LITURGIA DE 28 DE OUTUBRO DE 2023 – SÁBADO – SANTOS SIMÃO E JUDAS TADEU – APÓSTOLOS
28 de outubro de 2023LITURGIA DE 30 DE OUTUBRO DE 2023 – SEGUNDA-FEIRA – XXX SEMANA DO TEMPO COMUM
30 de outubro de 2023Néctar espiritual potencializador da prática cristã extraído do estudo da Liturgia Diária de 29/10/2023
As santas palavras e ensinamentos da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso – e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na 1ª Leitura (Ex 22,20-26), de amarmos o Senhor Deus sobre todas as coisas, não praticando a idolatria, o que leva a desviar o tempo e a energia que devem ser dedicados ao Deus verdadeiro. E de amarmos os nossos circunstantes, os que de nós se aproximam, como a nós próprios, em atos: não maltratando, não oprimindo, não prejudicando e não explorando, mas, ao contrário, sendo benevolentes, generosos, prestativos e caridosos. As santas palavras do Salmo Responsorial compelem-nos a fazer coro com o louvor orante do salmista (Sl 17):Eu vos amo, Senhor, minha força! 3.O Senhor é o meu rochedo, minha fortaleza e meu libertador. Meu Deus é a minha rocha, onde encontro o meu refúgio, meu escudo, força de minha salvação e minha cidadela. 4.Invoco o Senhor, digno de todo louvor, e fico livre dos meus inimigos. As santas palavras da 2ª Leitura (1Ts 1,5c-10) compelem-nos a seguir os exemplos dos tessalonicenses destacados por São Paulo: reconhecendo o valor dos que se empenham pela salvação; nos fazendo imitadores de Jesus; recebendo a palavra, ainda que em meio a muitas tribulações, com a alegria do Espírito Santo – de modo a nos tornarmos modelos de fidelidade e ressoando a palavra do Senhor por toda parte, propagando a fé para todos os que conosco tiverem algum contato. Que como eles, acolhamos os portadores da Palavra do Senhor e abandonemos os ídolos (tudo o que nos faz desviar a aplicação do nosso precioso tempo em nos aprofundarmos no conhecimento das coisas de Deus e na sua prática), nos convertendo dia a dia para melhor servir o Deus vivo e verdadeiro, vivendo cada vez mais em fina sintonia com Jesus – que nos livra da ira iminente que nos assolava, bem como de tudo o que não seja amar a Deus e ao próximo. O Santo Evangelho (Mt 22,34-40) compele a nos empenharmos denodadamente na prática do que Jesus ensinou: Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo teu espírito (Dt 6,5). Este é o maior e o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás teu próximo como a ti mesmo (Lv 19,18). Nesses dois mandamentos se resumem toda a lei e os profetas.
Antífona da entrada
– Exulte o coração dos que buscam a Deus. Sim, buscai o Senhor e sua força, procurai sem cessar a sua face (Sl 104,3s).
Saudação
– Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
– Amém.
– A graça e a paz de Deus, nosso Pai, de Jesus Cristo, nosso Senhor e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
– Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
Oração do dia
– Deus eterno e todo poderoso, aumentai em nós a fé, a esperança e a caridade e dai-nos amar o que ordenais para conseguirmos o que prometeis. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
1ª Leitura: Ex 22,20-26
2ª Leitura: 1Ts 1,5c-10
Salmo Responsorial: Sl 17
– Eu vos amo, ó Senhor, sois minha força e salvação.
Aclamação ao santo Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia.
– Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e a ele nós viremos (Jo 14,23).
Aleluia, aleluia, aleluia.
Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus: Mt 22,34-40
Invocação de busca do reto entendimento
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor! Enviai o vosso Espírito e tudo será criado, e renovareis a face da terra! Oremos: ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação! Por Cristo, Senhor nosso! Amém!
Ensinamentos
As santas palavras da 1ª Leitura nos ensinam pelo escrito sagrado (Ex 22,20-26): 20.Aquele que oferecer sacrifícios a outros deuses fora do Senhor, será votado ao interdito. 21.Não maltratarás o estrangeiro e não o oprimirás, porque foste estrangeiro no Egito. 22.Não prejudicareis a viúva e o órfão. 23.Se os prejudicardes, eles clamarão a mim e eu os ouvirei; 24.minha cólera se inflamará e vos farei perecer pela espada; vossas mulheres ficarão viúvas e vossos filhos, órfãos. 25.Se emprestares dinheiro a alguém do meu povo, ao pobre que está contigo, não lhe serás como um credor: não lhe exigirás juros. 26.Se tomares como penhor o manto de teu próximo, devolver-lho-ás antes do pôr-do-sol […].
As santas palavras do Salmo Responsorial nos ensinam pelo salmista (Sl 17): 1.Ao mestre de canto. De Davi, servo do Senhor, que dirigiu as palavras deste cântico ao Senhor, no dia em que ficou livre de todos os seus inimigos e das mãos de Saul. 2.Disse: Eu vos amo, Senhor, minha força! 3.O Senhor é o meu rochedo, minha fortaleza e meu libertador. Meu Deus é a minha rocha, onde encontro o meu refúgio, meu escudo, força de minha salvação e minha cidadela. 4.Invoco o Senhor, digno de todo louvor, e fico livre dos meus inimigos […].
As santas palavras da 2ª Leitura nos ensinam pelo Apóstolo (1Ts 1,5c-10): Sabeis o que temos sido entre vós para a vossa salvação. 6.E vós vos fizestes imitadores nossos e do Senhor, ao receberdes a palavra, apesar das muitas tribulações, com a alegria do Espírito Santo, 7.de sorte que vos tornastes modelo para todos os fiéis da Macedônia e da Acaia. 8.Em verdade, partindo de vós, não só ressoou a palavra do Senhor pela Macedônia e Acaia, mas também se propagou a fama de vossa fé em Deus por toda parte, de maneira que não temos necessidade de dizer coisa alguma. 9.De fato, a nosso respeito, conta-se por toda parte qual foi o acolhimento que da vossa parte tivemos, e como abandonastes os ídolos e vos convertestes a Deus, para servirdes ao Deus vivo e verdadeiro, 10.e aguardardes dos céus seu Filho que Deus ressuscitou dos mortos, Jesus, que nos livra da ira iminente.
O Santo Evangelho ensina-nos pelo Evangelista (Mt 22,34-40): 34.Sabendo os fariseus que Jesus reduzira ao silêncio os saduceus, reuniram-se 35.e um deles, doutor da lei, fez-lhe esta pergunta para pô-lo à prova: 36.Mestre, qual é o maior mandamento da lei? 37.Respondeu Jesus: Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo teu espírito (Dt 6,5). 38.Este é o maior e o primeiro mandamento. 39.E o segundo, semelhante a este, é: Amarás teu próximo como a ti mesmo (Lv 19,18). 40.Nesses dois mandamentos se resumem toda a lei e os profetas.
Compromisso
As santas palavras e ensinamentos da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso – e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na 1ª Leitura (Ex 22,20-26), de amarmos o Senhor Deus sobre todas as coisas, não praticando a idolatria, o que leva a desviar o tempo e a energia que devem ser dedicados ao Deus verdadeiro. E de amarmos os nossos circunstantes, os que de nós se aproximam, como a nós próprios, em atos: não maltratando, não oprimindo, não prejudicando e não explorando, mas, ao contrário, sendo benevolentes, generosos, prestativos e caridosos.
As santas palavras do Salmo Responsorial compelem-nos a fazer coro com o louvor orante do salmista (Sl 17):Eu vos amo, Senhor, minha força! 3.O Senhor é o meu rochedo, minha fortaleza e meu libertador. Meu Deus é a minha rocha, onde encontro o meu refúgio, meu escudo, força de minha salvação e minha cidadela. 4.Invoco o Senhor, digno de todo louvor, e fico livre dos meus inimigos. 5.Circundavam-me os vagalhões da morte, torrentes devastadoras me atemorizavam, 6.enlaçavam-se as cadeias da habitação dos mortos, a própria morte me prendia em suas redes. 7.Na minha angústia, invoquei o Senhor, gritei para meu Deus: do seu templo ele ouviu a minha voz, e o meu clamor em sua presença chegou aos seus ouvidos. 8.A terra vacilou e tremeu, os fundamentos das montanhas fremiram, abalaram-se, porque Deus se abrasou em cólera: 9.suas narinas exalavam fumaça; sua boca, fogo devorador, brasas incandescentes. 10.Ele inclinou os céus e desceu, calcando aos pés escuras nuvens. 11.Cavalgou sobre um querubim e voou, planando nas asas do vento. 12.Envolveu-se nas trevas como se fossem véu, fez para si uma tenda das águas tenebrosas, densas nuvens. 13.Do esplendor de sua presença suas nuvens avançaram: saraiva e centelhas de fogo. 14.Dos céus trovejou o Senhor, o Altíssimo fez ressoar a sua voz. 15.Lançou setas e dispersou os inimigos, fulminou relâmpagos e os desbaratou. 16.E apareceu descoberto o leito do mar, ficaram à vista os fundamentos da terra, ante a vossa ameaçadora voz, ó Senhor, ante o furacão de vossa cólera. 17.Do alto estendeu a sua mão e me pegou, e retirou-me das águas profundas, 18.livrou-me de inimigo poderoso, dos meus adversários mais fortes do que eu. 19.Investiram contra mim no dia do meu infortúnio, mas o Senhor foi o meu arrimo; 20.pôs-me a salvo e livrou-me, porque me ama. 21.O Senhor me tratou segundo a minha inocência, retribuiu-me segundo a pureza de minhas mãos, 22.porque guardei os caminhos do Senhor e não pequei separando-me do meu Deus. 23.Tenho diante dos olhos todos os seus preceitos e não me desvio de suas leis. 24.Ando irrepreensivelmente diante dele, guardando-me do meu pecado. 25.O Senhor retribuiu-me segundo a minha justiça, segundo a pureza de minhas mãos diante dos seus olhos. 26.Com quem é bondoso vos mostrais bondoso, com o homem íntegro vos mostrais íntegro; 27.puro com quem é puro; prudente com quem é astuto. 28.Os humildes salvais, os semblantes soberbos humilhais. 29.Senhor, sois vós que fazeis brilhar o meu farol, sois vós que dissipais as minhas trevas. 30.Convosco afrontarei batalhões, com meu Deus escalarei muralhas. 31.Os caminhos de Deus são perfeitos, a palavra do Senhor é pura. Ele é o escudo de todos os que nele se refugiam. 32.Pois quem é Deus senão o Senhor? Quem é o rochedo, senão o nosso Deus? 33.É Deus quem me cinge de coragem e aplana o meu caminho. 34.Torna os meus pés velozes como os das gazelas e me instala nas alturas. 35.Adestra minhas mãos para o combate e meus braços para o tiro de arco. 36.Vós me dais o escudo que me salva. Vossa destra me sustém, e vossa bondade me engrandece. 37.Alargais o caminho a meus passos, para meus pés não resvalarem. 38.Dou caça aos inimigos e os alcanço, e não volto sem que os tenha aniquilado. 39.De tal sorte os despedaço, que não mais poderão levantar-se: eles ficam caídos a meus pés. 40.Vós me cingis de coragem para a luta e ante mim dobrais os meus adversários. 41.Afugentais da minha presença os meus inimigos e reduzis ao silêncio os que me aborrecem. 42.Gritam por socorro, mas não há quem os salve; clamam ao Senhor, mas não responde… 43.Eu os disperso como o pó que o vento leva, e os esmago como o barro das estradas. 44.Vós me livrais das revoltas do povo e me colocais à frente das nações; povos que eu desconhecia se tornaram meus servos. 45.Gente estranha me serve abnegadamente e me obedece à primeira intimação. 46.Gente estranha desfalece e sai tremendo de seus esconderijos. 47.Viva o Senhor e bendito seja o meu rochedo! Exaltado seja Deus, que me salva! 48.Deus, que me proporciona a vingança e avassala nações a meus pés. 49.Sois vós que me libertais dos meus inimigos, me exaltais acima dos meus adversários e me salvais do homem violento. 50.Por isso vos louvarei, ó Senhor, entre as nações e celebrarei o vosso nome. 51.Ele prepara grandes vitórias a seu rei e faz misericórdia a seu ungido, a Davi e a sua descendência para sempre.
As santas palavras da 2ª Leitura (1Ts 1,5c-10) compelem-nos a seguir os exemplos dos tessalonicenses destacados por São Paulo: reconhecendo o valor dos que se empenham pela salvação; nos fazendo imitadores de Jesus; recebendo a palavra, ainda que em meio a muitas tribulações, com a alegria do Espírito Santo – de modo a nos tornarmos modelos de fidelidade e ressoando a palavra do Senhor por toda parte, propagando a fé para todos os que conosco tiverem algum contato. Que como eles, acolhamos os portadores da Palavra do Senhor e abandonemos os ídolos (tudo o que nos faz desviar a aplicação do nosso precioso tempo em nos aprofundarmos no conhecimento das coisas de Deus e na sua prática), nos convertendo dia a dia para melhor servir o Deus vivo e verdadeiro, vivendo cada vez mais em fina sintonia com Jesus – que nos livra da ira iminente que nos assolava, bem como de tudo o que não seja amar a Deus e ao próximo.
O Santo Evangelho (Mt 22,34-40) compele a nos empenharmos denodadamente na prática do que Jesus ensinou: Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo teu espírito (Dt 6,5). Este é o maior e o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás teu próximo como a ti mesmo (Lv 19,18). Nesses dois mandamentos se resumem toda a lei e os profetas.
Oração consolidadora do compromisso
Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para vos amarmos sobre todas as coisas, que não pratiquemos a idolatria, que entre tantos outros prejuízos leva a desviar o tempo e as energias que devem ser dedicados ao Deus verdadeiro. Que amemos os nossos circunstantes, os que de nós se aproximam, como a nós próprios, em atos: não maltratando, não oprimindo, não prejudicando e não explorando, mas, ao contrário, sendo benevolentes, generosos, prestativos e caridosos. Cientes de que nossos inimigos são os principados e potestades do maligno, consistentes em forças espirituais do mal espalhadas pelos ares (Efésios 6,12), que tudo fazem para nos induzir em caminhos tortuosos, com tentações e seduções das mais variadas ordens, fazemos coro com o louvor orante do salmista (Sl 17): Eu vos amo, Senhor, minha força! O Senhor é o meu rochedo, minha fortaleza e meu libertador. Meu Deus é a minha rocha, onde encontro o meu refúgio, meu escudo, força de minha salvação e minha cidadela. Invoco o Senhor, digno de todo louvor, e fico livre dos meus inimigos. Circundavam-me os vagalhões da morte, torrentes devastadoras me atemorizavam, 6.enlaçavam-se as cadeias da habitação dos mortos, a própria morte me prendia em suas redes. Na minha angústia, invoquei o Senhor, gritei para meu Deus: do seu templo ele ouviu a minha voz, e o meu clamor em sua presença chegou aos seus ouvidos. A terra vacilou e tremeu, os fundamentos das montanhas fremiram, abalaram-se, porque Deus se abrasou em cólera: suas narinas exalavam fumaça; sua boca, fogo devorador, brasas incandescentes. Ele inclinou os céus e desceu, calcando aos pés escuras nuvens. Cavalgou sobre um querubim e voou, planando nas asas do vento. Envolveu-se nas trevas como se fossem véu, fez para si uma tenda das águas tenebrosas, densas nuvens. Do esplendor de sua presença suas nuvens avançaram: saraiva e centelhas de fogo. Dos céus trovejou o Senhor, o Altíssimo fez ressoar a sua voz. Lançou setas e dispersou os inimigos, fulminou relâmpagos e os desbaratou. E apareceu descoberto o leito do mar, ficaram à vista os fundamentos da terra, ante a vossa ameaçadora voz, ó Senhor, ante o furacão de vossa cólera. Do alto estendeu a sua mão e me pegou, e retirou-me das águas profundas, livrou-me de inimigo poderoso, dos meus adversários mais fortes do que eu. Investiram contra mim no dia do meu infortúnio, mas o Senhor foi o meu arrimo; pôs-me a salvo e livrou-me, porque me ama. O Senhor me tratou segundo a minha inocência, retribuiu-me segundo a pureza de minhas mãos, porque guardei os caminhos do Senhor e não pequei separando-me do meu Deus. Tenho diante dos olhos todos os seus preceitos e não me desvio de suas leis. Ando irrepreensivelmente diante dele, guardando-me do meu pecado. O Senhor retribuiu-me segundo a minha justiça, segundo a pureza de minhas mãos diante dos seus olhos. Com quem é bondoso vos mostrais bondoso, com o homem íntegro vos mostrais íntegro; puro com quem é puro; prudente com quem é astuto. Os humildes salvais, os semblantes soberbos humilhais. Senhor, sois vós que fazeis brilhar o meu farol, sois vós que dissipais as minhas trevas. Convosco afrontarei batalhões, com meu Deus escalarei muralhas. Os caminhos de Deus são perfeitos, a palavra do Senhor é pura. Ele é o escudo de todos os que nele se refugiam. Pois quem é Deus senão o Senhor? Quem é o rochedo, senão o nosso Deus? É Deus quem me cinge de coragem e aplana o meu caminho. Torna os meus pés velozes como os das gazelas e me instala nas alturas. Adestra minhas mãos para o combate e meus braços para o tiro de arco. Vós me dais o escudo que me salva. Vossa destra me sustém, e vossa bondade me engrandece. Alargais o caminho a meus passos, para meus pés não resvalarem. Dou caça aos inimigos e os alcanço, e não volto sem que os tenha aniquilado. De tal sorte os despedaço, que não mais poderão levantar-se: eles ficam caídos a meus pés. Vós me cingis de coragem para a luta e ante mim dobrais os meus adversários. Afugentais da minha presença os meus inimigos e reduzis ao silêncio os que me aborrecem. Gritam por socorro, mas não há quem os salve; clamam ao Senhor, mas não responde… Eu os disperso como o pó que o vento leva, e os esmago como o barro das estradas. Vós me livrais das revoltas do povo e me colocais à frente das nações; povos que eu desconhecia se tornaram meus servos. Gente estranha me serve abnegadamente e me obedece à primeira intimação. Gente estranha desfalece e sai tremendo de seus esconderijos. Viva o Senhor e bendito seja o meu rochedo! Exaltado seja Deus, que me salva! Deus, que me proporciona a vingança e avassala nações a meus pés. Sois vós que me libertais dos meus inimigos, me exaltais acima dos meus adversários e me salvais do homem violento. Por isso vos louvarei, ó Senhor, entre as nações e celebrarei o vosso nome. Ele prepara grandes vitórias a seu rei e faz misericórdia a seu ungido, a Davi e a sua descendência para sempre. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para seguir os exemplos dos tessalonicenses destacados por São Paulo: que reconheçamos o valor dos que se empenham pela salvação; nos fazendo imitadores de Jesus; recebendo a palavra, ainda que em meio a muitas tribulações, com a alegria do Espírito Santo – de modo a nos tornarmos modelos de fidelidade e ressoando a palavra do Senhor por toda parte, propagando a fé para todos os que conosco tiverem algum contato. Que como eles, acolhamos os portadores da Palavra do Senhor e abandonemos os ídolos (tudo o que nos faz desviar a aplicação do nosso precioso tempo e energias em nos aprofundarmos no conhecimento das coisas de Deus e na sua prática), nos convertendo dia a dia para melhor servir o Deus vivo e verdadeiro, vivendo cada vez mais em fina sintonia com Jesus – que nos livra da ira iminente que nos assolava, bem como de tudo o que não seja amar a Deus e ao próximo. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para nos empenharmos denodadamente na prática do que Jesus ensinou: Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo teu espírito (Dt 6,5). Este é o maior e o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás teu próximo como a ti mesmo (Lv 19,18). Nesses dois mandamentos se resumem toda a lei e os profetas. Cremos, Senhor, mas aumentai nossa fé!
SANTO DO DIA
Santos do Dia da Igreja Católica – 29 de Outubro
[Fonte: <https://sagradamissao.com.br/2023/10/santos-do-dia-da-igreja-catolica-29-de-outubro/> Postado em: 28/10/2023 por: marsalima]

Caetano Errico (Bem Aventurado)
Secondigliano, bairro grande e populosa, do norte de Nápoles, Itália, é mais conhecido como uma região de mafiosos do que de santos.
Os problemas dos seus habitantes são inúmeros, entre os quais estão as facções da máfia, a corrupção social e política que, somados, desestruturam o sistema de serviços e a consciência, propiciando a formação de gangues de todos os tipos de tráficos. Mas ela também tem boas obras, como a de padre Caetano Errico, que fundou, em 1833, a Congregação dos “Missionários dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria”.
A estátua de padre Caetano é bem visível de qualquer ângulo da cidade. Com a mão direita, ele abençoa; com a esquerda, empunha o crucifixo. A sua figura é imponente, não apenas pela beleza plástica da escultura. Ele era, realmente, um homem grande, alto e bem forte, um gigante na santidade e na figura humana.
Em 1791, esse bairro era pequeno, uma planície com muito ar puro e úmido no final da tarde, chamado de Casale Régio da cidade de Nápoles. Foi nesse ano que Caetano Errico nasceu, no dia 19 de outubro, o segundo dos nove filhos de Pasqual, modesto fabricante de macarrão, e de Maria. Quando mostrou vocação para a vida religiosa, logo obteve apoio da família. Aos dezesseis anos, ingressou no seminário e, em 1815, recebeu a ordenação sacerdotal. Desde então, seu apostolado foi todo feito na igreja paroquial de São Cosme e São Damião, da sua cidade natal.
Em 1818, durante a pregação, teve inspiração divina para fundar uma congregação religiosa. Iniciou pela construção de uma igreja dedicada a Nossa Senhora das Dores. Entre inúmeras dificuldades, a igreja foi erguida e abençoada doze anos depois, em 1830. Mas teve de esperar outros cinco anos para adquirir a imagem de madeira de Nossa Senhora das Dores e colocá-la no altar, onde permanece até hoje.
Além do trabalho pastoral da igreja, Caetano se ocupava com a construção da casa para abrigar a nova congregação de padres. Decidiu que seria dedicada em honra dos Sagrados Corações de Jesus e Maria. E nela empenhou toda a sua vida, que durou sessenta e nove anos. Morreu em 29 de outubro de 1860.
Padre Caetano Errico foi homem de oração e penitência, dedicava muito tempo ao atendimento das confissões e auxiliava materialmente, com suas obras, os marginalizados e pobres de toda a cidade e redondeza. Hoje, essa herança é distribuída através dos padres Missionários dos Sagrados Corações. Mas a memória e veneração a padre Caetano está muito presente e ainda é muito forte na população.
O culto e as graças atribuídas à sua santidade começaram quando ele ainda estava em seu leito de morte. Tanto que no interior da casa-mãe da Congregação foi preciso instalar um museu para abrigar os elementos testemunhais dos devotos, que lembram as graças alcançadas. E é curioso como o povo não permite que a imagem do fundador seja retirada do altar, onde foi colocada, para a sua simples apresentação, quando chegou. Era para ficar no museu, mas todos a querem ver ali, ao lado de Nossa Senhora das Dores.
O papa João Paulo II proclamou bem-aventurado Caetano Errico em 2002, e designou o dia de sua morte para a homenagem litúrgica.

São Narciso
Os registros da Igreja revelam que na diocese de Jerusalém houve um bispo que foi eleito com quase cem anos de idade. E que ele teria morrido com mais de cento e dezesseis anos. Um fato raro na história da Igreja Católica.
Trata-se de Narciso, que não era judeu e teria nascido no ano 96. A lembrança que se guardou dele é a de um homem austero, penitente, humilde, simples e puro. Também que desde a infância demonstrou amor à religião e esperou a idade necessária para tornar-se sacerdote.
Fez um trabalho tão admirável, amando os pobres e doentes, que a população logo o quis para conduzir a paróquia de São Tiago. Como bispo, a idade não pesou, governou com firmeza em um longo período marcado por atuações importantes e vários milagres. Presidiu o concílio em que se decidiu que a Páscoa devia cair no domingo. Conta-se que foi também na véspera de uma festa de Páscoa que Narciso transformou água em azeite para acender as lamparinas da igreja que estavam secas.
Entretanto um fato marcou tragicamente a vida de Narciso. Ele foi caluniado, sob juramento, por três homens. Um deles disse que podia ser queimado vivo se estivesse mentindo. O outro, que podia ser coberto pela lepra se a acusação não fosse verdadeira. Já o terceiro empenhou a própria visão no que dizia.
Embora perdoasse seus detratores, o inocente bispo preferiu retirar-se para o isolamento em um deserto. Mas não tardou para que os caluniadores recebessem seu castigo. Um morreu num incêndio, no qual pereceu também toda sua família. O outro ficou leproso e o terceiro chorou tanto em público, arrependido do crime cometido, que ficou cego.
O bispo Narciso não foi encontrado para reassumir seu cargo e todos pensaram que tinha morrido. Assim, dois outros bispos o sucederam. Quando o segundo morreu, Narciso reapareceu na cidade. O povo o acolheu com aclamação e ele foi recolocado para liderar a diocese novamente.
A última notícia que temos desse bispo de Jerusalém está numa carta escrita por santo Alexandre, na qual cita que o longevo bispo Narciso tinha completado cento e dezesseis anos, e, como ele, exortava para que a concórdia fosse mantida.
LEITURAS DA LITURGIA DAS HORAS DE 29 DE OUTUBRO DE 2023 <http://www.ibreviary.com/m2/opzioni.php>
PRIMEIRA LEITURA DO OFÍCIO DAS LEITURAS
Início do Livro da Sabedoria 1, 1–15
Louvor à Sabedoria de Deus
Amai a justiça, vós que governais a terra,
tende para com o Senhor sentimentos perfeitos
e procurai-O com simplicidade de coração;
porque Ele deixa-Se encontrar pelos que não O tentam
e revela-Se aos que n’Ele confiam.
Os pensamentos perversos afastam de Deus,
e o Onipotente, posto à prova, confunde os insensatos.
A sabedoria não entra numa alma maliciosa,
nem habita num corpo sujeito ao pecado.
Porque o espírito sagrado, nosso educador, foge da hipocrisia,
afasta-se dos pensamentos insensatos
e retira-se quando chega a iniquidade.
A sabedoria é um espírito amigo dos homens,
mas não deixa sem castigo as palavras do blasfemo;
porque Deus é testemunha dos seus pensamentos,
observa o mais íntimo do seu coração e ouve as suas palavras.
Porque o espírito do Senhor enche o universo;
ele, que abrange todas as coisas, sabe tudo o que se diz.
Por isso aquele que profere palavras iníquas
não poderá esconder-se nem fugir à justiça vingadora.
Os pensamentos do ímpio serão examinados
e o eco das suas palavras chegará ao Senhor,
para castigo dos seus pecados.
Porque o ouvido ciumento ouve tudo
e o rumor das murmurações não lhe passa despercebido.
Acautelai-vos das murmurações inúteis
e guardai a vossa língua da maledicência,
porque a palavra mais secreta não ficará sem castigo
e a boca mentirosa mata a alma.
Não procureis a morte com a vossa vida desregrada,
nem provoqueis a ruína com as obras das vossas mãos.
Não foi Deus quem fez a morte,
nem Ele Se alegra com a perdição dos vivos.
Tudo criou para que subsista
e são salutares as criaturas do mundo.
Não há nelas veneno de morte,
nem o poder do Abismo reina sobre a terra,
porque a justiça é imortal.
SEGUNDA LEITURA DO OFÍCIO DAS LEITURAS
Da Carta de São Clemente I, papa, aos Coríntios
(Cap. 19, 2 – 20, 12: Funk 1, 87-89) (Sec. I)
Providenciando o bem de todos, Deus ordena o mundo em harmonia e concórdia
Fixemos atentamente o nosso olhar no Pai e Criador do universo e reconheçamos gratamente os seus magníficos dons de paz e todos os seus incomparáveis benefícios. Contemplemo-l’O com o nosso pensamento e vejamos com os olhos da alma a magnanimidade dos seus desígnios; consideremos como é grande a sua benignidade para com todas as criaturas.
Os céus obedecem-Lhe em seus movimentos, com ordem e paz; o dia e a noite completam o curso por Ele estabelecido sem qualquer conflito; o sol e a lua bem como as constelações das estrelas mantêm-se nas órbitas por Ele assinaladas, sem qualquer erro e em perfeita harmonia. A terra fecunda, dócil à sua vontade, produz com abundância nas estações favoráveis o alimento para os homens, para as feras e para todos os seres vivos que nela habitam, sem transgredir nem alterar a ordem por Ele estabelecida.
Obedecem também às suas leis os abismos profundos e impenetráveis do mundo subterrâneo. A imensa vastidão do mar, concentrada em seu leito pela Sabedoria criadora, não ultrapassa os limites que lhe foram assinalados, observando o que Deus lhe ordenou. Disse Ele ao mar: Chegarás até aqui e não irás mais além; aqui se quebrarão as tuas vagas. O oceano que os homens não podem atravessar e os outros mundos que se encontram para além dele são governados pelas mesmas ordens do Senhor.
As estações da Primavera, Verão, Outono e Inverno sucedem-se harmoniosamente umas às outras. Os ventos executam, livres de qualquer impedimento, a sua própria função em tempos determinados. Igualmente as fontes inesgotáveis, destinadas ao bem-estar e à saúde, fornecem continuamente a abundância das suas águas para sustentar a vida humana. Também os mais pequeninos animais cooperam mutuamente em paz e concórdia.
Tudo isto é obra do Senhor, criador do mundo, que dispôs todas as coisas em paz e concórdia, comunicando os seus bens a todas as criaturas, mas com maior abundância a nós que recorremos à sua misericórdia por Nosso Senhor Jesus Cristo. A Ele a honra e a glória pelos séculos dos séculos. Amém!
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE LAUDES
Ez 36, 25-27
Derramarei sobre vós água pura e ficareis limpos de todas as imundícies; purificar-vos-ei de todos os vossos deuses. Dar-vos-ei um coração novo e infundirei em vós um espírito novo; arrancarei do vosso peito o coração de pedra e dar-vos-ei um coração de carne. Infundirei em vós o meu espírito e farei que vivais segundo os meus preceitos, que observeis e ponhais em prática as minhas leis.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA TERÇA
Rom 5, 1-2.5
Tendo sido justificados pela fé, estamos em paz com Deus, por Nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual temos acesso, na fé, a esta graça em que permanecemos e nos gloriamos, apoiados na esperança da glória de Deus. Ora a esperança não engana, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA SEXTA
Rom 8, 26
O Espírito Santo vem em auxílio da nossa fraqueza, porque não sabemos o que pedir nas nossas orações; mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA NONA
2 Cor 1, 21-22
Quem nos confirma em Cristo – a nós e a vós – é Deus. Foi Ele que nos concedeu a unção, nos marcou com um sinal e imprimiu em nossos corações o penhor do Espírito.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE VÉSPERAS
2 Tes 2, 13-14
Devemos continuamente dar graças a Deus por vós, irmãos amados por Deus, porque Deus vos escolheu como primícias para serdes salvos pelo Espírito que santifica e pela fé na verdade. Foi para isso que Ele vos chamou por meio do Evangelho, para possuirdes a glória de Nosso Senhor Jesus Cristo.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE COMPLETAS
Ap 22, 4-5
Verão a face do Senhor, e o nome do Senhor estará escrito nas suas frontes. Nunca mais haverá noite, nem precisarão da luz da lâmpada nem da luz do sol, porque brilhará sobre eles a luz do Senhor Deus, e reinarão pelos séculos dos séculos.
confraria@catolicospraticantes.com.br
www.catolicospraticantes.com.br
Importante:
* A Liturgia Diária, a porção da Palavra de Deus escolhida para cada dia, consiste em refeição espiritual de escol brindada pela Santa Madre Igreja, preparatória para o alimento divino, a Sagrada Eucaristia. Auguramos que esse estudo orante possa contribuir para potencializar o sustento e o remédio que essas santas palavras são destinadas a proporcionar e que com cada vez maior assiduidade mais irmãos na fé priorizem sorver diariamente as delícias inefáveis da Santa Palavra e da Sagrada Eucaristia. Sugerimos, caso não for possível por alguma razão desfrutar a missa presencialmente, que se o faça ao menos virtualmente, pela televisão ou internet. Também recomendamos escrever na área de busca de sites veiculadores de vídeos na internet as palavras “Homilia diária” e aproveitar os momentos livres do pensamento (inclusive no decorrer da realização de atividades manuais que não requerem intensa concentração – como lavar louça, por exemplo) para ouvir as reflexões de clérigos qualificados para nos ajudar a compreender com cada vez mais profundidade os desígnios divinos.
** O católico que participar de todas as Missas diárias ou estudar a Liturgia Diária pelo período de três anos, terá estudado toda a Bíblia (exceto partes de algumas passagens que são apresentadas de forma sintetizada, das quais são suprimidos versículos considerados de importância secundária. Nestes estudos apresentamos o Salmo completo e eventualmente inserimos algumas passagens suprimidas que reputamos importantes para a melhor compreensão e compenetração no ensinamento bíblico). Essa breve exegese da Liturgia Diária é recomendada para quem busca conhecer com profundidade a Palavra de Deus, para dela se tornar íntimo e colocá-la em prática.
*** A Liturgia das Horas é composta por sete momentos orantes rezados pelo fiel ao longo do dia. O primeiro, na madrugada, se chama Ofício das Leituras, composto pela recitação de vários salmos; a primeira leitura (extraída da Bíblia); a segunda leitura (extraída da Sagrada Doutrina) e algumas orações próprias. O segundo, Laudes, se reza no início da manhã, incluindo a recitação de salmos; orações; leitura bíblica breve e inclui também preces. Os momentos orantes do “miolo do dia” (das 09 às 15 horas) chamados “da hora média”, são propostos para serem realizados com brevidade em três etapas: Hora Terça, em torno das 09:00 horas; Hora Sexta, em torno das 12:00 horas; e Hora Nona, em torno das 15:00. São compostos pela recitação de salmos; orações e uma leitura bíblica breve. O sexto momento orante se dá antes do pôr do sol, sendo denominado de Vésperas e inclui também algumas preces, além dos salmos, orações e leitura bíblica breve. O sétimo momento orante denomina-se Completas, sendo realizado antes de dormir, incluindo o exame de consciência, uma breve recitação dos salmos, leitura bíblica breve e orações próprias, sendo bastante conciso. Tais momentos orantes são destinados especialmente à santificação do dia. A Liturgia das Horas serve também como ponto de interseção entre todos os católicos, sendo prescrita em especial para ser recitada por todos os componentes do clero, religiosos, religiosas, diáconos… constituindo-se fundamental para a unidade da fé, prevenindo a queda em heresias (a “escolha” de partes das escrituras e da doutrina e o rechaço de outras). Recomendamos vivamente que todos quantos puderem se dediquem a essa maravilhosa prática e reputamos como mínimo necessário a meditação da segunda leitura do Ofício das Leituras (aqui trazida como leitura complementar, extraída do o site <http://www.ibreviary.com/>), com o que nos tornamos agraciados com os preciosíssimos tesouros da Sagrada Doutrina brindados pelos que cultivaram a fé desde o início da Igreja. Podemos acessar a Liturgia das Horas através de livro próprio, também chamado de Breviário, ou por meio de aplicativos ou sites na internet. O fiel pode ainda digitar na área de busca o nome do momento orante que deseja acompanhar e terá à disposição essa oração com os salmos cantados.
**** Por que ler a vida do Santo do dia?
Você sabe porque é muito importante conhecer e meditar no exemplo de vida do Santo do dia?
É fácil perceber que os homens se influenciam mutuamente no relacionamento social. A criança imita os pais, os gestos de dois amigos tendem a se assemelhar, pois a imitação é conatural aos homens desde a infância, distinguindo-os como a criatura mais imitativa de todas.
Esse mimetismo inato vincado em nossa humanidade se verifica também no âmbito sobrenatural. Conforme frisou Bento XVI, “os Santos constituem o comentário mais importante ao Evangelho, uma atualização sua na vida cotidiana e, por conseguinte, representam para nós um verdadeiro caminho de acesso a Jesus”.(1) Podemos, sem dúvida, considerá-los como imagem de Deus transposta para o dia a dia.
O conceito de imitação de Cristo – diretamente ou através do Santo do Dia – está presente nos Livros Sagrados, sobretudo nas cartas de São Paulo, como a destinada aos filipenses: “Sede meus imitadores, irmãos, e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós” (3, 17).
São Francisco de Assis estava bem cônscio de seu papel simbólico quando dizia: “Devo ser modelo e exemplo para todos os frades”. (2)
Para o homem contemporâneo essas analogias entre Cristo e os Santos poderiam parecer despropositadas ou mesmo maldosamente tachadas de “culto à personalidade”.
Por isso, é fundamental ler a história do Santo do Dia para que conhecendo o exemplo deles e admirando-os, aprendamos como adequar nossas vidas à santidade que Deus quer de nós.
[Fonte: <https://salvaimerainha.org.br/santo-do-dia/utm_source=google&utm_medium=grants.acnsf.1&utm_content=santo.do.dia.pc.c>]
