agosto 2025

19 de agosto de 2025

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 19 DE AGOSTO DE 2025

Isaías 55, 1    Todos vós que tendes sede, vinde à nascente das águas. Vós que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei. Vinde e comprai, sem dinheiro e sem despesa, vinho e leite. RESPONSÓRIO BREVE V. Escutai, Senhor, a minha voz: Eu espero na vossa palavra. R. Escutai, Senhor, a minha voz: Eu espero na vossa palavra. V. Desde a aurora, imploro o vosso auxílio R. Eu espero na vossa palavra. V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. R. Escutai, Senhor, a minha voz: Eu espero na vossa palavra.
18 de agosto de 2025

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 18 DE AGOSTO DE 2025

Judite 8, 25-26a.27    Dêmos graças ao Senhor nosso Deus, que nos põe à prova como aos nossos pais. Lembrai-vos como procedeu com Abraão, como provou Isaac e o fez a Jacó. Assim como os provou pelo fogo para sondar os seus corações, também não se vinga de nós; mas é para advertir que o Senhor flagela os que d'Ele se aproximam.
17 de agosto de 2025

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 17 DE AGOSTO DE 2025

2 Tim 2, 8.11-13 Lembra-te de que Jesus Cristo, descendente de Davi, ressuscitou dos mortos. É digna de fé esta palavra: Se morremos com Cristo, também com ele viveremos; se sofremos com Cristo, também com Ele reinaremos; se o negarmos, também ele nos negará; se formos infiéis, ele permanecerá fiel, porque não pode negar-se a si mesmo. RESPONSÓRIO BREVE V. Nós Vos louvamos, Senhor, e invocamos o vosso nome. R. Nós Vos louvamos, Senhor, e invocamos o vosso nome. V. Anunciamos as vossas maravilhas R. E invocamos o vosso nome. V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. R. Nós Vos louvamos, Senhor, e invocamos o vosso nome.
15 de agosto de 2025

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 15 DE AGOSTO DE 2025

ASSUNÇÃO DA VIRGEM SANTA MARIA Santoral Cada celebração da Virgem Maria evoca a relação especial que Maria teve com Jesus. Ela é a mulher que, depois de aceitar ser a mãe do Salvador, estabeleceu um vínculo especial com o seu Filho, concebendo-o no seu seio e comprometendo-se a aceitar todas as consequências da sua disponibilidade em aceitar o projeto de Deus de salvar a humanidade. O caminho de Maria fica ligado ao caminho de Jesus. Ela está presente nos momentos principais da manifestação de Jesus, quando alguns mostram a sua adesão ao projecto de Jesus, e também nas circunstâncias em que há dúvidas, interrogações e rejeição por parte de outros. Também ela fez este percurso de descoberta e de aceitação nas diferentes fases da vida de Jesus, desde o nascimento até à morte na cruz. E foi este caminho feito em conjunto com o seu Filho que a levou a participar no sofrimento e na dor e, depois, na ressurreição e na glorificação. A Igreja proclama esta participação de Maria na glória de Jesus ressuscitado celebrando esta festa da Assunção da Virgem Maria que não é mais que a participação gloriosa de Maria na ressurreição de Jesus. 1. O caminho de Maria – A mulher que foi elevada aos Céus é a jovem de Nazaré que disse sim ao convite que o anjo lhe dirigiu para ser a mãe do Filho de Deus, mesmo sem lhe ser apresentado qualquer plano de desenvolvimento deste projecto… Ela apenas confiou na palavra que lhe foi comunicada da parte de Deus… – É a mesma que deu à luz numa gruta em Belém, em circunstâncias imprevistas e humildes… – Foi ela que, como nenhum outro, soube passar da relação biológica da maternidade para a nova família dos que escutam a palavra e fazem a vontade de Deus… – Ela, que esteve junto à cruz do Filho, naquele momento da entrega total, em que lhe é confiada a maternidade sobre todos os que acreditam no mistério da salvação de Jesus… – Esta mulher é mãe, discípula e irmã dos que fazem parte da nova família de Jesus… E é este percurso de Maria que leva a Igreja a reconhecer que, quem esteve assim tão próximo de Jesus e se envolveu com Ele em toda a sua vida, participa da mesma glória de Cristo ressuscitado e colocado “à direita do Pai”… 2. O final é estar com Deus – O cântico do Magnificat, proclamado naquela circunstância do encontro com Isabel, mostra como a vida de Maria é uma vida de encontro com os outros… Não é, de modo algum, uma vida isolada, em que ela guarda as coisas para si e não as partilha… – Neste cântico é recordada a história da intervenção de Deus em favor do seu povo no meio dos medos e dos sofrimentos… Esta história é de salvação porque, com os simples e os humildes, os pobres de coração aberto, Deus faz maravilhas… – Maria reconhece que, aquilo que o Senhor disse ao longo dos séculos, se cumpre… O alcance das suas palavras vai muito mais além daquele encontro de duas mulheres e abrange o destino de toda a humanidade… Maria pode não compreender imediatamente todas as coisas que sucedem, mas reconhece que Alguém conduz amorosamente a história e que o final é de glorificação por obra de Deus… – Aquilo que Maria diz no Magnificat é a expressão da festa de hoje: se Deus conduz a história e acolhe os que n’Ele confiam, então as incertezas, as canseiras, as dúvidas e os sofrimentos chegam a um final feliz: com Deus, na glória eterna…
14 de agosto de 2025

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 14 DE AGOSTO DE 2025

São Maximiliano Maria Kolbe, presbítero e mártir Memória Maximiliano Maria Kolbe nasceu na Polónia, no dia 8 de janeiro de 1894. Ainda adolescente, entrou na Ordem dos Frades Menores Conventuais e foi ordenado presbítero, em Roma, no ano 1918. Inspirado pela sua ardente devoção à Virgem Mãe de Deus, fundou uma piedosa associação com o nome de «Milícia de Maria Imaculada», que se propagou rapidamente noutras regiões. Chegando ao Japão como missionário, empenhou‑se generosamente na dilatação da fé cristã, com o auxílio e sob o patrocínio da Virgem Imaculada. Regressado à Polónia, teve de suportar graves tormentos no campo de Auschwitz, próximo de Cracóvia, na Polónia, por ocasião da Segunda Guerra Mundial. Ofereceu-se aos algozes para substituir um companheiro de prisão condenado à morte, transformando o seu ministério num holocausto de caridade e exemplo de fidelidade a Deus e aos homens. Morreu no dia 14 de agosto de 1941.
13 de agosto de 2025

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 13 DE AGOSTO DE 2025

Jó 1, 21; 2, 10b    Saí nu do ventre de minha mãe, e nu para ele voltarei. O Senhor deu, o Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor. Se aceitamos os bens da mão de Deus, porque não havemos de aceitar também os males? RESPONSÓRIO BREVE V. Inclinai, Senhor, o meu coração para as vossas ordens. R. Inclinai, Senhor, o meu coração para as vossas ordens. V. Fazei-me viver segundo a vossa palavra. R. Inclinai, Senhor, o meu coração para as vossas ordens. V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. R. Inclinai, Senhor, o meu coração para as vossas ordens.
12 de agosto de 2025

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 12 DE AGOSTO DE 2025

1 Jo 4, 14-15    Nós vimos e damos testemunho de que o Pai enviou o Filho como Salvador do mundo. Se alguém confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele e ele em Deus. RESPONSÓRIO BREVE V. Meu Deus, minha fortaleza, em Vós confio. R. Meu Deus, minha fortaleza, em Vós confio. V. Meu refúgio e meu libertador. R. Em Vós confio. V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. R. Meu Deus, minha fortaleza, em Vós confio.
11 de agosto de 2025

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 11 DE AGOSTO DE 2025

Santa Clara, virgem Memória Clara nasceu em Assis, no ano 1193. Imitando o exemplo do seu concidadão Francisco, seguiu o caminho da pobreza e fundou a Ordem monástica das Clarissas. A sua vida foi de grande austeridade, mas rica em obras de caridade e de piedade. Foi buscar à sua fé eucarística uma força extraordinária que a tornou destemida, mesmo perante as invasões dos sarracenos, em 1230. Morreu no dia 11 de agosto de 1253.
10 de agosto de 2025

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 10 DE AGOSTO DE 2025

Ezequiel 37, 12b-14    Assim fala o Senhor Deus: Vou abrir os vossos túmulos e deles vos farei ressuscitar, ó meu povo, para vos reconduzir à terra de Israel. Haveis de reconhecer que Eu sou o Senhor, quando abrir os vossos túmulos e deles vos fizer ressuscitar, ó meu povo. Infundirei em vós o meu espírito e revivereis. Hei-de fixar-vos na vossa terra, e reconhecereis que Eu, o Senhor, digo e faço – palavra do Senhor. RESPONSÓRIO BREVE V. Cristo, Filho de Deus vivo, tende piedade de nós. R. Cristo, Filho de Deus vivo, tende piedade de nós. V. Vós que estais sentado à direita do Pai. R. Tende piedade de nós. V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. R. Cristo, Filho de Deus vivo, tende piedade de nós.
9 de agosto de 2025

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 9 DE AGOSTO DE 2025

Santa Teresa Benedita da Cruz Santoral virgem e mártir Festa Edite Stein, filha de pais judaicos, nasceu em Breslau, no dia 12 de outubro de 1891. Dedicou-se aos estudos filosóficos e empenhou-se na procura da verdade, até que encontrou a fé em Cristo. Foi batizada no dia 1 de janeiro de 1922 e, desde então, serviu a Deus como professora e escritora. Em 1933 entrou no Carmelo de Colónia, na Alemanha, e tomou o nome de Teresa Benedita da Cruz. Dedicou a sua vida ao serviço do povo judaico e do povo alemão. Por causa da perseguição aos judeus, transferiu-se para o Carmelo de Echt, na Holanda. No dia 2 de agosto de 1942 foi presa pelas autoridades que exerciam poder aterrador na Alemanha e enviada para o campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, próximo de Cracóvia, na Polónia. Aí foi morta numa câmara de gás, no dia 9 de agosto de 1942.
8 de agosto de 2025

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 8 DE AGOSTO DE 2025

São Domingos, presbítero Memória Domingos de Gusmão nasceu em Caleruega, na Espanha, por volta do ano 1170. Estudou Teologia, em Palência, e foi nomeado cónego da Igreja de Osma, cidade da província de Sória. Por meio da sua pregação e do exemplo da sua vida combateu com grande êxito a heresia dos Albigenses. Desejoso de encontrar uma nova forma de propagar a fé, fundou a Ordem dos Pregadores, para renovar na Igreja a forma de vida apostólica, mandando aos seus irmãos que se dedicassem ao serviço do próximo com a oração, o estudo e o ministério da palavra. Morreu em Bolonha, cidade de Itália, no dia 6 de agosto de 1221. Com Francisco de Assis, é um dos patriarcas da santidade cristã, suscitados pelo Espírito, num tempo de grandes transformações históricas. Promoveu, a par do aprofundamento dos estudos teológicos, a oração popular do rosário.