LITURGIA DE 11 DE OUTUBRO DE 2023 – QUARTA FEIRA – XXVII SEMANA DO TEMPO COMUM
11 de outubro de 2023LITURGIA DE 13 DE OUTUBRO DE 2023 – SEXTA FEIRA DA XXVII SEMANA COMUM
12 de outubro de 2023Néctar espiritual potencializador da prática cristã extraído do estudo da Liturgia Diária de 12/10/2023
Tais santas palavras e ensinamentos concitam em especial a assumir o compromisso – e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Ester 5,1b-2; 7,2b-3), de, cientes de que cumpre-nos buscar na Palavra de Deus a melhor inspiração possível para aprimorar nosso modo de agir, buscando elevá-lo gradual e progressivamente para que se torne cada vez mais acorde com os desígnios divinos, nos empenharmos para nos revestirmos com os nossos melhores trajes para nos apresentarmos a cada dia ao Senhor da forma mais formosa possível , cientes de que o mais desejável para ele é o traje da caridade, do coração contrito e sinceramente desejoso de amá-lo sobre todas as coisas e ao próximo como a nós próprios. […] As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 44) concitam-nos a elevar a Jesus Cristo Rei do Universo, o nosso canto! Que nossas línguas digam e nossas mãos escrevam as mais belas homenagens para vós! Vós que expandistes a graça através dos vossos lábios, vós que fostes o instrumento pelo qual o Pai celestial nos cumulou de bênçãos eternas, expandi a graça em nossos lábios para que também nós sejamos cumulados com tais bênçãos eternas e possamos transmiti-las a muitos; cingi-nos com vossa espada e vosso esplendor, erguei-nos vitoriosos em defesa da verdade e da justiça; que possamos ser instrumentos de escol a vosso serviço; que vossas mãos nos sustentem para realizar feitos gloriosos; que possamos contribuir da forma mais elevada possível para submeter os povos, de modo que os vossos inimigos percam o ânimo e vosso trono de equidade se estenda por toda a terra! […] Regozijamo-nos por nos admitirdes como servos do vosso trono eterno, regido com o cetro real da equidade. Firmes no vosso seguimento, somos ungidos com um óleo de alegria, sendo nossas vestes perfumadas deliciosamente e no palácio de nossos corações sintonizados ao vosso nos deleitamos com tudo o que há de mais agradável e elevado. Ó Rei dos reis, somo-vos imensamente gratos por tudo isso, porém vos louvamos especialmente pela dádiva mais elevada: dar-nos como mãe aquela que é digna de que filhas de reis lhe formem cortejo; aquela que se posta à vossa direita, a que é ornada, mais do que de ouro de Ofir, com as mais sublimes virtudes! É aquela que disse: “Faça-se em mim segundo a tua palavra”, sua beleza interior ímpar, sua disponibilidade a servi-lo com todas as forças o encantou e assim atraiu sobre si as vossas graças inefáveis. Não por acaso é homenageada com incontáveis títulos honoríficos e desde gente humilde até os próceres do povo lhe imploram o favor da intercessão junto ao Rei do universo. Sua beleza e formosura sem par supera a da filha de qualquer rei, ainda que ostente vestes bordadas de ouro e roupagens multicores. És levada entre alegrias e júbilos em procissões que convidam os que nelas se integram a marchar em direção ao vosso amado filho. Ao longo dos séculos estabelecestes príncipes sobre toda a terra e do mesmo modo assim será por toda a eternidade; vosso nome será celebrado através das gerações e os povos vos louvarão eternamente! As santas palavras da 2ª Leitura confirmam-nos, pela revelação de São João em seus escritos (Ap 12,1.5.13a.15-16a) e concitam-nos a reverenciar aquela que lhe apareceu como um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas. Ela deu à luz um Filho, um menino, aquele que deve reger todas as nações pagãs com cetro de ferro. Mas seu Filho foi arrebatado para junto de Deus e do seu trono. O Dragão, vendo que fora precipitado na terra, perseguiu a Mulher que dera à luz o Menino. A Serpente vomitou contra a Mulher um rio de água, para fazê-la submergir. A terra, porém, acudiu à Mulher. O Santo Evangelho (Jo 2,1-11) compele-nos a acorrer àquela que se compadece de nós em nossas dificuldades, como fez com os noivos em cujas núpcias faltou vinho. Por sua intercessão, Jesus realizou o seu primeiro milagre, o da transformação da água em vinho. Intercedei por nós, ó Santa Mãe de Deus, para que Jesus transforme tudo o que é insosso e insípido em nossas vidas em vinho de escol, para louvarmos e glorificarmos o Senhor, dando testemunho de modo que todos nele creiam, como os apóstolos diante da manifestação da sua glória naquele episódio protagonizado por Maria Santíssima, a mãe piedosa que tudo observa e cuida, levando a Jesus o que percebe ser necessário corrigir em nossas vidas, para que ele, com seu poder e misericórdia, nos acuda.
Antífona da entrada
– Com grande alegria rejubilo-me no Senhor, e minha alma exultará no meu Deus, pois me revestiu de justiça e salvação, como a noiva ornada de suas jóias. (Is 61,10)
Saudação
– Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
– Amém.
– A graça e a paz de Deus, nosso Pai, e de Jesus Cristo, nosso Senhor, estejam convosco.
– Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
Oração do dia
– Ó Deus, todo-poderoso, ao rendermos culto à Imaculada Conceição de Maria, Mãe de Deus e Senhora nossa, concedei que o povo brasileiro, fiel à sua vocação e vivendo na paz e na justiça, possa chegar um dia à pátria definitiva. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
1ª Leitura: Ester 5,1b-2; 7,2b-3
Salmo Responsorial: Sl 44
– Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto: que o Rei se encante com vossa beleza!
2ª Leitura: Ap 12,1.5.13a.15-16a
Aclamação ao santo Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia.
– Disse a mãe de Jesus aos serventes: fazei tudo o que ele disser! (Jo 2,5).
Aleluia, aleluia, aleluia.
Evangelho de Jesus Cristo, segundo João: Jo 2,1-11
– O Senhor esteja convosco.
– Ele está no meio de nós.
– Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo † segundo João.
– Glória a vós, Senhor!
Busca do reto entendimento – invocação do Espírito Santo
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor! Enviai o vosso Espírito e tudo será criado, e renovareis a face da terra! Oremos: ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação! Por Cristo, Senhor nosso! Amém!
Ensinamento
As santas palavras da 1ª Leitura nos ensinam pelo profeta (Ester 5,1b-2; 7,2b-3): Ester se revestiu de seus trajes reais e se apresentou na câmara interior do palácio, diante do aposento real, onde estava o rei sentado sobre seu trono, diante da porta de entrada do edifício. 2.Logo que o rei viu a rainha Ester no átrio, esta conquistou suas boas graças, de sorte que ele estendeu o cetro de ouro que tinha na mão. E Ester se aproximou para tocá-lo. 2.Qual é teu pedido, rainha Ester? Será atendido. Que é que desejas? Fosse mesmo a metade de meu reino, tu obterias. 3.A rainha respondeu: Se achei graça a teus olhos, ó rei, e se ao rei lhe parecer bem, concede-me a vida, eis o meu pedido; salva meu povo, eis o meu desejo.
As santas palavras do Salmo Responsorial nos ensinam pelo salmista (Sl 44): Ao mestre de canto. Segundo a melodia: Os lírios. Hino dos filhos de Coré. Canto nupcial. 2.Transbordam palavras sublimes do meu coração. Ao rei dedico o meu canto. Minha língua é como o estilo de um ágil escriba. 3.Sois belo, o mais belo dos filhos dos homens. Expande-se a graça em vossos lábios, pelo que Deus vos cumulou de bênçãos eternas. 4.Cingi-vos com vossa espada, ó herói; ela é vosso ornamento e esplendor. 5.Erguei-vos vitorioso em defesa da verdade e da justiça. Que vossa mão se assinale por feitos gloriosos. 6.Aguçadas são as vossas flechas; a vós se submetem os povos; os inimigos do rei perdem o ânimo. 7.Vosso trono, ó Deus, é eterno, de equidade é vosso cetro real. 8.Amais a justiça e detestais o mal, pelo que o Senhor, vosso Deus, vos ungiu com óleo de alegria, preferindo-vos aos vossos iguais. 9.Exalam vossas vestes perfume de mirra, aloés e incenso; do palácio de marfim os sons das liras vos deleitam. 10.Filhas de reis formam vosso cortejo; posta-se à vossa direita a rainha, ornada de ouro de Ofir. 11.Ouve, filha, vê e presta atenção: esquece o teu povo e a casa de teu pai. 12.De tua beleza se encantará o rei; ele é teu senhor, rende-lhe homenagens. 13.Habitantes de Tiro virão com seus presentes, próceres do povo implorarão teu favor. 14.Toda formosa, entra a filha do rei, com vestes bordadas de ouro. 15.Em roupagens multicores apresenta-se ao rei, após ela vos são apresentadas as virgens, suas companheiras. 16.Levadas entre alegrias e júbilos, ingressam no palácio real. 17.Tomarão os vossos filhos o lugar de vossos pais, vós os estabelecereis príncipes sobre toda a terra. 18.Celebrarei vosso nome através das gerações. E os povos vos louvarão eternamente.
As santas palavras da 2ª Leitura nos apresentam a revelação de São João (Ap 12,1.5.13a.15-16a): Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas. 5.Ela deu à luz um Filho, um menino, aquele que deve reger todas as nações pagãs com cetro de ferro. Mas seu Filho foi arrebatado para junto de Deus e do seu trono. 13.O Dragão, vendo que fora precipitado na terra, perseguiu a Mulher que dera à luz o Menino. 15.A Serpente vomitou contra a Mulher um rio de água, para fazê-la submergir. 16.A terra, porém, acudiu à Mulher.
No Santo Evangelho, ensina-nos Jesus conforme o evangelista (Jo 2,1-11): Três dias depois, celebravam-se bodas em Caná da Galiléia, e achava-se ali a mãe de Jesus. 2.Também foram convidados Jesus e os seus discípulos. 3.Como viesse a faltar vinho, a mãe de Jesus disse-lhe: Eles já não têm vinho. 4.Respondeu-lhe Jesus: Mulher, isso compete a nós? Minha hora ainda não chegou. 5.Disse, então, sua mãe aos serventes: Fazei o que ele vos disser. 6.Ora, achavam-se ali seis talhas de pedra para as purificações dos judeus, que continham cada qual duas ou três medidas. 7.Jesus ordena-lhes: Enchei as talhas de água. Eles encheram-nas até em cima. 8.Tirai agora , disse-lhes Jesus, e levai ao chefe dos serventes. E levaram. 9.Logo que o chefe dos serventes provou da água tornada vinho, não sabendo de onde era (se bem que o soubessem os serventes, pois tinham tirado a água), chamou o noivo 10.e disse-lhe: É costume servir primeiro o vinho bom e, depois, quando os convidados já estão quase embriagados, servir o menos bom. Mas tu guardaste o vinho melhor até agora. 11.Este foi o primeiro milagre de Jesus; realizou-o em Caná da Galiléia. Manifestou a sua glória, e os seus discípulos creram nele.
Compromisso
Tais santas palavras e ensinamentos compelem-nos em especial a assumir o compromisso – e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na 1ª Leitura (Ester 5,1b-2; 7,2b-3), de, cientes de que cumpre-nos buscar na Palavra de Deus a melhor inspiração possível para aprimorar nosso modo de agir, buscando elevá-lo gradual e progressivamente para que se torne cada vez mais acorde com os desígnios divinos, nos empenharmos para nos revestirmos com os nossos melhores trajes para nos apresentarmos a cada dia ao Senhor da forma mais formosa possível , cientes de que o mais desejável para ele é o traje da caridade, do coração contrito e sinceramente desejoso de amá-lo sobre todas as coisas e ao próximo como a nós próprios. Se assim o fizermos, é muito provável que conquistaremos as boas graças do Senhor, que de bom grado nos concederá o que pedirmos, cumprindo-nos fazê-los com ponderação e sensatez, a exemplo da rainha Ester, que pediu a salvação de sua vida e de seu povo.
As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 44) concitam-nos a elevar a Jesus Cristo Rei do Universo, o nosso canto! Que nossas línguas digam e nossas mãos escrevam as mais belas homenagens para vós! Vós que expandistes a graça através dos vossos lábios, vós que fostes o instrumento pelo qual o Pai celestial nos cumulou de bênçãos eternas, expandi a graça em nossos lábios para que também nós sejamos cumulados com tais bênçãos eternas e possamos transmiti-las a muitos; cingi-nos com vossa espada e vosso esplendor, erguei-nos vitoriosos em defesa da verdade e da justiça; que possamos ser instrumentos de escol a vosso serviço; que vossas mãos nos sustentem para realizar feitos gloriosos; que possamos contribuir da forma mais elevada possível para submeter os povos, de modo que os vossos inimigos percam o ânimo e vosso trono de equidade se estenda por toda a terra! Que vosso cetro de equidade sustente a justiça e o direito, pois vós amais a justiça detestais o mal. Regozijamo-nos por nos admitirdes como servos do vosso trono eterno, regido com o cetro real da equidade. Firmes no vosso seguimento, somos ungidos com um óleo de alegria, sendo nossas vestes perfumadas deliciosamente e no palácio de nossos corações sintonizados ao vosso nos deleitamos com tudo o que há de mais agradável e elevado. Ó Rei dos reis, somo-vos imensamente gratos por tudo isso, porém vos louvamos especialmente pela dádiva mais elevada: dar-nos como mãe aquela que é digna de que filhas de reis lhe formem cortejo; aquela que se posta à vossa direita, a que é ornada, mais do que de ouro de Ofir, com as mais sublimes virtudes! É aquela que disse: “Faça-se em mim segundo a tua palavra”, sua beleza interior ímpar, sua disponibilidade a servi-lo com todas as forças o encantou e assim atraiu sobre si as vossas graças inefáveis. Não por acaso é homenageada com incontáveis títulos honoríficos e desde gente humilde até os próceres do povo lhe imploram o favor da intercessão junto ao Rei do universo. Sua beleza e formosura sem par supera a da filha de qualquer rei, ainda que ostente vestes bordadas de ouro e roupagens multicores. És levada entre alegrias e júbilos em procissões que convidam os que nelas se integram a marchar em direção ao vosso amado filho. Ao longo dos séculos estabelecestes príncipes sobre toda a terra e do mesmo modo assim será por toda a eternidade; vosso nome será celebrado através das gerações e os povos vos louvarão eternamente!
As santas palavras da 2ª Leitura confirmam-nos, pela revelação de São João em seus escritos (Ap 12,1.5.13a.15-16a) e concitam-nos a reverenciar aquela que lhe apareceu como um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas. Ela deu à luz um Filho, um menino, aquele que deve reger todas as nações pagãs com cetro de ferro. Mas seu Filho foi arrebatado para junto de Deus e do seu trono. O Dragão, vendo que fora precipitado na terra, perseguiu a Mulher que dera à luz o Menino. A Serpente vomitou contra a Mulher um rio de água, para fazê-la submergir. A terra, porém, acudiu à Mulher.
O Santo Evangelho (Jo 2,1-11) compele-nos a acorrer àquela que se compadece de nós em nossas dificuldades, como fez com os noivos em cujas núpcias faltou vinho. Por sua intercessão, Jesus realizou o seu primeiro milagre, o da transformação da água em vinho. Intercedei por nós, ó Santa Mãe de Deus, para que Jesus transforme tudo o que é insosso e insípido em nossas vidas em vinho de escol, para louvarmos e glorificarmos o Senhor, dando testemunho de modo que todos nele creiam, como os apóstolos diante da manifestação da sua glória naquele episódio protagonizado por Maria Santíssima, a mãe piedosa que tudo observa e cuida, levando a Jesus o que percebe ser necessário corrigir em nossas vidas, para que ele, com seu poder e misericórdia, nos acuda.
Oração consolidadora do compromisso
Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para cientes de que cumpre-nos buscar na Palavra de Deus a melhor inspiração possível para aprimorar nosso modo de agir, buscando elevá-lo gradual e progressivamente para que se torne cada vez mais acorde com os desígnios divinos, nos empenharmos para nos revestirmos com os nossos melhores trajes para nos apresentarmos a vós a cada dia da forma mais formosa possível , cientes de que o que mais vos agrada é o traje da caridade, do coração contrito e sinceramente desejoso de amar-vos sobre todas as coisas e ao próximo como a nós próprios. Se assim o fizermos, é muito provável que conquistaremos as vossas boas graças. Assim sendo, de bom grado nos concedereis o que pedirmos, cumprindo-nos fazê-los com ponderação e sensatez, a exemplo da rainha Ester, que pediu a salvação de sua vida e de seu povo. Elevamos a Jesus Cristo Rei do Universo, o nosso canto! Que nossas línguas digam e nossas mãos escrevam as mais belas homenagens para vós, ó Jesus! Vós que expandistes a graça através dos vossos lábios, vós que fostes o instrumento pelo qual o Pai celestial nos cumulou de bênçãos eternas, expandi a graça em nossos lábios para que também nós sejamos cumulados com tais bênçãos eternas e possamos transmiti-las a muitos; cingi-nos com vossa espada e vosso esplendor, erguei-nos vitoriosos em defesa da verdade e da justiça; que possamos ser instrumentos de escol a vosso serviço; que vossas mãos nos sustentem para realizar feitos gloriosos; que possamos contribuir da forma mais elevada possível para submeter os povos, de modo que os vossos inimigos percam o ânimo e vosso trono de equidade se estenda por toda a terra! Que vosso cetro de equidade sustente a justiça e o direito, pois vós amais a justiça detestais o mal. Regozijamo-nos por nos admitirdes como servos do vosso trono eterno, regido com o cetro real da equidade. Firmes no vosso seguimento, somos ungidos com um óleo de alegria, sendo nossas vestes perfumadas deliciosamente e no palácio de nossos corações sintonizados ao vosso nos deleitamos com tudo o que há de mais agradável e elevado. Ó Rei dos reis, somo-vos imensamente gratos por tudo isso, porém vos louvamos especialmente pela dádiva mais elevada: destes-nos como mãe aquela que é digna de que filhas de reis lhe formem cortejo; aquela que se posta à vossa direita, a que é ornada, mais do que de ouro de Ofir, com as mais sublimes virtudes! É aquela que disse: “Faça-se em mim segundo a tua palavra”; sua beleza interior ímpar, sua disponibilidade a servi-lo com todas as forças o encantou e assim atraiu sobre si as vossas graças inefáveis. Não por acaso é homenageada com incontáveis títulos honoríficos e desde gente humilde até os próceres do povo lhe imploram o favor da intercessão junto ao Rei do universo. Sua beleza e formosura sem par supera a da filha de qualquer rei, ainda que ostente vestes bordadas de ouro e roupagens multicores. És levada entre alegrias e júbilos em procissões que convidam os que nelas se integram a marchar em direção ao seu amadíssimo filho. Ao longo dos séculos estabelecestes príncipes sobre toda a terra e do mesmo modo assim será por toda a eternidade; vosso nome será celebrado através das gerações e os povos vos louvarão eternamente! Ó Maria Santíssima, vos reverenciamos por nos levardes para Jesus, por serdes aquela que lhe apareceu como um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas. […]deu à luz um Filho, um menino, aquele que deve reger todas as nações pagãs com cetro de ferro. Mas seu Filho foi arrebatado para junto de Deus e do seu trono. O Dragão, vendo que fora precipitado na terra, perseguiu a Mulher que dera à luz o Menino. A Serpente vomitou contra a Mulher um rio de água, para fazê-la submergir. A terra, porém, acudiu à Mulher. Acorremos a vós, que sois a que se compadece de nós em nossas dificuldades, como fez com os noivos em cujas núpcias faltou vinho. Por vossa intercessão, Jesus realizou o seu primeiro milagre, o da transformação da água em vinho. Intercedei por nós, ó Santa Mãe de Deus, para que Jesus transforme tudo o que é insosso e insípido em nossas vidas em vinho de escol, para louvarmos e glorificarmos o Senhor, dando testemunho de modo que todos nele creiam, como os apóstolos diante da manifestação da sua glória naquele episódio protagonizado por vós, Maria Santíssima, a mãe piedosa que tudo observa e cuida, levando a Jesus o que percebe ser necessário corrigir em nossas vidas, para que ele, com seu poder e misericórdia, nos acuda.
SANTO DO DIA
Nossa Senhora Aparecida, a rainha e padroeira do Brasil
Origens
Na manhã de 12 de outubro de 1717, três pescadores lançaram seus barcos no Rio Paraíba, que escorria até a sua cidade. Eles tinham sido encarregados de trazer peixes para o banquete, que se realizaria no dia seguinte, na cidade de Guaratinguetá. Foi pela ordem do conde Assumar, Dom Pedro de Almeida Portugal, governante da capitania de São Paulo e Minas Gerais, a exigência dos peixes do Rio Paraíba. Os três pescadores, Domingos Garcia, João Alves e Filipe Pedroso, pareciam não ter sorte naquela manhã.
Após várias tentativas infrutíferas, tinham quase desistido, quando João Alves tentou novamente. Ele jogou sua rede nas águas do rio e, lentamente, a puxou para cima. Havia pescado alguma coisa, mas não era peixe, parecia uma espécie de madeira.
A Milagrosa Pesca
Quando tirou da rede, o pedaço de madeira parecia fazer parte de uma estátua da Virgem Maria, infelizmente, sem cabeça. Ao lançar novamente a rede, desta vez, João Alves encontrou nas malhas outro pedaço de madeira, de forma arredondada, que parecia precisamente a cabeça da mesma estátua: tentou ajuntar os dois pedaços e percebeu que se encaixavam perfeitamente. Como que atraído por um impulso, João Alves lançou, outra vez, a rede nas águas, mas ela tinha ficado tão pesada, que não conseguia tirá-la, por estar lotada de peixes. Então, seus companheiros lançaram também as suas redes nas águas e a pesca daquele dia foi realmente abundante.
O primeiro lugar de devoção: uma casinha humilde
No dia seguinte, os três pescadores juntaram os dois pedaços da estátua, limparam-nos dos detritos do rio e Filipe Pedroso a colocou na sua humilde casa. Em pouco tempo, a notícia da pesca milagrosa se difundiu pelas cidades vizinhas e, todas as noites, um grupo cada vez maior de simples pescadores começou a ir prestar homenagem à Virgem Maria e rezar o terço. Eles deram-lhe o nome de “Aparecida”, que apareceu.
Nossa Senhora Aparecida: Mãe na simplicidade
A Capela
Com o passar do tempo, a multidão tornou-se tão numerosa que a casa do pescador não a podia conter mais. Por isso, foi construída um primeiro oratório e, depois, em 1737, uma Capela maior. Foram muitos os testemunhos de graças e milagres alcançados naquele pequeno santuário.
A Basílica Velha
Em 1834, foi iniciada a construção de uma igreja maior – a atual Basílica Velha, – concluída em 1888 e a estátua foi transferida. Em 1904, a imagem foi coroada a pedido do Papa Pio X. Em 1908, a igreja recebeu o título de Basílica Menor, sagrada em 1909. Em 1930, o Papa Pio XI a elevou a Basílica, declarando Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil.
Rainha e Padroeira do Brasil
Em 1929, no encerramento do Congresso Mariano, Nossa Senhora Aparecida foi proclamada Rainha do Brasil, sob a Invocação de Aparecida. Em 31 de maio de 1931, a imagem aparecida foi levada ao Rio de Janeiro, para que diante dela, Nossa Senhora Aparecida recebesse as homenagens oficiais de toda a nação, estando presente também o Presidente da República, Getúlio Vargas. Nossa Senhora Aparecida foi aclamada, então, por todos como “Rainha e Padroeira do Brasil”. Em 1958, a cidade de Aparecida foi elevada a arcebispado, sendo seu primeiro arcebispo o cardeal Mota. Em 1967, Aparecida recebeu a Rosa de Ouro enviada pelo papa Paulo VI.
O Maior Santuário Mariano do Mundo
O Santuário Nacional de Aparecida
Em 1980, o altar da Basílica Nova, maior Santuário mariano do mundo, foi consagrado pelo Papa João Paulo II, que lhe outorgou o título de Basílica Menor. Em 1983, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB –, declarou, oficialmente, a Basílica de Aparecida como Santuário Nacional.
Hoje, o Santuário é um grande centro evangelizador, confiado ao zelo apostólico dos Missionários Redentoristas desde 1894, responsáveis pela pastoral e pela administração, no atendimento aos romeiros e peregrinos que chegam de todas as partes do País e do exterior.
Visita de três Papas
Três Papas visitaram o Santuário Nacional: João Paulo II, no ano de 1980, Papa Bento XVI, quando abriu a V Conferência Episcopal Latino-americana e do Caribe em maio de 2007, e Papa Francisco em 2013, por ocasião das atividades da Jornada Mundial da Juventude, realizada neste ano no Rio de Janeiro.
Devoção do Povo brasileiro
A devoção à Virgem Imaculada Conceição Aparecida, com o passar dos anos, tornou-se cada vez maior, e muitas graças foram obtidas. A grande afluência de visitantes — explica o padre Valdivino Guimarães, missionário redentorista —, “deve-se sobretudo ao acolhimento, às infraestruturas, ao apoio significativo dos meios de comunicação (incluindo a Rádio e a TV Aparecida, a Revista Aparecida) e, em especial, à grande devoção do povo brasileiro a Nossa Senhora Aparecida”.
Minha oração
“Ó Maria, nossa Mãe e padroeira do Brasil, Tu que aparecestes nas redes dos pescadores sem a cabeça para simbolizar o martírio dos teus filhos, escravizados, libertai o povo brasileiro de toda a escravidão do pecado, das doenças e das mazelas morais. Sede nossa mãe e consoladora, portadora da esperança e sinal do teu Filho Jesus. Por Cristo Nosso Senhor. Amém!”
Nossa Senhora Aparecida, rogai por nós!
Outros santos e beatos celebrados em 12 de outubro:
- Em Roma, junto à Via Laurentina, Santo Hedisto, mártir. († data inc.)
- Em Anazarbo, na Cilícia, Turquia, Santa Senhorinha, mártir. († c. 304)
- Comemoração dos quatro mil novecentos e sessenta e seis mártires e confessores da fé, entre eles estavam os bispos Cipriano e Félix, insignes sacerdotes do Senhor. († 483)
- Em Piacenza, na Emília-Romanha, região da Itália, Santo Opílio, diácono. († c. s. V)
- Em Roma, São Félix IV, papa, que transformou dois templos do Foro Romano na igreja dedicada aos santos Cosme e Damião e trabalhou com grande zelo pela fé católica. († 530)
- Na província do Nórico Ripense, atualmente na Áustria, São Maximiliano, que é venerado como bispo de Lorch. († a. s. VII)
- Em Pavia, na Lombardia, região da Itália, São Rotobaldo, bispo. († 1254)
- Em Áscoli, cidade do Piceno, atualmente nas Marcas, região da Itália, São Serafim de Monte Granaro, religioso da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos. († 1604)
- Em Londres, na Inglaterra, o Beato Tomás Bullaker, presbítero da Ordem dos Frades Menores e mártir. († 1642)
- Em Oviedo, na Espanha, o Beato Eufrásio do Menino Jesus , presbítero da Ordem dos Carmelitas Descalços e mártir. († 1934)
- Em Ribarroja de Túria, localidade da província de Valência, também na Espanha, o Beato José González Huguet, presbítero e mártir. († 1936)
- Em Massamagrel, na província de Valência, o Beato Pacífico de Valência, religioso da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos e mártir. († 1936)
- No campo de concentração de Auschwitz, na Polônia, o Beato Romão Sitko, presbítero e mártir. († 1942)
[Fonte: <https://www.catolicoorante.com.br/santo_do_dia.php>]
LEITURAS DA LITURGIA DAS HORAS DE 12 DE OUTUBRO DE 2023<http://www.ibreviary.com/m2/opzioni.php>
PRIMEIRA LEITURA DO OFÍCIO DAS LEITURAS
Da Primeira Epístola a Timóteo 5, 3-25
As viúvas e os presbíteros
Caríssimo: Honra as viúvas que são verdadeiramente viúvas. Se uma viúva tem filhos ou netos, é necessário que eles aprendam, antes de mais, a cumprir os seus deveres para com a própria família e a retribuir aos pais os cuidados que deles receberam. Isto é agradável aos olhos de Deus. A verdadeira viúva, aquela que ficou inteiramente só, põe a sua esperança em Deus e persevera noite e dia em súplicas e orações.
Mas aquela que só pensa nos prazeres, embora vivendo, está morta. Eis o que deves prescrever, para que elas sejam irrepreensíveis. Quem não se preocupa com os seus, sobretudo com os familiares, renegou a fé e é pior do que um infiel. No grupo das viúvas só pode ser inscrita a que não tenha menos de sessenta anos, que tenha sido casada uma só vez e seja recomendada pelas boas obras: ter educado os filhos, exercido a hospitalidade, lavado os pés aos santos, socorrido os atribulados, praticado toda a espécie de boas obras.
Não admitas as viúvas jovens, porque, quando os atrativos do prazer as afastam de Cristo, querem casar-se de novo, incorrendo na censura por terem faltado ao primeiro compromisso. De resto, como não fazem nada, começam a andar de casa em casa; e não só estão ociosas, mas tornam-se também palradeiras e curiosas, dizendo o que não convém. Portanto, quero que as viúvas mais jovens se tornem a casar, tenham filhos, governem a sua casa e não dêem ao adversário nenhuma ocasião de maledicência. Algumas já se transviaram, seguindo Satanás. Se alguma senhora crente tiver viúvas na família, preste-lhes assistência, para que a Igreja não fique sobrecarregada e possa socorrer as verdadeiras viúvas.
Merecem dobrada honra os presbíteros que exercem bem a sua missão, mormente os que trabalham na pregação e no ensino. Diz a Escritura: «Não açaimarás o boi que debulha»; e «o trabalhador merece o seu salário». Não aceites acusação contra um presbítero, a não ser baseada em duas ou três testemunhas. Aos que pecam, repreende‑os na presença de todos, para que também os outros sintam temor. Conjuro-te diante de Deus, de Jesus Cristo e dos Anjos eleitos, a que observes estas normas com imparcialidade, sem fazer nada por favoritismo. Não te apresses a impor as mãos a ninguém, nem te tornes cúmplice dos pecados de outrem. Conserva-te puro.
Não bebas só água; bebe um pouco de vinho por causa do teu estômago e das tuas frequentes indisposições. Há homens cujos pecados são tão notórios que se manifestam mesmo antes de serem julgados; há outros em quem não aparecem senão depois. Do mesmo modo aparecem as boas obras; e mesmo aquelas que a princípio não são manifestas, não poderão permanecer ocultas.
SEGUNDA LEITURA DO OFÍCIO DAS LEITURAS
Da Carta de Santo Inácio de Antioquia, bispo e mártir, aos Filadélfios
(1, 1 – 2, 1; 3, 2 – 5: Funk 1, 226-229) (Sec. I)
Um só bispo com o presbitério e os diáconos
Inácio, também chamado Teóforo, à Igreja de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo estabelecida em Filadélfia da Ásia, que alcançou misericórdia e está firmemente consolidada na concórdia que vem de Deus, cheia de júbilo pela sua fé na paixão do Senhor e inteiramente confiada na misericórdia que Deus manifestou na ressurreição de Jesus Cristo. Saúdo no sangue de Cristo essa Igreja que será sempre para mim fonte de alegria eterna, principalmente se os fiéis permanecerem em perfeita união com o bispo, com os presbíteros e com os diáconos, colaboradores do bispo, nomeados segundo o desígnio de Cristo e estavelmente confirmados pelo seu Espírito Santo, segundo a própria vontade do Senhor.
Sei que o vosso bispo não obteve o ministério de governar a comunidade por si mesmo ou por meio dos homens ou por vanglória, mas pela caridade do Pai e do Senhor Jesus Cristo. Fiquei muito impressionado com a sua modéstia: é mais eloquente com o seu silêncio do que muitos outros com seus vãos discursos. Os mandamentos de Deus encontram nele uma perfeita consonância, como as cordas na cítara. Por isso a minha alma o felicita pelos seus sentimentos para com Deus; conheço bem a sua virtude e grande santidade; a sua constância e mansidão são como um reflexo da bondade de Deus vivo.
Como filhos da luz e da verdade, evitai a divisão e as doutrinas perversas; para onde vai o pastor, devem segui-lo as ovelhas.
Todos os que pertencem a Deus e a Jesus Cristo estão em comunhão com o bispo; e todos os que se arrependem e voltam à unidade da Igreja pertencerão também a Deus, para viverem segundo Jesus Cristo. Não vos enganeis, meus irmãos. Quem segue um promotor de cisma não herdará o reino de Deus; e quem professa doutrinas alheias à fé não toma parte na paixão de Jesus Cristo.
Procurai, portanto, participar na única Eucaristia, porque uma só é a Carne de Nosso Senhor Jesus Cristo; um só é o cálice que nos une em seu Sangue; um só é o altar e um só é o bispo com o presbitério e os diáconos, meus colaboradores no ministério. Desta forma, tudo o que fizerdes será feito segundo a vontade de Deus.
Meus irmãos, eu sinto um profundo amor por vós e é com grande alegria que tento encorajar-vos; não sou eu, porém, quem vos fortifica, mas Jesus Cristo. Por Ele me encontro preso, mas sinto muita pena por não ser ainda perfeito. Confio, no entanto, que as vossas orações me alcançarão de Deus a perfeição, a fim de obter a herança que a sua misericórdia me destinou. Confio no Evangelho como na Carne de Cristo e nos Apóstolos como no presbitério da Igreja.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE LAUDES
1 Pedro 4, 10-11
Cada um de vós ponha ao serviço dos outros os dons que recebeu, como bons administradores da graça de Deus, tão variada nas suas formas. Se alguém fala, diga palavras de Deus; se alguém exerce um ministério, faça-o como um mandato recebido de Deus, para que em tudo seja Deus glorificado, por Jesus Cristo.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA TERÇA
Sab 19, 20b
Em tudo, Senhor, engrandecestes e glorificastes o vosso povo; e não o desprezastes, antes o assististes em todo o tempo e lugar.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA SEXTA
Deut 4, 7
Não há nação tão grande que tenha a divindade tão perto de si, como está perto de nós o Senhor nosso Deus, sempre que O invocamos.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA NONA
Est 10, 3f
A minha nação é Israel, que invocou o Senhor e foi salva. O Senhor salvou o seu povo e livrou-nos de todos os males. Deus fez prodígios e maravilhas, como não fez semelhantes entre todas as nações.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE VÉSPERAS
1 Pedro 3, 8-9
Permanecei unidos nos mesmos sentimentos, na compaixão, no amor fraterno, na misericórdia e na humildade. Não pagueis o mal com o mal, nem injúria com injúria. Pelo contrário, abençoai, porque para isto fostes chamados, a fim de vos tornardes herdeiros da bênção de Deus.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE COMPLETAS
1 Tess 5, 23
O Deus da paz vos santifique totalmente, para que todo o vosso ser – espírito, alma e corpo – se conserve irrepreensível para a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Confraria Contardo Ferrini
confraria@catolicospraticantes.com.br
www.catolicospraticantes.com.br
Importante:
* A Liturgia Diária, a porção da Palavra de Deus escolhida para cada dia, consiste em refeição espiritual de escol brindada pela Santa Madre Igreja, preparatória para o alimento divino, a Sagrada Eucaristia. Auguramos que esse estudo orante possa contribuir para potencializar o sustento e o remédio que essas santas palavras são destinadas a proporcionar e que com cada vez maior assiduidade mais irmãos na fé priorizem sorver diariamente as delícias inefáveis da Santa Palavra e da Sagrada Eucaristia. Sugerimos, caso não for possível por alguma razão desfrutar a missa presencialmente, que se o faça ao menos virtualmente, pela televisão ou internet. Também recomendamos escrever na área de busca de sites veiculadores de vídeos na internet as palavras “Homilia diária” e aproveitar os momentos livres do pensamento (inclusive no decorrer da realização de atividades manuais que não requerem intensa concentração – como lavar louça, por exemplo) para ouvir as reflexões de clérigos qualificados para nos ajudar a compreender com cada vez mais profundidade os desígnios divinos.
** O católico que participar de todas as Missas diárias ou estudar a Liturgia Diária pelo período de três anos, terá estudado toda a Bíblia (exceto partes de algumas passagens que são apresentadas de forma sintetizada, das quais são suprimidos versículos considerados de importância secundária. Nestes estudos apresentamos o Salmo completo e eventualmente inserimos algumas passagens suprimidas que reputamos importantes para a melhor compreensão e compenetração no ensinamento bíblico). Essa breve exegese da Liturgia Diária é recomendada para quem busca conhecer com profundidade a Palavra de Deus, para dela se tornar íntimo e colocá-la em prática.
*** A Liturgia das Horas é composta por sete momentos orantes rezados pelo fiel ao longo do dia. O primeiro, na madrugada, se chama Ofício das Leituras, composto pela recitação de vários salmos; a primeira leitura (extraída da Bíblia); a segunda leitura (extraída da Sagrada Doutrina) e algumas orações próprias. O segundo, Laudes, se reza no início da manhã, incluindo a recitação de salmos; orações; leitura bíblica breve e inclui também preces. Os momentos orantes do “miolo do dia” (das 09 às 15 horas) chamados “da hora média”, são propostos para serem realizados com brevidade em três etapas: Hora Terça, em torno das 09:00 horas; Hora Sexta, em torno das 12:00 horas; e Hora Nona, em torno das 15:00. São compostos pela recitação de salmos; orações e uma leitura bíblica breve. O sexto momento orante se dá antes do pôr do sol, sendo denominado de Vésperas e inclui também algumas preces, além dos salmos, orações e leitura bíblica breve. O sétimo momento orante denomina-se Completas, sendo realizado antes de dormir, incluindo o exame de consciência, uma breve recitação dos salmos, leitura bíblica breve e orações próprias, sendo bastante conciso. Tais momentos orantes são destinados especialmente à santificação do dia. A Liturgia das Horas serve também como ponto de interseção entre todos os católicos, sendo prescrita em especial para ser recitada por todos os componentes do clero, religiosos, religiosas, diáconos… constituindo-se fundamental para a unidade da fé, prevenindo a queda em heresias (a “escolha” de partes das escrituras e da doutrina e o rechaço de outras). Recomendamos vivamente que todos quantos puderem se dediquem a essa maravilhosa prática e reputamos como mínimo necessário a meditação da segunda leitura do Ofício das Leituras (aqui trazida como leitura complementar, extraída do o site <http://www.ibreviary.com/>), com o que nos tornamos agraciados com os preciosíssimos tesouros da Sagrada Doutrina brindados pelos que cultivaram a fé desde o início da Igreja. Podemos acessar a Liturgia das Horas através de livro próprio, também chamado de Breviário, ou por meio de aplicativos ou sites na internet. O fiel pode ainda digitar na área de busca o nome do momento orante que deseja acompanhar e terá à disposição essa oração com os salmos cantados.
**** Por que ler a vida do Santo do dia?
Você sabe porque é muito importante conhecer e meditar no exemplo de vida do Santo do dia?
É fácil perceber que os homens se influenciam mutuamente no relacionamento social. A criança imita os pais, os gestos de dois amigos tendem a se assemelhar, pois a imitação é conatural aos homens desde a infância, distinguindo-os como a criatura mais imitativa de todas.
Esse mimetismo inato vincado em nossa humanidade se verifica também no âmbito sobrenatural. Conforme frisou Bento XVI, “os Santos constituem o comentário mais importante ao Evangelho, uma atualização sua na vida cotidiana e, por conseguinte, representam para nós um verdadeiro caminho de acesso a Jesus”.(1) Podemos, sem dúvida, considerá-los como imagem de Deus transposta para o dia a dia.
O conceito de imitação de Cristo – diretamente ou através do Santo do Dia – está presente nos Livros Sagrados, sobretudo nas cartas de São Paulo, como a destinada aos filipenses: “Sede meus imitadores, irmãos, e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós” (3, 17).
São Francisco de Assis estava bem cônscio de seu papel simbólico quando dizia: “Devo ser modelo e exemplo para todos os frades”. (2)
Para o homem contemporâneo essas analogias entre Cristo e os Santos poderiam parecer despropositadas ou mesmo maldosamente tachadas de “culto à personalidade”.
Por isso, é fundamental ler a história do Santo do Dia para que conhecendo o exemplo deles e admirando-os, você aprenderá como adequar nossas vidas à santidade que Deus quer de nós.
[Fonte: <https://salvaimerainha.org.br/santo-do-dia/utm_source=google&utm_medium=grants.acnsf.1&utm_content=santo.do.dia.pc.c>]

