“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 14 DE JANEIRO DE 2026
14 de janeiro de 2026“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 16 DE JANEIRO DE 2026
16 de janeiro de 2026Quinta-feira da Semana I do Tempo Comum
Saudação
– Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
– Amém.
– A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
– Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

Oração firmadora do propósito de plenificar o viver com os tesouros brindados pela Santa Madre Igreja
Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, obrigado por mais este dia. Iluminai-me, inspirai-me, orientai-me e sustentai-me para que eu siga no caminho cristão, usufruindo da melhor forma possível os maravilhosos tesouros brindados pela Santa Madre Igreja disponibilizados neste “buffet espiritual” – em meio à realização dos deveres da vocação a que fui chamado, de meu estado de vida. Que eu possa me enriquecer espiritualmente com os estímulos à santificação do dia e da vida em que consistem as orações matinais da Liturgia das Horas (“Invitatório”, “Ofício das Leituras” e “Laudes”); a Santa Missa; as Meditações da Palavra do Senhor e o estudo do Catecismo da Igreja Católica; o néctar espiritual potencializador da prática cristã na sessão IMPULSIONAMENTO AO ESTUDO ORANTE DA LITURGIA DIÁRIA (LECTIO DIVINA) – fundamental para o sustento, remédio e fortalecimento espiritual; os EXEMPLOS DE PRÁTICA CRISTÃ (síntese das inspiradoras histórias de vida dos santos do dia) e os ESTÍMULOS À SANTIFICAÇÃO DO DIA E DA VIDA (em que também consistem as demais orações da Liturgia das Horas). Creio, Senhor, mas aumentai a minha fé! Amém!
OFÍCIO DAS LEITURAS (NA MADRUGADA)
[Fonte: <https://www.ibreviary.com/m2/breviario.php>]
PRIMEIRA LEITURA
Do Livro de Ben-Sirá 42, 15 – 43, 13
Toda a criação canta a glória de Deus
Vou recordar as obras do Senhor e narrar tudo o que vi.
Pela palavra do Senhor subsistem as suas obras. todas cumprem o desígnio da sua vontade.
O sol contempla todas as coisas que ilumina, e a obra do Senhor está cheia da sua glória.
Não é possível aos santos do Senhor descrever todas as sua maravilhas.
O Senhor todo-poderoso consolidou o universo, para que se manifeste na sua glória.
Ele sonda o abismo e o coração
e penetra nos seus mais íntimos segredos,
porque o Altíssimo possui toda a ciência
e vê claro nos sinais dos tempos.
Ele anuncia o passado e o futuro
e revela os mistérios escondidos.
Nenhum pensamento Lhe passa despercebido
e nem uma só palavra se Lhe pode esconder.
Dispôs harmoniosamente as maravilhas da sua Sabedoria,
porque só Ele existe desde sempre e para sempre.
Nada Lhe foi acrescentado nem tirado, nem precisa de nenhum conselheiro.
Como são belas todas as suas obras,
apesar de não entrevermos senão uma centelha!
Todas vivem e permanecem para a eternidade,
e em todas as circunstâncias Lhe obedecem.
Todas as coisas seguem duas a duas, lado a lado,
porque Ele nada fez incompleto:
cada uma contribui para o bem da outra.
Quem se cansará de contemplar a sua glória?
O orgulho das alturas é a limpidez do firmamento,
e a abóbada celeste é visão de glória.
Ao romper da aurora o sol anuncia:
«Como é admirável a obra do Altíssimo!».
Ao meio-dia, abrasa a terra:
quem pode resistir ao seu calor?
Acende-se a fornalha para os trabalhos da forja,
mas três vezes mais queima o sol as montanhas.
Abrasa os montes, exala vapores escaldantes
e, dardejando os seus raios, deslumbra os olhos.
Grande é o Senhor que o criou
e que pela sua palavra dirige o seu curso!
A lua, sempre fiel nas suas fases,
indica os meses e divide o tempo.
Ela determina o dia das festas,
e a sua luz diminui depois da lua cheia.
Dela tira o mês o seu nome
e cresce maravilhosamente nas suas fases.
É a bandeira dos exércitos celestes,
que brilha no firmamento do céu.
A beleza do céu é a glória das estrelas,
ornamento que brilha nas alturas do Senhor:
a uma ordem de Deus, mantêm-se nos seus postos
e não se cansam nas suas vigílias.
Contempla o arco-íris e bendiz Aquele que o criou:
como é belo no seu esplendor!
Forma no céu um círculo de glória,
quando o estendem as mãos do Altíssimo.
RESPONSÓRIO Ap 4, 11; cf. Est 4, 17d. 17c
R. Sois digno, Senhor nosso Deus, de receber a glória, a honra e o poder, * Porque fizestes todas as coisas, e pela vossa vontade existiram e foram criadas.
V. Criastes o céu e a terra e todas as maravilhas que há debaixo do céu: sois o Senhor do universo. * Porque fizestes todas as coisas, e pela vossa vontade existiram e foram criadas.
SEGUNDA LEITURA
Do Tratado de Santo Atanásio, bispo, «Contra os pagãos»
(Nn. 40-42: PG 25, 79-83) (Sec. IV)
O Verbo do Pai embeleza, ordena e contém todas as coisas
O Pai de Cristo, santíssimo e imensamente superior a todas as coisas criadas, como óptimo timoneiro, pela sua sabedoria e pelo seu Verbo, Cristo nosso Senhor e Salvador, governa, dispõe e executa sempre todas as coisas de modo conveniente, como Lhe parece justo. Ninguém certamente negará a ordem que observamos na criação, porque Deus assim o quer. Se a criação se movesse ao acaso e sem ordem, nenhuma fé mereceriam estas afirmações. Mas se, pelo contrário, o mundo foi criado com ordem, sabedoria e prudência, e foi ornado de toda a beleza, temos necessariamente de admitir que o seu autor e artífice não é senão o Verbo de Deus.
Refiro-me ao Verbo de Deus vivo e operante, do Deus bom do universo; ao Verbo que é distinto de todas as coisas criadas e que é o Verbo próprio e único do Pai; ao Verbo cuja providência ilumina todo o mundo presente por Ele criado. É Ele, o Verbo bom do Pai bom, que dispõe ordenadamente todas as coisas, conciliando entre si os elementos contrários e compondo-os em perfeita harmonia. É o Deus único e unigénito, o Deus bom que procede do Pai, fonte de toda a bondade, e que embeleza, ordena e contém o universo.
Aquele que pelo seu Verbo eterno criou o universo e a todas as coisas deu uma natureza, não quis abandonar as suas criaturas à deriva e às flutuações da natureza, para que não voltassem ao nada; mas na sua bondade, governa e sustenta a criação por meio do seu Verbo, que também é Deus, a fim de que, iluminada pelo governo, providência e direcção do Verbo, permaneça firme e estável, e desse modo, tornando-se participante do Verbo do Pai, seja por Ele ajudada para que não deixe de existir. Isso certamente aconteceria, se não fosse conservada pelo Verbo, que é a imagem do Deus invisível, o primogénito de toda a criatura. Por Ele e n’Ele subsistem todas as coisas, visíveis e invisíveis, e Ele é a cabeça da Igreja, como ensinam os ministros da verdade na Sagrada Escritura.
O omnipotente e santíssimo Verbo do Pai, que está presente em todas as coisas, desenvolve por toda a parte a sua virtualidade, ilumina toda a realidade e tudo contém e abrange em Si mesmo. Nada escapa à influência do seu poder. Em tudo e por toda a parte, a cada coisa em particular e ao universo em geral, é Ele que dá a vida e a conserva.
RESPONSÓRIO cf. Prov 8, 22-30
R. No princípio, antes de existirem a terra e os abismos e de brotarem as fontes das águas, * Antes de se implantarem as montanhas e as colinas, já eu tinha nascido.
V. Quando o Senhor firmou os céus, eu estava presente, a seu lado como um arquitecto. * Antes de se implantarem as montanhas e as colinas, já eu tinha nascido.
Oração
Atendei, Senhor, as orações do vosso povo; dai-lhe luz para conhecer a vossa vontade e coragem para a cumprir fielmente. Por Nosso Senhor.
V. Bendigamos o Senhor.
R. Graças a Deus.
LAUDES (INÍCIO DA MANHÃ)
[Fonte: <https://www.ibreviary.com/m2/breviario.php>]
Isaías 66, 1-2
Eis o que diz o Senhor: O céu é o meu trono, e a terra escabelo dos meus pés. Que casa podereis construir-me? Qual será o lugar do meu repouso? Pela minha mão foram feitas todas as coisas e tudo me pertence, diz o Senhor. O meu olhar volta-se para os humildes e os corações contritos, para aqueles que temem as minhas palavras.
RESPONSÓRIO BREVE
V. De todo o coração eu clamo: Ouvi-me, Senhor.
R. De todo o coração eu clamo: Ouvi-me, Senhor.
V. Quero observar os vossos decretos.
R. Ouvi-me, Senhor.
V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R. De todo o coração eu clamo: Ouvi-me, Senhor.
SANTA MISSA
MEDITAÇÃO DA PALAVRA DO SENHOR – EVANGELHO DO DIA MEDITADO PELO PADRE JOÃO CARLOS
MEDITAÇÃO DA PALAVRA DO SENHOR – REFLEXÃO POTENCIALIZADORA DA TÊMPERA CATÓLICA NA ORAÇÃO DA MANHÃ DE DOM ADAIR JOSÉ GUIMARÃES
MEDITAÇÃO DA PALAVRA DO SENHOR – LEITURA COMENTADA DE UM CAPÍTULO DAS SAGRADAS ESCRITURAS COM O PADRE ADRIANO ZANDONÁ
CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA – OUÇA TODOS OS DIAS E TERMINE EM UM ANO
IMPULSIONAMENTO AO ESTUDO ORANTE DA LITURGIA DIÁRIA (LECTIO DIVINA)
Liturgia diária

Invocação de busca do reto entendimento
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor! Enviai o vosso Espírito e tudo será criado, e renovareis a face da terra! Oremos: ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação! Por Cristo, Senhor nosso! Amém!

1o degrau da lectio divina: leitura (lectio) para compreensão do que o texto diz; 2o degrau da lectio divina: meditação (meditatio) a respeito do que o texto orienta a fazer; 3o degrau da lectio divina: oração (oratio) de compromisso com que o texto faz dizer a Deus.



[Fonte: <Quinta-feira da Semana I do Tempo Comum | A liturgia>]
Quinta-feira da Semana I do Tempo Comum
Leitura I (anos pares) 1Sm 4, 1-11
Naqueles dias,
os filisteus reuniram-se para fazer guerra a Israel
e os israelitas saíram ao seu encontro para o combate.
Acamparam perto de Eben-Ezer,
enquanto os filisteus tinham acampado em Afec.
Os filisteus colocaram-se em ordem de batalha contra Israel
e, no terrível combate,
Israel foi derrotado pelos filisteus,
que, em campo aberto, lhe mataram cerca de quatro mil homens.
O povo voltou para o acampamento
e os anciãos de Israel disseram:
«Porque é que o Senhor deixou
que fôssemos hoje vencidos pelos filisteus?
Vamos buscar a Silo a arca da aliança do Senhor:
que ela esteja no meio de nós
e nos salve das mãos dos nossos inimigos».
Então o povo mandou buscar a Silo
a arca da aliança do Senhor do Universo,
que tem o seu trono sobre os querubins.
Os dois filhos de Heli, Hofni e Fineias,
acompanhavam a arca da aliança de Deus.
Quando a arca do Senhor entrou no acampamento,
todos os israelitas soltaram um grande clamor,
que ressoou por toda a terra.
Os filisteus ouviram o eco daquele alarido e disseram:
«Que significa este grande clamor no campo dos hebreus?».
Então souberam que a arca do Senhor
tinha chegado ao acampamento
e diziam atemorizados:
«Deus veio para o acampamento.
Ai de nós! Nunca tal coisa tinha sucedido até agora!
Ai de nós! Quem nos livrará das mãos desse Deus tão poderoso?
Foi Ele que feriu o Egito
com toda a espécie de pragas no deserto.
Tende coragem, filisteus, e sede valorosos,
para não ficardes escravos dos hebreus,
como eles têm sido vossos escravos.
Sede valorosos e combatei».
Os filisteus começaram o combate:
os israelitas foram vencidos
e fugiu cada um para a sua tenda.
A derrota foi grande
e da infantaria de Israel caíram trinta mil homens.
A arca de Deus foi capturada
e morreram os dois filhos de Heli, Hofni e Fineias.
compreender a palavra
Aquele dia foi um dia trágico na história de Israel. Confiado na arca da aliança, Israel acampou em Afec. Enquanto isso, os filisteus colocaram-se em ordem de batalha e derrotaram Israel. Fracassados mandaram vir a arca da aliança para o campo de batalha e voltaram a perder ficando sem a arca do Senhor. O sinal da derrota é claro, “fugiu cada um para sua tenda”. “Porque é que o Senhor deixou que fôssemos hoje vencidos pelos filisteus?” Porque perderam os Israelitas se até os inimigos reconhecem o poder do seu Deus? “Deus veio para o acampamento. Ai de nós! Nunca tal coisa tinha sucedido até agora! Ai de nós! Quem nos livrará das mãos desse Deus tão poderoso?”.
meditar a palavra
A nossa vida está cheia de vitórias e derrotas. Facilmente julgamos que as vitórias são fruto do nosso esforço, das nossas capacidades e da nossa inteligência e só muito raramente reconhecemos que é o Senhor quem nos ampara nas lutas de cada dia. Mas, quando surgem as derrotas perguntamos “que mal fiz eu a Deus?” Que é como quem diz: “Porque é que o Senhor deixou que fôssemos hoje vencidos pelos filisteus?” Atribuindo a Deus a culpa do fracasso. Agarrados aos nossos amuletos, que tanto pode ser a imagem de um santo, uma pagela ou uma oração, achamos que nenhum mal nos acontece. Acreditamos mais nas coisas santas do que em Deus. A arca da aliança fala de Deus, mas não é Deus. Os nossos “amuletos”, as imagens, medalhas e outras coisas semelhantes, podem falar de Deus, da sua proximidade, mas não são Deus. Não há imagem nem medalha que nos possa salvar. Quem nos salva é o Senhor. Enquanto não entendermos isto, não entendemos o que é a fé.
rezar a palavra
Liberta-me, Senhor, desta tentação de me agarrar às coisas como se delas me viesse a salvação. Alarga o meu coração para ti de tal modo que viva sem imagens, mas não viva sem ti, sem a tua palavra, sem o amor que derramas em meu coração. Tu, Senhor, és quem me protege e salva e não as imagens feitas pelas mãos dos homens.
compromisso
Confiar no Senhor é suportar as derrotas da vida na certeza de que não fui abandonado.
Evangelho Mc 1, 40-45
Naquele tempo,
veio ter com Jesus um leproso.
Prostrou-se de joelhos e suplicou-Lhe:
«Se quiseres, podes curar-me».
Jesus, compadecido, estendeu a mão, tocou-lhe e disse:
«Quero: fica limpo».
No mesmo instante o deixou a lepra
e ele ficou limpo.
Advertindo-o severamente, despediu-o com esta ordem:
«Não digas nada a ninguém,
mas vai mostrar-te ao sacerdote
e oferece pela tua cura o que Moisés ordenou,
para lhes servir de testemunho».
Ele, porém, logo que partiu,
começou a apregoar e a divulgar o que acontecera,
e assim, Jesus já não podia entrar abertamente
em nenhuma cidade.
Ficava fora, em lugares desertos,
e vinham ter com Ele de toda a parte.
compreender a palavra
Este texto tem alguns pormenores interessantes: É o leproso quem vai ter com Jesus; a atitude do leproso é a de quem reconhece que Jesus é Deus, prostra-se de joelhos por terra; É ele também quem fala primeiro “se quiseres, podes curar-me”; Jesus age primeiro no silêncio, “compadecido, estendeu a mão, toucou-lhe”; só depois fala “Quero: fica limpo”; e o homem ficou limpo.
meditar a palavra
Um homem leproso está fora do alcance dos outros homens. Culpa dele ou culpa dos outros, a verdade é que está isolado, só, sem ninguém que o toque e lhe dirija a palavra. A verdade é que este homem não quer continuar assim. Pode não ter forças para alterar a situação, pode não encontrar alguém de confiança que o ajude, mas não quer estar assim. No caso do leproso, ele encontrou a força e a confiança em Jesus e não perdeu a oportunidade. Depois deixou-se tocar pela mão compadecida de Jesus e Jesus não lhe negou essa mão compadecida. Penso, agora mesmo, ao ler este texto, que muitas pessoas ficam sós porque não há mão compadecida que se estenda para elas e as toque. Penso em como às vezes mais do que palavras, as pessoas precisam de um toque que as restaure na sua dignidade. Um toque compadecido, mas verdadeiro, sincero, amigo ou até mesmo de perdão. Este toque é capaz de limpar tantas coisas na nossa alma e até no nosso corpo, para não falar da nossa lembrança.
rezar a palavra
Toca-me, Senhor, com a tua mão compadecida. Toca-me na alma, no coração, na mente, no olhar, na boca e nos ouvidos, para que eu fique limpo da lepra que não me deixa estar com os outros e de os reconhecer como irmãos. Toca-me, Senhor, nas minhas mãos para que não negue o meu toque a todos os que esperam a minha compaixão, o meu amor e o meu perdão.
compromisso
Sim! Creio que já todos percebemos qual é o nosso compromisso para hoje. Precisamente… hoje vou tocar, com amor, o amor de Jesus, aquela pessoa de quem me custa tanto aproximar.
[Referência: LEITURA ORANTE DA PALAVRA – LECTIO DIVINA FERIAL: <Leitura Orante da Palavra – Lectio Divina Ferial (liturgia.pt)>]

4o degrau da lectio divina: contemplação (contemplatio) – firme propósito de ver a vida com os olhos da fé, com o olhar iluminado pelo Espírito Santo; de tornar-se um novo ser humano: discípulo missionário de Jesus Cristo.
Oração firmadora do propósito de dedicar-se ao discipulado missionário de Jesus Cristo
Clamo-vos, ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, e rogo a intercessão da Virgem Maria e de todos os santos e anjos de Deus, para que me ilumineis, inspireis, orienteis e sustenteis de modo que eu veja a vida com os olhos da fé, com o olhar iluminado pelo Espírito Santo, tornando-me passo a passo, dia-a-dia, de acordo com a vossa santa vontade, um discípulo missionário de Jesus Cristo, ciente de que a Leitura Orante da Palavra de Deus se constitui base, estímulo e impulso para fazê-lo da melhor forma possível.
Que eu me empenhe para participar diariamente da Santa Missa (ou, caso não for possível, alternativamente, a assista por meio eletrônico), aproveitando para, antes ou depois depois da Santa Missa, devotar uma hora de adoração ao Santíssimo Sacramento (ou o tempo que for possível). Que eu recite o Santo Rosário e outras orações e devoções pelas quais me sinto particularmente tocado, em especial invocando a iluminação do Espírito Santo, bem como a proteção e orientação dos anjos.
Que eu leia ao menos as sínteses das vidas dos santos de cada dia, ricas em exemplos de prática cristã. Que eu me debruce sobre as leituras escolhidas pela Santa Madre Igreja para serem meditadas nos diversos momentos orantes que compõem a Liturgia das Horas, que consistem em preciosos estímulos para a santificação do dia – e da vida. Que na medida do possível eu recite as orações da Liturgia das Horas em seus respectivos horários e me coloque em silêncio por alguns momentos após elas, em atitude de adoração e profunda intimidade com o Senhor- ou pelo menos as ouça ao longo do dia.
Que eu me impregne profundamente da consciência do magnífico valor dos tesouros disponíveis no caminho cristão, tão rico em alimento espiritual, que podem – e devem – ser desbravados e conquistados pela alma que tem sede de Deus (Sl 41). Que eu passe a usufruí-los, gradual e progressivamente, de acordo com a realidade e as possibilidades, avançando na prática de orações mentais, meditando leituras recomendadas para tal. E que eu me dedique a ampliar o conhecimento da fé , bem como da doutrina cristã autêntica expressa nos documentos da Igreja e na grande diversidade de obras escritas pelos santos e pelos que se empenharam sinceramente para bem servir a Santa Madre Igreja.
Que eu siga o exemplo de profunda caridade de Jesus, de dar a vida pelos irmãos, fazendo do viver uma oblação, um doar-se pelo Reino: na convivência diária no âmbito da família e do trabalho; na vida comunitária – com especial zelo no seguimento das orientações da Santa Madre Igreja quanto a vida sacramental (Batismo, Confirmação, Penitência, Eucaristia, Ordem, Matrimônio e Unção dos Enfermos), de acordo com meu estado de vida e as circunstâncias específicas do viver, buscando também contribuir da melhor forma possível para que muitos usufruam das graças sacramentais. E que eu me engaje frutuosamente em ações concretas para a promoção da vida plena e abundante que Jesus veio trazer a todos, praticando da forma mais elevada possível as virtudes teologais da fé, esperança e caridade, bem como as virtudes cardeais da prudência, justiça, fortaleza e temperança. Amém!
SANTOS DO DIA – EXEMPLOS DE PRÁTICA CRISTÃ
[Fonte: <Santos do Dia da Igreja Católica – 15 de Janeiro – Sagrada Missão>]
Santos do Dia da Igreja Católica – 15 de Janeiro
Postado em: por: marsalima
Santo Paulo – o Ermitão
São Jerônimo escreveu em 400, um livro rico em detalhes sobre a vida de Paulo, a quem chamou de “príncipe da vida eremita”. Ele a conheceu narrada pelo amigo são Atanásio, discípulo de santo Antonio do Deserto.
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Paulo nasceu no ano 228, em Tebaia, uma região próxima do rio Nilo, no Egito, cuja capital era Tebas. Foi educado pelos pais que eram da nobreza e cristãos. Porém aos catorze anos ficou órfão. Era bondoso, piedoso e amava a sua fé. Em 250 começou a perseguição do imperador Décio. Foi uma perseguição curta, mas dura e contundente, porque ordenava aos cristãos que renegassem a fé e participassem dos ritos pagãos, como sinal de lealdade ao Estado. Quem aceitasse podia viver tranqüilo. Muitos aceitavam, para salvar a vida. Paulo não rendeu homenagens aos deuses, preferiu se esconder, mostrando prudência.
Porém, foi denunciado e fugiu para o deserto. Lá, encontrou umas cavernas onde, séculos atrás, os escravos da rainha Cleópatra fabricavam moedas. Escolheu uma, perto de uma fonte de água e de umas palmeiras, para ser sua moradia. Com as folhas da palmeira fazia a roupa. Os frutos eram seu alimento. E a água da fonte sua bebida.
Em 251 o imperador Décio morreu num combate e a perseguição cessou. Mas, Paulo nunca mais voltou. O deserto, a solidão e a proximidade com Deus o haviam conquistado. Sentiu que sua missão era ajudar o mundo não com negócios e palavras, mas com penitências e orações, para a conversão dos pecadores. Disse são Jerônimo que quando a palmeira não tinha frutos, vinha um corvo trazendo meio pão no bico e com isso vivia o santo monge.
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Depois de muitos anos, foi descoberto por Antonio do Deserto, ou Antão, o qual foi avisado em sonho, que no deserto existia um monge mais velho do que ele. Paulo estava na caverna, quando se encontraram. Conversavam sobre assuntos espirituais, quando um corvo pousou carregando no bico a ração dobrada: um pão inteiro. Paulo, então, contou a ele sua vida e a experiência dos noventa anos de solidão no deserto. Depois rezaram a noite toda. Pela manhã, Paulo pediu que Antonio fosse buscar o manto que recebera de Atanásio, pois pressentiu que seu fim estava próximo. Antonio ficou emocionado, porque nada havia contado sobre o manto, que ganhara do discípulo. Partiu e quando voltou, não o encontrou mais.
Envolto em mistério e encantamento, ao que tudo indica, Paulo morreu com cento e doze anos em 340, sozinho e em lugar ignorado. Foi um santo singular: não deixou escritos ou palavras memoráveis. Segundo a tradição, no século VI, foi erguido no Egito um mosteiro, em frente ao Monte Sinai, que conserva a sua antiga morada na caverna. Nada mais temos que se ligue, materialmente, a este monge do silêncio, também conhecido como: Paulo de Tebas.
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Cerca de oito séculos depois de sua morte, nasceu uma comunidade religiosa com o nome de “Ordem de São Paulo Primeiro Eremita” ou “Eremitas de São Paulo”. Uma comunidade que, no início do terceiro milênio, ainda permanece viva e conhecida, tendo sua Casa Mãe, perto do Santuário Mariano de Czestochowa, na Polônia. A Igreja o celebra em 15 de janeiro, data indicada no livro de são Jerônimo.
Santo Mauro (Amaro)
Amaro é o nome pelo qual santo Mauro também é conhecido e festejado. Ele nasceu na cidade de Roma, filho único do senador Eutíquio e de Júlia uma rica fidalga, no ano de 512. Aos doze anos, teve um sonho, onde uma voz lhe dizia para entregar sua vida a serviço de Cristo, e assim seria conduzido para o caminho da santidade. Interpretou como um chamado de Deus e comunicou aos pais seu desejo de ingressar num mosteiro.
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Eutíquio era amigo do abade Bento de Norcia, venerado pela Igreja como o “pai dos monges ocidentais”, e conhecia o seu trabalho com os jovens que desejavam estudar e se aprofundar na fé, por isto decidiu que o filho iria para lá . Amaro foi confiado a são Bento, juntamente com seu primo Plácido, de sete anos, que também foi canonizado. Os meninos ingressaram no mosteiro de Subiaco, onde estudaram e aprofundaram sua fé em Deus.
Certo dia, o santo abade estava rezando e Amaro executando suas tarefas diárias, quando São Bento teve uma visão do menino Plácido se afogando no riacho onde fôra buscar água. Imediatamente, São Bento chamou Amaro e o avisou que seu primo estava se afogando, mandou que ele corresse para lá e tentasse salvar Plácido, de qualquer forma. Amaro se concentrou de tal maneira agiu tão rapidamente, que nem percebeu que andava sobre as águas daquele riacho, depois puxou o primo pelos cabelos e o levou para a terra firme. Assim, foi que aconteceu o primeiro prodígio de Amaro, que salvou o primo, andando sobre as águas, como fez São Pedro para atender o chamado do Mestre Jesus, andando no mar da Galiléia.
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Amaro se tornou o discípulo predileto de São Bento e o acompanhou para o mosteiro de Montecassino, quando lá se fixaram, sendo nomeado o primeiro superior e administrador. Sobre Amaro, os registros mostram que era um homem virtuoso, modelo de obediência, humildade e caridade.
Em 535 quando São Bento recebeu o convite para abrir um mosteiro sob as suas Regras na Gália, atual França . O escolhido para a missão foi Amaro, que chefiou com outros quatro monges, inclusive Fausto, que escreveu a “Vida de Amaro, abade”. O trabalho frutificou tanto que o mosteiro francês deu origem a uma cidade com o seu nome. Muitos anos depois, ele também foi dado à Congregação Beneditina Francesa de Saint Maur, uma das mais importantes instituições católicas pela formação de seus monges, que se expandiu por toda a Europa.
O monge Fausto, no seu livro, narrou que Amaro, aos setenta e dois anos, contraiu a peste, epidemia que havia se instalado no mosteiro, levando à morte uma centena de religiosos. Ele agonizou durante cinco meses, morrendo santamente em 15 de janeiro de 584. Foi sepultado na igreja de São Martinho, a mesma em que costumava ir rezar. Atualmente suas relíquias estão na Cripta de a Capela do mosteiro de Montecassino, na Itália. A Igreja o canonizou e a festa de Santo Amaro acontece no dia de sua morte. A partir de 1962, o seu primo passou a ser celebrado junto com ele. O culto de Santo Amaro é muito vigoroso em todo o mundo, principalmente na Europa e na França.
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Santo Arnaldo Janssen
Arnaldo Janssen nasceu em Goch, na Baixa Renânia, Alemanha, em 05 de novembro de 1837. Ele era o segundo filho de uma família numerosa de cristãos fervorosos de classe média e se tornou um gigante por sua obra de fundador e pela atividade fecunda do seu apostolado, junto aos pobres, migrantes, clérigos e fiéis.
Após concluir o estudo colegial na diocese de Gaesdonck em 1855, seguiu para Munster , ingressando na real academia da Prússia para estudar matemática, ciências naturais e filosofia. Dois anos depois seguiu para a universidade de Bonn, na Alemanha, onde se diplomou e obteve a habilitação para lecionar todas as matérias do colegial. Assim, tendo apenas 20 anos já era professor.
Pouco depois, entrou no Seminário de Munster e se consagrou sacerdote em 05 de agosto de 1861. Por quase doze anos, se dedicou ao ensino na escola pública e ao Apostolado da Oração como diretor na diocese, em Munster. Neste período amadureceu a idéia de se dedicar exclusivamente a obra missionária. Decidiu e renunciou aos cargos de professor e diretor. Este foi o derradeiro passo para o início de sua atividade de fundador.
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Em 1873 fundou uma revista mensal chamada de “O pequeno mensageiro do Sagrado Coração”, com o objetivo de informar os fiéis da necessidade de missionários no país e no exterior. Em 1874, conheceu o bispo de Hong Kong , percebendo que suas angustias eram as mesmas, teve a inspiração de fundar uma congregação missionária, que pudesse suprir as necessidades dos clérigos e dos fiéis.
No ano seguinte, instituiu na cidade de Steyl, Holanda, a primeira comunidade missionária de origem alemã, para a formação de sacerdotes e irmãos, que recebeu o nome de Sociedade do Verbo Divino. Padre Arnaldo resolveu que a base de formação sacerdotal teria a Regra da Terceira Ordem Dominicana. Nos anos que se sucederam, as obras e o apostolado se expandiram para o Extremo Oriente, América e África.
Depois, fundou a Congregação das Missionárias Servas do Espírito Santo em 1889, e a das Servas do Espírito Santo da Adoração Perpétua em 1896, em Steyl. As três congregações foram fundadas na Holanda, porque alí os cristãos eram menos perseguidos e as chances de um possível fechamento das casas seria menor.
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Mais tarde, este foi o motivo que levou o Padre Arnaldo Janssen a se refugiar no território holandês, e naquela cidade, onde permaneceu, se dedicando à sua esplendida obra de fundador e aos migrantes e pobres.
Morreu em 15 de janeiro de 1909, consumido pelo trabalho. A Igreja o canonizou em 2003 e o proclamou pioneiro do movimento missionário moderno nos países de língua alemã, holandesa e eslava. Seu culto litúrgico foi indicado para o dia de sua morte.
Santo Plácido
A vida de Plácido está ligada à do seu primo Mauro, também chamado de Amaro, por várias circunstâncias. Primeiro, porque ambos aos sete anos de idade foram entregues, pelos pais ao amigo Bento de Nórcia, celebrado pela Igreja como o “pai dos monges ocidentais”, para serem oblados à Cristo. Depois, porque Amaro o salvou da morte, na infância. Nesta ocasião, Bento, teve uma visão onde Plácido se afogava dentro de um lago, por isto mandou o pequeno Amaro correr para impedir o acidente. De fato, ele o salvou prodigiosamente, andando sobre as águas e o retirando com vida. Porém, após se tornarem sacerdotes, suas vidas se separam, e de maneira distinta cada um testemunhou sua fé em Cristo. Vejamos a trajetória de Plácido.
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Plácido nasceu no ano de 514, em Roma. Os pais, nobres e ricos, eram Tertulo e Faustina, e os irmãos se chamavam Eutíquio, Flávia e Vitório. Plácido foi entregue a são Bento, que o tomou como discípulo e lhe dispensou um afeto paterno. O menino cresceu bondoso e assimilou os ensinamentos do Evangelho e o espírito ecumênico da mensagem beneditina. Tornou-se sacerdote e foi enviado para a cidade italiana de Messina, na Sicilia, para construir um mosteiro, do qual foi eleito o abade. Plácido o construiu fora dos muros da cidade. Ao lado do mosteiro ele também construiu uma igreja, dedicada a são João Batista.
Plácido, certa vez, recebeu a visita de seus irmãos, os três saudosos, decidiram ir para Messina, onde ficaram por um longo período, hospedados no mosteiro. Até que em setembro de 541, os árabes sarracenos, invadiram o mosteiro, destruindo tudo e matando os monges que encontravam pela frente. Depois, se voltaram contra os quatro irmãos, que seriam poupados se renegassem o seu Deus. Plácido falou por todos: “jamais trairemos a fé em Cristo e por isto estamos prontos para morrer”. Foram arrastados até a praia vizinha e brutamente mortos, tendo as cabeças decepadas. Os corpos foram recolhidos pelos monges sobreviventes e sepultados na igreja semidestruída.
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Este mosteiro e a igreja foram destruídos e reconstruídos várias vezes por conta destes bárbaros. Só em 1099, a paz voltou a reinar na Sicília, com a sua expulsão definitiva . O então imperador Rugero, católico, mandou reconstruir tudo. No final da construção do grande edifício, o mosteiro foi elevado à condição de Priorado Geral. Mas o fato sensacional, ocorreu em 1588, quando o superior do mosteiro,vendo que o interior da igreja não tinha ventilação nem luz, mandou abrir três grandes portas. Para isto, tiveram que deslocar o altar maior, e foi aí que encontraram as relíquias dos quatro irmãos. A festa foi grande porque ao retirarem o corpo de são Plácido surgiu de improviso uma fonte de água puríssima, que os devotos atribuíram como milagrosa.
A igreja e o mosteiro foram totalmente destruídos, em 1918, quando ocorreu o maior terremoto de Messina. Mas as relíquias de são Plácido já estavam guardadas pelos beneditinos na Cripita da Capela do mosteiro de Montecassino, onde também estão as de seu primo.
A Igreja, em 1962, determinou que os dois primos sejam festejados no mesmo dia 15 de janeiro. Entretanto, o culto a são Plácido é muito intenso e os devotos o celebram também em 5 de outubro, data que lhe era dedicada anteriormente.
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Santo Romédio
Remédio pertencia a uma rica família dos primeiros nobres do norte da Itália. Ele era o jovem senhor do castelo de Thaur, no vale do Trento. Jovem poderoso, tinha nas mãos o poder econômico e político. Era proprietário das ricas salinas daquele vale e possuía muitos homens a seu serviço. Com a morte dos pais sua fortuna aumentou, entretanto, nada o satisfazia. Foi procurar seu amigo Virgílio, bispo de Trento, que mais tarde se tornou santo, e doou tudo para a sua igreja. Alguns dias depois, voltou, com uns poucos amigos, pedindo sua benção e aprovação para uma peregrinação com destino a Roma. O grupo seguiu a pé, levando um documento do bispo para o papa, que os recebeu e abençoou.
Voltando para Trento, juntos decidiram prosseguir a experiência religiosa comunitária vivida durante a peregrinação. Foram para um velho castelo em ruínas, situado no pico de um penhasco rochoso. Neste ambiente pitoresco, Romédio viveu em estimulante confronto com Deus, com suas criaturas e com si mesmo; através da austeridade, penitência e oração. Quando era rico, Romédio não vivia nesta plenitude, pois explorava a terra e os homens a seu serviço. Vivendo na pobreza, ele se reencontrou em plena comunhão com Deus e com as suas criaturas.
Os montanheses do vale aprenderam a conhece-lo e a estima-lo, paravam para rezar junto à cruz que Romédio tinha colocado dentro de uma gruta e conversavam com ele. A sua fama de ermitão se espalhou, como os seus prodígios. Romédio fez muitos discípulos, dentre eles havia um chamado Davi, que a tradição lembra por uma passagem singular. Contam que Romédio, velho e cansado, desejava encontrar com o amigo bispo Virgílio, por isto mandou o seu jovem discípulo Davi selar o cavalo. Ele foi, mas encontrou um urso esfomeado estraçalhando o cavalo. Quando soube, Romédio disse ao jovem: “Não tenha medo! Coloque a sela no urso. Ele me servirá de cavalo”. Davi obedeceu. Receoso se aproximou da fera bravia, mas para sua surpresa o urso mansamente se deixou selar. Com a cabeça baixa, como se pedisse perdão por ter comido o cavalo, o urso foi até Romédio e este o acariciou e montou sobre a sela, concluindo o seu prodígio na cidade, onde foi recebido por Virgílio e pela população surpresa.
Quando Romédio morreu, com a idade bem avançada. Foi sepultado dentro da gruta onde costumava rezar, e o local se tornou meta de peregrinação. Assim, por volta do ano 1000 foi construída uma igreja, onde iniciou o culto a São Romédio e se tornou um Santuário belíssimo erguido sobre rochas. Dois séculos depois, o culto já consolidado foi reconhecido oficialmente pelo bispo de Trento e se ampliou com a distribuição das relíquias para as igrejas de toda a região do Trento e dos Alpes austríacos, alemães, suíços. O papa Pio X confirmou em 1907, o seu culto “imemorável”.
Luis Variara (Bem-Aventurado)
Luis Variara nasceu em 15 de janeiro de 1875 na cidade de Variagi, na Itália. Ainda criança viu e ouviu Dom Bosco na celebração de uma missa. Mais tarde, seu pai o mandou para o Seminário de Turim, que era dirigido por aquele santo. Quatro meses depois, Dom Bosco morreria, mas esta curta convivência o marcou por toda vida.
Decidiu se tornar salesiano: entrou no noviciado e o concluiu em 1892, recebendo os votos perpétuos das mãos de outro santo, Miguel Rua. Depois, seguiu os estudos de filosofia. Neste período tomou conhecimento sobre o trabalho missionário do Padre Unia na América do Sul. Em 1894 viajou para a Colômbia resolvido a se juntar ao célebre missionário, que iniciava seu trabalho entre os leprosos da aldeia Água de Deus.
O pequeno povoado possuía dois mil habitantes, dos quais oitocentos eram leprosos. Luis mergulhou totalmente na sua missão. Possuindo aptidão e conhecimentos musicais, organizou uma banda, formando um ambiente festivo na “cidade das dores”, como era conhecida. Após quatro anos, Luis foi ordenado sacerdote, se revelando um ótimo diretor espiritual. Entre as suas penitentes estavam também os membros da Associação das Filhas de Maria, um grupo de cerca de duzentas moças, dentre elas muitas leprosas. Foi diante desta constatação que nasceu em Padre Luis a primeira idéia de fundar uma congregação que abrigasse também jovens leprosas.
Em 1905, a Congregação das “Filhas dos Santíssimos Corações de Jesus e de Maria” teve inicio. Ele se sentia cada vez mais entusiasmado com a sua missão. Haviam transcorrido dez anos desde a sua chegada em Água de Deus. Uma década feliz e rica de realizações. Dentre elas o término da construção do Asilo “Dom Miguel Unia”, que apesar dos retardos provocados pela Guerra dos mil dias, pôde ser inaugurado.
Porém, começava um longo período de sofrimentos e de incompreensões, para o generoso missionário. O bispo, que inicialmente havia dado sua aprovação, começou a retirar seu apoio. Por isso, durante algum tempo Padre Luis foi enviado para trabalhar nas paróquias de outras dioceses. Suspeitando que ele tivesse contraído a lepra, diagnóstico que depois resultou errado, foi enviado de volta para Água de Deus.
Em 1921, em obediência, Padre Luis aceitou sua transferência para Tariba, uma cidadezinha venezuelana. Alí adoeceu gravemente. O médico aconselhou, por motivos climáticos, que fosse para a cidade de Cucuta, na Colômbia. Viajou para lá. Mas a situação se precipitou rapidamente e ele morreu em 1° de fevereiro de 1923 com quarenta e nove anos de idade.
Foi sepultado em Cucuta. Em 1932, suas relíquias foram transportadas para a capela da Congregação das “suas” Filhas em Água de Deus, onde ainda se encontram. Atualmente as Irmãs estão espalhadas em onze nações da América, Europa e África, dedicadas em especial modo à pastoral da saúde. Padre Luis Variara foi beatificado pelo Papa João Paulo II em 2002 e sua festa deve ser celebrada no dia do seu nascimento.


ESTÍMULOS À SANTIFICAÇÃO DO DIA – E DA VIDA
LEITURAS DAS ORAÇÕES DA LITURGIA DAS HORAS DE DE JANEIRO DE 2025
[Fonte: <https://www.ibreviary.com/m2/breviario.php>]
ORAÇÃO DA HORA TERÇA (NOVE HORAS)
LEITURA BREVE
Am 4, 13
Aquele que formou os montes e criou os ventos, Aquele que revela ao homem os seus próprios pensamentos, que faz a aurora e as trevas e caminha sobre as alturas da terra, o seu nome é Senhor Deus dos Exércitos.
V. Obras do Senhor, bendizei o Senhor,
R. Louvai-O e exaltai-O para sempre.
Oração
Senhor, que à hora de Tércia enviastes o Espírito Santo sobre os Apóstolos reunidos em oração, concedei-nos a graça de tomar parte nos dons do mesmo Espírito. Por Nosso Senhor.
ORAÇÃO DA HORA SEXTA (DOZE HORAS)
LEITURA BREVE
Am 5, 8
Aquele que criou as Plêiades e o Orionte, Aquele que muda as trevas em aurora e transforma o dia em noite, que chama as águas do mar e as derrama sobre a face da terra, o seu nome é Senhor.
V. Diante do Senhor, a honra e a majestade,
R. No seu templo, o poder e o esplendor.
Oração
Deus eterno e omnipotente, para quem nada existe de obscuro e tenebroso: fazei brilhar sobre nós a claridade da vossa luz, para que, guardando os vossos mandamentos, andemos generosamente nos caminhos da vossa lei. Por Nosso Senhor.
ORAÇÃO DA HORA NONA (QUINZE HORAS)
LEITURA BREVE
Am 9, 6
Aquele que constrói no céu a sua morada e firma sobre a terra a abóbada celeste, Aquele que chama as águas do mar e as derrama sobre a face da terra, o seu nome é Senhor.
V. Os céus proclamam a glória de Deus
R. E o firmamento anuncia a obra das suas mãos.
Oração
Olhai benignamente, Senhor, para a vossa família em oração, e fazei que, imitando a paciência de vosso Filho Unigénito, nunca desanime perante a adversidade. Por Nosso Senhor.
V. Bendigamos o Senhor.
R. Graças a Deus.
ORAÇÃO DE VÉSPERAS (FINAL DA TARDE)
LEITURA BREVE
1 Pedro 1, 6-9
A esperança vos enche de alegria, embora talvez vos seja preciso ainda, por pouco tempo, passar por diversas provações, para que a prova a que é submetida a vossa fé – muito mais preciosa que o ouro perecível, que se prova pelo fogo – seja digna de louvor, glória e honra, quando Jesus Cristo Se manifestar. Sem O terdes visto, vós O amais; sem O ver ainda, acreditais n’Ele. E isto é para vós fonte de uma alegria inefável e gloriosa, porque conseguis o fim da vossa fé: a salvação das vossas almas.
RESPONSÓRIO BREVE
V. O Senhor alimentou o seu povo com a flor da farinha.
R. O Senhor alimentou o seu povo com a flor da farinha.
V. Saciou-o com o mel dos rochedos.
R. Com a flor da farinha.
V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R. O Senhor alimentou o seu povo com a flor da farinha.
ORAÇÃO DE COMPLETAS (ANTES DE DORMIR)
LEITURA BREVE
1 Tess 5, 23
O Deus da paz vos santifique totalmente, para que todo o vosso ser – espírito, alma e corpo – se conserve irrepreensível para a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo.
RESPONSÓRIO BREVE
V. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
V. Senhor, Deus fiel, meu Salvador.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
confraria@catolicospraticantes.com.br
catolicospraticantes.com.br
Importante:
* A Liturgia Diária, a porção da Palavra de Deus escolhida para cada dia, consiste em refeição espiritual de escol brindada pela Santa Madre Igreja, preparatória para o alimento divino, a Sagrada Eucaristia. Auguramos que esse estudo orante possa contribuir para potencializar o sustento e o remédio que essas santas palavras são destinadas a proporcionar e que com cada vez maior assiduidade mais irmãos na fé priorizem sorver diariamente as delícias inefáveis da Santa Palavra e da Sagrada Eucaristia. Sugerimos, caso não for possível por alguma razão desfrutar a missa presencialmente, que se o faça ao menos virtualmente, pela televisão ou internet. Também recomendamos escrever na área de busca de sites veiculadores de vídeos na internet as palavras “Homilia diária” e aproveitar os momentos livres do pensamento (inclusive no decorrer da realização de atividades manuais que não requerem intensa concentração – como lavar louça, por exemplo) para ouvir as reflexões de clérigos qualificados para nos ajudar a compreender com cada vez mais profundidade os desígnios divinos. O católico que participar de todas as Missas diárias ou estudar a Liturgia Diária pelo período de três anos, terá estudado toda a Bíblia (exceto partes de algumas passagens que são apresentadas de forma sintetizada, das quais são suprimidos versículos considerados de importância secundária). Essa breve exegese da Liturgia Diária é recomendada para quem busca conhecer com profundidade a Palavra de Deus, para dela se tornar íntimo e colocá-la em prática.
** A Liturgia das Horas é composta por sete momentos orantes rezados pelo fiel ao longo do dia. O primeiro, na madrugada, se chama Ofício das Leituras, composto pela recitação de vários salmos; a primeira leitura (extraída da Bíblia); a segunda leitura (extraída da Sagrada Doutrina) e algumas orações próprias. O segundo, Laudes, se reza no início da manhã, incluindo a recitação de salmos; orações; leitura bíblica breve e inclui também preces. Os momentos orantes do “miolo do dia” (das 09 às 15 horas) chamados “da hora média”, são propostos para serem realizados com brevidade em três etapas: Hora Terça, em torno das 09:00 horas; Hora Sexta, em torno das 12:00 horas; e Hora Nona, em torno das 15:00. São compostos pela recitação de salmos; orações e uma leitura bíblica breve. O sexto momento orante se dá antes do pôr do sol, sendo denominado de Vésperas e inclui também algumas preces, além dos salmos, orações e leitura bíblica breve. O sétimo momento orante denomina-se Completas, sendo realizado antes de dormir, incluindo o exame de consciência, uma breve recitação dos salmos, leitura bíblica breve e orações próprias, sendo bastante conciso. Tais momentos orantes são destinados especialmente à santificação do dia. A Liturgia das Horas serve também como ponto de interseção entre todos os católicos, sendo prescrita em especial para ser recitada por todos os componentes do clero, religiosos, religiosas, diáconos… constituindo-se fundamental para a unidade da fé, prevenindo a queda em heresias (a “escolha” de partes das escrituras e da doutrina e o rechaço de outras). Recomendamos vivamente que todos quantos puderem se dediquem a essa maravilhosa prática e reputamos como mínimo necessário a meditação da segunda leitura do Ofício das Leituras (aqui trazida como leitura complementar, extraída do o site <http://www.ibreviary.com/>), com o que nos tornamos agraciados com os preciosíssimos tesouros da Sagrada Doutrina brindados pelos que cultivaram a fé desde o início da Igreja. Podemos acessar a Liturgia das Horas através de livro próprio, também chamado de Breviário, ou por meio de aplicativos ou sites na internet. O fiel pode ainda digitar na área de busca o nome do momento orante que deseja acompanhar e terá à disposição essa oração com os salmos cantados. Disponibilizamos diariamente nesse estudo orante da Palavra de Deus os textos das leituras de todos os momentos orantes da Liturgia Diária, reputando-os como estímulos para a santificação do dia.
*** Por que ler a vida do Santo do dia?
Você sabe porque é muito importante conhecer e meditar no exemplo de vida do Santo do dia?
É fácil perceber que os homens se influenciam mutuamente no relacionamento social. A criança imita os pais, os gestos de dois amigos tendem a se assemelhar, pois a imitação é conatural aos homens desde a infância, distinguindo-os como a criatura mais imitativa de todas.
Esse mimetismo inato vincado em nossa humanidade se verifica também no âmbito sobrenatural. Conforme frisou Bento XVI, “os Santos constituem o comentário mais importante ao Evangelho, uma atualização sua na vida cotidiana e, por conseguinte, representam para nós um verdadeiro caminho de acesso a Jesus”.(1) Podemos, sem dúvida, considerá-los como imagem de Deus transposta para o dia a dia.
O conceito de imitação de Cristo – diretamente ou através do Santo do Dia – está presente nos Livros Sagrados, sobretudo nas cartas de São Paulo, como a destinada aos filipenses: “Sede meus imitadores, irmãos, e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós” (3, 17).
São Francisco de Assis estava bem cônscio de seu papel simbólico quando dizia: “Devo ser modelo e exemplo para todos os frades”. (2)
Para o homem contemporâneo essas analogias entre Cristo e os Santos poderiam parecer despropositadas ou mesmo maldosamente tachadas de “culto à personalidade”.
Por isso, é fundamental ler a história do Santo do Dia para que conhecendo o exemplo deles e admirando-os, aprendamos como adequar nossas vidas à santidade que Deus quer de nós.
**** Leitura Orante da Palavra (Lectio divina)
Fonte: <https://www.ivcpoa.com.br/leitura-orante-da-palavra>
a) Como surgiu?
No século XII, o monge Guigo II estava trabalhando no mosteiro com uma escada na mão. Enquanto isso, pedia a Deus que lhe sugerisse um instrumento que o ajudasse a subir até ele. Sobre isso, ele escreveu: “Ocupado em um trabalho manual, comecei a pensar na atividade espiritual do ser humano e se apresentaram improvisadamente à minha reflexão quatro degraus espirituais, ou seja: 1) a leitura; 2) a meditação; 3) a oração; e 4) a contemplação”. Esta é a escada que se eleva da terra ao céu. Alguns chamam esse método de rezar de Lectio divina, isto é, leitura divina.
b) Os passos da Leitura Orante: 1) leitura; 2) meditação; 3) oração; e 4) contemplação.
1) Leitura: no primeiro momento, procure acolher a Bíblia não como um livro qualquer, mas como um tesouro que é a Palavra que Deus quer nos falar. Esforce-se para captar o sentido do texto do modo mais pleno possível. Para isso, podem ajudar algumas perguntas: • Quem? O que diz e o que faz cada personagem? • Onde? Como se situa este texto na Bíblia e em que contexto? • Que relação tem com outros textos? • Em síntese, o que diz o texto?
2) Meditação: A meditação vai responder à pergunta: “O que é que Deus, através deste texto, tem a nos dizer hoje?”. É muito importante perceber o que o texto diz para mim, não somente para os outros. Algumas vezes, as pessoas procuram no texto bíblico lições para ensinar aos outros. Aqui é diferente: o texto fala diretamente com o leitor, seja pessoalmente, seja comunitariamente. Entra-se em diálogo, facilitado por algumas perguntas, como: O que há de semelhante e de diferente entre a situação do texto e a nossa de hoje? O que a mensagem deste texto diz para a nossa situação? Que mudanças de comportamento nos sugere? Pode-se perceber o quanto as ideias de Deus são diferentes das nossas e a necessidade de deixar que a Palavra de Deus transforme as nossas convicções. Muitas vezes, é preciso mudar de mentalidade para aderir à vontade de Deus.
3) Oração: É o momento de expressar o que o texto nos faz dizer a Deus. A oração é a nossa resposta à Palavra de Deus lida e meditada. A oração provocada pela meditação inicia-se com uma atitude de admiração, silêncio e adoração ao Senhor. A oração suscitada pela meditação também pode ser recitação de preces e salmos. Dependendo do que se ouviu da parte de Deus, a resposta pode ser de louvor ou de ação de graças, de súplica ou de perdão. É importante que essa oração espontânea não seja só individual, mas tenha sua expressão comunitária em forma de partilha.
4) Contemplação: enxergar, saborear, agir. A contemplação ajuda a enxergar o mundo de maneira nova. Tira o véu e ajuda a descobrir o projeto de Deus na história que hoje vivemos. Leva-nos a perceber Cristo como centro de tudo. Pela Leitura Orante, vamos crescendo na compreensão do sentido e da força da Palavra de Deus, vamos sendo transformados e nos tornando capazes de transformar a realidade. Contemplar supõe viver de modo diferente. O centro da pessoa está em Cristo. A pessoa é transformada pela Palavra de Deus, por isso contempla a presença de Deus em sua vida e adquire um novo olhar sobre a realidade.
Leitura Orante na Prática
O monge que criou o método sugere a ideia de uma escada que nos ajude a subir até Deus. Vamos analisar os quatro degraus que devemos subir.

1º Degrau – Leitura (Lectio): O que o texto diz?
1. Leia lentamente o texto, ao menos duas vezes.
2. Ainda não é hora de tentar tirar uma mensagem para sua vida. Apenas tente compreender o que o texto poderia significar na época em que foi escrito.
3. Tente reconstruir o texto: Quem são as pessoas que aparecem no texto e qual é a situação de cada uma? De acordo com o texto, qual é o papel de cada uma e quais seriam seus sentimentos? Aparece algum conflito no texto? Como é resolvido? Qual é o rosto de Deus no texto?

2º Degrau – Meditação (Meditatio): O que o texto me diz?
1. Destaque os versículos que foram mais fortes para você (sem tentar interpretá-los).
2. Atualize o texto comparando a situação da época com a situação atual e procure perceber o que tudo isso tem a ver com a sua/nossa vida de cristão.

3º Degrau – Oração (Oratio): O que o texto me faz dizer a Deus?
1. Tudo o que foi lido e meditado é transformado em uma conversa orante com Deus.
2. A oração é o instante no qual se é convidado a falar com Deus através do louvor, do agradecimento, do pedido, da súplica, do oferecimento, do perdão dirigido a ele: “Senhor, eu te peço… Eu te louvo e agradeço meu Deus…”. Dialogar diretamente com Deus: tenha “um trato de amizade com aquele que nos ama” (Santa Teresa). É necessário silêncio…

4º Degrau – Contemplação (Contemplatio)
Contemplar é ver a vida com os olhos da fé. É sentir, quase intuitivamente, a presença da Santíssima Trindade ao nosso lado. Esse passo está ligado ao anterior; às vezes, não percebemos quando termina um e começa o outro. Volte-se para a sua realidade (ao seu dia a dia) e veja sua vida com o olhar iluminado pelo Espírito Santo. Não se trata de pensar “o que fazer”, mas de como irá seguir Jesus a partir desse texto? É a primazia do ser sobre o fazer. Este último será o resultado de um novo ser humano: discípulo missionário de Jesus Cristo.
Atenção! Este método é fascinante, mas exigente. Não supõe saber ou ter grandes estudos, mas requer dedicação e escuta atenta à Palavra de Deus. Se alguém ler o texto bíblico sem seguir o método orante, dificilmente entenderá os quatro degraus. Há alguns que dizem que é muito difícil seguir este processo, certamente porque querem resultados imediatos e não dão tempo para escutar o Senhor. Para seguir este método, é preciso muita humildade e deixar o Senhor falar. É preciso se livrar de conceitos prontos sobre o texto lido. Evite-se, igualmente, logo tirar uma mensagem para pôr em prática. Essa aplicabilidade da Palavra depende de uma escuta mais atenta, pois nem sempre o Senhor pede que se faça algo, mas solicita uma mudança em nosso ser – a nossa conversão.






