3 de novembro de 2024
Todos os Santos – do banal ao sublime
O fascínio pelo sublime leva o artista, o ensaísta, o filósofo, o santo e tantos outros, a uma busca persistente de algo mais para além da banalidade do já conhecido, vivido, experimentado. O caminho de busca, pode ser escarpado, desgastante, complexo e até com momento de frustração, mas guarda o segredo do verdadeiro divertimento. A esperança de encontrar, faz do tempo de busca um tempo de alegria, de modo que, buscar é já encontrar, caminhar é já chegar, subir é já horizonte.
O banal está ao alcance de todos e não exige esforço. O sublime está bem alto e é necessário buscá-lo incansavelmente e sem rendição. Onde menos se espera surge o sublime que extasia e torna válida toda a busca realizada. O que é que me diverte? O Banal ou o sublime?
