“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 15 DE JULHO DE 2026
15 de julho de 2026“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 17 DE JULHO DE 2026
17 de julho de 2026Quinta-feira da Semana XV do Tempo Comum
Saudação
– Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
– Amém.
– A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
– Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

Oração firmadora do propósito de plenificar o viver com os tesouros brindados pela Santa Madre Igreja
Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, obrigado por mais este dia. Iluminai-me, inspirai-me, orientai-me e sustentai-me para que eu siga no caminho cristão, usufruindo da melhor forma possível os maravilhosos tesouros brindados pela Santa Madre Igreja disponibilizados neste “buffet espiritual” – em meio à realização dos deveres da vocação a que fui chamado, de meu estado de vida. Que eu possa me enriquecer espiritualmente com os estímulos à santificação do dia e da vida em que consistem as orações matinais da Liturgia das Horas (“Invitatório”, “Ofício das Leituras” e “Laudes”); a Santa Missa; as Meditações da Palavra do Senhor e o estudo do Catecismo da Igreja Católica; o néctar espiritual potencializador da prática cristã na sessão IMPULSIONAMENTO AO ESTUDO ORANTE DA LITURGIA DIÁRIA (LECTIO DIVINA) – fundamental para o sustento, remédio e fortalecimento espiritual; os EXEMPLOS DE PRÁTICA CRISTÃ (síntese das inspiradoras histórias de vida dos santos do dia) e os ESTÍMULOS À SANTIFICAÇÃO DO DIA E DA VIDA (em que também consistem as demais orações da Liturgia das Horas). Creio, Senhor, mas aumentai a minha fé! Amém!
OFÍCIO DAS LEITURAS (NA MADRUGADA)
[Fonte: <https://www.ibreviary.com/m2/breviario.php>]
PRIMEIRA LEITURA
Do Livro de Isaías 7, 10-14; 8, 10;c 11, 1-9
Emanuel, Rei de paz
Naqueles dias, o Senhor mandou ao rei Acaz a seguinte mensagem: «Pede um sinal ao Senhor teu Deus, quer nas profundezas do abismo, quer lá em cima nas alturas». Acaz respondeu: «Não pedirei, não porei o Senhor à prova».
Então Isaías disse: «Escutai, casa de David: Não vos basta que andeis a molestar os homens, para quererdes também molestar o meu Deus? Por isso, o próprio Senhor vos dará um sinal: A Virgem conceberá e dará à luz um filho, e o seu nome será ‘Emanuel’, porque Deus está connosco.
Sairá um ramo do tronco de Jessé
e um rebento brotará das suas raízes.
Sobre ele repousará o Espírito do Senhor:
espírito de sabedoria e de inteligência,
espírito de conselho e de fortaleza,
espírito de conhecimento e de temor de Deus.
Animado assim do temor de Deus,
não julgará segundo as aparências,
nem decidirá pelo que ouvir dizer.
Julgará os infelizes com justiça
e com sentenças rectas os humildes do povo.
Com o chicote da sua palavra atingirá o violento
e com o sopro dos seus lábios exterminará o ímpio.
A justiça será a faixa dos seus rins
e a lealdade a cintura dos seus flancos.
O lobo viverá com o cordeiro,
e a pantera dormirá com o cabrito;
o bezerro e o leãozinho andarão juntos,
e um menino os poderá conduzir.
A vitela e a ursa pastarão juntamente,
suas crias dormirão lado a lado;
e o leão comerá feno como o boi.
A criança de leite brincará junto ao ninho da cobra,
e o menino meterá a mão na toca da víbora.
Nunca mais praticarão o mal nem a destruição
em todo o meu santo monte:
o conhecimento do Senhor encherá a terra,
como as águas enchem o leito do mar.
RESPONSÓRIO cf. Is 7, 14; 9, 6, 7
R. A Virgem conceberá e dará à luz um Filho. * O seu nome será ‘Admirável, Deus-Forte’.
V. Há-de estabelecer-Se para sempre no trono de David e no seu reino. * O seu nome será ‘Admirável, Deus-Forte’.
SEGUNDA LEITURA
Dos Sermões de São Leão Magno, papa
(Sermão no Natal do Senhor I, 2.3: PL 54, 191-192) (Sec. V)
Maria concebeu em seu espírito, antes de conceber em seu corpo
Foi escolhida uma virgem da descendência real de David, que, destinada a receber em seu seio o gérmen sagrado, antes de conceber corporalmente a seu Filho, Deus e homem, concebeu-O em seu espírito. E para evitar que, desconhecendo o desígnio de Deus, Ela se perturbasse perante efeitos tão inesperados, foi informada, no colóquio com o Anjo, sobre o que se ia operar por virtude do Espírito Santo. E acreditou que, estando para ser em breve Mãe de Deus, não sofreria dano a sua pureza. Como podia duvidar deste género de concepção tão original Aquela a quem é prometida a eficácia do poder do Altíssimo? A sua fé e confiança são confirmadas com o testemunho de um milagre precedente, a inesperada fecundidade de Isabel; e esta revelação do Anjo é um sinal do poder divino: quem deu poder a uma estéril de conceber pode concedê-lo também a uma virgem.
Por conseguinte, o Verbo de Deus, que é Deus, o Filho de Deus, que no princípio estava junto de Deus, por quem todas as coisas foram feitas e sem o qual nada foi feito, a fim de libertar o homem da morte eterna, fez-Se homem; desceu para assumir a nossa humildade sem diminuição da sua majestade, de modo que, permanecendo o que era e assumindo o que não era, uniu a verdadeira condição de servo à condição segundo a qual Ele é igual a Deus Pai, e realizou entre as duas naturezas uma aliança tão admirável que nem a inferior foi absorvida por esta glorificação, nem a superior foi diminuída por esta assunção.
E assim, conservando-se a perfeita propriedade de uma e outra natureza, que subsistem numa só pessoa, a humildade é assumida pela majestade, a fraqueza pela força, a mortalidade pela eternidade; e para pagar a dívida contraída pela nossa condição pecadora, a natureza invulnerável une-se à natureza passível, e a condição de verdadeiro Deus e verdadeiro homem associa-se na pessoa única do Senhor; e assim, o único mediador entre Deus e os homens pôde, como exigia a nossa salvação, morrer segundo uma natureza e ressuscitar segundo a outra. Com razão, portanto, o nascimento do Salvador havia de conservar intacta a integridade virginal de sua Mãe, que salvaguardou a pureza, dando à luz a Verdade.
Tal era, caríssimos, o nascimento que convinha a Cristo, poder de Deus e sabedoria de Deus, nascimento pelo qual Ele é semelhante a nós pela sua humanidade e superior a nós pela sua divindade. Na verdade, se não fosse Deus verdadeiro, não nos traria o remédio; se não fosse verdadeiro homem, não nos serviria de exemplo.
Por isso, quando nasceu o Senhor, os Anjos cantaram cheios de alegria Glória a Deus nas alturas e anunciaram paz na terra aos homens de boa vontade. Eles vêem, de facto, a celeste Jerusalém ser construída por todos os povos do mundo. E se tanto rejubilam os coros sublimes dos Anjos, qual não deve ser a alegria da nossa humilde condição humana perante tão inefável prodígio da bondade divina?
RESPONSÓRIO
R. O Anjo do Senhor anunciou a Maria e Ela concebeu o Salvador do mundo: * Celebremos a memória gloriosa da humilde serva do Senhor.
V. Cantemos os louvores de Cristo, ao celebrar as glórias da admirável Mãe de Deus. * Celebremos a memória gloriosa da humilde serva do Senhor.
Oração
Venha em nossa ajuda, Senhor, a poderosa intercessão da bem-aventurada Virgem Maria, para que, protegidos pelo seu auxílio, cheguemos ao verdadeiro monte da salvação, Jesus Cristo Nosso Senhor. Ele que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
V. Bendigamos o Senhor.
R. Graças a Deus.
LAUDES (INÍCIO DA MANHÃ)
[Fonte: <https://www.ibreviary.com/m2/breviario.php>]
Isaías 61, 10
Exulto de alegria no Senhor, minha alma rejubila no meu Deus, que me revestiu com as vestes da salvação e me envolveu num manto de justiça, como noiva que se adorna com suas jóias.
RESPONSÓRIO BREVE
V. O Senhor a escolheu e a predestinou.
R. O Senhor a escolheu e a predestinou.
V. Deus fê-la morar no seu templo santo.
R. O Senhor a escolheu e a predestinou.
V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R. O Senhor a escolheu e a predestinou.
SANTA MISSA
MEDITAÇÃO DA PALAVRA DO SENHOR – EVANGELHO DO DIA MEDITADO PELO PADRE JOÃO CARLOS
MEDITAÇÃO DA PALAVRA DO SENHOR – REFLEXÃO POTENCIALIZADORA DA TÊMPERA CATÓLICA NA ORAÇÃO DA MANHÃ DE DOM ADAIR JOSÉ GUIMARÃES
MEDITAÇÃO DA PALAVRA DO SENHOR – LEITURA COMENTADA DE UM CAPÍTULO DAS SAGRADAS ESCRITURAS COM O PADRE ADRIANO ZANDONÁ
CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA – OUÇA TODOS OS DIAS E TERMINE EM UM ANO
IMPULSIONAMENTO AO ESTUDO ORANTE DA LITURGIA DIÁRIA (LECTIO DIVINA)
Liturgia diária

Invocação de busca do reto entendimento
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor! Enviai o vosso Espírito e tudo será criado, e renovareis a face da terra! Oremos: ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação! Por Cristo, Senhor nosso! Amém!

1o degrau da lectio divina: leitura (lectio) para compreensão do que o texto diz; 2o degrau da lectio divina: meditação (meditatio) a respeito do que o texto orienta a fazer; 3o degrau da lectio divina: oração (oratio) de compromisso com que o texto faz dizer a Deus.



[Fonte: <https://aliturgia.com/quinta-feira-da-semana-xv-do-tempo-comum-12/>]
Quinta-feira da Semana XV do Tempo Comum
Virgem santa Maria do Monte Carmelo
Memória
As Sagradas Escrituras celebram a beleza do Carmelo, onde o profeta Elias reconduziu o povo de Israel ao culto do Deus vivo. No século XII, alguns eremitas foram viver para aquele monte à procura de solidão e constituíram uma Ordem dedicada à vida contemplativa, sob o patrocínio da Virgem Maria, Mãe de Deus.
Leitura I Is 26, 7-9.12.16-19
O caminho do justo é recto,
Vós aplanais o caminho do justo.
Pela vereda dos vossos juízos,
em Vós esperamos, Senhor:
o vosso nome e a vossa lembrança
são o desejo da nossa alma.
Por Vós suspira a minha alma durante a noite
e o meu espírito Vos procura desde a aurora;
pois, quando as vossas leis se manifestam ao mundo,
os habitantes da terra aprendem a justiça.
Vós nos dareis a paz, Senhor,
porque sois Vós que realizais tudo o que fazemos.
Senhor, na angústia a Vós recorremos;
quando nos castigáveis, nós Vos invocámos.
Como a mulher que está para ser mãe
se contorce e grita com dores,
assim estávamos diante de Vós, Senhor.
Concebemos e sentimos as dores de parto,
mas foi vento que demos à luz.
Não trouxemos a salvação à terra,
nem nasceram habitantes para o mundo.
– Os teus mortos voltarão à vida,
os seus cadáveres ressuscitarão.
Despertai e cantai de alegria,
vós que habitais no pó da terra.
Porque o vosso orvalho, Senhor, é orvalho de luz
e a terra dará vida aos que dormem nas sombras da morte.
compreender a palavra
No meio da angústia em que se transformou a vida do povo eleito por causa dos seu pecado, o coração deste povo ainda pode elevar a Deus uma bela oração de louvor, de reconhecimento e de esperança. Deus é quem ensina a justiça e endireita os caminhos dos homens é ele quem pode salvar e devolver a paz ao coração do homem. Sem ele ninguém pode dizer que vive. É verdade que a experiência pode ser dolorosa como as dores de parto e mais dolorosa porque dessas dores não surge uma nova vida. É um sofrimento em vão, vazio de razão. É esse o resultado do pecado, um sem razão. Caído por terra, por causa do pecado o homem está como morto, falta-lhe a alegria e a paz. Mesmo assim, se invocar o Senhor, poderá voltar à vida.
meditar a palavra
Como sempre, percebemos na experiência deste povo a experiência de toda a humanidade, a nossa própria experiência. Pelo pecado ficamos caídos no pó da terra, somos nada, vazio existencial. Poderão alguns, por se julgarem melhores que os outros, rir-se dos que caem, julgar e condenar, mas na realidade, esta é a condição de todos os homens e ninguém passa pela vida sem fazer a experiência do nada. É até condição quase necessária para perceber o lugar de Deus na própria vida. Caídos no pó podemos perceber que não nos salvamos a nós mesmos. Diz a oração de Isaías que gememos com dores de parto, mas “não trouxemos a salvação à terra”. É esta experiência que nos faz olhar para Deus e perceber que só ele salva, só a sua mão nos pode erguer. O senhor é como “orvalho de luz e a terra dará vida aos que dormem nas sombras da morte”. Invocar o Senhor é o primeiro passo para chegar a contemplar a vida nova da ressurreição, por isso dizemos “A vós recorremos”, “em vós esperamos”, “por vós suspira a minha alma e o meu espírito vos procura”. Daí o convite “Despertai e cantai de alegria” porque, embora ainda experimentemos a tristeza da queda já se vislumbram os sinais da vida nova de Cristo ressuscitado.
rezar a palavra
“Por vós suspira a minha alma e o meu espírito vos procura”. Não tenho mais palavras, Senhor, ao iniciar este novo dia. Os meus olhos antecipam-se às vigílias da noite a meditar na fragilidade da minha vida e na grandeza do vosso poder que se manifesta em misericórdia para comigo. A tua presença é para mim refúgio, na tua presença me deito e adormeço tranquilo e de novo me levanto sempre confiado na tua proteção. Renova, em mim, a alegria da tua salvação.
compromisso
Invoco o Senhor pois só ele me pode salvar.
Evangelho: Mt 11, 28-30
Naquele tempo, Jesus exclamou:
«Vinde a Mim,
todos os que andais cansados e oprimidos,
e Eu vos aliviarei.
Tomai sobre vós o meu jugo,
e aprendei de Mim,
que sou manso e humilde de coração,
e encontrareis descanso para as vossas almas.
Porque o meu jugo é suave e a minha carga é leve».
Compreender a Palavra
Mateus apresenta Jesus nestas palavras por ele proferidas. A expressão “Sou manso e humilde de coração” toma o lugar central. O “jugo” e o “descanso” encontram no coração de Jesus a explicação. Jesus é o Messias que liberta e dá descanso e não o opressor que vem para destruir. Jesus, o “manso e humilde de coração” trata bem, com mansidão e aliviando a todos.
Meditar a Palavra
Adquirir um coração manso e humilde, pedido de Jesus quando diz “vinde a mim … aprendei de mim”, é um desafio para nos tornarmos pessoas que aliviam e libertam os outros do peso, “jugo” em que a vida muitas vezes se torna. Do coração brotam as atitudes e os sentimentos que permitem aos outros encontrar descanso.
Rezar a Palavra
Que eu encontre descanso em ti, Senhor, e aprenda contigo a atitude de coração que acolhe os outros, permitindo que descansem do peso das suas vidas.
Compromisso
Vou medir as minhas palavras e abrir o meu coração para que outros encontrem paz em mim.
[Referência: LEITURA ORANTE DA PALAVRA – LECTIO DIVINA FERIAL: <Leitura Orante da Palavra – Lectio Divina Ferial (liturgia.pt)>]

4o degrau da lectio divina: contemplação (contemplatio) – firme propósito de ver a vida com os olhos da fé, com o olhar iluminado pelo Espírito Santo; de tornar-se um novo ser humano: discípulo missionário de Jesus Cristo.
Oração firmadora do propósito de dedicar-se ao discipulado missionário de Jesus Cristo
Clamo-vos, ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, e rogo a intercessão da Virgem Maria e de todos os santos e anjos de Deus, para que me ilumineis, inspireis, orienteis e sustenteis de modo que eu veja a vida com os olhos da fé, com o olhar iluminado pelo Espírito Santo, tornando-me passo a passo, dia-a-dia, de acordo com a vossa santa vontade, um discípulo missionário de Jesus Cristo, ciente de que a Leitura Orante da Palavra de Deus se constitui base, estímulo e impulso para fazê-lo da melhor forma possível.
Que eu me empenhe para participar diariamente da Santa Missa (ou, caso não for possível, alternativamente, a assista por meio eletrônico), aproveitando para, antes ou depois depois da Santa Missa, devotar uma hora de adoração ao Santíssimo Sacramento (ou o tempo que for possível). Que eu recite o Santo Rosário e outras orações e devoções pelas quais me sinto particularmente tocado, em especial invocando a iluminação do Espírito Santo, bem como a proteção e orientação dos anjos.
Que eu leia ao menos as sínteses das vidas dos santos de cada dia, ricas em exemplos de prática cristã. Que eu me debruce sobre as leituras escolhidas pela Santa Madre Igreja para serem meditadas nos diversos momentos orantes que compõem a Liturgia das Horas, que consistem em preciosos estímulos para a santificação do dia – e da vida. Que na medida do possível eu recite as orações da Liturgia das Horas em seus respectivos horários e me coloque em silêncio por alguns momentos após elas, em atitude de adoração e profunda intimidade com o Senhor- ou pelo menos as ouça ao longo do dia.
Que eu me impregne profundamente da consciência do magnífico valor dos tesouros disponíveis no caminho cristão, tão rico em alimento espiritual, que podem – e devem – ser desbravados e conquistados pela alma que tem sede de Deus (Sl 41). Que eu passe a usufruí-los, gradual e progressivamente, de acordo com a realidade e as possibilidades, avançando na prática de orações mentais, meditando leituras recomendadas para tal. E que eu me dedique a ampliar o conhecimento da fé , bem como da doutrina cristã autêntica expressa nos documentos da Igreja e na grande diversidade de obras escritas pelos santos e pelos que se empenharam sinceramente para bem servir a Santa Madre Igreja.
Que eu siga o exemplo de profunda caridade de Jesus, de dar a vida pelos irmãos, fazendo do viver uma oblação, um doar-se pelo Reino: na convivência diária no âmbito da família e do trabalho; na vida comunitária – com especial zelo no seguimento das orientações da Santa Madre Igreja quanto a vida sacramental (Batismo, Confirmação, Penitência, Eucaristia, Ordem, Matrimônio e Unção dos Enfermos), de acordo com meu estado de vida e as circunstâncias específicas do viver, buscando também contribuir da melhor forma possível para que muitos usufruam das graças sacramentais. E que eu me engaje frutuosamente em ações concretas para a promoção da vida plena e abundante que Jesus veio trazer a todos, praticando da forma mais elevada possível as virtudes teologais da fé, esperança e caridade, bem como as virtudes cardeais da prudência, justiça, fortaleza e temperança. Amém!
SANTOS DO DIA – EXEMPLOS DE PRÁTICA CRISTÃ
[Fonte: <https://franciscanos.org.br/vidacrista/santo-do-dia/#gsc.tab=0>]
Nossa Senhora do CarmoA Ordem dos Carmelitas, uma das mais antigas na história da Igreja, embora considere o profeta Elias como o seu patriarca modelo, não tem verdadeiro fundador, mas tem grande amor: o culto a Maria, honrada como a Bem-aventurada Virgem do Carmo. “O Carmelo – disse o cardeal Piazza, carmelita – existe para Maria e Maria é tudo para o Carmelo, na sua origem e na sua história, na sua vida de lutas e triunfos, na sua vida interior espiritual”. Elias e Maria estão unidos numa narração que tem sabor de lenda. Refere o Livro das instituições dos primeiros monges: “Em lembrança da visão que mostrou ao profeta a vida desta Virgem sob a figura de uma pequena nuvem que saída da terra e se dirigia para o Carmelo (1Rs 18, 20-45), os monges, no ano 93 da Encarnação do Filho de Deus, destruíram sua antiga casa e construíram uma capela no monte Carmelo, perto da fonte de Elias, em honra desta primeira Virgem voltada a Deus”.Expulsos pelos sarracenos no século XIII, os monges que haviam entretanto recebido do patriarca de Jerusalém, santo Alberto, então bispo de Vercelas, uma regra aprovada em 1226 pelo papa Honório III, se voltaram ao Ocidente e aí fundaram vários mosteiros, superando várias dificuldade, nas quais, porém, puderam experimentar a proteção da Virgem. Um episódio, particularmente, sensibilizou os devotos: “Os irmãos suplicavam humildemente a Maria que os livrasse das insídias infernais. A um deles, Simão Stock, enquanto assim rezava a Mãe de Deus apareceu acompanhada de multidão de anjos, segurando nas mãos o escapulário da ordem e lhe disse: ‘Eis o privilégio que dou a ti e a todos os filhos do Carmelo: aquele que for revestido deste hábito será salvo’.”Os críticos consideram espúria, isto é, não autêntica, a bula de João XXIII em que se fala deste privilégio sabático de ficar livres do inferno e do purgatório no primeiro sábado após a morte, mas muitos papas falaram disso em sentido positivo. Numa bula de 11 de fevereiro de 1950, Pio XII considerava a “pôr em primeiro lugar, entre as devoções marianas, o escapulário que está ao alcance de todos”: entendido como veste mariana, esse é de fato ótimo símbolo da proteção da Mãe celeste, enquanto sacramental haure o seu valor das orações da Igreja e da confiança e amor dos que o usam.A Igreja também celebra hoje a memória dos santos: Maria Madalena Postel, Vitalino e Hilarino. Fonte: SGARBOSSA, Mario; GIOVANNI, Luigi. Um Santo para cada dia, 15ª Edição: 2011, Ed. Paulus, p. 209-210


ESTÍMULOS À SANTIFICAÇÃO DO DIA – E DA VIDA
LEITURAS DAS ORAÇÕES DA LITURGIA DAS HORAS DE 16 DE JULHO DE 2026
[Fonte: <https://www.ibreviary.com/m2/breviario.php>]
ORAÇÃO DA HORA TERÇA (NOVE HORAS)
LEITURA BREVE
Sab 19, 20b
Em tudo, Senhor, engrandecestes e glorificastes o vosso povo; e não o desprezastes, antes o assististes em todo o tempo e lugar.
V. Vós sois o Deus que realiza maravilhas:
R. Manifestastes entre as nações o vosso poder.
Oração
Senhor, que à hora de Tércia enviastes o Espírito Santo sobre os Apóstolos reunidos em oração, concedei-nos a graça de tomar parte nos dons do mesmo Espírito. Por Nosso Senhor.
ORAÇÃO DA HORA SEXTA (DOZE HORAS)
LEITURA BREVE
Deut 4, 7
Não há nação tão grande que tenha a divindade tão perto de si, como está perto de nós o Senhor nosso Deus, sempre que O invocamos.
V. O Senhor está perto de quantos O invocam
R. E ouve a sua oração.
Oração
Deus eterno e omnipotente, para quem nada existe de obscuro e tenebroso, fazei brilhar sobre nós a claridade da vossa luz, para que, guardando os vossos mandamentos, andemos generosamente nos caminhos da vossa lei. Por Nosso Senhor.
ORAÇÃO DA HORA NONA (QUINZE HORAS)
LEITURA BREVE
Est 10, 3f
A minha nação é Israel, que invocou o Senhor e foi salva. O Senhor salvou o seu povo e livrou-nos de todos os males. Deus fez prodígios e maravilhas, como não fez semelhantes entre todas as nações.
V. Eu Vos darei graças, Senhor, porque me ouvistes
R. E fostes o meu Salvador.
Oração
Olhai benignamente, Senhor, para a vossa família em oração, e fazei que, imitando a paciência de vosso Filho Unigénito, nunca desanime perante a adversidade. Por Nosso Senhor
V. Bendigamos o Senhor.
R. Graças a Deus.
ORAÇÃO DE VÉSPERAS (FINAL DA TARDE)
LEITURA BREVE
Gal 4, 4-5
Ao chegar a plenitude dos tempos, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher e sujeito à Lei, para resgatar os que estavam sob o jugo da Lei e nos tornar seus filhos adoptivos.
RESPONSÓRIO BREVE
V. Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco.
R. Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco.
V. Bendita sois Vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre.
R. O Senhor é convosco.
V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R. Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco.
ORAÇÃO DE COMPLETAS (ANTES DE DORMIR)
LEITURA BREVE
1 Tess 5, 23
O Deus da paz vos santifique totalmente, para que todo o vosso ser – espírito, alma e corpo – se conserve irrepreensível para a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo.
RESPONSÓRIO BREVE
V. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
V. Senhor, Deus fiel, meu Salvador.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
confraria@catolicospraticantes.com.br
catolicospraticantes.com.br
Importante:
* A Liturgia Diária, a porção da Palavra de Deus escolhida para cada dia, consiste em refeição espiritual de escol brindada pela Santa Madre Igreja, preparatória para o alimento divino, a Sagrada Eucaristia. Auguramos que esse estudo orante possa contribuir para potencializar o sustento e o remédio que essas santas palavras são destinadas a proporcionar e que com cada vez maior assiduidade mais irmãos na fé priorizem sorver diariamente as delícias inefáveis da Santa Palavra e da Sagrada Eucaristia. Sugerimos, caso não for possível por alguma razão desfrutar a missa presencialmente, que se o faça ao menos virtualmente, pela televisão ou internet. Também recomendamos escrever na área de busca de sites veiculadores de vídeos na internet as palavras “Homilia diária” e aproveitar os momentos livres do pensamento (inclusive no decorrer da realização de atividades manuais que não requerem intensa concentração – como lavar louça, por exemplo) para ouvir as reflexões de clérigos qualificados para nos ajudar a compreender com cada vez mais profundidade os desígnios divinos. O católico que participar de todas as Missas diárias ou estudar a Liturgia Diária pelo período de três anos, terá estudado toda a Bíblia (exceto partes de algumas passagens que são apresentadas de forma sintetizada, das quais são suprimidos versículos considerados de importância secundária). Essa breve exegese da Liturgia Diária é recomendada para quem busca conhecer com profundidade a Palavra de Deus, para dela se tornar íntimo e colocá-la em prática.
** A Liturgia das Horas é composta por sete momentos orantes rezados pelo fiel ao longo do dia. O primeiro, na madrugada, se chama Ofício das Leituras, composto pela recitação de vários salmos; a primeira leitura (extraída da Bíblia); a segunda leitura (extraída da Sagrada Doutrina) e algumas orações próprias. O segundo, Laudes, se reza no início da manhã, incluindo a recitação de salmos; orações; leitura bíblica breve e inclui também preces. Os momentos orantes do “miolo do dia” (das 09 às 15 horas) chamados “da hora média”, são propostos para serem realizados com brevidade em três etapas: Hora Terça, em torno das 09:00 horas; Hora Sexta, em torno das 12:00 horas; e Hora Nona, em torno das 15:00. São compostos pela recitação de salmos; orações e uma leitura bíblica breve. O sexto momento orante se dá antes do pôr do sol, sendo denominado de Vésperas e inclui também algumas preces, além dos salmos, orações e leitura bíblica breve. O sétimo momento orante denomina-se Completas, sendo realizado antes de dormir, incluindo o exame de consciência, uma breve recitação dos salmos, leitura bíblica breve e orações próprias, sendo bastante conciso. Tais momentos orantes são destinados especialmente à santificação do dia. A Liturgia das Horas serve também como ponto de interseção entre todos os católicos, sendo prescrita em especial para ser recitada por todos os componentes do clero, religiosos, religiosas, diáconos… constituindo-se fundamental para a unidade da fé, prevenindo a queda em heresias (a “escolha” de partes das escrituras e da doutrina e o rechaço de outras). Recomendamos vivamente que todos quantos puderem se dediquem a essa maravilhosa prática e reputamos como mínimo necessário a meditação da segunda leitura do Ofício das Leituras (aqui trazida como leitura complementar, extraída do o site <http://www.ibreviary.com/>), com o que nos tornamos agraciados com os preciosíssimos tesouros da Sagrada Doutrina brindados pelos que cultivaram a fé desde o início da Igreja. Podemos acessar a Liturgia das Horas através de livro próprio, também chamado de Breviário, ou por meio de aplicativos ou sites na internet. O fiel pode ainda digitar na área de busca o nome do momento orante que deseja acompanhar e terá à disposição essa oração com os salmos cantados. Disponibilizamos diariamente nesse estudo orante da Palavra de Deus os textos das leituras de todos os momentos orantes da Liturgia Diária, reputando-os como estímulos para a santificação do dia.
*** Por que ler a vida do Santo do dia?
Você sabe porque é muito importante conhecer e meditar no exemplo de vida do Santo do dia?
É fácil perceber que os homens se influenciam mutuamente no relacionamento social. A criança imita os pais, os gestos de dois amigos tendem a se assemelhar, pois a imitação é conatural aos homens desde a infância, distinguindo-os como a criatura mais imitativa de todas.
Esse mimetismo inato vincado em nossa humanidade se verifica também no âmbito sobrenatural. Conforme frisou Bento XVI, “os Santos constituem o comentário mais importante ao Evangelho, uma atualização sua na vida cotidiana e, por conseguinte, representam para nós um verdadeiro caminho de acesso a Jesus”.(1) Podemos, sem dúvida, considerá-los como imagem de Deus transposta para o dia a dia.
O conceito de imitação de Cristo – diretamente ou através do Santo do Dia – está presente nos Livros Sagrados, sobretudo nas cartas de São Paulo, como a destinada aos filipenses: “Sede meus imitadores, irmãos, e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós” (3, 17).
São Francisco de Assis estava bem cônscio de seu papel simbólico quando dizia: “Devo ser modelo e exemplo para todos os frades”. (2)
Para o homem contemporâneo essas analogias entre Cristo e os Santos poderiam parecer despropositadas ou mesmo maldosamente tachadas de “culto à personalidade”.
Por isso, é fundamental ler a história do Santo do Dia para que conhecendo o exemplo deles e admirando-os, aprendamos como adequar nossas vidas à santidade que Deus quer de nós.
**** Leitura Orante da Palavra (Lectio divina)
Fonte: <https://www.ivcpoa.com.br/leitura-orante-da-palavra>
a) Como surgiu?
No século XII, o monge Guigo II estava trabalhando no mosteiro com uma escada na mão. Enquanto isso, pedia a Deus que lhe sugerisse um instrumento que o ajudasse a subir até ele. Sobre isso, ele escreveu: “Ocupado em um trabalho manual, comecei a pensar na atividade espiritual do ser humano e se apresentaram improvisadamente à minha reflexão quatro degraus espirituais, ou seja: 1) a leitura; 2) a meditação; 3) a oração; e 4) a contemplação”. Esta é a escada que se eleva da terra ao céu. Alguns chamam esse método de rezar de Lectio divina, isto é, leitura divina.
b) Os passos da Leitura Orante: 1) leitura; 2) meditação; 3) oração; e 4) contemplação.
1) Leitura: no primeiro momento, procure acolher a Bíblia não como um livro qualquer, mas como um tesouro que é a Palavra que Deus quer nos falar. Esforce-se para captar o sentido do texto do modo mais pleno possível. Para isso, podem ajudar algumas perguntas: • Quem? O que diz e o que faz cada personagem? • Onde? Como se situa este texto na Bíblia e em que contexto? • Que relação tem com outros textos? • Em síntese, o que diz o texto?
2) Meditação: A meditação vai responder à pergunta: “O que é que Deus, através deste texto, tem a nos dizer hoje?”. É muito importante perceber o que o texto diz para mim, não somente para os outros. Algumas vezes, as pessoas procuram no texto bíblico lições para ensinar aos outros. Aqui é diferente: o texto fala diretamente com o leitor, seja pessoalmente, seja comunitariamente. Entra-se em diálogo, facilitado por algumas perguntas, como: O que há de semelhante e de diferente entre a situação do texto e a nossa de hoje? O que a mensagem deste texto diz para a nossa situação? Que mudanças de comportamento nos sugere? Pode-se perceber o quanto as ideias de Deus são diferentes das nossas e a necessidade de deixar que a Palavra de Deus transforme as nossas convicções. Muitas vezes, é preciso mudar de mentalidade para aderir à vontade de Deus.
3) Oração: É o momento de expressar o que o texto nos faz dizer a Deus. A oração é a nossa resposta à Palavra de Deus lida e meditada. A oração provocada pela meditação inicia-se com uma atitude de admiração, silêncio e adoração ao Senhor. A oração suscitada pela meditação também pode ser recitação de preces e salmos. Dependendo do que se ouviu da parte de Deus, a resposta pode ser de louvor ou de ação de graças, de súplica ou de perdão. É importante que essa oração espontânea não seja só individual, mas tenha sua expressão comunitária em forma de partilha.
4) Contemplação: enxergar, saborear, agir. A contemplação ajuda a enxergar o mundo de maneira nova. Tira o véu e ajuda a descobrir o projeto de Deus na história que hoje vivemos. Leva-nos a perceber Cristo como centro de tudo. Pela Leitura Orante, vamos crescendo na compreensão do sentido e da força da Palavra de Deus, vamos sendo transformados e nos tornando capazes de transformar a realidade. Contemplar supõe viver de modo diferente. O centro da pessoa está em Cristo. A pessoa é transformada pela Palavra de Deus, por isso contempla a presença de Deus em sua vida e adquire um novo olhar sobre a realidade.
Leitura Orante na Prática
O monge que criou o método sugere a ideia de uma escada que nos ajude a subir até Deus. Vamos analisar os quatro degraus que devemos subir.

1º Degrau – Leitura (Lectio): O que o texto diz?
1. Leia lentamente o texto, ao menos duas vezes.
2. Ainda não é hora de tentar tirar uma mensagem para sua vida. Apenas tente compreender o que o texto poderia significar na época em que foi escrito.
3. Tente reconstruir o texto: Quem são as pessoas que aparecem no texto e qual é a situação de cada uma? De acordo com o texto, qual é o papel de cada uma e quais seriam seus sentimentos? Aparece algum conflito no texto? Como é resolvido? Qual é o rosto de Deus no texto?

2º Degrau – Meditação (Meditatio): O que o texto me diz?
1. Destaque os versículos que foram mais fortes para você (sem tentar interpretá-los).
2. Atualize o texto comparando a situação da época com a situação atual e procure perceber o que tudo isso tem a ver com a sua/nossa vida de cristão.

3º Degrau – Oração (Oratio): O que o texto me faz dizer a Deus?
1. Tudo o que foi lido e meditado é transformado em uma conversa orante com Deus.
2. A oração é o instante no qual se é convidado a falar com Deus através do louvor, do agradecimento, do pedido, da súplica, do oferecimento, do perdão dirigido a ele: “Senhor, eu te peço… Eu te louvo e agradeço meu Deus…”. Dialogar diretamente com Deus: tenha “um trato de amizade com aquele que nos ama” (Santa Teresa). É necessário silêncio…

4º Degrau – Contemplação (Contemplatio)
Contemplar é ver a vida com os olhos da fé. É sentir, quase intuitivamente, a presença da Santíssima Trindade ao nosso lado. Esse passo está ligado ao anterior; às vezes, não percebemos quando termina um e começa o outro. Volte-se para a sua realidade (ao seu dia a dia) e veja sua vida com o olhar iluminado pelo Espírito Santo. Não se trata de pensar “o que fazer”, mas de como irá seguir Jesus a partir desse texto? É a primazia do ser sobre o fazer. Este último será o resultado de um novo ser humano: discípulo missionário de Jesus Cristo.
Atenção! Este método é fascinante, mas exigente. Não supõe saber ou ter grandes estudos, mas requer dedicação e escuta atenta à Palavra de Deus. Se alguém ler o texto bíblico sem seguir o método orante, dificilmente entenderá os quatro degraus. Há alguns que dizem que é muito difícil seguir este processo, certamente porque querem resultados imediatos e não dão tempo para escutar o Senhor. Para seguir este método, é preciso muita humildade e deixar o Senhor falar. É preciso se livrar de conceitos prontos sobre o texto lido. Evite-se, igualmente, logo tirar uma mensagem para pôr em prática. Essa aplicabilidade da Palavra depende de uma escuta mais atenta, pois nem sempre o Senhor pede que se faça algo, mas solicita uma mudança em nosso ser – a nossa conversão.
