2 Pedro 1, 19-20
12 de setembro de 2024“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 13 DE SETEMBRO DE 2024
13 de setembro de 2024Texto classificado neste site nas categorias: Ação de graças. Confiança no Senhor. Conforto divino. Compreensão divina. Consciência. Consolação divina. Fortaleza. Glória divina. Graça divina. Livramento divino. Oração de intercessão pela Igreja. Ressurreição. Sabedoria carnal X graça divina. Simplicidade divina. Sinceridade de coração. Tribulações. União aos sofrimentos de Cristo.
Ação de graças no meio das tribulações
Paulo, Apóstolo de Jesus Cristo por vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à Igreja de Deus que está em Corinto e aos cristãos que vivem em toda a Acaia: A graça e a paz vos sejam dadas da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo.
Bendito seja Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, Pai de misericórdia e Deus de toda a consolação, que nos conforta em todas as nossas tribulações, para podermos consolar aqueles que estão atribulados, por meio da consolação que nós mesmos recebemos de Deus. Na verdade, assim como abundam em nós os sofrimentos de Cristo, também por Cristo abunda a nossa consolação. Se somos atribulados, é para vossa consolação e salvação; se somos consolados, é para vossa consolação, a fim de suportardes com fortaleza os mesmos sofrimentos que nós suportamos. A nossa esperança a vosso respeito é firme, porque sabemos que, participando nos sofrimentos, também participareis na consolação.
Não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que tivemos na Ásia. Fomos oprimidos além das nossas forças, a tal ponto que chegamos a desesperar da própria vida. Sentimos dentro de nós a sentença de morte, para que já não confiemos em nós próprios, mas em Deus, que ressuscita os mortos. Foi ele que nos livrou e nos livra de morte tão cruel. Dele esperamos que ainda nos livrará, contribuindo também vós com a oração em nosso favor, para que esta graça, que nos foi concedida por intercessão de tantas pessoas, seja também para muitos um motivo de ação de graças a nosso respeito.
Porque esta é a nossa glória: o testemunho da nossa consciência, que nos diz que temos procedido para com todos, especialmente para convosco, segundo a simplicidade e a sinceridade que vêm de Deus, não com a sabedoria carnal, mas com a graça divina. Não vos escrevemos outra coisa senão o que podeis ler e compreender. Espero que o compreendereis inteiramente, como já compreendestes em parte: que somos a vossa glória, como também vós sereis a nossa, no dia de Nosso Senhor Jesus Cristo.
RESPONSÓRIO Salmo 93 (94), 18-19; 2 Cor 1, 5
R. A vossa bondade, Senhor, me sustenta. * Quando se multiplicaram as angústias do meu coração, as vossas consolações confortaram a minha alma.
V. Assim como abundam em nós os sofrimentos de Cristo, também por Cristo abunda a nossa consolação. * Quando se multiplicaram as angústias do meu coração, as vossas consolações confortaram a minha alma.
