mandamentos do Senhor motivo claro e justo de condenação. De outra parte, aqueles que vivem de modo errante, distantes dos desígnios divinos, caso se convertam e abandonem suas vidas de pecados, passando a praticar a justiça e a equidade, corrigindo-se e renunciando as práticas incompatíveis com os desígnios divinos, não serão alvo de condenação, visto que se converteram e emendaram suas condutas. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 24) compelem-nos a elevar a alma ao Senhor – confiantes de que nenhum dos que nele esperam serão confundidos – clamando-lhe para que nos dirija em sua verdade e nos ensine o caminho da salvação, colocando nele a esperança, pois sua bondade e misericórdia são eternas. […] Cumpre-nos, pois, pedir perdão dos pecados, por maior que sejam, colocando-nos humildemente diante do Senhor, rogando-lhe que ensine os caminhos que devemos seguir, com o que viveremos na felicidade e nossa posteridade possuirá a terra. Tais santas palavras concitam-nos ainda à consciência de que o Senhor se torna íntimo dos que o temem e lhes manifesta sua aliança, cumprindo estarmos com os olhos sempre fixos no Senhor, buscando realizar seus desígnios; essa é a melhor forma de livrar-nos das armadilhas que nos rondam na jornada da vida. […] roguemos pois ao Senhor para que nos alivie de nossas angústias e livre das aflições, peçamos-lhe perdão por nossas faltas e a proteção de nossa inocência, de modo que nos mantenhamos no bom caminho, fazendo o que é certo, vivendo com integridade, com plena confiança no Senhor! As santas palavras da 2ª Leitura (Fl 2,1-11) compelem-nos à gratidão pela clareza da alegria que proporciona a unidade cristã. São Paulo concita-nos a cultivar o mesmo amor, como que com uma só alma e cultivando os mesmos pensamentos. Insta-nos a nada fazer por espírito de partido – atitude em que se consolida a partição, a fragmentação, com o que se quebra a unidade. Do mesmo modo cumpre-nos evitar a vanglória, que realmente se constitui em uma vã glória, pois é a humildade que nos mantém em estado de paz, visto que, se por alguns momentos brilhamos, logo em seguida falhamos e não é de modo algum sensato termos a nós mesmos em alta consideração, pois tal atitude se constitui traiçoeira ilusão. Cumpre-nos, pois, tratar os outros como superiores a nós mesmos, visto que ensinou Jesus (Mateus 25,40): “[…] todas as vezes que fizestes isso a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes.” Se o que fazemos para com os nossos circunstantes, desde o menor, conforme ensinou o Mestre, o fazemos para o próprio Jesus, resta alguma dúvida de que o mais sensato a fazer seja considerar os outros como superiores a nós mesmos? Em tal espírito de serviço ao próximo e cientes dessa dimensão sublime da convivência, em que estando em relação com os que nos rodeiam estamos servindo o próprio Cristo, cabe-nos indubitavelmente ter em vista antes os interesses deles do que os nossos próprios, cumprindo-nos, assim, dedicar-nos mutuamente alta estima uns aos outros – do mesmo modo que estimamos o próprio Jesus. Se Jesus, sendo Deus, aniquilou-se em todos os aspectos, por amor de nós, obedeceu humildemente, chegando ao extremo da morte na cruz, o que se há de esperar de um cristão, de um seguidor de Cristo, que não o empenho sincero para conformar-se às orientações que São Paulo Apóstolo nos proporciona nessa epístola? O Santo Evangelho (Mt 21,28-32) compele-nos a atuar com clareza de que os que se convertem de suas vidas marcadas pela negação em cumprir a vontade de Deus, passando a fazer o que Deus deseja, são tidos em melhor conta pelo Senhor do que aqueles em relação aos quais afirmou (Izaías 29,13): “Esse povo vem a mim apenas com palavras e me honra só com os lábios, enquanto seu coração está longe de mim e o temor que ele me testemunha é convencional e rotineiro[…].” Cumpre-nos, pois, juntar-nos aos que se convertem – dentre os quais se encontram pessoas que foram dadas aos mais degradantes hábitos e as mais aviltantes atitudes. Que atuemos tocados de arrependimento e emendemos nossas condutas, empenhando-nos de forma cada vez mais intensa e efetiva no adentramento na senda do Senhor, laborando denodadamente em sua divina messe.
Antífona da entrada
– Senhor, tudo o que fizestes conosco, com razão o fizestes, pois pecamos contra vós e não obedecemos aos vossos mandamentos. Mas honrai o vosso nome, tratando-nos segundo vossa misericórdia (Dn 3,31.29s.43.42).
Saudação
– Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
– Amém.
– A graça e a paz de Deus, nosso Pai, e de Jesus Cristo, nosso Senhor, estejam convosco.
– Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
Oração do dia
– Ó Deus, que mostrai vosso poder sobretudo no perdão e na misericórdia, derramai sempre em nós a vossa graça, para que, caminhando ao encontro das vossas promessas, alcancemos os bens que nos reservais. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
1ª Leitura: Ez 18,25-28
Salmo Responsorial: Sl 24
– Recordai, Senhor meu Deus, vossa ternura e compaixão.
2ª Leitura: Fl 2,1-11
Aclamação ao santo Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia.
– Minhas ovelhas escutam a minha voz, minha voz estão elas a escutar; eu conheço, então, minhas ovelhas, que me seguem, comigo a caminhar! (Jo 10,27).
Aleluia, aleluia, aleluia.
Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus: Mt 21,28-32
– O Senhor esteja convosco.
– Ele está no meio de nós.
– Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo † segundo Mateus.
– Glória a vós, Senhor!
Busca do reto entendimento – invocação do Espírito Santo
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor! Enviai o vosso Espírito e tudo será criado, e renovareis a face da terra! Oremos: ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação! Por Cristo, Senhor nosso! Amém!
Ensinamento
As santas palavras desta Liturgia Diária ensinam em especial, na 1ª Leitura, sobre que afirmou o profeta (Ez 18,25-28): Dizeis: não é justo o modo de proceder do Senhor. Escutai-me então, israelitas: o meu modo de proceder não é justo? Não será o vosso que é injusto? 26.Quando um justo renunciar à sua justiça para cometer o mal e ele morrer, então é devido ao mal praticado que ele perece. 27.Quando um malvado renuncia ao mal para praticar a justiça e a equidade, ele faz reviver a sua alma. 28.Se ele se corrige e renuncia a todas as suas faltas, certamente viverá e não perecerá.
O Salmo Responsorial oportuniza-nos fazer coro com o louvor orante do salmista (Sl 24): De Davi. Para vós, Senhor, elevo a minha alma. 2.Meu Deus, em vós confio: não seja eu decepcionado! Não escarneçam de mim meus inimigos! 3.Não, nenhum daqueles que esperam em vós será confundido, mas os pérfidos serão cobertos de vergonha. 4.Senhor, mostrai-me os vossos caminhos, e ensinai-me as vossas veredas. 5.Dirigi-me na vossa verdade e ensinai-me, porque sois o Deus de minha salvação e em vós eu espero sempre. 6.Lembrai-vos, Senhor, de vossas misericórdias e de vossas bondades, que são eternas. 7.Não vos lembreis dos pecados de minha juventude e dos meus delitos; em nome de vossa misericórdia, lembrai-vos de mim, por causa de vossa bondade, Senhor. 8.O Senhor é bom e reto, por isso reconduz os extraviados ao caminho reto. 9.Dirige os humildes na justiça, e lhes ensina a sua via. 10.Todos os caminhos do Senhor são graça e fidelidade, para aqueles que guardam sua aliança e seus preceitos. 11.Por amor de vosso nome, Senhor, perdoai meu pecado, por maior que seja. 12.Que advém ao homem que teme o Senhor? Deus lhe ensina o caminho que deve escolher. 13.Viverá na felicidade, e sua posteridade possuirá a terra. 14.O Senhor se torna íntimo dos que o temem, e lhes manifesta a sua aliança. 15.Meus olhos estão sempre fixos no Senhor, porque ele livrará do laço os meus pés. 16.Olhai-me e tende piedade de mim, porque estou só e na miséria. 17.Aliviai as angústias do meu coração, e livrai-me das aflições. 18.Vede minha miséria e meu sofrimento, e perdoai-me todas as faltas. 19.Vede meus inimigos, são muitos, e com ódio implacável me perseguem. 20.Defendei minha alma e livrai-me; não seja confundido eu que em vós me acolhi. 21.Protejam-me a inocência e a integridade, porque espero em vós, Senhor. 22.Ó Deus, livrai Israel de todas as suas angústias.
Na 2ª Leitura, sobre que afirmou o Apóstolo (Fl 2,1-11): Se me é possível, pois, alguma consolação em Cristo, algum caridoso estímulo, alguma comunhão no Espírito, alguma ternura e compaixão, 2.completai a minha alegria, permanecendo unidos. Tende um mesmo amor, uma só alma e os mesmos pensamentos. 3.Nada façais por espírito de partido ou vanglória, mas que a humildade vos ensine a considerar os outros superiores a vós mesmos. 4.Cada qual tenha em vista não os seus próprios interesses, e sim os dos outros. 5.Dedicai-vos mutuamente a estima que se deve em Cristo Jesus. 6.Sendo ele de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, 7.mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e assemelhando-se aos homens. 8.E, sendo exteriormente reconhecido como homem, humilhou-se ainda mais, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. 9.Por isso Deus o exaltou soberanamente e lhe outorgou o nome que está acima de todos os nomes, 10.para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho no céu, na terra e nos infernos. 11.E toda língua confesse, para a glória de Deus Pai, que Jesus Cristo é Senhor.
No Santo Evangelho, sobre que (Mt 21,28-32): Que vos parece? Um homem tinha dois filhos. Dirigindo-se ao primeiro, disse-lhe: – Meu filho, vai trabalhar hoje na vinha. 29.Respondeu ele: – Não quero. Mas, em seguida, tocado de arrependimento, foi. 30.Dirigindo-se depois ao outro, disse-lhe a mesma coisa. O filho respondeu: – Sim, pai! Mas não foi. 31.Qual dos dois fez a vontade do pai? O primeiro, responderam-lhe. E Jesus disse-lhes: Em verdade vos digo: os publicanos e as meretrizes vos precedem no Reino de Deus! 32.João veio a vós no caminho da justiça e não crestes nele. Os publicanos, porém, e as prostitutas creram nele. E vós, vendo isto, nem fostes tocados de arrependimento para crerdes nele.
Compromisso
Tais santas palavras e ensinamentos concitam em especial a assumir o compromisso – e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Ez 18,25-28), de postar-nos com humildade perante a sabedoria e a justiça divinas, que compelem os que são conhecedores da Palavra de Deus à responsabilidade no sentido de se manterem perseverantes na sua prática, sendo o abandono da busca sincera de praticar a justiça divina estabelecida nos mandamentos do Senhor motivo claro e justo de condenação. De outra parte, aqueles que vivem de modo errante, distantes dos desígnios divinos, caso se convertam e abandonem suas vidas de pecados, passando a praticar a justiça e a equidade, corrigindo-se e renunciando as práticas incompatíveis com os desígnios divinos, não serão alvo de condenação, visto que se converteram e emendaram suas condutas.
As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 24) compelem-nos a elevar a alma ao Senhor – confiantes de que nenhum dos que nele esperam serão confundidos – clamando-lhe para que nos dirija em sua verdade e nos ensine o caminho da salvação, colocando nele a esperança, pois sua bondade e misericórdia são eternas. O Senhor é bom e reto; reconduz os extraviados ao bom caminho, dirige os humildes na justiça, sua graça e fidelidade acompanham os que guardam sua aliança e seus preceitos. Cumpre-nos, pois, pedir perdão dos pecados, por maior que sejam, colocando-nos humildemente diante do Senhor, rogando-lhe que ensine os caminhos que devemos seguir, com o que viveremos na felicidade e nossa posteridade possuirá a terra. Tais santas palavras concitam-nos ainda à consciência de que o Senhor se torna íntimo dos que o temem e lhes manifesta sua aliança, cumprindo estarmos com os olhos sempre fixos no Senhor, buscando realizar seus desígnios; essa é a melhor forma de livrar-nos das armadilhas que nos rondam na jornada da vida. Cabe-nos também pedir piedade ao Senhor, reconhecendo que somos miseráveis; sem o amparo divino nossas vidas são permanentemente acossadas por angústias e aflições; roguemos pois ao Senhor para que nos alivie de nossas angústias e livre das aflições, peçamos-lhe perdão por nossas faltas e a proteção de nossa inocência, de modo que nos mantenhamos no bom caminho, fazendo o que é certo, vivendo com integridade, com plena confiança no Senhor!
As santas palavras da 2ª Leitura (Fl 2,1-11) compelem-nos à gratidão pela clareza da alegria que proporciona a unidade cristã. São Paulo concita-nos a cultivar o mesmo amor, como que com uma só alma e cultivando os mesmos pensamentos. Insta-nos a nada fazer por espírito de partido – atitude em que se consolida a partição, a fragmentação, com o que se quebra a unidade. Do mesmo modo cumpre-nos evitar a vanglória, que realmente se constitui em uma vã glória, pois é a humildade que nos mantém em estado de paz, visto que, se por alguns momentos brilhamos, logo em seguida falhamos e não é de modo algum sensato termos a nós mesmos em alta consideração, pois tal atitude se constitui traiçoeira ilusão. Cumpre-nos, pois, tratar os outros como superiores a nós mesmos, visto que ensinou Jesus (Mateus 25,40): “[…] todas as vezes que fizestes isso a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes.” Se o que fazemos para com os nossos circunstantes, desde o menor, conforme ensinou o Mestre, o fazemos para o próprio Jesus, resta alguma dúvida de que o mais sensato a fazer seja considerar os outros como superiores a nós mesmos? Em tal espírito de serviço ao próximo e cientes dessa dimensão sublime da convivência, em que estando em relação com os que nos rodeiam estamos servindo o próprio Cristo, cabe-nos indubitavelmente ter em vista antes os interesses deles do que os nossos próprios, cumprindo-nos, assim, dedicar-nos mutuamente alta estima uns aos outros – do mesmo modo que estimamos o próprio Jesus. Se Jesus, sendo Deus, aniquilou-se em todos os aspectos, por amor de nós, obedeceu humildemente, chegando ao extremo da morte na cruz, o que se há de esperar de um cristão, de um seguidor de Cristo, que não o empenho sincero para conformar-se às orientações que São Paulo Apóstolo nos proporciona nessa epístola?
O Santo Evangelho (Mt 21,28-32) compele-nos a atuar com clareza de que os que se convertem de suas vidas marcadas pela negação em cumprir a vontade de Deus, passando a fazer o que Deus deseja, são tidos em melhor conta pelo Senhor do que aqueles em relação aos quais afirmou (Izaías 29,13): “Esse povo vem a mim apenas com palavras e me honra só com os lábios, enquanto seu coração está longe de mim e o temor que ele me testemunha é convencional e rotineiro[…].” Cumpre-nos, pois, juntar-nos aos que se convertem – dentre os quais se encontram pessoas que foram dadas aos mais degradantes hábitos e as mais aviltantes atitudes. Que atuemos tocados de arrependimento e emendemos nossas condutas, empenhando-nos de forma cada vez mais intensa e efetiva no adentramento na senda do Senhor, laborando denodadamente em sua divina messe.
Oração final
Ó Trindade Santíssima, Pai, Filho e Espírito Santo, iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que postemo-nos com humildade perante a sabedoria e a justiça divinas, que compelem os que são conhecedores da Palavra de Deus à responsabilidade no sentido de se manterem perseverantes na sua prática, sendo o abandono da busca sincera de praticar a justiça divina estabelecida nos mandamentos do Senhor motivo claro e justo de condenação. De outra parte, aqueles que vivem de modo errante, distantes dos desígnios divinos, caso se convertam e abandonem suas vidas de pecados, passando a praticar a justiça e a equidade, corrigindo-se e renunciando as práticas incompatíveis com os desígnios divinos, não serão alvo de condenação, visto que se converteram e emendaram suas condutas. Elevamos a alma a vós, confiantes de que nenhum dos que em vós esperam serão confundidos. Clamamo-vos para que nos dirijais em vossa verdade e nos ensineis o caminho da salvação, colocando em vós a esperança, pois vossa bondade e misericórdia são eternas. Vós sois bom e reto; reconduzis os extraviados ao bom caminho, dirigis os humildes na justiça, vossa graça e fidelidade acompanham os que guardam vossa aliança e vossos preceitos. Pedimo-vos perdão por nossos pecados, com a consciência de que são graves e de alta monta – em especial o da soberba que nos manteve tanto tempo distantes dos vossos caminhos – e nos colocamos humildemente diante de vós, rogando que nos ensineis os caminhos que devemos seguir, com o que viveremos na felicidade e nossa posteridade possuirá a terra. Cientes de que vos tornais íntimos dos que vos temem e lhes manifestais vossa aliança, manteremos os olhos sempre fixos em vós, buscando realizar vossos desígnios, cientes de que essa é a melhor forma de livrar-nos das armadilhas que nos rondam na jornada da vida. Invocamo-vos piedade, reconhecendo que somos miseráveis; que sem o vosso amparo nossas vidas são permanentemente acossadas por angústias e aflições; rogamo-vos para que nos alivieis de nossas angústias e nos livreis das aflições; pedimo-vos perdão por nossas faltas e a proteção de nossa inocência, de modo que nos mantenhamos no bom caminho, fazendo o que é certo, vivendo com integridade, com plena confiança em vós! Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para atuarmos no elevado patamar de compreensão a que nos alça São Paulo Apóstolo, que ensina com clareza sobre a alegria que proporciona a unidade cristã e concita-nos a viver no mesmo amor, como que com uma só alma e cultivando os mesmos pensamentos. Insta-nos a nada fazer por espírito de partido – atitude em que se consolida a partição, a fragmentação, com o que se quebra a unidade. Do mesmo modo, cumpre-nos evitar a vanglória, que realmente se constitui em uma vã glória, pois é a humildade que nos mantém em estado de paz, visto que, se por alguns momentos brilhamos, logo em seguida falhamos e não é de modo algum sensato termos a nós mesmos em alta consideração, pois tal atitude se constitui traiçoeira ilusão. Cumpre-nos, pois, tratar os outros como superiores a nós mesmos, visto que ensinou Jesus (Mateus 25,40): “[…] todas as vezes que fizestes isso a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes.” Se o que fazemos para com os nossos circunstantes, desde o menor, conforme ensinou o Mestre, o fazemos para o próprio Jesus, resta alguma dúvida de que o mais sensato a fazer seja considerar os outros como superiores a nós mesmos? Em tal espírito de serviço ao próximo e cientes dessa dimensão sublime da convivência, em que estando em relação com os que nos rodeiam estamos servindo o próprio Cristo, cabe-nos indubitavelmente ter em vista antes os interesses deles do que os nossos próprios, cumprindo-nos, assim, dedicar-nos mutuamente alta estima uns aos outros – do mesmo modo que estimamos o próprio Jesus. Se Jesus, sendo Deus, aniquilou-se em todos os aspectos por amor de nós, obedeceu humildemente, chegando ao extremo da morte na cruz, o que se há de esperar de um cristão, de um seguidor de Cristo, que não o empenho sincero para conformar-se às orientações que São Paulo Apóstolo nos proporciona? Sustentai-nos, ó Trindade Santíssima, para atuarmos com clareza de que os que se convertem de suas vidas marcadas pela negação em cumprir a vontade de Deus, passando a fazer o que Deus deseja, são tidos em melhor conta por vós do que aqueles em relação aos quais afirmastes (Izaías 29,13): “Esse povo vem a mim apenas com palavras e me honra só com os lábios, enquanto seu coração está longe de mim e o temor que ele me testemunha é convencional e rotineiro[…].” Sustentai-nos para que possamos nos juntar aos que se convertem – dentre os quais se encontram pessoas que foram dadas aos mais degradantes hábitos e às mais aviltantes atitudes. Que atuemos tocados de arrependimento e emendemos nossas condutas, empenhando-nos de forma cada vez mais intensa e efetiva no adentramento na vossa senda, laborando denodadamente em vossa divina messe! Cremos, Senhor, mas aumentai a nossa fé!
Santo do Dia
Aqui você poderá conhecer a vida do Santo do Dia e ao final poderá colocar suas intenções para a Santa Missa! <https://senhoradasgracas.org.br/santo-do-dia/?utm_source=google&utm_medium=grants.ansg&utm_content=santo.do.dia.pc.c&gclid=CjwKCAjwseSoBhBXEiwA9iZtxsuCpeMi5HSDl2v8-MFskj1aUtPV0rbNM9aV7PjDSAt1PjPr8YjbrBoC09UQAvD_BwE>
Desejamos que este exemplo de santidade seja um auxílio à sua santificação!
Santa Teresinha do Menino Jesus – virgem e doutora da Igreja | 01 de Outubro

“Não quero ser santa pela metade, escolho tudo.”
A santa de hoje nasceu em Alençon (França), no dia 02 de janeiro de 1873; e morreu no dia 30 de setembro de 1897, com apenas 24 anos e 271 dias. Nascida em uma família de ótimas condições financeiras e temente a Deus, seus pais (Luís e Zélia) tiveram oito filhos antes da caçula, Teresa; quatro morreram com pouca idade, restando em vida as quatro irmãs da santa, que também se tornaram freiras (Maria, Paulina, Leônia e Celina). Com a autorização do Papa Leão XIII, Teresinha pôde entrar no Mosteiro das Carmelitas, em Lisieux, com apenas 15 anos de idade.
À primeira vista, parece que Teresinha foi santa desde a sua infância, porém, sua história revela um caminho de amadurecimento à custa de muitos sofrimentos, como por exemplo: A perda de sua mãe quando tinha 4 anos e 8 meses, por conta do câncer; a ida de suas irmãs para o carmelo; separar-se de seu pai e vê-lo sofrer de problemas psiquiátricos; por fim, a tuberculose e outros problemas de enfermidade nos seus últimos anos de vida. Tudo isso levou essa mulher a oferecer-se em holocausto à Misericórdia Divina, dia após dia de sua vida, com muita simplicidade e pequenez.
Depois da morte de sua mãe, a menina desenvolveu uma grande sensibilidade e se achava sempre entristecida e abatida, chorava muito. Porém, aos 10 anos, ela fez uma experiência com Nossa Senhora que ficou marcada em sua vida: “No dia 13 de maio de 1883, festa de Pentecostes, do meu leito, virei meu olhar para a imagem de Maria, e, de repente, a imagem pareceu-me bonita, tão bonita que nunca tinha visto nada semelhante. Seu rosto exalava uma bondade e ternura inefáveis, mas o que calou fundo em minha alma foi o sorriso encantador da Santíssima Virgem. Todas as minhas penas se foram naquele momento, e lágrimas escorreram de meus olhos, de pura alegria. Pensei, a Santíssima Virgem sorriu para mim, foi por causa das orações que eu tive a graça do sorriso da Rainha do Céu” (História de uma alma).
Teresinha também fez uma profunda experiência com o natal, tendo o menino Jesus como doador de uma “total conversão”, aos seus 13 anos de idade, no ano de 1883. Depois disso, sua vida foi transformada e ela começou a dar grandes passos na vida espiritual. Esse fato foi tão importante a ponto de levá-la a assumir o nome de Teresinha do Menino Jesus.
Ao entrar no Carmelo, dedicou-se a rezar pela conversão das almas e pelos sacerdotes. Porém, trazia em seu coração o grande desejo de ser missionária, queria anunciar o evangelho aos cinco continentes do mundo. Até que descobriu no amor um caminho de perfeição: “no coração da Igreja, serei o amor. Assim, serei tudo, e nada impossibilitará meu sonho de tornar-se realidade” (História de uma alma). Logo após a sua morte, seria colocada como padroeira universal das missões católicas pelo Papa Pio XI.
Através do amor, desenvolveu a infância espiritual ou pequena via. Essa consiste na extrema confiança em um Deus que é Pai, o que foi consequência do seu relacionamento com seu pai Luís. Ele levou sua filha a olhar a Deus como um pai bondoso, amoroso e misericordioso. Por isso, pôde confiar e se lançar sem reservas nos braços d’Aquele que a leva como um elevador através de sua graça. Esse relacionamento filial gerou um transbordar de caridade, generosidade e gratuidade, por parte da santa que desembocou na vivência com suas irmãs religiosas. Em sua extrema humildade, acreditava que o caminho era ser como criança diante de Deus, assim buscava sempre rebaixar-se na vida fraterna e amar sem reservas. Tudo isso levou-a a renovar a espiritualidade carmelita de João da Cruz (Doutor do “tudo ou nada”), vendo nessa caridade gratuita o caminho perfeito. “No crepúsculo desta vida aparecerei diante de vós (Deus) com as mãos vazias” (História de uma alma), ou seja, nem apresentar méritos ou obras, simplesmente confiando no amor gratuito de Deus, que é Pai e nos salva (Cf. 1 Jo 4, 17). Essa experiência fez com que o Papa João Paulo II a proclamasse doutora da Igreja, no dia 19 de outubro de 1997.
Em seu leito de morte, com apenas 24 anos, disse suas últimas palavras: “Oh!…amo-O. Deus meu,…amo-Vos!”. Após a sua morte, aconteceu a publicação de seus escritos que se tornaram mundialmente reconhecidos. Assim realizou a sua promessa de espalhar uma chuva de rosas, de milagres e de graças de todo o gênero. Sua beatificação aconteceu em 1923; e foi canonizada por Pio XI em 1925, que a chamava de “uma palavra de Deus”.
Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, rogai por nós!
LEITURAS DA LITURGIA DAS HORAS DE 01 DE OUTUBRO DE 2023<http://www.ibreviary.com/m2/opzioni.php>
PRIMEIRA LEITURA DO OFÍCIO DAS LEITURAS
Início da Epístola do apóstolo São Paulo aos Filipenses 1, 1–11
Saudação e ação de graças
Paulo e Timóteo, servos de Jesus Cristo, a todos os fiéis em Cristo Jesus que estão em Filipos, com os seus dirigentes e diáconos: A graça e a paz de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo estejam convosco.
Dou graças ao meu Deus, todas as vezes que me lembro de vós, e em todas as minhas orações peço sempre por todos vós com alegria, recordando-me da parte que tomastes na causa do Evangelho, desde o primeiro dia até ao presente. Tenho plena confiança de que Aquele que começou em vós tão boa obra há de levá-la a bom termo, até ao dia de Cristo Jesus. Na verdade, é justo que eu tenha por vós estes sentimentos, porque vos trago no coração, a vós que, no meu cativeiro e na defesa e confirmação do Evangelho, participais na graça que me foi concedida.
Deus me é testemunha de que vos amo a todos profundamente no coração de Cristo Jesus. Por isso Lhe peço que a vossa caridade cresça cada vez mais em ciência e discernimento, para que possais distinguir o que é melhor e vos torneis puros e irrepreensíveis para o dia de Cristo. Assim alcançareis a plenitude dos frutos de justiça que se obtêm por Jesus Cristo, para louvor e glória de Deus.
SEGUNDA LEITURA DO OFÍCIO DAS LEITURAS
Início da Carta de São Policarpo, bispo e mártir, aos Filipenses
(Cap. 1, 1 – 2, 3: Funk 1, 267-269) (Sec. II)
Fostes salvos pela graça
Policarpo e os presbíteros que estão com ele, à Igreja de Deus que vive como peregrina em Filipos: A misericórdia e a paz de Deus omnipotente e de Jesus Cristo nosso Salvador se multiplique entre vós.
Muito me alegro convosco em Nosso Senhor Jesus Cristo, porque recebestes aqueles que são as imagens da verdadeira caridade e acompanhastes no seu caminho, como era de esperar de vós, aqueles que iam presos com cadeias dignas dos santos, cadeias que são os diademas de quem foi escolhido pelo nosso Deus e Senhor. Alegro-me também porque a raiz vigorosa da vossa fé, tão celebrada desde tempos antigos, ainda permanece até aos nossos dias e produz frutos em Nosso Senhor Jesus Cristo, que, por nossos pecados, foi voluntariamente ao encontro da morte e que Deus ressuscitou, libertando-O das cadeias da morte. Sem O verdes ainda, vós acreditais n’Ele com uma alegria inefável e gloriosa, – alegria que muitos desejariam alcançar – porque sabeis que fostes salvos pela graça e não pelas obras, salvos pela vontade de Deus em Cristo Jesus.
Por isso, cingi os vossos rins e servi o Senhor com temor e verdade, pondo de parte as palavras inúteis e os erros da multidão e acreditando n’Aquele que ressuscitou Nosso Senhor Jesus Cristo de entre os mortos e O glorificou, colocando‐O à sua direita. A Ele foram submetidas todas as coisas no Céu e na terra, a Ele obedece tudo o que vive e respira; Ele há-de vir como juiz dos vivos e dos mortos, e Deus pedirá contas do seu Sangue àqueles que não quiseram acreditar n’Ele.
Aquele que O ressuscitou dos mortos também nos ressuscitará a nós, se cumprirmos a sua vontade e vivermos segundo os seus mandamentos, amando o que Ele amou e abstendo-nos de toda a injustiça, fraude, avareza, difamação, falso testemunho, não pagando o mal com o mal, nem injúria com injúria, nem violência com violência, nem maldição com maldição, mas recordando-nos do que o Senhor nos ensinou: Não julgueis e não sereis julgados; perdoai e sereis perdoados; sede misericordiosos e alcançareis misericórdia; pela medida com que medirdes sereis medidos; e ainda: Bem-aventurados os pobres e os que sofrem perseguição, porque deles é o reino de Deus.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE LAUDES
Ez 36, 25-27
Derramarei sobre vós água pura e ficareis limpos de todas as imundícies; purificar-vos-ei de todos os vossos deuses. Dar-vos-ei um coração novo e infundirei em vós um espírito novo; arrancarei do vosso peito o coração de pedra e dar-vos-ei um coração de carne. Infundirei em vós o meu espírito e farei que vivais segundo os meus preceitos, que observeis e ponhais em prática as minhas leis.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA TERÇA
Rom 5, 1-2.5
Tendo sido justificados pela fé, estamos em paz com Deus, por Nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual temos acesso, na fé, a esta graça em que permanecemos e nos gloriamos, apoiados na esperança da glória de Deus. Ora a esperança não engana, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA SEXTA
Rom 8, 26
O Espírito Santo vem em auxílio da nossa fraqueza, porque não sabemos o que pedir nas nossas orações; mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA NONA
2 Cor 1, 21-22
Quem nos confirma em Cristo – a nós e a vós – é Deus. Foi Ele que nos concedeu a unção, nos marcou com um sinal e imprimiu em nossos corações o penhor do Espírito.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE VÉSPERAS
2 Tes 2, 13-14
Devemos continuamente dar graças a Deus por vós, irmãos amados por Deus, porque Deus vos escolheu como primícias para serdes salvos pelo Espírito que santifica e pela fé na verdade. Foi para isso que Ele vos chamou por meio do Evangelho, para possuirdes a glória de Nosso Senhor Jesus Cristo.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE COMPLETAS
Ap 22, 4-5
Verão a face do Senhor, e o nome do Senhor estará escrito nas suas frontes. Nunca mais haverá noite, nem precisarão da luz da lâmpada nem da luz do sol, porque brilhará sobre eles a luz do Senhor Deus, e reinarão pelos séculos dos séculos.
Confraria Contardo Ferrini
confraria@catolicospraticantes.com.br
www.catolicospraticantes.com.br
Importante:
* A Liturgia Diária, a porção da Palavra de Deus escolhida para cada dia, consiste em refeição espiritual de escol brindada pela Santa Madre Igreja, preparatória para o alimento divino, a Sagrada Eucaristia. Auguramos que esse estudo orante possa contribuir para potencializar o sustento e o remédio que essas santas palavras são destinadas a proporcionar e que com cada vez maior assiduidade mais irmãos na fé priorizem sorver diariamente as delícias inefáveis da Santa Palavra e da Sagrada Eucaristia. Sugerimos, caso não for possível por alguma razão desfrutar a missa presencialmente, que se o faça ao menos virtualmente, pela televisão ou internet. Também recomendamos escrever na área de busca de sites veiculadores de vídeos na internet as palavras “Homilia diária” e aproveitar os momentos livres do pensamento (inclusive no decorrer da realização de atividades manuais que não requerem intensa concentração – como lavar louça, por exemplo) para ouvir as reflexões de clérigos qualificados para nos ajudar a compreender com cada vez mais profundidade os desígnios divinos.
** O católico que participar de todas as Missas diárias ou estudar a Liturgia Diária pelo período de três anos, terá estudado toda a Bíblia (exceto partes de algumas passagens que são apresentadas de forma sintetizada, das quais são suprimidos versículos considerados de importância secundária. Nestes estudos apresentamos o Salmo completo e eventualmente inserimos algumas passagens suprimidas que reputamos importantes para a melhor compreensão e compenetração no ensinamento bíblico). Essa breve exegese da Liturgia Diária é recomendada para quem busca conhecer com profundidade a Palavra de Deus, para dela se tornar íntimo e colocá-la em prática.
*** A Liturgia das Horas é composta por sete momentos orantes rezados pelo fiel ao longo do dia. O primeiro, na madrugada, se chama Ofício das Leituras, composto pela recitação de vários salmos; a primeira leitura (extraída da Bíblia); a segunda leitura (extraída da Sagrada Doutrina) e algumas orações próprias. O segundo, Laudes, se reza no início da manhã, incluindo a recitação de salmos; orações; leitura bíblica breve e inclui também preces. Os momentos orantes do “miolo do dia” (das 09 às 15 horas) chamados “da hora média”, são propostos para serem realizados com brevidade em três etapas: Hora Terça, em torno das 09:00 horas; Hora Sexta, em torno das 12:00 horas; e Hora Nona, em torno das 15:00. São compostos pela recitação de salmos; orações e uma leitura bíblica breve. O sexto momento orante se dá antes do pôr do sol, sendo denominado de Vésperas e inclui também algumas preces, além dos salmos, orações e leitura bíblica breve. O sétimo momento orante denomina-se Completas, sendo realizado antes de dormir, incluindo o exame de consciência, uma breve recitação dos salmos, leitura bíblica breve e orações próprias, sendo bastante conciso. Tais momentos orantes são destinados especialmente à santificação do dia. A Liturgia das Horas serve também como ponto de interseção entre todos os católicos, sendo prescrita em especial para ser recitada por todos os componentes do clero, religiosos, religiosas, diáconos… constituindo-se fundamental para a unidade da fé, prevenindo a queda em heresias (a “escolha” de partes das escrituras e da doutrina e o rechaço de outras). Recomendamos vivamente que todos quantos puderem se dediquem a essa maravilhosa prática e reputamos como mínimo necessário a meditação da segunda leitura do Ofício das Leituras (aqui trazida como leitura complementar, extraída do o site <http://www.ibreviary.com/>), com o que nos tornamos agraciados com os preciosíssimos tesouros da Sagrada Doutrina brindados pelos que cultivaram a fé desde o início da Igreja. Podemos acessar a Liturgia das Horas através de livro próprio, também chamado de Breviário, ou por meio de aplicativos ou sites na internet. O fiel pode ainda digitar na área de busca o nome do momento orante que deseja acompanhar e terá à disposição essa oração com os salmos cantados.
