LITURGIA DE 04 DE OUTUBRO DE 2023 – QUARTA FEIRA – SÃO FRANCISCO DE ASSIS – RELIGIOSO E FUNDADOR
4 de outubro de 2023LITURGIA DE 06 DE OUTUBRO DE 2023 – SEXTA FEIRA – XXVI SEMANA DO TEMPO COMUM
6 de outubro de 2023Néctar espiritual potencializador da prática cristã extraído do estudo da Liturgia Diária de 05/10/2023
Tais santas palavras e ensinamentos concitam em especial a assumir o compromisso – e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Ne 8,1-4a.5-6.7b-12), de valorizar imensamente as oportunidades maravilhosas de que dispomos atualmente para receber o rico aprendizado da Palavra de Deus, através de tantos recursos: nas Igrejas, nos livros, nos meios de comunicação, na rede mundial de computadores por meios eletrônicos… Essa passagem bíblica descreve a primeira vez que a Palavra de Deus foi ensinada ao povo após o retorno do exílio na Babilônia. Como Esdras naquela ocasião, bendigamos ao Senhor! Inclinemo-nos e prostremo-nos diante do Senhor que proporcionou que essas santas palavras se mantivessem ao longo da história até chegarem a nós, para que possamos desfrutar da maravilhosa sabedoria divina que revelam! […] Regozijemos de alegria a cada dia ao nos compenetrarmos do sentido das santas palavras que nos são brindadas pela Santa Madre Igreja para meditarmos e, gradual e progressivamente, nos conformarmos a nosso Senhor Jesus Cristo! As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 18) instam a fazer coro com o louvor orante do salmista em homenagem ao Deus criador; em relação às excelências das orientações divinas e, na conclusão, as palavras do salmista compelem-nos à humildade: Ainda que vosso servo neles atente [nos preceitos divinos], guardando-os com todo o cuidado; quem pode, entretanto, ver as próprias faltas? Purificai-me das que me são ocultas. Preservai, também, vosso servo do orgulho; não domine ele sobre mim, então serei íntegro e limpo de falta grave. Aceitai as palavras de meus lábios e os pensamentos de meu coração, na vossa presença, Senhor, minha rocha e meu redentor. O Santo Evangelho (Lc 10,1-12) concita-nos à clareza de que Jesus enviou em missão evangelizadora, num primeiro momento, os apóstolos. Num segundo momento, enviou setenta e dois outros discípulos, também dois a dois, pelas mais diversas cidades e lugares. Instam-nos tais palavras à consciência de que a messe é grande e os operários são poucos e que cumpre-nos rogar ao Senhor da messe que mande mais operários para nela laborar, bem como dispor-nos a servir o Senhor. Cumpre-nos, conforme alertou Jesus, atuar cientes de que os missionários são enviados como cordeiros entre lobos. Devemos desejar a paz e nos hospedar onde formos bem-vindos, comendo o que nos for servido. Nossa tarefa é curar os doentes – em especial das enfermidades espirituais, as quais são sanadas com a Palavra de Deus e os sacramentos da Igreja – e anunciar o Reino de Deus onde formos bem-vindos, afastando-nos de onde não o formos.
Antífona da entrada
– Senhor, tudo o que fizestes conosco, com razão o fizestes, pois pecamos contra vós e não obedecemos aos vossos mandamentos. Mas honrai o vosso nome, tratando-nos segundo vossa misericórdia (Dn 3,31.29.43.42).
Saudação
– Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
– Amém.
– A graça e a paz de Deus, nosso Pai, e de Jesus Cristo, nosso Senhor, estejam convosco.
– Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
Oração do dia
– Ó Deus, que mostrai vosso poder sobretudo no perdão e na misericórdia, derramai sempre em nós a vossa graça, para que, caminhando ao encontro das vossas promessas, alcancemos os bens que nos reservais. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
1ª Leitura: Ne 8,1-4a.5-6.7b-12
Salmo Responsorial: Sl 17
– Os ensinos do Senhor são sempre retos, alegria ao coração.
Aclamação ao santo Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia.
– Convertei-vos e crede no Evangelho, pois o reino de Deus está chegando! (Mc 1,15)
Aleluia, aleluia, aleluia.
Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas: Lc 10,1-12
– O Senhor esteja convosco.
– Ele está no meio de nós.
– Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo † segundo Lucas.
– Glória a vós, Senhor!
Busca do reto entendimento – invocação do Espírito Santo
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor! Enviai o vosso Espírito e tudo será criado, e renovareis a face da terra! Oremos: ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação! Por Cristo, Senhor nosso! Amém!
Ensinamento
As santas palavras da primeira leitura nos ensinam pelo profeta (Ne 8,1-4a.5-6.7b-12): Todo o povo se reuniu então, como um só homem, na praça que ficava diante da porta da Água, e pediu a Esdras, o escriba, que trouxesse o livro da Lei de Moisés, que o Senhor havia prescrito a Israel .2.O sacerdote Esdras trouxe a lei diante da assembléia de homens, mulheres e de todas (as crianças) que fossem capazes de compreender. Era o primeiro dia do sétimo mês. 3.Esdras fez então a leitura da lei, na praça que ficava diante da porta da Água, desde a manhã até o meio-dia, na presença dos homens, mulheres e das (crianças) capazes de compreender; todos escutavam atentamente a leitura. 4.O escriba Esdras postou-se num estrado de madeira que haviam construído para a ocasião. 5.Esdras abriu o livro à vista do povo todo; ele estava, com efeito, elevado acima da multidão. Quando o escriba abriu o livro, todo o povo levantou-se. 6.Esdras bendisse o Senhor, o grande Deus; ao que todo o povo respondeu, levantando as mãos: Amém! Amém! Depois inclinaram-se e prostraram-se diante do Senhor com a face por terra. 7. […] explicavam a lei ao povo, e cada um ficou no seu lugar. 8.Liam distintamente no livro da lei de Deus, e explicavam o sentido, de maneira que se pudesse compreender a leitura. 9.Depois Neemias, o governador, Esdras, sacerdote e escriba, e os levitas que instruíam o povo, disseram a toda a multidão: Este é um dia de festa consagrado ao Senhor, nosso Deus; não haja nem aflição, nem lágrimas. Porque todos choravam ao ouvir as palavras da lei. 10.Neemias disse-lhes: Ide para as vossas casas, fazei um bom jantar, tomai bebidas doces, e reparti com aqueles que nada têm pronto; porque este dia é um dia de festa consagrado ao nosso Senhor; não haja tristeza, porque a alegria do Senhor será a vossa força. 11.Os levitas acalmavam o povo. Calai-vos, diziam eles, este é um dia santo; não vos aflijais. 12.E todo o povo se foi para beber e comer, dar porções aos pobres e entregar-se a grandes alegrias. Porque haviam entendido o sentido das palavras que lhes foram explicadas.
As santas palavras do Salmo Responsorial nos ensinam pelo salmista (Sl 18): Ao mestre de canto. Salmo de Davi. 2.Narram os céus a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra de suas mãos. 3.O dia ao outro transmite essa mensagem, e uma noite à outra a repete. 4.Não é uma língua nem são palavras, cujo sentido não se perceba, 5.porque por toda a terra se espalha o seu ruído, e até os confins do mundo a sua voz; aí armou Deus para o sol uma tenda. 6.E este, qual esposo que sai do seu tálamo, exulta, como um gigante, a percorrer seu caminho. 7.Sai de um extremo do céu, e no outro termina o seu curso; nada se furta ao seu calor. 8.A lei do Senhor é perfeita, reconforta a alma; a ordem do Senhor é segura, instrui o simples. 9.Os preceitos do Senhor são retos, deleitam o coração; o mandamento do Senhor é luminoso, esclarece os olhos. 10.O temor do Senhor é puro, subsiste eternamente; os juízos do Senhor são verdadeiros, todos igualmente justos. 11.Mais desejáveis que o ouro, que uma barra de ouro fino; mais doces que o mel, que o puro mel dos favos. 12.Ainda que vosso servo neles atente, guardando-os com todo o cuidado; 13.quem pode, entretanto, ver as próprias faltas? Purificai-me das que me são ocultas. 14.Preservai, também, vosso servo do orgulho; não domine ele sobre mim, então serei íntegro e limpo de falta grave. 15.Aceitai as palavras de meus lábios e os pensamentos de meu coração, na vossa presença, Senhor, minha rocha e meu redentor.
No Santo Evangelho, ensina-nos Jesus conforme o evangelista (Lc 10,1-12): Depois disso, designou o Senhor ainda setenta e dois outros discípulos e mandou-os, dois a dois, adiante de si, por todas as cidades e lugares para onde ele tinha de ir. 2.Disse-lhes: Grande é a messe, mas poucos são os operários. Rogai ao Senhor da messe que mande operários para a sua messe. 3.Ide; eis que vos envio como cordeiros entre lobos. 4.Não leveis bolsa nem mochila, nem calçado e a ninguém saudeis pelo caminho. 5.Em toda casa em que entrardes, dizei primeiro: Paz a esta casa! 6.Se ali houver algum homem pacífico, repousará sobre ele a vossa paz; mas, se não houver, ela tornará para vós. 7.Permanecei na mesma casa, comei e bebei do que eles tiverem, pois o operário é digno do seu salário. Não andeis de casa em casa. 8.Em qualquer cidade em que entrardes e vos receberem, comei o que se vos servir. 9.Curai os enfermos que nela houver e dizei-lhes: O Reino de Deus está próximo. 10.Mas se entrardes nalguma cidade e não vos receberem, saindo pelas suas praças, dizei: 11.Até o pó que se nos pegou da vossa cidade, sacudimos contra vós; sabei, contudo, que o Reino de Deus está próximo. 12.Digo-vos: naqueles dias haverá um tratamento menos rigoroso para Sodoma.
Compromisso
Tais santas palavras e ensinamentos concitam em especial a assumir o compromisso – e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Ne 8,1-4a.5-6.7b-12), de valorizar imensamente as oportunidades maravilhosas de que dispomos atualmente para receber o rico aprendizado da Palavra de Deus, através de tantos recursos: nas Igrejas, nos livros, nos meios de comunicação, na rede mundial de computadores por meios eletrônicos… Essa passagem bíblica descreve a primeira vez que a Palavra de Deus foi ensinada ao povo após o retorno do exílio na Babilônia. Como Esdras naquela ocasião, bendigamos ao Senhor! Inclinemo-nos e prostremo-nos diante do Senhor que proporcionou que essas santas palavras se mantivessem ao longo da história até chegarem a nós, para que possamos desfrutar da maravilhosa sabedoria divina que revelam! Louvamos e glorificamos a Deus pelos seus ministros que se mantiveram e se mantém firmes na valorosa missão de instruir o povo, de explicar as Sagradas Escrituras de maneira que possam compreendê-las. Regozijemos de alegria a cada dia ao nos compenetrarmos do sentido das santas palavras que nos são brindadas pela Santa Madre Igreja para meditarmos e, gradual e progressivamente, nos conformarmos a nosso Senhor Jesus Cristo!
As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 18) instam a fazer coro com o louvor orante do salmista em homenagem ao Deus criador: Narram os céus a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra de suas mãos. O dia ao outro transmite essa mensagem, e uma noite à outra a repete. Não é uma língua nem são palavras, cujo sentido não se perceba, porque por toda a terra se espalha o seu ruído, e até os confins do mundo a sua voz; aí armou Deus para o sol uma tenda. E este, qual esposo que sai do seu tálamo, exulta, como um gigante, a percorrer seu caminho. Sai de um extremo do céu, e no outro termina o seu curso; nada se furta ao seu calor. Em relação às excelências das orientações divinas, concitam-nos à consciência de que: A lei do Senhor é perfeita, reconforta a alma; a ordem do Senhor é segura, instrui o simples. Os preceitos do Senhor são retos, deleitam o coração; o mandamento do Senhor é luminoso, esclarece os olhos. O temor do Senhor é puro, subsiste eternamente; os juízos do Senhor são verdadeiros, todos igualmente justos. Mais desejáveis que o ouro, que uma barra de ouro fino; mais doces que o mel, que o puro mel dos favos. Na conclusão, as palavras do salmista compelem-nos à humildade: Ainda que vosso servo neles atente, guardando-os com todo o cuidado; quem pode, entretanto, ver as próprias faltas? Purificai-me das que me são ocultas. Preservai, também, vosso servo do orgulho; não domine ele sobre mim, então serei íntegro e limpo de falta grave. Aceitai as palavras de meus lábios e os pensamentos de meu coração, na vossa presença, Senhor, minha rocha e meu redentor.
O Santo Evangelho (Lc 10,1-12) concita-nos à clareza de que Jesus enviou em missão evangelizadora, num primeiro momento, os apóstolos. Num segundo momento, enviou setenta e dois outros discípulos, também dois a dois, pelas mais diversas cidades e lugares. Instam-nos tais palavras à consciência de que a messe é grande e os operários são poucos e que cumpre-nos rogar ao Senhor da messe que mande mais operários para nela laborar, bem como dispor-nos a servir o Senhor. Cumpre-nos, conforme alertou Jesus, atuar cientes de que os missionários são enviados como cordeiros entre lobos. Devemos desejar a paz e nos hospedar onde formos bem-vindos, comendo o que nos for servido. Nossa tarefa é curar os doentes – em especial as enfermidades espirituais, as quais são sanadas com a Palavra de Deus e os sacramentos da Igreja – e anunciar o Reino de Deus onde formos bem-vindos – afastando-nos de onde não o formos.
Oração final
Ó Trindade Santíssima, Pai, Filho e Espírito Santo, iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para valorizar imensamente e aproveitar ao máximo as oportunidades maravilhosas de que dispomos atualmente para receber o rico aprendizado da Palavra de Deus, através de tantos recursos: nas Igrejas, nos livros, nos meios de comunicação, na rede mundial de computadores por meios eletrônicos… E que mantenhamos a reverência que é descrita por Neemias na primeira vez que a Palavra de Deus foi ensinada ao povo após o retorno do exílio na Babilônia. Como Esdras naquela ocasião, bendigamos ao Senhor e, como fez o povo, inclinemo-nos e prostremo-nos diante do Senhor que proporcionou que essas santas palavras se mantivessem ao longo da história até chegarem a nós, com o que podemos desfrutar da maravilhosa sabedoria divina que revelam! Louvamo-vos e glorificamo-vos pelos vossos ministros que se mantiveram e se mantêm firmes na valorosa missão de instruir o povo, de explicar as Sagradas Escrituras de maneira que possam compreendê-las. Regozijamos de alegria a cada dia ao nos compenetrarmos do sentido das santas palavras que nos são brindadas pela Santa Madre Igreja para meditarmos e, gradual e progressivamente, nos conformarmos a nosso Senhor Jesus Cristo! Fazemos coro com o louvor orante do salmista em homenagem ao Deus criador: Narram os céus a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra de suas mãos. O dia ao outro transmite essa mensagem, e uma noite à outra a repete. Não é uma língua nem são palavras, cujo sentido não se perceba, porque por toda a terra se espalha o seu ruído, e até os confins do mundo a sua voz; aí armou Deus para o sol uma tenda. E este, qual esposo que sai do seu tálamo, exulta, como um gigante, a percorrer seu caminho. Sai de um extremo do céu, e no outro termina o seu curso; nada se furta ao seu calor. Fazemos também coro com o louvor orante em relação às excelências das orientações divinas: A lei do Senhor é perfeita, reconforta a alma; a ordem do Senhor é segura, instrui o simples. Os preceitos do Senhor são retos, deleitam o coração; o mandamento do Senhor é luminoso, esclarece os olhos. O temor do Senhor é puro, subsiste eternamente; os juízos do Senhor são verdadeiros, todos igualmente justos. Mais desejáveis que o ouro, que uma barra de ouro fino; mais doces que o mel, que o puro mel dos favos. Oramos e louvamos ainda com o salmista, com toda a humildade: Ainda que vosso servo neles atente, guardando-os com todo o cuidado; quem pode, entretanto, ver as próprias faltas? Purificai-me das que me são ocultas. Preservai, também, vosso servo do orgulho; não domine ele sobre mim, então serei íntegro e limpo de falta grave. Aceitai as palavras de meus lábios e os pensamentos de meu coração, na vossa presença, Senhor, minha rocha e meu redentor. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para rogar diariamente a vós para que mandeis mais operários à messe divina e para que possamos servir-vos da melhor forma possível nesse labor divino, atuando cientes de que somos enviados como cordeiros entre lobos. Que desejemos a paz e nos detenhamos onde formos bem-vindos, sendo vossos instrumentos na tarefa de curar os doentes – em especial as enfermidades espirituais, as quais são sanadas com a Palavra de Deus e os sacramentos da Igreja – e anunciar o Reino de Deus onde formos bem-vindos – afastando-nos de onde não o formos. Cremos, Senhor, mas aumentai a nossa fé!
Santo do Dia
Conheça a incrível vida do Santo do Dia de Hoje!
Santa Maria Faustina Kowalski – virgem e mística | 05 de Outubro

A mística da Misericórdia nasceu no dia 25 de agosto de 1905, em Glogowiec, na Polônia Central. Faustina foi a terceira dos dez filhos do casal Stanislaus, carpinteiro e agricultor, e Marianna Kowalska, que os educaram com grande disciplina espiritual. Muito pobres, só foi possível à Faustina que completasse três anos de estudos. Ela e suas irmãs tinham, por exemplo, apenas um bom vestido que tinham de revezar para ir às missas, cada uma assistia, portanto, a uma missa diferente. Ela também trabalhou de doméstica por um tempo, antes de entrar no convento. Com 18 anos, a jovem Faustina disse à sua mãe que desejava ser religiosa desde a infância, mas os pais não permitiram. Aos 19 anos, estava dançando em um baile quando viu Jesus coberto de chagas parado junto a si, então, Ele lhe disse: “Até quando hei de ter paciência contigo? Até quando tu me enganarás?”. Faustina disfarçou o acontecido para que sua irmã não percebesse e, assim que pode, abandonou discretamente o baile e dirigiu-se até a Catedral de São Estanislau Kostka , lá ela pediu ao Senhor, em oração profunda, que lhe mostrasse o caminho a ser seguido, logo escutou uma voz que lhe dizia: “Vá imediatamente a Varsóvia, lá entrarás em um convento”.
No outro dia, apenas com a roupa do corpo, decidiu sair de sua casa mesmo sem a permissão dos pais. Ela vagou de convento em convento sendo rejeitada por causa de sua baixa escolaridade e pobreza. Depois de várias semanas de busca, a Madre Superiora do convento das Irmãs de Nossa Senhora da Misericórdia decidiu lhe dar uma chance com a condição de que pagasse pelo ingresso, o que a levou a trabalhar como doméstica por um ano, período em que fazia depósitos na conta do convento até que completasse o montante exigido. Em 30 de abril de 1926, aos 20 anos, ingressou no convento adotando o nome de Maria Faustina do Santíssimo Sacramento. O nome Faustina significa abençoada, afortunada e pode ser uma referência ao mártir cristão Faustinus. Segundo conta em seus diários, poucas semanas depois de seu ingresso no convento, teve a tentação de abandoná-lo. Chegou a procurar a Madre Superiora, porém, não encontrou-a, retirando-se então para seu dormitório. Lá teve uma visão de Jesus, com seu rosto desfigurado por conta das chagas. Ela questionou-o: “Jesus, quem te feriu tanto?”. Jesus respondeu: “Esta é a dor que me causarias se tivesses abandonado este convento. É para cá que eu te trouxe e não para outro; e tenho preparadas para ti muitas bênçãos”. Ela compreendeu que o plano de Deus para ela era que ficasse ali. O tempo que lhe sobrava dos trabalhos e obrigações passava em adoração ao Senhor no tabernáculo; d’Ele recebeu luzes especialíssimas sobre o mistério da Santíssima Trindade e as demais verdades da Fé, de forma que costumava dizer: “Ele é meu Mestre”
Neste convento trabalhou na cozinha e como cuidadora de outras irmãs. Em abril de 1928, fez votos como freira, seus pais estiveram presentes na cerimônia. Um ano mais tarde, Faustina foi enviada a um convento de Vilnius, Lituânia, onde também trabalhou como cozinheira, ficou por pouco tempo, mas retornou ao local mais tarde, ocasião em que encontrou com Michał Sopoćko, que apoiou sua missão. Um ano depois de seu retorno de Vilnius, em maio de 1930, ela foi transferida para um convento em Płock na Polônia, onde ficou por cerca de 5 anos.
Em 22 de fevereiro de 1931, Irmã Faustina relatou, em seus diários (diário I, sessões 47, 48 e 49), ter tido a primeira revelação de Jesus enquanto Rei da Divina Misericórdia em seu quarto. Segundo ela, Jesus apareceu vestido de branco e de seu coração emanava feixes de luz vermelho e branco. Entre outras coisas, Jesus pediu-lhe que pintasse uma imagem sua, fiel à imagem que se mostrava a ela, tal imagem deveria conter a inscrição: “Jesus, eu confio em vós”. Jesus manifestou a vontade de que esta imagem fosse venerada, primeiro, em sua capela, posteriormente, no mundo todo e solenemente no domingo que sucede ao domingo de Páscoa, Jesus ainda teria dito a ela que quem quer que venerasse tal imagem seria salvo. Por não saber pintar, Faustina solicitou ajuda das irmãs de seu convento, contudo, não recebeu nenhum auxílio. Em 1933, ela começou a ser dirigida pelo Padre Sopoćko, que, ao ouvir suas experiências místicas, procurou submetê-la a avaliações psiquiátricas. Depois que a Dra. Helena Maciejewska deu o parecer de sanidade, padre Sopoćko teve confiança e começou a aconselha-la. Pediu que escrevesse um diário para registrar as mensagens que recebia e conversas que tinha com Jesus, livro que se tornou mundialmente famoso e um verdadeiro guia espiritual para as almas. Faustina contou ao padre sobre a imagem da Divina Misericórdia em janeiro de 1934, ele a apresentou ao artista plástico Eugene Kazimierowski, que finalizou a obra em junho desse mesmo ano. Entretanto, a imagem que tornou-se famosa no mundo inteiro foi realizada pelo pintor Adolf Hyła, feita em agradecimento pela salvação de sua família da guerra.
Ela intuía que, por um tempo, suas mensagens seriam suprimidas, mas depois retomadas (ibidem. n. 378). Foi o que ocorreu por parte da Igreja, em vista da prudência, porém, em 1966, reassumiram sua riqueza. Também escreveu as regras para uma nova congregação que fora negada pelo bispo que a cuidava, era um movimento de natureza contemplativa e devotada a Misericórdia Divina, que futuramente seria fundado. Faustina escreveu (n. 476) a respeito de uma visão envolvendo o Terço da Divina Misericórdia, o propósito das orações do terço são: obter misericórdia, confiar na misericórdia de Cristo e mostrar misericórdia para com os outros. Também relatou (n. 1044) que teve uma visão na qual a Festa da Divina Misericórdia seria celebrada na sua capela local e seria assistida por uma multidão de fiéis; e que a mesma cerimônia também teria lugar em Roma e seria conduzida pelo Papa. Em 1937, Faustina recebeu uma mensagem de Jesus com instruções sobre a Novena da Divina Misericórdia. Esse ano foi marcado pela divulgação das mensagens da Divina Misericórdia, foram impressos os primeiros cartões com a imagem da Divina Misericórdia, também foi publicado um panfleto intitulado Cristo, o Rei da Misericórdia, que incluía o terço, a novena e a litania da Divina Misericórdia.
Santa Faustina sofreu muito por muitos anos com a tuberculose, os dez últimos anos de sua vida foram particularmente atrozes. No dia 5 de outubro de 1938, sussurrou à irmã enfermeira: “Hoje, o Senhor me receberá”. E assim aconteceu. Foi beatificada a 18 de abril de 1993 pelo Papa João Paulo II, Santa Faustina, a “Apóstola da Divina Misericórdia”; e foi canonizada pelo mesmo Sumo Pontífice no dia 30 de abril de 2000.
Doze Promessas da Divina Misericórdia: Pela veneração da imagem, a alma que venera essa imagem não perecerá. Pela imagem, a alma será defendida como glória de Cristo. Pela imagem, terá um vaso com o qual pode buscar graças na fonte da Misericórdia. Pela imagem, a alma que vive à sombra [dos raios da Misericórdia] não será atingida pelo braço da justiça de Deus. Pela Hora da Divina Misericórdia (D. 1320), nada será negado à alma que o peça pelos méritos da Sua Paixão. Pela Divulgação da Divina Misericórdia, durante toda a vida, a alma será defendida por Cristo como uma terna mãe defende seu filhinho e, na hora da morte, Ele não será, para elas, Juiz, mas o Salvador Misericordioso. Por se aproximar da Fonte da Vida no dia da Festa da Divina Misericórdia, alcançará perdão total das culpas e das penas. Pela Novena, as almas apresentadas a Cristo (as mencionadas na novena) receberão força, alívio e todas as graças de que necessitam nas dificuldades da vida e, especialmente, na hora da morte. Pelo Terço da Divina Misericórdia, serão envolvidas pela Sua Misericórdia durante a sua vida e, de modo particular, na hora da morte. Pelo Terço da Divina Misericórdia, Cristo se compraz em dar tudo o que Lhe peçam. Pelo Terço da Divina Misericórdia, os pecadores empedernidos (quando o rezem) terão suas almas preenchidas de paz, e a hora da sua morte será feliz; As almas que recorrem à Divina Misericórdia e as almas que a glorificam e anunciam, na hora da morte, serão tratadas de acordo com a Sua infinita misericórdia.
Santa Faustina, rogai por nós!
[Fonte: <https://rainhadoscoracoes.org.br/santo-do-dia/?utm_source=google&utm_medium=grants.amrc.2&utm_content=santo.do.dia&gclid=CjwKCAjwvfmoBhAwEiwAG2tqzOjoZ9GNGYMlpl6MnFLgFpAaz_AKf88Xf1ngfzG9qR48HCjXDhbbGhoC3egQAvD_BwE>]
LEITURAS DA LITURGIA DAS HORAS DE 05 DE OUTUBRO DE 2023<http://www.ibreviary.com/m2/opzioni.php>
PRIMEIRA LEITURA DO OFÍCIO DAS LEITURAS
Da Epístola aos Filipenses 3, 1-16
O exemplo de Paulo
Irmãos: Alegrai-vos no Senhor. A mim não me custa e a vós é proveitoso que vos escreva as mesmas coisas: «Cuidado com os cães, cuidado com os maus operários, cuidado com os falsos circuncidados». Porque nós é que somos os verdadeiros circuncidados, nós que, pelo Espírito de Deus, Lhe prestamos culto e nos gloriamos em Cristo Jesus, sem confiarmos na carne.
É verdade que eu também poderia confiar na carne. Se alguém julga poder gloriar-se na carne, quanto mais eu que fui circuncidado aos oito dias, sou da raça de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu filho de hebreus; quanto à Lei fui fariseu; quanto ao zelo, persegui a Igreja; quanto à justiça segundo a Lei, vivi irrepreensivelmente. Mas tudo isto, que era para mim lucro, considerei-o como perda por amor de Cristo.
Mais ainda: considero todas as coisas como prejuízo, comparando-as com o bem supremo, que é conhecer Jesus Cristo, meu Senhor. Por Ele, renunciei a todas as coisas e considerei tudo como lixo, para ganhar a Cristo e n’Ele me encontrar, não com a minha justiça, que vem da Lei, mas com a que se recebe pela fé em Cristo, a justiça que vem de Deus e se funda na fé. Assim poderei conhecer Cristo, o poder da sua ressurreição e a participação nos seus sofrimentos, configurando-me à sua morte, para ver se posso chegar à ressurreição dos mortos.
Não que eu tenha já chegado à meta, ou já tenha atingido a perfeição. Mas continuo a correr, para ver se a alcanço, uma vez que também fui alcançado por Cristo Jesus. Não penso, irmãos, que já o tenha conseguido. Só penso numa coisa: esquecendo o que fica para trás, lançar-me para a frente, continuar a correr para a meta, em vista do prêmio a que Deus, lá no alto, me chama em Cristo Jesus.
Todos nós, portanto, que somos perfeitos, assim devemos sentir; se em algum ponto sentis de outro modo, Deus vos há de esclarecer. Entretanto, qualquer que seja o ponto já atingido, sigamos na mesma linha.
SEGUNDA LEITURA DO OFÍCIO DAS LEITURAS
Da Carta de São Policarpo, bispo e mártir, aos Filipenses
(Cap. 12, 1 – 14: Funk 1, 279-283) (Sec. II)
Cristo vos faça crescer na fé e na verdade
Estou persuadido de que vos encontrais bem instruídos nas Sagradas Escrituras e nada ignorais. De mim não posso dizer o mesmo. Pois bem, diz-se nestas Escrituras: Se vos sentirdes irados, não pequeis e não se ponha o sol sobre a vossa ira. Feliz de quem tiver isto em conta. Julgo que é o que sucede convosco.
Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, e o mesmo Jesus Cristo, Pontífice eterno, Filho de Deus, vos façam crescer na fé e na verdade, em toda a mansidão e sem ira, na paciência e na longanimidade, na fortaleza e na castidade. O Senhor vos faça tomar parte na herança dos seus santos e, juntamente convosco, também a nós e a todos quantos vivem debaixo do céu e hão de acreditar em Nosso Senhor Jesus Cristo e em seu Pai que O ressuscitou dos mortos.
Rezai por todos os santos. Orai também pelos reis, pelas autoridades e pelos príncipes, por aqueles que vos perseguem e odeiam e pelos inimigos da cruz, a fim de que o vosso fruto se manifeste em todas as circunstâncias e sejais perfeitos em Cristo.
Escrevestes-me, tanto vós como Inácio, a dizer que, se alguém fosse à Síria, levasse a vossa carta. Levá-la-ei, logo que tiver ocasião favorável; irei eu pessoalmente ou enviarei um legado em meu e vosso nome.
Como me pedistes, enviamo-vos as cartas de Inácio, tanto as que ele nos escreveu como todas as outras que temos em nossa mão; mandamo-las juntamente com esta carta. Elas vos serão de grande proveito, porque estão cheias de fé, de fortaleza e de tudo o que pode promover a vossa edificação no Senhor. Não deixeis de nos comunicar tudo o que souberdes acerca de Inácio e de seus companheiros.
Remeto-vos esta carta por Crescente, que já vos recomendei pessoalmente e agora novamente recomendo. Tem vivido entre nós de modo irrepreensível, e creio que procederá do mesmo modo entre vós. Recomendo-vos também sua irmã, para quando for ter convosco.
Permanecei firmes no Senhor Jesus Cristo. A sua graça esteja com todos vós. Amém.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE LAUDES
Rom 14, 17-19
O reino de Deus não é uma questão de comida ou bebida, mas é justiça, paz e alegria no Espírito Santo. Quem serve a Cristo deste modo, agrada a Deus e é aprovado pelos homens. Portanto, procuremos o que contribui para a paz e a mútua edificação.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA TERÇA
Gal 5, 13-14
Vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Contudo, não abuseis, da liberdade como pretexto para viverdes segundo a carne; mas, pela caridade, colocai-vos ao serviço uns dos outros, porque toda a Lei se resume nesta palavra: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA SEXTA
Gal 5, 16-17.25
Deixai-vos conduzir pelo Espírito e não satisfareis os desejos da carne. Na verdade, a carne tem desejos contrários aos do Espírito, e o Espírito desejos contrários aos da carne. São dois princípios antagônicos e por isso não fazeis o que quereis: se vivemos pelo Espírito, caminhemos segundo o Espírito.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA NONA
Gal 5, 22-23a.25
Os frutos do Espírito são: caridade, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e temperança. Se vivemos pelo Espírito, caminhemos segundo o Espírito.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE VÉSPERAS
1 Pedro 1, 22-23
Obedecendo à verdade, santificastes as vossas almas para vos amardes sinceramente como irmãos. Amai-vos intensamente uns aos outros de todo o coração, porque fostes regenerados, não por uma semente corruptível, mas incorruptível: a palavra de Deus, viva e eterna.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE COMPLETAS
1 Tes 5, 23
O Deus da paz vos santifique totalmente, para que todo o vosso ser – espírito, alma e corpo – se conserve irrepreensível para a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Confraria Contardo Ferrini
confraria@catolicospraticantes.com.br
www.catolicospraticantes.com.br
Importante:
* A Liturgia Diária, a porção da Palavra de Deus escolhida para cada dia, consiste em refeição espiritual de escol brindada pela Santa Madre Igreja, preparatória para o alimento divino, a Sagrada Eucaristia. Auguramos que esse estudo orante possa contribuir para potencializar o sustento e o remédio que essas santas palavras são destinadas a proporcionar e que com cada vez maior assiduidade mais irmãos na fé priorizem sorver diariamente as delícias inefáveis da Santa Palavra e da Sagrada Eucaristia. Sugerimos, caso não for possível por alguma razão desfrutar a missa presencialmente, que se o faça ao menos virtualmente, pela televisão ou internet. Também recomendamos escrever na área de busca de sites veiculadores de vídeos na internet as palavras “Homilia diária” e aproveitar os momentos livres do pensamento (inclusive no decorrer da realização de atividades manuais que não requerem intensa concentração – como lavar louça, por exemplo) para ouvir as reflexões de clérigos qualificados para nos ajudar a compreender com cada vez mais profundidade os desígnios divinos.
** O católico que participar de todas as Missas diárias ou estudar a Liturgia Diária pelo período de três anos, terá estudado toda a Bíblia (exceto partes de algumas passagens que são apresentadas de forma sintetizada, das quais são suprimidos versículos considerados de importância secundária. Nestes estudos apresentamos o Salmo completo e eventualmente inserimos algumas passagens suprimidas que reputamos importantes para a melhor compreensão e compenetração no ensinamento bíblico). Essa breve exegese da Liturgia Diária é recomendada para quem busca conhecer com profundidade a Palavra de Deus, para dela se tornar íntimo e colocá-la em prática.
*** A Liturgia das Horas é composta por sete momentos orantes rezados pelo fiel ao longo do dia. O primeiro, na madrugada, se chama Ofício das Leituras, composto pela recitação de vários salmos; a primeira leitura (extraída da Bíblia); a segunda leitura (extraída da Sagrada Doutrina) e algumas orações próprias. O segundo, Laudes, se reza no início da manhã, incluindo a recitação de salmos; orações; leitura bíblica breve e inclui também preces. Os momentos orantes do “miolo do dia” (das 09 às 15 horas) chamados “da hora média”, são propostos para serem realizados com brevidade em três etapas: Hora Terça, em torno das 09:00 horas; Hora Sexta, em torno das 12:00 horas; e Hora Nona, em torno das 15:00. São compostos pela recitação de salmos; orações e uma leitura bíblica breve. O sexto momento orante se dá antes do pôr do sol, sendo denominado de Vésperas e inclui também algumas preces, além dos salmos, orações e leitura bíblica breve. O sétimo momento orante denomina-se Completas, sendo realizado antes de dormir, incluindo o exame de consciência, uma breve recitação dos salmos, leitura bíblica breve e orações próprias, sendo bastante conciso. Tais momentos orantes são destinados especialmente à santificação do dia. A Liturgia das Horas serve também como ponto de interseção entre todos os católicos, sendo prescrita em especial para ser recitada por todos os componentes do clero, religiosos, religiosas, diáconos… constituindo-se fundamental para a unidade da fé, prevenindo a queda em heresias (a “escolha” de partes das escrituras e da doutrina e o rechaço de outras). Recomendamos vivamente que todos quantos puderem se dediquem a essa maravilhosa prática e reputamos como mínimo necessário a meditação da segunda leitura do Ofício das Leituras (aqui trazida como leitura complementar, extraída do o site <http://www.ibreviary.com/>), com o que nos tornamos agraciados com os preciosíssimos tesouros da Sagrada Doutrina brindados pelos que cultivaram a fé desde o início da Igreja. Podemos acessar a Liturgia das Horas através de livro próprio, também chamado de Breviário, ou por meio de aplicativos ou sites na internet. O fiel pode ainda digitar na área de busca o nome do momento orante que deseja acompanhar e terá à disposição essa oração com os salmos cantados.
