“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 12 DE OUTUBRO DE 2026
12 de outubro de 2026Terça-feira da Semana XXVIII do Tempo Comum
Saudação
– Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
– Amém.
– A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
– Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

Oração firmadora do propósito de plenificar o viver com os tesouros brindados pela Santa Madre Igreja
Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, obrigado por mais este dia. Iluminai-me, inspirai-me, orientai-me e sustentai-me para que eu siga no caminho cristão, usufruindo da melhor forma possível os maravilhosos tesouros brindados pela Santa Madre Igreja disponibilizados neste “buffet espiritual” – em meio à realização dos deveres da vocação a que fui chamado, de meu estado de vida. Que eu possa me enriquecer espiritualmente com os estímulos à santificação do dia e da vida em que consistem as orações matinais da Liturgia das Horas (“Invitatório”, “Ofício das Leituras” e “Laudes”); a Santa Missa; as Meditações da Palavra do Senhor e o estudo do Catecismo da Igreja Católica; o néctar espiritual potencializador da prática cristã na sessão IMPULSIONAMENTO AO ESTUDO ORANTE DA LITURGIA DIÁRIA (LECTIO DIVINA) – fundamental para o sustento, remédio e fortalecimento espiritual; os EXEMPLOS DE PRÁTICA CRISTÃ (síntese das inspiradoras histórias de vida dos santos do dia) e os ESTÍMULOS À SANTIFICAÇÃO DO DIA E DA VIDA (em que também consistem as demais orações da Liturgia das Horas). Creio, Senhor, mas aumentai a minha fé! Amém!
OFÍCIO DAS LEITURAS (NA MADRUGADA)
[Fonte: <https://www.ibreviary.com/m2/breviario.php>]
PRIMEIRA LEITURA
Início da Profecia de Zacarias 1, 1–2,4
Jerusalém será reconstruída
No oitavo mês do segundo ano de Dario, a palavra do Senhor foi dirigida ao profeta Zacarias, filho de Baraquias, filho de Ido, nestes termos: «O Senhor está muito irado contra os vossos pais. Tu lhes dirás: Assim fala o Senhor do Universo: Voltai para Mim, e Eu voltarei para vós – diz o Senhor do Universo. Não sejais como os vossos pais, a quem os primeiros Profetas clamavam: ‘Assim fala o Senhor do Universo: Convertei‑vos dos vossos maus caminhos e das vossas más acções’. Eles, porém, não Me ouviram nem Me prestaram atenção, diz o Senhor. Onde estão os vossos pais? E os profetas viverão eternamente? Mas as minhas palavras e os meus preceitos, que Eu dei aos Profetas meus servos, porventura não atingiram os vossos pais? Por isso eles converteram‑se e disseram: ‘O Senhor do Universo tratou‑nos como tinha determinado proceder connosco: segundo os nossos caminhos e as nossas obras’». No dia vinte e quatro do décimo primeiro mês, o mês de Sebat, no segundo ano do reinado de Dario, a palavra do Senhor foi dirigida ao profeta Zacarias, filho de Baraquias, filho de Ido, nestes termos: «Tive uma visão de noite: vi um homem montado num cavalo vermelho, que estava entre as murtas de fundas raízes; atrás dele havia cavalos ruivos, alazões e brancos». E eu perguntei: «Quem são esses, meu Senhor?». Respondeu‑me o Anjo que falava comigo: «Vou mostrar‑te quem são». O homem que estava entre as murtas tomou a palavra e disse: «São aqueles que o Senhor enviou a percorrer a terra». Estes dirigiram‑se ao Anjo do Senhor que estava entre as murtas e disseram‑lhe: «Percorremos a terra: toda a terra está tranquila e em paz». Então o Anjo do Senhor tomou a palavra e disse: «Senhor do Universo, até quando ficareis insensível à sorte de Jerusalém e das cidades de Judá, contra as quais estais irado há setenta anos?». E o Senhor respondeu ao Anjo que falava comigo dizendo‑lhe boas palavras, palavras de consolação. Disse‑me então o Anjo que falava comigo: «Proclama o seguinte: Assim fala o Senhor do Universo: Sinto um grande amor por Jerusalém e por Sião, mas sinto grande ira contra as nações arrogantes, porque Eu estava apenas um pouco irado, mas elas excederam a medida. Por isso, assim fala o Senhor: De novo Me voltarei para Jerusalém, cheio de misericórdia. Nela será reconstruído o meu templo, diz o Senhor do Universo, e a corda de medir será estendida em Jerusalém. Proclama também o seguinte: Assim fala o Senhor do Universo: As minhas cidades terão outra vez abundantes riquezas. O Senhor consolará de novo Sião e escolherá de novo Jerusalém». Levantei os olhos, pus‑me a olhar e vi quatro chifres. Perguntei ao Anjo que falava comigo: «Que é isto?». Respondeu‑me: «São os chifres que dispersaram Judá, Israel e Jerusalém». Depois o Senhor mostrou‑me quatro ferreiros, e eu perguntei: «Que vêm eles fazer?». Respondeu‑me: «Aqueles eram os chifres que dispersaram Judá, de tal modo que ninguém podia levantar a cabeça. Estes vieram para os abater, para destruir os chifres que os gentios levantavam contra a terra de Judá, a fim de dispersar os seus habitantes».
RESPONSÓRIO Zac, 1, 16a; Ap 21, 23
R. De novo Me voltarei para Jerusalém cheio de misericórdia: * Nela será reconstruído o meu templo.
V. A cidade não precisa da luz do sol nem da lua, porque a sua lâmpada é o Cordeiro. * Nela será reconstruído o meu templo.
SEGUNDA LEITURA
Das Instruções de São Columbano, abade
(Instr. De Compunctione, 12, 2-3: Opera, Dublin 1957, pp. 112-114) (Sec. VII)
Luz perene no templo do pontífice eterno
Como são ditosos, como são felizes aqueles servos que o Senhor, quando voltar, encontrar vigilantes! Ditosa vigília em que se espera o próprio Deus, criador do universo, que tudo abrange e tudo transcende! Quem dera que também a mim, seu servo, embora tão indigno, Se dignasse despertar‑me do sono da inércia e inflamar‑me no fogo do amor divino, de modo que a chama da sua caridade me iluminasse com o seu esplendor muito mais refulgente que as estrelas, acendesse em mim o desejo ardente de O amar cada vez mais e melhor, e nunca mais se extinguisse na minha alma este fogo do amor divino! Quem dera que os meus méritos me tornassem digno de que a minha lâmpada ardesse sempre, durante a noite, no templo do meu Senhor, para iluminar a todos os que entram na casa do meu Deus! Dai‑me, Senhor, eu vo‑l’O peço, em nome de Jesus Cristo vosso Filho e meu Deus, a caridade inextinguível, a fim de que a minha lâmpada esteja sempre acesa e nunca se apague; arda para mim e brilhe para os outros. Senhor Jesus Cristo, nosso dulcíssimo Salvador, dignai‑Vos acender as nossas lâmpadas, a fim de que resplandeçam continuamente no vosso templo e recebam de Vós, que sois a Luz eterna, uma luz permanente que dissipe as nossas trevas e afaste para longe de nós as trevas do mundo. Peço‑vos, ó meu Jesus, que acendais a minha lâmpada com o vosso esplendor, de modo que à sua luz possa contemplar o Santo dos Santos que está no interior daquele grande templo, onde entrastes como Pontífice dos bens eternos, e aí Vos contemple e Vos deseje ardentemente; aí Vos ame só a Vós e para sempre, aí resplandeça e arda a minha lâmpada para sempre na vossa presença. Dignai‑Vos, amantíssimo Salvador, mostrar‑Vos a nós que batemos à vossa porta, a fim de que, reconhecendo‑Vos, Vos amemos somente a Vós, só a Vós desejemos, só em Vós pensemos continuamente e meditemos dia e noite na vossa palavra. Dignai‑Vos inspirar‑nos um amor digno de Vós, que sois Deus e digno de ser amado sobre todas as coisas, a fim de que o vosso amor domine todo o nosso coração, todo o nosso ser e todos os nossos sentidos; assim, nada mais poderemos amar senão a Vós, que sois eterno, e por muitas que sejam as águas do céu, da terra e do mar, nunca poderão extinguir em nós a caridade, segundo as palavras da Escritura: As muitas águas não podem apagar o amor. Possa isto realizar‑se em nós, ao menos em parte, por vossa graça, Senhor Jesus Cristo, a quem pertence a glória pelos séculos dos séculos. Amen.
RESPONSÓRIO Is 60, 19-20a
R. O sol não será mais a tua luz do dia, e não mais a claridade da lua te iluminará de noite. * O Senhor será para ti uma luz eterna, o teu Deus será o teu esplendor.
V. O teu sol não voltará a pôr-se e a tua lua nunca mais se esconderá. * O Senhor será para ti uma luz eterna, o teu Deus será o teu esplendor.
Oração
Nós Vos pedimos, Senhor, que a vossa graça preceda e acompanhe sempre as nossas acções e nos torne cada vez mais atentos à prática das boas obras. Por Nosso Senhor.
V. Bendigamos o Senhor.
R. Graças a Deus.
LAUDES (INÍCIO DA MANHÃ)
[Fonte: <https://www.ibreviary.com/m2/breviario.php>]
LEITURA BREVE
Is 55, 1
Todos vós que tendes sede, vinde à nascente das águas. Vós que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei. Vinde e comprai, sem dinheiro e sem despesa, vinho e leite.
RESPONSÓRIO BREVE
V. Escutai, Senhor, a minha voz: Eu espero na vossa palavra.
R. Escutai, Senhor, a minha voz: Eu espero na vossa palavra.
V. Desde a aurora, imploro o vosso auxílio
R. Eu espero na vossa palavra.
V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R. Escutai, Senhor, a minha voz: Eu espero na vossa palavra.
SANTA MISSA
MEDITAÇÃO DA PALAVRA DO SENHOR – EVANGELHO DO DIA MEDITADO PELO PADRE JOÃO CARLOS
MEDITAÇÃO DA PALAVRA DO SENHOR – REFLEXÃO POTENCIALIZADORA DA TÊMPERA CATÓLICA NA ORAÇÃO DA MANHÃ DE DOM ADAIR JOSÉ GUIMARÃES
MEDITAÇÃO DA PALAVRA DO SENHOR – LEITURA COMENTADA DE UM CAPÍTULO DAS SAGRADAS ESCRITURAS COM O PADRE ADRIANO ZANDONÁ
CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA – OUÇA TODOS OS DIAS E TERMINE EM UM ANO
IMPULSIONAMENTO AO ESTUDO ORANTE DA LITURGIA DIÁRIA (LECTIO DIVINA)
Liturgia diária

Invocação de busca do reto entendimento
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor! Enviai o vosso Espírito e tudo será criado, e renovareis a face da terra! Oremos: ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação! Por Cristo, Senhor nosso! Amém!

1o degrau da lectio divina: leitura (lectio) para compreensão do que o texto diz; 2o degrau da lectio divina: meditação (meditatio) a respeito do que o texto orienta a fazer; 3o degrau da lectio divina: oração (oratio) de compromisso com que o texto faz dizer a Deus.



[Fonte: <https://aliturgia.com/terca-feira-da-semana-xxviii-do-tempo-comum-12/>]
Terça-feira da Semana XXVIII do Tempo Comum
Leitura I Gl 5, 1-6
Irmãos:
Foi para a verdadeira liberdade que Cristo nos libertou.
Portanto, permanecei firmes
e não torneis a sujeitar-vos ao jugo da escravidão.
Sou eu, Paulo, que vos digo:
Se vos fizerdes circuncidar, Cristo de nada vos servirá.
De novo asseguro a todo o homem que se faz circuncidar:
fica obrigado a cumprir toda a Lei de Moisés.
Vós os que procurais a justificação por essa Lei,
separastes-vos de Cristo e perdestes a graça de Deus.
Nós, porém, é pelo Espírito Santo, em virtude da fé,
que esperamos alcançar a justificação.
Porque em Jesus Cristo,
nem a circuncisão nem a incircuncisão tem qualquer valor,
mas só a fé, que atua pela caridade.
compreender a palavra
Para o cristão o caminho da salvação e o sentido de pertença a um povo não passa pelos sinais do antigo Israel, como era a circuncisão. A lei de Moisés perdeu sentido com a chegada de Cristo. O cristão tem a fé e a caridade que brotam da palavra e dos sacramentos. Este é o caminho novo para seguir a Cristo e fazer a experiência de pertença a um povo livre.
meditar a palavra
A procura de exigências que nada têm a ver com a liberdade trazida por Cristo à nossa vida é uma perda de tempo a que alguns gostam de se dedicar. A liberdade que encontramos em Cristo não está prisioneira de quaisquer obrigações para além da fé e da caridade. Tudo o que seja norma exterior, que não brote do coração, é mero exibicionismo que não conduz à salvação nem nos torna mais justos que os outros. A fé é a norma para todo o discípulo de Cristo e a caridade o sinal dessa fé nascida no batismo.
rezar a palavra
Dá-me, Senhor, a fé simples e autêntica, livre de artificialismos e superficialidades. Ensina-me a fé que se move pelos caminhos do amor e da cruz, que em cada dia se manifesta numa confiança resistente à tentação do desânimo.
compromisso
Viver as realidades do dia a dia com amor é viver a fé que celebramos ao domingo.
Evangelho Lc 11, 37-41
Naquele tempo,
depois de Jesus ter falado,
um fariseu convidou-O para comer em sua casa.
Jesus entrou e tomou lugar à mesa.
O fariseu admirou-se,
ao ver que Ele não tinha feito as abluções antes de comer.
Disse-lhe o Senhor:
«Vós, os fariseus, limpais o exterior do copo e do prato,
mas o vosso interior está cheio de rapina e perversidade.
Insensatos! Quem fez o interior não fez também o exterior?
Dai antes de esmola o que está dentro
e tudo para vós ficará limpo».
compreender a palavra
Terminou uma secção do evangelho de Lucas e começamos uma outra com um convite para comer em casa de um fariseu. Esta introdução vai dar origem a diversas advertências de Jesus aos fariseus. A atitude de Jesus que se senta à mesa sem realizar os ritos de purificação das mãos usados pelos fariseus, coloca-o numa situação semelhante à das pessoas simples que desconheciam a lei e não realizavam estas práticas. Os fariseus escandalizavam-se com estas atitudes dos homens simples do povo e Jesus é agora visto também com escândalo. Perante esta situação Jesus, a quem Lucas chama de “Senhor”, para dizer que ele tem autoridade, toma a palavra e fala-lhes das suas atitudes insensatas e hipócritas. Jesus esclarece que não são estas práticas exteriores que estabelecem a comunhão com Deus, mas as atitudes interiores que levam à compaixão para com os pobres. Só a atitude interior dá sentido às práticas exteriores.
meditar a palavra
As advertências de Jesus aos fariseus são uma oportunidade para analisar a minha vida. De facto, sem querer, mas pela rotina com que procuro cumprir as minhas obrigações, caio muitas vezes no erro de ficar no legalismo dos gestos exteriores e esqueço as pessoas que são mais importantes do que a lei. Jesus pede um olhar novo para com os outros em especial para com os pobres. Serei eu capaz de renovar o meu olhar a partir de dentro, do coração?
rezar a palavra
Senhor, perante as atitudes dos outros, vejo-me muitas vezes incomodado, escandalizado ou porque não entendo ou porque me parece que deviam agir de outra maneira. Nem sempre tenho a capacidade de escutar o que acontece no coração daqueles que julgo e avalio segundo os meus critérios. Ensina-me a limpar o interior, o coração, para não cair no legalismo que mata o amor e tira a espontaneidade da vida.
compromisso
Preciso vencer as minhas rotinas para estar com os outros.
[Referência: LEITURA ORANTE DA PALAVRA – LECTIO DIVINA FERIAL: <Leitura Orante da Palavra – Lectio Divina Ferial (liturgia.pt)>]

4o degrau da lectio divina: contemplação (contemplatio) – firme propósito de ver a vida com os olhos da fé, com o olhar iluminado pelo Espírito Santo; de tornar-se um novo ser humano: discípulo missionário de Jesus Cristo.
Oração firmadora do propósito de dedicar-se ao discipulado missionário de Jesus Cristo
Clamo-vos, ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, e rogo a intercessão da Virgem Maria e de todos os santos e anjos de Deus, para que me ilumineis, inspireis, orienteis e sustenteis de modo que eu veja a vida com os olhos da fé, com o olhar iluminado pelo Espírito Santo, tornando-me passo a passo, dia-a-dia, de acordo com a vossa santa vontade, um discípulo missionário de Jesus Cristo, ciente de que a Leitura Orante da Palavra de Deus se constitui base, estímulo e impulso para fazê-lo da melhor forma possível.
Que eu me empenhe para participar diariamente da Santa Missa (ou, caso não for possível, alternativamente, a assista por meio eletrônico), aproveitando para, antes ou depois depois da Santa Missa, devotar uma hora de adoração ao Santíssimo Sacramento (ou o tempo que for possível). Que eu recite o Santo Rosário e outras orações e devoções pelas quais me sinto particularmente tocado, em especial invocando a iluminação do Espírito Santo, bem como a proteção e orientação dos anjos.
Que eu leia ao menos as sínteses das vidas dos santos de cada dia, ricas em exemplos de prática cristã. Que eu me debruce sobre as leituras escolhidas pela Santa Madre Igreja para serem meditadas nos diversos momentos orantes que compõem a Liturgia das Horas, que consistem em preciosos estímulos para a santificação do dia – e da vida. Que na medida do possível eu recite as orações da Liturgia das Horas em seus respectivos horários e me coloque em silêncio por alguns momentos após elas, em atitude de adoração e profunda intimidade com o Senhor- ou pelo menos as ouça ao longo do dia.
Que eu me impregne profundamente da consciência do magnífico valor dos tesouros disponíveis no caminho cristão, tão rico em alimento espiritual, que podem – e devem – ser desbravados e conquistados pela alma que tem sede de Deus (Sl 41). Que eu passe a usufruí-los, gradual e progressivamente, de acordo com a realidade e as possibilidades, avançando na prática de orações mentais, meditando leituras recomendadas para tal. E que eu me dedique a ampliar o conhecimento da fé , bem como da doutrina cristã autêntica expressa nos documentos da Igreja e na grande diversidade de obras escritas pelos santos e pelos que se empenharam sinceramente para bem servir a Santa Madre Igreja.
Que eu siga o exemplo de profunda caridade de Jesus, de dar a vida pelos irmãos, fazendo do viver uma oblação, um doar-se pelo Reino: na convivência diária no âmbito da família e do trabalho; na vida comunitária – com especial zelo no seguimento das orientações da Santa Madre Igreja quanto a vida sacramental (Batismo, Confirmação, Penitência, Eucaristia, Ordem, Matrimônio e Unção dos Enfermos), de acordo com meu estado de vida e as circunstâncias específicas do viver, buscando também contribuir da melhor forma possível para que muitos usufruam das graças sacramentais. E que eu me engaje frutuosamente em ações concretas para a promoção da vida plena e abundante que Jesus veio trazer a todos, praticando da forma mais elevada possível as virtudes teologais da fé, esperança e caridade, bem como as virtudes cardeais da prudência, justiça, fortaleza e temperança. Amém!
SANTOS DO DIA – EXEMPLOS DE PRÁTICA CRISTÃ
[Fonte: <https://franciscanos.org.br/vidacrista/santo-do-dia/#gsc.tab=0>]
Santo EduardoO “bom rei Eduardo”, como o chamavam seus súditos, deixou uma bela recordação de si, tanto por haver abolido algumas leis injustas, quanto por seu temperamento suave e generoso. Instaurou um período de paz e prosperidade na Inglaterra, depois de longas contendas entre o partido normando e o anglo-saxão.Por amor à paz, desposou a culta Edite Golwin, filha de seu mais irredutível adversário, o astuto barão Golwin. Este ficou convencido de haver realizado seu sonho de governar o país: receberia carta branca do piedoso monarca, que deixaria em suas mãos a administração de todo o Estado, a fim de cultivar sem preocupação seu hobby, a caça, e dedicar-se à oração e à ascese cristã.O jovem rei desfrutava a fama de santidade e era já chamado de “confessor” — talvez para distingui-lo do avô, ‘Eduardo, o mártir’, assassinado por ordem de sua madrasta.Mas o barão havia feito um cálculo errado, pois o jovem rei Eduardo, ao perceber as intenções do sogro, exilou-o do reino e encerrou Edite em um convento. Mas por pouco tempo: apaixonado pela mulher, chamou-a para junto de si. Segundo os biógrafos do santo, ambos fizeram voto de virgindade de comum acordo. Não faltavam ilustres exemplos também na história das casas reinantes da Europa.Filho do rei Etelredo II, o Irresoluto, Eduardo tinha vivido no exílio junto com os parentes maternos, de 1014 a 1041, na Normandia. Então fez voto de realizar uma peregrinação a Roma se obtivesse a graça de poder voltar à pátria. Quando, por fim, pôs os pés na Inglaterra e tomou posse do trono, quis cumprir seu voto, mas foi dispensado pelo papa.Em troca, depois de haver socorrido os mais pobres do reino com o dinheiro da viagem, restaurou a abadia de Westminster, na qual foi depois sepultado.Morreu em 5 de janeiro, e seu corpo, encontrado ainda intacto depois de 50 anos, foi trasladado solenemente para a igreja abacial em 13 de outubro de 1162, ano seguinte ao de sua canonização.Retirado do livro ‘Os Santos e os Beatos da Igreja do Ocidente e do Oriente’, Paulinas Editora.


ESTÍMULOS À SANTIFICAÇÃO DO DIA – E DA VIDA
LEITURAS DAS ORAÇÕES DA LITURGIA DAS HORAS DE 13 DE OUTUBRO DE 2026
[Fonte: <https://www.ibreviary.com/m2/breviario.php>]
ORAÇÃO DA HORA TERÇA (NOVE HORAS)
LEITURA BREVE
1 Jo 3, 17-18
Se alguém possui bens deste mundo e, ao ver seu irmão passar necessidade, lhe fecha o coração, como pode estar nele o amor de Deus? Meus filhos, não amemos com palavras nem com a língua, mas com obras e em verdade.
V. Ditoso o homem que se compadece e empresta:
R. O justo deixará memória eterna.
Oração
Deus eterno e omnipotente, que à hora de Tércia enviastes o vosso Espírito sobre os Apóstolos, derramai também sobre nós o mesmo Espírito de caridade, para que dêmos aos homens o testemunho fiel do vosso amor. Por Nosso Senhor.
ORAÇÃO DA HORA SEXTA (DOZE HORAS)
LEITURA BREVE
Deut 30, 11.14
A lei que hoje te imponho não está acima das tuas forças nem fora do teu alcance. Está perto de ti, está na tua boca e no teu coração, para que a possas cumprir.
V. A vossa palavra, Senhor, é farol para os meus passos
R. E luz para os meus caminhos.
Oração
Senhor, que revelastes ao apóstolo São Pedro o desejo de salvar todos os povos, fazei que as nossas acções sejam agradáveis a vossos olhos e se integrem no vosso plano de amor e salvação. Por Nosso Senhor.
ORAÇÃO DA HORA NONA (QUINZE HORAS)
LEITURA BREVE
Is 55, 10-11
Não roubes o pobre, porque é pobre; nem oprimas o infeliz às portas da cidade. Porque o Senhor advogará a sua causa e tirará a vida aos opressores.
V. O Senhor envia à terra a sua palavra,
R. Corre veloz a sua mensagem.
Oração
A chuva e a neve que descem do céu não voltam para lá sem terem regado a terra, sem a haverem fecundado e feito produzir, para que dê a semente ao semeador e o pão para comer. Assim a palavra que sai da minha boca não volta sem ter produzido o seu efeito, sem ter cumprido a minha vontade, sem ter realizado a sua missão.
V. Bendigamos o Senhor.
R. Graças a Deus.
ORAÇÃO DE VÉSPERAS (FINAL DA TARDE)
LEITURA BREVE
Col 3, 16
Habite em vós com abundância a palavra de Cristo, para vos instruirdes e aconselhardes uns aos outros com toda a sabedoria; e, com salmos, hinos e cânticos inspirados, cantai de todo o coração a Deus a vossa gratidão.
RESPONSÓRIO BREVE
V. Dar-me-eis, Senhor, a alegria plena em vossa presença.
R. Dar-me-eis, Senhor, a alegria plena em vossa presença.
V. Delícias eternas à vossa direita.
R. Dar-me-eis, Senhor, a alegria plena em vossa presença.
V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R. Dar-me-eis, Senhor, a alegria plena em vossa presença.
ORAÇÃO DE COMPLETAS (ANTES DE DORMIR)
LEITURA BREVE
1 Pedro 5, 8-9a
Sede sóbrios e estai vigilantes: o vosso inimigo, o demónio, anda à vossa volta, como leão que ruge, procurando a quem devorar. Resisti-lhe firmes na fé.
RESPONSÓRIO BREVE
V. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
V. Senhor, Deus fiel, meu Salvador.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
confraria@catolicospraticantes.com.br
catolicospraticantes.com.br
Importante:
* A Liturgia Diária, a porção da Palavra de Deus escolhida para cada dia, consiste em refeição espiritual de escol brindada pela Santa Madre Igreja, preparatória para o alimento divino, a Sagrada Eucaristia. Auguramos que esse estudo orante possa contribuir para potencializar o sustento e o remédio que essas santas palavras são destinadas a proporcionar e que com cada vez maior assiduidade mais irmãos na fé priorizem sorver diariamente as delícias inefáveis da Santa Palavra e da Sagrada Eucaristia. Sugerimos, caso não for possível por alguma razão desfrutar a missa presencialmente, que se o faça ao menos virtualmente, pela televisão ou internet. Também recomendamos escrever na área de busca de sites veiculadores de vídeos na internet as palavras “Homilia diária” e aproveitar os momentos livres do pensamento (inclusive no decorrer da realização de atividades manuais que não requerem intensa concentração – como lavar louça, por exemplo) para ouvir as reflexões de clérigos qualificados para nos ajudar a compreender com cada vez mais profundidade os desígnios divinos. O católico que participar de todas as Missas diárias ou estudar a Liturgia Diária pelo período de três anos, terá estudado toda a Bíblia (exceto partes de algumas passagens que são apresentadas de forma sintetizada, das quais são suprimidos versículos considerados de importância secundária). Essa breve exegese da Liturgia Diária é recomendada para quem busca conhecer com profundidade a Palavra de Deus, para dela se tornar íntimo e colocá-la em prática.
** A Liturgia das Horas é composta por sete momentos orantes rezados pelo fiel ao longo do dia. O primeiro, na madrugada, se chama Ofício das Leituras, composto pela recitação de vários salmos; a primeira leitura (extraída da Bíblia); a segunda leitura (extraída da Sagrada Doutrina) e algumas orações próprias. O segundo, Laudes, se reza no início da manhã, incluindo a recitação de salmos; orações; leitura bíblica breve e inclui também preces. Os momentos orantes do “miolo do dia” (das 09 às 15 horas) chamados “da hora média”, são propostos para serem realizados com brevidade em três etapas: Hora Terça, em torno das 09:00 horas; Hora Sexta, em torno das 12:00 horas; e Hora Nona, em torno das 15:00. São compostos pela recitação de salmos; orações e uma leitura bíblica breve. O sexto momento orante se dá antes do pôr do sol, sendo denominado de Vésperas e inclui também algumas preces, além dos salmos, orações e leitura bíblica breve. O sétimo momento orante denomina-se Completas, sendo realizado antes de dormir, incluindo o exame de consciência, uma breve recitação dos salmos, leitura bíblica breve e orações próprias, sendo bastante conciso. Tais momentos orantes são destinados especialmente à santificação do dia. A Liturgia das Horas serve também como ponto de interseção entre todos os católicos, sendo prescrita em especial para ser recitada por todos os componentes do clero, religiosos, religiosas, diáconos… constituindo-se fundamental para a unidade da fé, prevenindo a queda em heresias (a “escolha” de partes das escrituras e da doutrina e o rechaço de outras). Recomendamos vivamente que todos quantos puderem se dediquem a essa maravilhosa prática e reputamos como mínimo necessário a meditação da segunda leitura do Ofício das Leituras (aqui trazida como leitura complementar, extraída do o site <http://www.ibreviary.com/>), com o que nos tornamos agraciados com os preciosíssimos tesouros da Sagrada Doutrina brindados pelos que cultivaram a fé desde o início da Igreja. Podemos acessar a Liturgia das Horas através de livro próprio, também chamado de Breviário, ou por meio de aplicativos ou sites na internet. O fiel pode ainda digitar na área de busca o nome do momento orante que deseja acompanhar e terá à disposição essa oração com os salmos cantados. Disponibilizamos diariamente nesse estudo orante da Palavra de Deus os textos das leituras de todos os momentos orantes da Liturgia Diária, reputando-os como estímulos para a santificação do dia.
*** Por que ler a vida do Santo do dia?
Você sabe porque é muito importante conhecer e meditar no exemplo de vida do Santo do dia?
É fácil perceber que os homens se influenciam mutuamente no relacionamento social. A criança imita os pais, os gestos de dois amigos tendem a se assemelhar, pois a imitação é conatural aos homens desde a infância, distinguindo-os como a criatura mais imitativa de todas.
Esse mimetismo inato vincado em nossa humanidade se verifica também no âmbito sobrenatural. Conforme frisou Bento XVI, “os Santos constituem o comentário mais importante ao Evangelho, uma atualização sua na vida cotidiana e, por conseguinte, representam para nós um verdadeiro caminho de acesso a Jesus”.(1) Podemos, sem dúvida, considerá-los como imagem de Deus transposta para o dia a dia.
O conceito de imitação de Cristo – diretamente ou através do Santo do Dia – está presente nos Livros Sagrados, sobretudo nas cartas de São Paulo, como a destinada aos filipenses: “Sede meus imitadores, irmãos, e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós” (3, 17).
São Francisco de Assis estava bem cônscio de seu papel simbólico quando dizia: “Devo ser modelo e exemplo para todos os frades”. (2)
Para o homem contemporâneo essas analogias entre Cristo e os Santos poderiam parecer despropositadas ou mesmo maldosamente tachadas de “culto à personalidade”.
Por isso, é fundamental ler a história do Santo do Dia para que conhecendo o exemplo deles e admirando-os, aprendamos como adequar nossas vidas à santidade que Deus quer de nós.
**** Leitura Orante da Palavra (Lectio divina)
Fonte: <https://www.ivcpoa.com.br/leitura-orante-da-palavra>
a) Como surgiu?
No século XII, o monge Guigo II estava trabalhando no mosteiro com uma escada na mão. Enquanto isso, pedia a Deus que lhe sugerisse um instrumento que o ajudasse a subir até ele. Sobre isso, ele escreveu: “Ocupado em um trabalho manual, comecei a pensar na atividade espiritual do ser humano e se apresentaram improvisadamente à minha reflexão quatro degraus espirituais, ou seja: 1) a leitura; 2) a meditação; 3) a oração; e 4) a contemplação”. Esta é a escada que se eleva da terra ao céu. Alguns chamam esse método de rezar de Lectio divina, isto é, leitura divina.
b) Os passos da Leitura Orante: 1) leitura; 2) meditação; 3) oração; e 4) contemplação.
1) Leitura: no primeiro momento, procure acolher a Bíblia não como um livro qualquer, mas como um tesouro que é a Palavra que Deus quer nos falar. Esforce-se para captar o sentido do texto do modo mais pleno possível. Para isso, podem ajudar algumas perguntas: • Quem? O que diz e o que faz cada personagem? • Onde? Como se situa este texto na Bíblia e em que contexto? • Que relação tem com outros textos? • Em síntese, o que diz o texto?
2) Meditação: A meditação vai responder à pergunta: “O que é que Deus, através deste texto, tem a nos dizer hoje?”. É muito importante perceber o que o texto diz para mim, não somente para os outros. Algumas vezes, as pessoas procuram no texto bíblico lições para ensinar aos outros. Aqui é diferente: o texto fala diretamente com o leitor, seja pessoalmente, seja comunitariamente. Entra-se em diálogo, facilitado por algumas perguntas, como: O que há de semelhante e de diferente entre a situação do texto e a nossa de hoje? O que a mensagem deste texto diz para a nossa situação? Que mudanças de comportamento nos sugere? Pode-se perceber o quanto as ideias de Deus são diferentes das nossas e a necessidade de deixar que a Palavra de Deus transforme as nossas convicções. Muitas vezes, é preciso mudar de mentalidade para aderir à vontade de Deus.
3) Oração: É o momento de expressar o que o texto nos faz dizer a Deus. A oração é a nossa resposta à Palavra de Deus lida e meditada. A oração provocada pela meditação inicia-se com uma atitude de admiração, silêncio e adoração ao Senhor. A oração suscitada pela meditação também pode ser recitação de preces e salmos. Dependendo do que se ouviu da parte de Deus, a resposta pode ser de louvor ou de ação de graças, de súplica ou de perdão. É importante que essa oração espontânea não seja só individual, mas tenha sua expressão comunitária em forma de partilha.
4) Contemplação: enxergar, saborear, agir. A contemplação ajuda a enxergar o mundo de maneira nova. Tira o véu e ajuda a descobrir o projeto de Deus na história que hoje vivemos. Leva-nos a perceber Cristo como centro de tudo. Pela Leitura Orante, vamos crescendo na compreensão do sentido e da força da Palavra de Deus, vamos sendo transformados e nos tornando capazes de transformar a realidade. Contemplar supõe viver de modo diferente. O centro da pessoa está em Cristo. A pessoa é transformada pela Palavra de Deus, por isso contempla a presença de Deus em sua vida e adquire um novo olhar sobre a realidade.
Leitura Orante na Prática
O monge que criou o método sugere a ideia de uma escada que nos ajude a subir até Deus. Vamos analisar os quatro degraus que devemos subir.

1º Degrau – Leitura (Lectio): O que o texto diz?
1. Leia lentamente o texto, ao menos duas vezes.
2. Ainda não é hora de tentar tirar uma mensagem para sua vida. Apenas tente compreender o que o texto poderia significar na época em que foi escrito.
3. Tente reconstruir o texto: Quem são as pessoas que aparecem no texto e qual é a situação de cada uma? De acordo com o texto, qual é o papel de cada uma e quais seriam seus sentimentos? Aparece algum conflito no texto? Como é resolvido? Qual é o rosto de Deus no texto?

2º Degrau – Meditação (Meditatio): O que o texto me diz?
1. Destaque os versículos que foram mais fortes para você (sem tentar interpretá-los).
2. Atualize o texto comparando a situação da época com a situação atual e procure perceber o que tudo isso tem a ver com a sua/nossa vida de cristão.

3º Degrau – Oração (Oratio): O que o texto me faz dizer a Deus?
1. Tudo o que foi lido e meditado é transformado em uma conversa orante com Deus.
2. A oração é o instante no qual se é convidado a falar com Deus através do louvor, do agradecimento, do pedido, da súplica, do oferecimento, do perdão dirigido a ele: “Senhor, eu te peço… Eu te louvo e agradeço meu Deus…”. Dialogar diretamente com Deus: tenha “um trato de amizade com aquele que nos ama” (Santa Teresa). É necessário silêncio…

4º Degrau – Contemplação (Contemplatio)
Contemplar é ver a vida com os olhos da fé. É sentir, quase intuitivamente, a presença da Santíssima Trindade ao nosso lado. Esse passo está ligado ao anterior; às vezes, não percebemos quando termina um e começa o outro. Volte-se para a sua realidade (ao seu dia a dia) e veja sua vida com o olhar iluminado pelo Espírito Santo. Não se trata de pensar “o que fazer”, mas de como irá seguir Jesus a partir desse texto? É a primazia do ser sobre o fazer. Este último será o resultado de um novo ser humano: discípulo missionário de Jesus Cristo.
Atenção! Este método é fascinante, mas exigente. Não supõe saber ou ter grandes estudos, mas requer dedicação e escuta atenta à Palavra de Deus. Se alguém ler o texto bíblico sem seguir o método orante, dificilmente entenderá os quatro degraus. Há alguns que dizem que é muito difícil seguir este processo, certamente porque querem resultados imediatos e não dão tempo para escutar o Senhor. Para seguir este método, é preciso muita humildade e deixar o Senhor falar. É preciso se livrar de conceitos prontos sobre o texto lido. Evite-se, igualmente, logo tirar uma mensagem para pôr em prática. Essa aplicabilidade da Palavra depende de uma escuta mais atenta, pois nem sempre o Senhor pede que se faça algo, mas solicita uma mudança em nosso ser – a nossa conversão.
