17 de dezembro de 2024
Conflitos conjugais são ocorrências lamentavelmente presentes, com maior ou menor intensidade, na absoluta maioria dos lares. Observando tal realidade constatei que a intensidade e a frequência da oração influencia de forma altamente impactante em tais ocorrências, a ponto de afirmar, sem temer errar, que a língua do cônjuge insensato é chicote que fustiga o parceiro que reza pouco. Quando o parceiro do insensato reza muito e o faz bem, não é afetado da mesma forma que quando negligencia a oração - com a fidelidade na oração lhe são poupados muitos dissabores.
