LITURGIA DE 14 DE OUTUBRO DE 2023 – SABADO – XXVII SEMANA DO TEMPO COMUM
14 de outubro de 2023LITURGIA DE 16 DE OUTUBRO DE 2023 – SEGUNDA-FEIRA DA XXVII SEMANA DO TEMPO COMUM
16 de outubro de 2023Néctar espiritual potencializador da prática cristã extraído do estudo da Liturgia Diária de 15/10/2023
Tais santas palavras e ensinamentos compelem-nos em especial a assumir o compromisso – e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na 1ª Leitura (Is 25,6-10a), de impregnar-nos da consciência de que o Senhor desvelará todos os segredos e fará desaparecer a morte para sempre. Enxugará as lágrimas de todas as faces e tirará da terra o opróbrio que pesa sobre o seu povo. É no Senhor que esperamos a libertação e cumpre congratular-nos e rejubilar-nos por seu socorro, pois a mão do Senhor repousa sobre os que o buscam, ao passo que aqueles que o ignoram abandonam-se, pela própria insensatez, aos mais lamentáveis estados de degradação. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 22) compelem-nos a viver confiantes de que o Senhor é nosso pastor e nada nos faltará. Ele nos faz repousar em verdes prados, conduz-nos junto às águas refrescantes, restaura as forças de nossas almas e nos leva pelos caminhos retos. Por amor de seu nome, ainda que viermos a atravessar o vale escuro, nada haveremos de temer, pois o Senhor está conosco. Seu bordão e seu báculo são o nosso amparo. O Senhor prepara a mesa e nos serve com abundância do que nos é mais necessário, proporcionando-nos o conforto e o bem-estar espiritual, que é, entre todos, o mais importante, pois nos fortalece e nos mantém em paz, em que pese as miríades de vicissitudes que possam nos assolar. Sua bondade misericórdia hão de seguir-nos por todos os dias de nossas vidas e habitaremos na casa do Senhor por toda a eternidade! As santas palavras da 2ª Leitura: (Fl 4,12-14.19-20) compelem-nos a seguir o exemplo de São Paulo Apóstolo: a saber viver na penúria e também na abundância; a acostumar-nos a todas as vicissitudes: a ter fartura e a passar fome, a ter abundância e a padecer necessidade. Tudo podemos naquele que nos conforta. Assim é com os cristãos sinceros, que se empenham sinceramente em conhecer e colocar em prática a Palavra de Deus; contudo, cumpre-nos tomar parte nas tribulações do próximo, atuando com solidariedade e amor fraterno para com eles, pois é isso o que o Senhor Deus espera de nós e em recompensa nos há de prover magnificamente a todas as nossas necessidades, segundo a sua glória, em Jesus Cristo. Nada fazemos por cálculo ou esperando retribuição, porém Deus, nosso Pai, não deixa de mãos vazias os que buscam a justiça; a ele seja a glória, por toda a eternidade! Amém. O Santo Evangelho (Mt 22,1-14) compele-nos a nos imbuirmos da consciência da realidade de ingratidão e negação do chamado de Deus por parte do povo de Israel – e tal triste realidade se estende até os nosso dias: uns vão para os seus campos, outros para os seus negócios; outros para suas atividades de lazer… Se distraem, dissipam tempo e energias preciosos com trivialidades, abandonando o essencial. E além da negligência e da indiferença, não raro muitos ainda incorrem na insensatez de desprezar e até mesmo agredir os enviados do Senhor, os seus profetas, as pessoas piedosas que anunciam a mensagem divina. O Senhor franqueou a todos ingressar no Reino dos Céus e ali desfrutar de suas delícias, cumprindo tão somente aderir à mensagem do Evangelho, seguir Jesus. Esse seguimento implica na conversão, no abandono daquilo que não está em sintonia com a santa vontade de Deus, esta é a vestimenta exigida para frequentar as solenidades do reino celestial. Quem atua com negligência e indiferença, fazendo pouco caso desse generosíssimo convite torna-se incompatível com o ambiente do Reino e se auto condena a distanciar-se, arcando com consequências terríveis. Infelizmente, a tendência é que muitos sejam chamados, mas poucos são os que se mantêm cumpridores dos critérios estabelecidos para permanecer no Reino. E isso se dá não porque os critérios sejam excessivamente rigorosos – ao contrário, todas as oportunidades e meios são concedidos para o que mantêm o firme propósito de serem fiéis. A grande causa da perdição é a frouxidão e a insensatez que caracteriza aqueles que se deixam seduzir pelas tentações do maligno.
Antífona da entrada
– Senhor, se levardes em conta as nossas faltas, quem poderá subsistir? Mas em vós encontra-se o perdão, Deus de Israel! (Sl 129,3s).
Saudação
– Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
– Amém.
– A graça e a paz de Deus, nosso Pai, e de Jesus Cristo, nosso Senhor, estejam convosco.
– Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
Oração do dia
– Ó Deus, sempre nos preceda e acompanhe a vossa graça, para que estejamos sempre atentos ao bem que devemos fazer. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
1ª Leitura: Is 25,6-10a
Salmo Responsorial: Sl 22
– Na casa do Senhor habitarei, eternamente.
2ª Leitura: Fl 4,12-14.19-20
Aclamação ao santo Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia.
– Que o Pai do Senhor Jesus Cristo nos dê do saber o espírito; conheçamos, assim, a esperança à qual nos chamou, como herança! (Ef 11,17)
Aleluia, aleluia, aleluia.
Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus: Mt 22,1-14
Invocação de busca do reto entendimento
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor! Enviai o vosso Espírito e tudo será criado, e renovareis a face da terra! Oremos: ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação! Por Cristo, Senhor nosso! Amém!
Ensinamentos
As santas palavras da 1ª Leitura nos ensinam pelo profeta (Is 25,6-10a): 6.O Senhor dos exércitos preparou para todos os povos, nesse monte, um banquete de carnes gordas, um festim de vinhos velhos, de carnes gordas e medulosas, de vinhos velhos purificados. 7.Nesse monte tirará o véu que vela todos os povos, a cortina que recobre todas as nações, 8.e fará desaparecer a morte para sempre. O Senhor Deus enxugará as lágrimas de todas as faces e tirará de toda a terra o opróbrio que pesa sobre o seu povo, porque o Senhor o disse. 9.Naquele dia dirão: Eis nosso Deus do qual esperamos nossa libertação. Congratulemo-nos, rejubilemo-nos por seu socorro, 10.porque a mão do Senhor repousa neste monte, enquanto que Moab é pisada no seu lugar como pisada é a palha no monturo.
As santas palavras do Salmo Responsorial nos ensinam pelo salmista (Sl 22): 1. Salmo de Davi. O Senhor é meu pastor, nada me faltará. 2.Em verdes prados ele me faz repousar. Conduz-me junto às águas refrescantes, 3.restaura as forças de minha alma. Pelos caminhos retos ele me leva, por amor do seu nome. 4.Ainda que eu atravesse o vale escuro, nada temerei, pois estais comigo. Vosso bordão e vosso báculo são o meu amparo. 5.Preparais para mim a mesa à vista de meus inimigos. Derramais o perfume sobre minha cabeça, e transborda minha taça. 6.A vossa bondade e misericórdia hão de seguir-me por todos os dias de minha vida. E habitarei na casa do Senhor por longos dias.
As santas palavras da 2ª Leitura nos ensinam pelo Apóstolo (Fl 4,12-14.19-20): 12.Sei viver na penúria, e sei também viver na abundância. Estou acostumado a todas as vicissitudes: a ter fartura e a passar fome, a ter abundância e a padecer necessidade. 13.Tudo posso naquele que me conforta. 14.Contudo, fizestes bem em tomar parte na minha tribulação. 19.Em recompensa, o meu Deus há de prover magnificamente a todas as vossas necessidades, segundo a sua glória, em Jesus Cristo. 20.A Deus, nosso Pai, seja a glória, por toda a eternidade! Amém.
Evangelho, ensina-nos Jesus conforme o evangelista (Mt 22,1-14): 1.Jesus tornou a falar-lhes por meio de parábolas: 2.O Reino dos céus é comparado a um rei que celebrava as bodas do seu filho. 3.Enviou seus servos para chamar os convidados, mas eles não quiseram vir. 4.Enviou outros ainda, dizendo-lhes: Dizei aos convidados que já está preparado o meu banquete; meus bois e meus animais cevados estão mortos, tudo está preparado. Vinde às bodas! 5.Mas, sem se importarem com aquele convite, foram-se, um a seu campo e outro para seu negócio. 6.Outros lançaram mãos de seus servos, insultaram-nos e os mataram. 7.O rei soube e indignou-se em extremo. Enviou suas tropas, matou aqueles assassinos e incendiou-lhes a cidade. 8.Disse depois a seus servos: O festim está pronto, mas os convidados não foram dignos. 9.Ide às encruzilhadas e convidai para as bodas todos quantos achardes. 10.Espalharam-se eles pelos caminhos e reuniram todos quantos acharam, maus e bons, de modo que a sala do banquete ficou repleta de convidados. 11.O rei entrou para vê-los e viu ali um homem que não trazia a veste nupcial. 12.Perguntou-lhe: Meu amigo, como entraste aqui, sem a veste nupcial? O homem não proferiu palavra alguma. 13.Disse então o rei aos servos: Amarrai-lhe os pés e as mãos e lançai-o nas trevas exteriores. Ali haverá choro e ranger de dentes. 14.Porque muitos são os chamados, e poucos os escolhidos.
Compromisso
Tais santas palavras e ensinamentos compelem-nos em especial a assumir o compromisso – e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na 1ª Leitura (Is 25,6-10a), de impregnar-nos da consciência de que o Senhor desvelará todos os segredos e fará desaparecer a morte para sempre. Enxugará as lágrimas de todas as faces e tirará da terra o opróbrio que pesa sobre o seu povo. É no Senhor que esperamos a libertação e cumpre congratular-nos e rejubilar-nos por seu socorro, pois a mão do Senhor repousa sobre os que o buscam, ao passo que aqueles que o ignoram abandonam-se, pela própria insensatez, aos mais lamentáveis estados de degradação.
As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 22) compelem-nos a viver confiantes de que o Senhor é nosso pastor e nada nos faltará. Ele nos faz repousar em verdes prados, conduz-nos junto às águas refrescantes, restaura as forças de nossas almas e nos leva pelos caminhos retos. Por amor de seu nome, ainda que viermos a atravessar o vale escuro, nada haveremos de temer, pois o Senhor está conosco. Seu bordão e seu báculo são o nosso amparo. O Senhor prepara a mesa e nos serve com abundância do que nos é mais necessário, proporcionando-nos o conforto e o bem-estar espiritual, que é, entre todos, o mais importante, pois nos fortalece e nos mantém em paz, em que pese as miríades de vicissitudes que possam nos assolar. Sua bondade misericórdia hão de seguir-nos por todos os dias de nossas vidas e habitaremos na casa do Senhor por toda a eternidade!
As santas palavras da 2ª Leitura: (Fl 4,12-14.19-20) compelem-nos a seguir o exemplo de São Paulo Apóstolo: a saber viver na penúria e também na abundância; a acostumar-nos a todas as vicissitudes: a ter fartura e a passar fome, a ter abundância e a padecer necessidade. Tudo podemos naquele que nos conforta. Assim é com os cristãos sinceros, que se empenham sinceramente em conhecer e colocar em prática a Palavra de Deus; contudo, cumpre-nos tomar parte nas tribulações do próximo, atuando com solidariedade e amor fraterno para com eles, pois é isso o que o Senhor Deus espera de nós e em recompensa nos há de prover magnificamente a todas as nossas necessidades, segundo a sua glória, em Jesus Cristo. Nada fazemos por cálculo ou esperando retribuição, porém Deus, nosso Pai, não deixa de mãos vazias os que buscam a justiça; a ele seja a glória, por toda a eternidade! Amém.
O Santo Evangelho (Mt 22,1-14) compele-nos a nos imbuirmos da consciência da realidade de ingratidão e negação do chamado de Deus por parte do povo de Israel – e tal triste realidade se estende até os nosso dias: uns vão para os seus campos, outros para os seus negócios; outros para suas atividades de lazer… Se distraem, dissipam tempo e energias preciosos com trivialidades, abandonando o essencial. E além da negligência e da indiferença, não raro muitos ainda incorrem na insensatez de desprezar e até mesmo agredir os enviados do Senhor, os seus profetas, as pessoas piedosas que anunciam a mensagem divina. O Senhor franqueou a todos ingressar no Reino dos Céus e ali desfrutar de suas delícias, cumprindo tão somente aderir à mensagem do Evangelho, seguir Jesus. Esse seguimento implica na conversão, no abandono daquilo que não está em sintonia com a santa vontade de Deus, esta é a vestimenta exigida para frequentar as solenidades do reino celestial. Quem atua com negligência e indiferença, fazendo pouco caso desse generosíssimo convite torna-se incompatível com o ambiente do Reino e se auto condena a distanciar-se, arcando com consequências terríveis. Infelizmente, a tendência é que muitos sejam chamados, mas poucos são os que se mantêm cumpridores dos critérios estabelecidos para permanecer no Reino. E isso se dá não porque os critérios sejam excessivamente rigorosos – ao contrário, todas as oportunidades e meios são concedidos para o que mantêm o firme propósito de serem fiéis. A grande causa da perdição é a frouxidão e a insensatez que caracteriza aqueles que se deixam seduzir pelas tentações do maligno.
Oração consolidadora do compromisso
Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para impregnar-nos da consciência de que desvelareis todos os segredos e fareis desaparecer a morte para sempre. De que enxugareis as lágrimas de todas as faces e tirareis da terra o opróbrio que pesa sobre o vosso povo. É em vós que esperamos a libertação, congratulamo-nos e rejubilamo-nos por vosso socorro, pois a vossa mão repousa sobre os que o buscam, ao passo que aqueles que o ignoram abandonam-se, pela própria insensatez, aos mais lamentáveis estados de degradação. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para viver confiantes de que sois nosso pastor e nada nos faltará; de que nos fareis repousar em verdes prados, nos conduzireis junto às águas refrescantes, restaurareis as forças de nossas almas e nos levareis pelos caminhos retos. Por amor de vosso nome, ainda que viermos a atravessar o vale escuro, nada haveremos de temer, pois estareis conosco. Vosso bordão e vosso báculo são o nosso amparo. Preparastes a mesa e nos servistes com abundância do que nos é mais necessário, proporcionaste-nos o conforto e o bem-estar espiritual, que é, entre todos, o mais importante, pois com ele nos fortaleces e nos mantendes em paz, em que pese as miríades de vicissitudes que possam nos assolar. Vossa bondade e misericórdia hão de seguir-nos por todos os dias de nossas vidas e habitaremos na vossa casa por toda a eternidade! Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para saber viver na penúria e também na abundância; a acostumar-nos a todas as vicissitudes: a ter fartura e a passar fome, a ter abundância e a padecer necessidade; cientes de que tudo podemos naquele que nos conforta. Assim é com os cristãos sinceros, que se empenham sinceramente em conhecer e colocar em prática a vossa Palavra. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos também para que tomemos parte nas tribulações do próximo, atuando com solidariedade e amor fraterno para com os necessitados, pois é isso o que vós esperais de nós e em recompensa há de prover magnificamente todas as nossas necessidades, segundo a vossa glória, em Jesus Cristo. Que nada façamos por cálculo ou esperando retribuição, porém somos sabedores de que vós não deixais de mãos vazias os que buscam a justiça; a vós a glória, por toda a eternidade! Livrai-nos de atuar com ingratidão e que jamais neguemos o vosso chamado, como fez tantas vezes o povo de Israel, sendo que tal triste tendência caracteriza também os cristãos e se estende até os nosso dias: uns vão para os seus campos, outros para os seus negócios; outros para suas atividades de lazer… Se distraem, dissipam tempo e energias preciosos com trivialidades, abandonando o essencial, o único necessário, conforme nos ensinou Jesus na sua visita à Maria e Marta (Lc 10,42)… Livrai-nos, além da negligência e da indiferença, também da insensatez de desprezar e até mesmo agredir os vossos enviados, os vossos profetas, as pessoas piedosas que anunciam a mensagem divina. Vós franqueastes a todos ingressar no Reino dos Céus e ali desfrutar de suas delícias, cumprindo-nos para isso tão somente aderir à mensagem do Evangelho, seguir Jesus. Porém esse seguimento implica na necessidade de conversão, no abandono daquilo que não está em sintonia com a santa vontade de Deus; esta é a vestimenta exigida para frequentar as solenidades do reino celestial. Quem atua com negligência e indiferença, fazendo pouco caso desse generosíssimo convite, torna-se incompatível com o ambiente do Reino e se auto condena a distanciar-se, arcando com consequências terríveis. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que não caiamos nessa infeliz tendência, pois muitos são chamados, mas poucos são os que se mantêm cumpridores dos critérios estabelecidos para permanecer no Reino. E isso se dá não porque os critérios sejam excessivamente rigorosos – ao contrário, todas as oportunidades e meios são concedidos para os que mantêm o firme propósito de serem fiéis. A grande causa da perdição é a frouxidão e a insensatez que caracteriza a conduta daqueles que se deixam seduzir pelas tentações do maligno. Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal! Cremos, Senhor, mas aumentai a nossa fé!
SANTO DO DIA
Santos do Dia da Igreja Católica – 15 de Outubro
Postado em: 14/10/2023 por: marsalima

Nunca um santo ou santa mostrou-se tão “carne e osso” como Teresa d’Ávila, ou Teresa de Jesus, nome que assumiu no Carmelo. Nascida no dia 28 de março de 1515, seus pais, Alonso Sanchez de Cepeda e Beatriz d’Ávila y Ahumada, a educaram, junto com os irmãos, no exemplo e nos princípios cristãos. Aos sete anos, tentou fugir de casa e peregrinar ao Oriente para ser martirizada pelos mouros, mas foi impedida. A leitura da vida dos santos mártires tinha sobre ela uma força inexplicável e, se não fossem os parentes terem-na encontrado por acaso, teria fugido, levando consigo o irmão Roderico.
Órfã de mãe aos doze anos, Teresa assumiu Nossa Senhora como sua mãe adotiva. Mas o despertar da adolescência a levou a ter experiências excessivas ao lado dos primos e primas, tornando-se uma grande preocupação para seu pai. Aos dezesseis anos, sua atração pelas vaidades humanas era muito acentuada. Por isso, ele a colocou para estudar no colégio das agostinianas em Ávila. Após dezoito meses, uma doença grave a fez voltar para receber tratamento na casa de seu pai, o qual se culpou pelo acontecido.
Nesse período, pela primeira vez, Teresa passou por experiências espirituais místicas, a ter visões e conversas com Deus. Todavia as tentações mundanas não a abandonavam. Assim atormentada, desejando seguir com segurança o caminho de Cristo, em 1535, já com vinte anos, decidiu tornar-se religiosa, mas foi impedida pelo pai. Como na infância, resolveu fugir, desta vez com sucesso. Foi para o Convento carmelita da Encarnação, de Ávila.
Entretanto a paz não era sua companheira mais presente. Durante o noviciado, novas tentações e mais o relaxamento da fé não pararam de atormentá-la. Um ano depois, contraiu outra doença grave, quase fatal, e novamente teve visões e conversas com o Pai. Teresa então concluiu que devia converter-se de verdade e empregou todas as forças do coração em sua definitiva vivência da religião, no Carmelo, tomando o nome de Teresa de Jesus.
Aos trinta e nove anos, ocorreu sua “conversão”. Teve a visão do lugar que a esperaria no inferno se não abandonasse suas vaidades. Iniciou, então, o seu grande trabalho de reformista. Pequena e sempre adoentada, ninguém entendia como conseguia subir e descer montanhas, deslocar-se pelos caminhos mais ermos e inacessíveis, de convento em convento, por toda a Espanha. Em 1560, teve a inspiração de um novo Carmelo, onde se vivesse sob as regras originais. Dois anos depois, fundou o primeiro Convento das Carmelitas Descalças da Regra Primitiva de São José, em Ávila, onde foi morar.
Porém, em 1576, enfrentou dificuldades muito sérias dentro da ordem. Por causa da rigidez das normas que fez voltar nos conventos, as comunidades se rebelaram, denunciando-a ao novo geral da ordem, que também não concordava muito com tudo aquilo. Por isso ele a afastou. Teresa recolheu-se em um dos conventos e acreditou que sua obra não teria continuidade. Mas obteve o apoio do rei Felipe II e conseguiu dar sequência ao seu trabalho. Em 1580, o papa Gregório XIII declarou autônoma a província carmelitana descalça.
Apesar de toda essa atividade, ainda encontrava espaço para transmitir ao mundo suas reflexões e experiências místicas. Na sua época, toda a cidade de Ávila sabia das suas visões e diálogos com Deus. Para obter ajuda, na ânsia de entender e conciliar seus dons de espiritualidade e as insistentes tentações, ela mesma expôs os fatos para muitos leigos e não apenas aos seus confessores. E ela só seguiu numa rota segura porque foi devidamente orientada pelos seus diretores espirituais, que eram os agora santos Francisco de Borja e Pedro de Alcântara, que perceberam nela os sinais da ação de Deus.
A pedido de seus superiores, registrou toda a sua vida atribulada de tentações e espiritualidade mística em livros como “O caminho da perfeição”, “As moradas”, “A autobiografia” e outros. Neles, ela própria narra como um anjo transpassou seu coração com uma seta de fogo. Doente, morreu no dia 4 de outubro de 1582, aos sessenta e sete anos, no Convento de Alba de Torres, Espanha. Na ocasião, tinha reformado dezenas de conventos e fundado mais trinta e dois – da Ordem Carmelitas Descalços – sendo dezessete femininos e quinze masculinos.
Beatificada em 1614, foi canonizada em 1622. A comemoração da festa da transverberação do coração de Santa Teresa ocorre em 27 de agosto, enquanto a celebração do dia de sua morte ficou para o dia 15 de outubro, a partir da última reforma do calendário litúrgico da Igreja. O papa Paulo VI, em 1970, proclamou santa Teresa d’Ávila doutora da Igreja, a primeira mulher a obter tal título.
[Fonte:<https://sagradamissao.com.br/2023/10/santos-do-dia-da-igreja-catolica-15-de-outubro/>]
LEITURAS DA LITURGIA DAS HORAS DE 15 DE OUTUBRO DE 2023<http://www.ibreviary.com/m2/opzioni.php>
PRIMEIRA LEITURA DO OFÍCIO DAS LEITURAS
Início da Profecia de Ageu 1, 1 – 2, 9
No templo reconstruído o Senhor manifestará a sua glória
No segundo ano do rei Dario, no primeiro dia do sexto mês, foi dirigida a palavra do Senhor, por meio do profeta Ageu, a Zorobabel, filho de Salatiel, governador de Judá, e a Josué, filho de Josadac, sumo sacerdote, nestes termos: «Assim fala o Senhor do Universo: Esse povo diz: ‘Não chegou ainda o tempo de se reconstruir o templo do Senhor’». E a palavra do Senhor foi manifestada, por meio do profeta Ageu, nestes termos: «Para vós chegou o tempo de habitardes em casas confortáveis; entretanto este templo continua em ruínas!». Por isso, assim fala o Senhor do Universo: «Pensai bem na vossa situação. Semeais muito e colheis pouco; comeis e não vos saciais; bebeis e não matais a sede; vestis-vos e não vos aqueceis; e o operário mete o seu salário num saco roto». Assim fala o Senhor do Universo: «Pensai bem na vossa situação. Subi ao monte, trazei madeira e reconstruí o meu templo; nele porei a minha complacência e manifestarei a minha glória – diz o Senhor. Esperáveis muito e veio pouco; o que armazenastes em casa, dissipei-o com um sopro. E porquê? – diz o Senhor do Universo. Por causa do meu templo que está em ruínas, enquanto cada um de vós se preocupa tanto com a própria casa. Por isso os céus vos recusaram o seu orvalho, e a terra os seus frutos. Mandei vir a seca sobre a terra, sobre os montes, sobre o trigo, sobre o vinho, sobre o azeite, sobre tudo o que a terra produz, sobre os homens e sobre os animais, sobre todo o trabalho das vossas mãos». Zorobabel, filho de Salatiel, Josué, filho de Josadac, sumo sacerdote, e todo o resto do povo escutaram a voz do Senhor seu Deus e as palavras do profeta Ageu, conforme o Senhor seu Deus lhe mandara. E todo o povo temeu o Senhor. Então Ageu, mensageiro do Senhor, falou ao povo por mandado do Senhor, dizendo: «Eu estou convosco – diz o Senhor». O Senhor suscitou o espírito de Zorobabel, filho de Salatiel, governador de Judá, o espírito do sumo sacerdote Josué, filho de Josadac, e o espírito de todo o povo. Puseram-se todos a trabalhar na construção do templo do Senhor do Universo, seu Deus, aos vinte e quatro dias do sexto mês do segundo ano do rei Dario. No dia vinte e um do sétimo mês, a palavra do Senhor foi manifestada por meio do profeta Ageu: «Vai dizer a Zorobabel, filho de Salatiel, governador de Judá, a Josué, filho de Josadac, sumo sacerdote, e a todo o povo: ‘Haverá entre vós algum sobrevivente que tenha visto este templo na sua primeira glória? E em que estado o vedes agora? Não se apresenta ele a vossos olhos reduzido a nada? Agora, coragem, Zorobabel! – diz o Senhor. Coragem, Josué, filho de Josadac, sumo sacerdote! Coragem, povo inteiro deste país! – diz o Senhor. Mãos à obra, porque Eu estou convosco! – diz o Senhor. Segundo a aliança que firmei convosco, quando saistes do Egito, o meu espírito está no meio de vós. Não temais’. Assim fala o Senhor do Universo: Dentro de pouco tempo, abalarei os céus e a terra, o mar e o continente. Abalarei todas as nações; afluirão riquezas de todos os povos e encherei de glória este templo – diz o Senhor do Universo. A Mim pertence a prata, a Mim pertence o ouro – diz o Senhor do Universo. A glória deste novo templo será maior que a do antigo – diz o Senhor do Universo. E neste lugar farei reinar a paz – oráculo do Senhor do Universo».
SEGUNDA LEITURA DO OFÍCIO DAS LEITURAS
Do Comentário de São Cirilo de Alexandria, bispo, sobre o profeta Ageu
(Cap. 14: PG 71; 1047-1050) (Sec. V)
O meu nome é glorificado entre as nações
Com a vinda do nosso Salvador, o templo de Deus apareceu incomparavelmente mais glorioso, e tanto mais excelente e grandioso que o antigo, quanto se pode julgar superior ao culto da religião legal o culto de Cristo e do Evangelho, quanto se pode julgar superior a realidade à sua sombra. Penso que ainda se pode dizer mais. O templo era um só, encontrava-se unicamente em Jerusalém e só o povo de Israel oferecia nele sacrifícios. Mas depois que o Unigênito Se fez nosso semelhante, sendo Ele Deus e Senhor que fez brilhar sobre nós a sua luz, como diz a Escritura, toda a terra se encheu de templos santos e de inumeráveis adoradores que veneram o Deus do universo com sacrifícios e incensos espirituais. Creio que é precisamente isto o que o profeta Malaquias anunciou em nome de Deus: Do Oriente ao Ocidente, diz o Senhor, o meu nome é glorificado entre as nações e em todo o lugar se oferece ao meu nome o incenso e a oblação pura. É verdade, portanto, que a glória do novo templo, isto é, da Igreja, havia de ser maior que a do antigo. A Escritura declara que todos aqueles que trabalham e se esforçam na construção deste templo hão de receber, como recompensa do Salvador e dom do Céu, o próprio Cristo, que é a paz de todos os homens, pelo qual temos acesso ao Pai num só Espírito. Diz com efeito a Escritura: Farei reinar a paz neste lugar e darei a paz da alma a todo aquele que trabalhar na edificação deste templo. De maneira semelhante diz Cristo: Dou-vos a minha paz. E São Paulo fala-nos dos frutos desta paz que se dá aos que amam o Senhor: A paz de Deus que supera toda a inteligência guardará os vossos corações e os vossos pensamentos. Também o sábio Isaías orava neste sentido, dizendo: Senhor nosso Deus, Vós nos dareis a paz, porque em nosso favor realizastes obras grandiosas. Uma vez possuída a paz de Cristo, facilmente conservaremos a vida da alma e poderemos orientar a nossa vontade para a prática perfeita das virtudes. Por isso se diz que a paz é prometida a todos aqueles que se consagram à construção deste templo: quer se dediquem à edificação da Igreja interpretando os sagrados mistérios, isto é, como mistagogos à frente da Casa de Deus, quer se entreguem à santificação da própria alma, como pedras vivas e espirituais que formam um templo santo e morada de Deus, por meio do Espírito, todos eles alcançarão facilmente a salvação da sua alma.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE LAUDES
2 Tim 2, 8.11-13
Lembra-te de que Jesus Cristo, descendente de David, ressuscitou dos mortos. É digna de fé esta palavra: Se morremos com Cristo, também com Ele viveremos; se sofremos com Cristo, também com Ele reinaremos; se O negarmos, também Ele nos negará; se formos infiéis, Ele permanecerá fiel, porque não pode negar-Se a Si mesmo.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA TERÇA
1 Cor 6, 19-20
Não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habita em vós e vos foi dado por Deus? Não vos pertenceis a vós mesmos: fostes resgatados por grande preço. Glorificai a Deus no vosso corpo.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA SEXTA
Deut 10, 12
Agora, Israel, que te pede o Senhor teu Deus? Que respeites o Senhor teu Deus, que sigas todos os seus caminhos, que O ames e sirvas com todo o teu coração e com toda a tua alma.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA NONA
Cant 8, 6b-7
O amor é forte como a morte, e a paixão é violenta como o abismo. É uma chama ardente, um fogo divino. As águas torrenciais não conseguem apagar o amor, nem os rios o podem submergir.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE VÉSPERAS
Hebr 12, 22-24
Vós aproximastes-vos do monte Sião, da cidade do Deus vivo, da Jerusalém celeste, de muitos milhares de Anjos em reunião festiva; de uma assembleia dos primogênitos cujos nomes estão inscritos no Céu; de Deus, juiz do universo; dos espíritos dos justos que atingiram a perfeição; de Jesus, Mediador da Nova Aliança, e do Sangue de aspersão que fala mais eloquentemente que o sangue de Abel.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE COMPLETAS
Apocalipse, Capítulo: 22,4-5
Verão a sua face e o seu nome estará nas suas frontes. Já não haverá noite, nem se precisará da luz de lâmpada ou do sol, porque o Senhor Deus a iluminará, e hão de reinar pelos séculos dos séculos.
Confraria Contardo Ferrini
confraria@catolicospraticantes.com.br
www.catolicospraticantes.com.br
Importante:
* A Liturgia Diária, a porção da Palavra de Deus escolhida para cada dia, consiste em refeição espiritual de escol brindada pela Santa Madre Igreja, preparatória para o alimento divino, a Sagrada Eucaristia. Auguramos que esse estudo orante possa contribuir para potencializar o sustento e o remédio que essas santas palavras são destinadas a proporcionar e que com cada vez maior assiduidade mais irmãos na fé priorizem sorver diariamente as delícias inefáveis da Santa Palavra e da Sagrada Eucaristia. Sugerimos, caso não for possível por alguma razão desfrutar a missa presencialmente, que se o faça ao menos virtualmente, pela televisão ou internet. Também recomendamos escrever na área de busca de sites veiculadores de vídeos na internet as palavras “Homilia diária” e aproveitar os momentos livres do pensamento (inclusive no decorrer da realização de atividades manuais que não requerem intensa concentração – como lavar louça, por exemplo) para ouvir as reflexões de clérigos qualificados para nos ajudar a compreender com cada vez mais profundidade os desígnios divinos.
** O católico que participar de todas as Missas diárias ou estudar a Liturgia Diária pelo período de três anos, terá estudado toda a Bíblia (exceto partes de algumas passagens que são apresentadas de forma sintetizada, das quais são suprimidos versículos considerados de importância secundária. Nestes estudos apresentamos o Salmo completo e eventualmente inserimos algumas passagens suprimidas que reputamos importantes para a melhor compreensão e compenetração no ensinamento bíblico). Essa breve exegese da Liturgia Diária é recomendada para quem busca conhecer com profundidade a Palavra de Deus, para dela se tornar íntimo e colocá-la em prática.
*** A Liturgia das Horas é composta por sete momentos orantes rezados pelo fiel ao longo do dia. O primeiro, na madrugada, se chama Ofício das Leituras, composto pela recitação de vários salmos; a primeira leitura (extraída da Bíblia); a segunda leitura (extraída da Sagrada Doutrina) e algumas orações próprias. O segundo, Laudes, se reza no início da manhã, incluindo a recitação de salmos; orações; leitura bíblica breve e inclui também preces. Os momentos orantes do “miolo do dia” (das 09 às 15 horas) chamados “da hora média”, são propostos para serem realizados com brevidade em três etapas: Hora Terça, em torno das 09:00 horas; Hora Sexta, em torno das 12:00 horas; e Hora Nona, em torno das 15:00. São compostos pela recitação de salmos; orações e uma leitura bíblica breve. O sexto momento orante se dá antes do pôr do sol, sendo denominado de Vésperas e inclui também algumas preces, além dos salmos, orações e leitura bíblica breve. O sétimo momento orante denomina-se Completas, sendo realizado antes de dormir, incluindo o exame de consciência, uma breve recitação dos salmos, leitura bíblica breve e orações próprias, sendo bastante conciso. Tais momentos orantes são destinados especialmente à santificação do dia. A Liturgia das Horas serve também como ponto de interseção entre todos os católicos, sendo prescrita em especial para ser recitada por todos os componentes do clero, religiosos, religiosas, diáconos… constituindo-se fundamental para a unidade da fé, prevenindo a queda em heresias (a “escolha” de partes das escrituras e da doutrina e o rechaço de outras). Recomendamos vivamente que todos quantos puderem se dediquem a essa maravilhosa prática e reputamos como mínimo necessário a meditação da segunda leitura do Ofício das Leituras (aqui trazida como leitura complementar, extraída do o site <http://www.ibreviary.com/>), com o que nos tornamos agraciados com os preciosíssimos tesouros da Sagrada Doutrina brindados pelos que cultivaram a fé desde o início da Igreja. Podemos acessar a Liturgia das Horas através de livro próprio, também chamado de Breviário, ou por meio de aplicativos ou sites na internet. O fiel pode ainda digitar na área de busca o nome do momento orante que deseja acompanhar e terá à disposição essa oração com os salmos cantados.
**** Por que ler a vida do Santo do dia?
Você sabe porque é muito importante conhecer e meditar no exemplo de vida do Santo do dia?
É fácil perceber que os homens se influenciam mutuamente no relacionamento social. A criança imita os pais, os gestos de dois amigos tendem a se assemelhar, pois a imitação é conatural aos homens desde a infância, distinguindo-os como a criatura mais imitativa de todas.
Esse mimetismo inato vincado em nossa humanidade se verifica também no âmbito sobrenatural. Conforme frisou Bento XVI, “os Santos constituem o comentário mais importante ao Evangelho, uma atualização sua na vida cotidiana e, por conseguinte, representam para nós um verdadeiro caminho de acesso a Jesus”.(1) Podemos, sem dúvida, considerá-los como imagem de Deus transposta para o dia a dia.
O conceito de imitação de Cristo – diretamente ou através do Santo do Dia – está presente nos Livros Sagrados, sobretudo nas cartas de São Paulo, como a destinada aos filipenses: “Sede meus imitadores, irmãos, e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós” (3, 17).
São Francisco de Assis estava bem cônscio de seu papel simbólico quando dizia: “Devo ser modelo e exemplo para todos os frades”. (2)
Para o homem contemporâneo essas analogias entre Cristo e os Santos poderiam parecer despropositadas ou mesmo maldosamente tachadas de “culto à personalidade”.
Por isso, é fundamental ler a história do Santo do Dia para que conhecendo o exemplo deles e admirando-os, você aprenderá como adequar nossas vidas à santidade que Deus quer de nós.
[Fonte: <https://salvaimerainha.org.br/santo-do-dia/utm_source=google&utm_medium=grants.acnsf.1&utm_content=santo.do.dia.pc.c>]
