“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 20 DE MARÇO DE 2025
20 de março de 2025“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 22 DE MARÇO DE 2025
22 de março de 2025Sexta-feira da Semana II da Quaresma
Saudação
– Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
– Amém.
– A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
– Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

Oração firmadora do propósito de plenificar o viver com os tesouros brindados pela Santa Madre Igreja
Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, obrigado por mais este dia. Iluminai-me, inspirai-me, orientai-me e sustentai-me para que eu siga no caminho cristão, usufruindo da melhor forma possível os maravilhosos tesouros brindados pela Santa Madre Igreja disponibilizados neste “buffet espiritual” – em meio à realização dos deveres da vocação a que fui chamado, de meu estado de vida. Que eu possa me enriquecer espiritualmente com os estímulos à santificação do dia e da vida em que consistem as orações matinais da Liturgia das Horas (“Invitatório”, “Ofício das Leituras” e “Laudes”); a Santa Missa; as Meditações da Palavra do Senhor e o estudo do Catecismo da Igreja Católica; o néctar espiritual potencializador da prática cristã na sessão IMPULSIONAMENTO AO ESTUDO ORANTE DA LITURGIA DIÁRIA (LECTIO DIVINA) – fundamental para o sustento, remédio e fortalecimento espiritual; os EXEMPLOS DE PRÁTICA CRISTÃ (síntese das inspiradoras histórias de vida dos santos do dia) e os ESTÍMULOS À SANTIFICAÇÃO DO DIA E DA VIDA (em que também consistem as demais orações da Liturgia das Horas). Creio, Senhor, mas aumentai a minha fé! Amém!
OFÍCIO DAS LEITURAS (NA MADRUGADA)
[Fonte: <https://www.ibreviary.com/m2/breviario.php>]
PRIMEIRA LEITURA
Do Livro do Êxodo 19, 1-19; 20, 18-21
Promessa da aliança e manifestação do Senhor no Sinai
Três meses depois de terem saído do Egipto, os israelitas chegaram ao deserto do Sinai. Partindo de Refidim, chegaram ao deserto do Sinai, onde acamparam, em frente do monte.
Moisés subiu à presença de Deus. O Senhor chamou-o da montanha e disse-lhe: «Assim falarás à casa de Jacob, isto dirás aos filhos de Israel: ‘Vistes o que Eu fiz ao Egipto, como vos transportei sobre asas de águia e vos trouxe até Mim. Agora, se ouvirdes a minha voz, se guardardes a minha aliança, sereis minha propriedade especial entre todos os povos. Porque toda a terra Me pertence; mas vós sereis para Mim um reino de sacerdotes, uma nação santa’. Tais são as palavras que dirás aos filhos de Israel».
Moisés voltou, convocou os anciãos do povo e expôs-lhes todas estas palavras, como o Senhor lhe tinha ordenado. Todo o povo respondeu a uma voz: «Faremos tudo o que o Senhor mandou». E Moisés transmitiu ao Senhor as palavras do povo. Então o Senhor disse a Moisés: «Eu virei ter contigo numa espessa nuvem, para que o povo Me oiça falar contigo e acredite em ti para sempre».
Depois Moisés comunicou ao Senhor o que o povo tinha dito. O Senhor disse ainda a Moisés: «Vai ter com o povo e faz que ele se purifique hoje e amanhã. Devem lavar as suas vestes e estar preparados para depois de amanhã, porque ao terceiro dia o Senhor descerá sobre o monte Sinai, à vista de todo o povo. Hás-de fixar ao povo um limite em toda a volta, com estas palavras: ‘Livrai-vos de subir à montanha e de lhe tocar na base. Todo aquele que tocar na montanha morrerá. Não se lhe porá a mão, mas será apedrejado ou trespassado com setas: animal ou homem, não viverá. Quando soar a trombeta, alguns subirão à montanha’».
Moisés desceu da montanha ao encontro do povo e fez que o povo se purificasse. Lavaram as suas vestes, e então ele disse ao povo: «Estai preparados dentro de três dias. Não vos aproximeis de vossas mulheres».
Ao amanhecer do terceiro dia, houve trovões e relâmpagos; uma espessa nuvem cobria o monte e ouviu-se um fortíssimo som de trombeta. No acampamento, todo o povo estremeceu. Moisés fez que o povo saísse do acampamento ao encontro de Deus, e ficaram no sopé do monte. Todo o monte Sinai fumegava, porque o Senhor descera sobre ele no meio do fogo. O fumo subia como de uma fornalha, e todo o monte tremia violentamente. O som da trombeta tornava-se cada vez mais forte: Moisés falava e Deus respondia-lhe com voz de trovão.
Todo o povo presenciava os trovões, os relâmpagos, o som da trombeta e a montanha que fumegava. E vendo isto, começou a tremer e manteve-se a distância. Disseram então a Moisés: «Fala tu connosco, e nós te ouviremos; mas não nos fale Deus, para não morrermos». Moisés respondeu ao povo: «Não temais, porque Deus veio para vos pôr à prova e para que tenhais presente o seu temor e não pequeis». O povo manteve-se a distância, e Moisés aproximou-se da nuvem espessa na qual Deus Se encontrava.
RESPONSÓRIO Ex 19, 5a.6; 1 Pedro 2, 9a
R. Se ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, sereis minha propriedade especial entre todos os povos. * Sereis para Mim um reino de sacerdotes, uma nação santa.
V. Vós sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo adquirido por Deus. * Sereis para Mim um reino de sacerdotes, uma nação santa.
SEGUNDA LEITURA
Do Tratado de Santo Ireneu, bispo, «Contra as heresias»
(Liv. 4, 16.2-5: SC 100, 564-572) (Sec. II)
A aliança do Senhor
No Deuteronómio, Moisés falou assim ao povo: O Senhor teu Deus firmou uma aliança contigo no Horeb. Não foi com os vossos pais que o Senhor firmou esta aliança, mas convosco.
Porque é que não firmou a aliança com os seus pais? Porque a Lei não foi instituída para o justo. Ora os seus pais eram justos, tinham a virtude do Decálogo inscrita nos corações e nas almas, pois amavam a Deus que os criara e abstinham-se de toda a injustiça para com o próximo. Não precisavam da advertência de uma lei escrita, uma vez que possuíam em si mesmos a justiça da lei.
Mas quando esta justiça e este amor para com Deus caíram no esquecimento e vieram a extinguir-se no Egipto, tornou-se necessário que Deus, pelo seu grande amor para com os homens, Se manifestasse de viva voz.
E assim, com o seu poder fez sair do Egipto o seu povo, para que o homem voltasse a ser discípulo e seguidor de Deus, e castigou os desobedientes, para que o povo não desprezasse Aquele que o criara.
Alimentou-o com maná, a fim de que tivesse um alimento espiritual, segundo a palavra de Moisés no Deuteronómio: Alimentou-te com o maná, que os teus pais desconheciam, para te mostrar que o homem não há-de viver só de pão, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.
Deu-lhes o mandamento do amor para com Deus e ensinou-lhes a justiça para com o próximo, a fim de que o homem não fosse nem injusto nem indigno de Deus. Assim, por meio do Decálogo, Deus preparava o homem para a sua amizade e para a concórdia com o próximo. Era o homem que tirava proveito de tudo isto, uma vez que Deus não tinha nenhuma necessidade do homem.
Tudo isto contribuía para a glória do homem, suprindo o que lhe faltava, isto é, a amizade de Deus. Mas isto nada acrescentava a Deus, porque Deus não precisava do amor do homem.
O homem é que precisava da glória de Deus, a qual de modo nenhum poderia obter senão servindo a Deus. Por isso lhes disse de novo Moisés: Escolhe a vida, para que vivas, tu e a tua posteridade; ama o Senhor teu Deus, escuta a sua voz e permanece-Lhe fiel. Disto depende a tua vida e a tua longevidade.
A fim de preparar o homem para esta vida, o Senhor pronunciou por Si mesmo as palavras do Decálogo, para todos sem excepção; e assim não foram abolidas pela sua vinda segundo a carne, mas permanecem em vigor entre nós, desenvolvidas e amplificadas. Quanto aos preceitos próprios da servidão, Deus prescreveu-os separadamente ao povo, por intermédio de Moisés, adaptados à sua educação e formação, como diz o próprio Moisés: Naquele tempo, o Senhor ordenou-me que vos ensinasse as leis e os preceitos.
Por isso os preceitos, que implicavam a servidão e tinham o carácter de sinais, foram abolidos por Deus na nova aliança da liberdade. Mas os preceitos naturais, próprios de homens livres e comuns a todos, foram completados e aperfeiçoados, concedendo generosamente aos homens o dom de conhecerem a Deus como Pai adoptivo, de O amarem com todo o coração e de seguirem fielmente o seu Verbo.
RESPONSÓRIO Cf. Ex 34, 28
R. Moisés, servo de Deus, jejuou durante quarenta dias e quarenta noites, * Preparando-se para receber a Lei do Senhor.
V. Moisés subiu ao Monte Sinai, à presença do Senhor, e aí permaneceu quarenta dias e quarenta noites. * Preparando-se para receber a Lei do Senhor.
Oração
Concedei, Deus todo-poderoso, que, purificados pelo fervor da penitência quaresmal, cheguemos com espírito renovado às próximas solenidades pascais. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
V. Bendigamos o Senhor.
R. Graças a Deus.
LAUDES (INÍCIO DA MANHÃ)
[Fonte: <https://www.ibreviary.com/m2/breviario.php>]
Isaías 53, 11b-12
Pela sua sabedoria, o justo, meu servo, justificará a muitos e tomará sobre si as suas iniquidades. Por isso, eu lhe darei as multidões como prêmio e terá parte nos despojos no meio dos poderosos. Porque ele próprio entregou a sua vida à morte e foi contado entre os malfeitores. Tomou sobre si as culpas das multidões e intercedeu pelos pecadores.
RESPONSÓRIO BREVE
V. O Senhor me livrará do laço do caçador.
R. O Senhor me livrará do laço do caçador.
V. A sua fidelidade é escudo e couraça
R. O Senhor me livrará do laço do caçador.
V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R. O Senhor me livrará do laço do caçador.
SANTA MISSA
MEDITAÇÃO DA PALAVRA DO SENHOR – EVANGELHO DO DIA MEDITADO PELO PADRE JOÃO CARLOS
MEDITAÇÃO DA PALAVRA DO SENHOR – REFLEXÃO POTENCIALIZADORA DA TÊMPERA CATÓLICA NA ORAÇÃO DA MANHÃ DE DOM ADAIR JOSÉ GUIMARÃES
MEDITAÇÃO DA PALAVRA DO SENHOR – LEITURA COMENTADA DE UM CAPÍTULO DAS SAGRADAS ESCRITURAS COM A IRMÃ ZÉLIA
CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA – OUÇA TODOS OS DIAS E TERMINE EM UM ANO
IMPULSIONAMENTO AO ESTUDO ORANTE DA LITURGIA DIÁRIA (LECTIO DIVINA)
Liturgia diária

Invocação de busca do reto entendimento
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor! Enviai o vosso Espírito e tudo será criado, e renovareis a face da terra! Oremos: ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação! Por Cristo, Senhor nosso! Amém!

1o degrau da lectio divina: leitura (lectio) para compreensão do que o texto diz; 2o degrau da lectio divina: meditação (meditatio) a respeito do que o texto orienta a fazer; 3o degrau da lectio divina: oração (oratio) de compromisso com que o texto faz dizer a Deus.



[Fonte: <https://aliturgia.com/sexta-feira-da-semana-ii-da-quaresma-5/>]
Sexta-feira da Semana II da Quaresma
Leitura I Gn 37, 3-4.12-13a.17b-28
Jacob gostava mais de José que dos seus outros filhos,
porque ele era o filho da sua velhice;
e mandou fazer-lhe uma túnica de mangas compridas.
Os irmãos, vendo que o pai o preferia a todos eles,
começaram a odiá-lo
e não eram capazes de lhe falar com bons modos.
Um dia foram para Siquém apascentar os rebanhos do pai.
Jacob disse a José:
«Os teus irmãos apascentam os rebanhos em Siquém.
vem cá, pois quero mandar-te ir ter com eles».
José partiu à procura dos irmãos
e encontrou-os em Dotain.
Eles viram-no de longe
e, antes que chegasse perto, combinaram entre si a sua morte.
Disseram uns aos outros:
«Aí vem o homem dos sonhos.
Vamos matá-lo e atirá-lo a uma cisterna
e depois diremos que um animal feroz o devorou.
Veremos então em que vão dar os seus sonhos».
Mas Rúben ouviu isto
e, querendo livrá-lo das suas mãos, disse:
«Não lhe tiremos a vida».
Para o livrar das suas mãos e entregá-lo ao pai,
Rúben disse aos irmãos:
«Não derrameis sangue.
Lançai-o nesta cisterna do deserto,
mas não levanteis as mãos contra ele».
Quando José chegou junto dos irmãos,
eles tiraram-lhe a túnica de mangas compridas que trazia,
pegaram nele e lançaram-no dentro da cisterna,
uma cisterna vazia, sem água.
Depois sentaram-se para comer.
Mas, erguendo os olhos,
viram uma caravana de ismaelitas
que vinha de Galaad.
Traziam camelos carregados de goma de tragacanto,
resina aromática e láudano,
que levavam para o Egito.
Então Judá disse aos irmãos:
«Que interesse haveria em matar o nosso irmão
e esconder-lhe o sangue?
Vamos vendê-lo aos ismaelitas,
mas não lhe ponhamos as mãos,
porque é nosso irmão, da mesma carne que nós».
Os irmãos concordaram.
Passando por ali uns negociantes de Madiã,
tiraram José da cisterna
e venderam-no por vinte moedas de prata aos ismaelitas,
que o levaram para o Egito.
compreender a palavra
O relato da história de José oferece uma mensagem muito forte dirigida a Israel. Uma história que encontra hoje um paralelo em Jesus, descrita de forma clara na parábola dos vinhateiros. José e Jesus estão no mesmo caminho. O relato pretende mostrar a providência de Deus na história dos homens. Uma presença discreta e silenciosa, mas eficaz. Ali onde tudo parece dirigir-se para o fracasso, para a desgraça, onde a maldade parece vencer, abre-se um caminho novo de possibilidades inesperadas. Os poderosos são derrubados e passam fome e os pobres abrem as mãos cheias de trigo. É assim que vai terminar o relato. Tudo se concentra numa túnica de mangas largas. Esta túnica é sinal da predileção de Jacob pelo seu filho mais novo e do ciúme que germina e cresce no coração dos irmãos de José. O ciúme transforma-se em ódio e o ódio quer vingança que pede a morte. O sangue, porém, mancha as mãos e todos concordam em não o matar decidindo vendê-lo por vinte moedas de prata e deram-no como morto.
meditar a palavra
A história de José repete-se com Jesus e repete-se na vida de muitas pessoas. O ciúme cega o olhar e impede o discernimento. Começa com pequenas manifestações sem importância e cresce até se transformar em ódio e provocar a morte. O ciúme domina o coração porque deseja tomar o lugar do amor, mas falha radicalmente. Ao querer agarrar para possuir, domina e força, prende e esmaga, de tal modo que perde a pessoa e fica com a túnica nas mãos, muitas vezes, uma túnica cheia de sangue. A história de José repete-se. Afinal José é apenas um dos filhos, o filho mais novo. Afinal Jesus é apenas um homem. Deus feito homem, sim, mas um homem igual a todos. O olhar sobre as pessoas é que transforma o amor em ódio e provoca a morte. Mas Deus, no silêncio das vidas, faz surgir um bem maior através daqueles que passaram pelas mãos assassinas do ciúme.
rezar a palavra
Senhor, o meu olhar sobre o meu irmão pode estar ferido de ciúme. Ele parece colher mais atenções, mais reconhecimento, mais êxitos do que eu. Nem sempre sei apreciar o sucesso dos outros. Vejo-me injustiçado pela vida porque creio merecer mais pelo esforço que realizei. Parece que os outros alcançam mais com menos esforço e eu não alcanço os meus objetivos. Senhor, cura o meu olhar e salva o meu coração do ciúme que mata. Não permites que mate o amor apenas por vinte moedas de prata.
compromisso
Quero libertar o meu coração experimentando a alegria pelo sucesso dos meus irmãos. Rezo pelos violentos para que encontrem paz, mas rezo especialmente pelos que sofrem com a violência dos outros, particularmente pelas vítimas da violência doméstica.
Evangelho Mt 21, 33-43.45-46
Naquele tempo,
disse Jesus aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos do povo:
«Ouvi outra parábola:
Havia um proprietário que plantou uma vinha,
cercou-a com uma sebe,
cavou nela um lagar e levantou uma torre;
depois arrendou-a a uns vinhateiros e partiu para longe.
Quando chegou a época das colheitas,
mandou os seus servos aos vinhateiros para receber os frutos.
Os vinhateiros, porém, lançando mão dos servos,
espancaram um, mataram outro e a outro apedrejaram-no.
Tornou ele a mandar outros servos,
em maior número que os primeiros,
e eles trataram-nos do mesmo modo.
Por fim mandou-lhes o seu próprio filho, pensando:
‘Irão respeitar o meu filho’.
Mas os vinhateiros, ao verem o filho,
disseram entre si:
‘Este é o herdeiro; vamos matá-lo
e ficaremos com a sua herança’.
Agarraram-no, levaram-no para fora da vinha e mataram-no.
Quando vier o dono da vinha,
que fará àqueles vinhateiros?»
Os príncipes dos sacerdotes e os anciãos do povo
responderam-Lhe:
«Mandará matar sem piedade esses malvados
e arrendará a vinha a outros vinhateiros
que lhe entreguem os frutos a seu tempo».
Disse-lhes Jesus:
«Nunca lestes na Escritura:
‘A pedra rejeitada pelos construtores tornou-se a pedra angular;
tudo isto veio do Senhor e é admirável aos nossos olhos’?
Por isso vos digo:
Ser-vos-á tirado o reino de Deus
e dado a um povo que produza os seus frutos».
Ao ouvirem as parábolas de Jesus,
os príncipes dos sacerdotes e os fariseus
compreenderam que falava deles e queriam prendê-l’O;
mas tiveram medo do povo, que O considerava profeta.
compreender a palavra
Muito forte esta parábola com a atualização que Jesus faz perante o auditório constituído pela multidão e os discípulos, de um lado, e os príncipes dos sacerdotes e os anciãos do povo, de outro. A parábola fala da vinha que é a casa de Israel, os chefes do povo bem o sabiam. Esta vinha foi arrendada aos vinhateiros que são as autoridades. Os que governam não são donos, mas arrendatários com a obrigação de entregar os frutos a seu tempo. Estes querem viver como se fossem donos e espancam e matam os servos que o Senhor lhes envia. Por fim matam o filho, o herdeiro, com a convicção de que poderão tornar-se donos. A conclusão de Jesus, porém, é outra e os sacerdotes bem o entenderam.
meditar a palavra
Perceber que não sou dono, nem do mundo nem da vida, deve levar-me a viver com sentido de responsabilidade. Primeiramente, sei que não sou dono de mim mesmo, pertenço ao Senhor e, portanto, hei de procurar harmonizar a minha vida com a sua vontade. Depois, percebo que não sou dono dos outros e devo respeitá-los na sua vida inviolável e nos seus bens. Não sou dono do mundo e o sentido de responsabilidade deve levar-me a respeitar e cuidar da natureza e a gerir bem todo o património que foi posto à minha disposição, para que todos possam usufruir dele. Finalmente, não sou dono de Deus e devo colocar-me humildemente ao seu serviço, dando-lhe os frutos que Ele espera.
rezar a palavra
Dá-me, Senhor, o sentido da responsabilidade para comigo, os outros e o mundo. Que eu possa encontrar alegria em colaborar contigo e com os outros na transformação do mundo e da sociedade em lugar onde todos podemos ser mais felizes. E que a minha satisfação esteja em servir-te nos irmãos.
compromisso
Vou encontrar em todos os trabalhos uma oportunidade para servir a Deus e aos irmãos.
[Referência: LEITURA ORANTE DA PALAVRA – LECTIO DIVINA FERIAL: <Leitura Orante da Palavra – Lectio Divina Ferial (liturgia.pt)>]

4o degrau da lectio divina: contemplação (contemplatio) – firme propósito de ver a vida com os olhos da fé, com o olhar iluminado pelo Espírito Santo; de tornar-se um novo ser humano: discípulo missionário de Jesus Cristo.
Oração firmadora do propósito de dedicar-se ao discipulado missionário de Jesus Cristo
Clamo-vos, ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, e rogo a intercessão da Virgem Maria e de todos os santos e anjos de Deus, para que me ilumineis, inspireis, orienteis e sustenteis de modo que eu veja a vida com os olhos da fé, com o olhar iluminado pelo Espírito Santo, tornando-me passo a passo, dia-a-dia, de acordo com a vossa santa vontade, um discípulo missionário de Jesus Cristo, ciente de que a Leitura Orante da Palavra de Deus se constitui base, estímulo e impulso para fazê-lo da melhor forma possível.
Que eu me empenhe para participar diariamente da Santa Missa (ou, caso não for possível, alternativamente, a assista por meio eletrônico), aproveitando para, antes ou depois depois da Santa Missa, devotar uma hora de adoração ao Santíssimo Sacramento (ou o tempo que for possível). Que eu recite o Santo Rosário e outras orações e devoções pelas quais me sinto particularmente tocado, em especial invocando a iluminação do Espírito Santo, bem como a proteção e orientação dos anjos.
Que eu leia ao menos as sínteses das vidas dos santos de cada dia, ricas em exemplos de prática cristã. Que eu me debruce sobre as leituras escolhidas pela Santa Madre Igreja para serem meditadas nos diversos momentos orantes que compõem a Liturgia das Horas, que consistem em preciosos estímulos para a santificação do dia – e da vida. Que na medida do possível eu recite as orações da Liturgia das Horas em seus respectivos horários e me coloque em silêncio por alguns momentos após elas, em atitude de adoração e profunda intimidade com o Senhor- ou pelo menos as ouça ao longo do dia.
Que eu me impregne profundamente da consciência do magnífico valor dos tesouros disponíveis no caminho cristão, tão rico em alimento espiritual, que podem – e devem – ser desbravados e conquistados pela alma que tem sede de Deus (Sl 41). Que eu passe a usufruí-los, gradual e progressivamente, de acordo com a realidade e as possibilidades, avançando na prática de orações mentais, meditando leituras recomendadas para tal. E que eu me dedique a ampliar o conhecimento da fé , bem como da doutrina cristã autêntica expressa nos documentos da Igreja e na grande diversidade de obras escritas pelos santos e pelos que se empenharam sinceramente para bem servir a Santa Madre Igreja.
Que eu siga o exemplo de profunda caridade de Jesus, de dar a vida pelos irmãos, fazendo do viver uma oblação, um doar-se pelo Reino: na convivência diária no âmbito da família e do trabalho; na vida comunitária – com especial zelo no seguimento das orientações da Santa Madre Igreja quanto a vida sacramental (Batismo, Confirmação, Penitência, Eucaristia, Ordem, Matrimônio e Unção dos Enfermos), de acordo com meu estado de vida e as circunstâncias específicas do viver, buscando também contribuir da melhor forma possível para que muitos usufruam das graças sacramentais. E que eu me engaje frutuosamente em ações concretas para a promoção da vida plena e abundante que Jesus veio trazer a todos, praticando da forma mais elevada possível as virtudes teologais da fé, esperança e caridade, bem como as virtudes cardeais da prudência, justiça, fortaleza e temperança. Amém!
SANTOS DO DIA – EXEMPLOS DE PRÁTICA CRISTÃ
[Fonte: <https://sagradamissao.com.br/2025/03/santos-do-dia-da-igreja-catolica-21-de-marco-2/>]
Santos do Dia da Igreja Católica – 21 de Março
Postado em: por: marsalima
Santa Benedita Cambiagio Frassinello
Benedita Cambiagio nasceu no dia 02 de outubro de 1791, em Langasco, Gênova. Última dos sete filhos de José e Francisca, eles a batizaram dois dias depois de seu nascimento. Ainda pequena, se mudou para Pavia, com sua família, onde o trabalho era mais promissor. Lá recebeu uma educação cristã rigorosa e teve uma profunda experiência espiritual, que a fez pensar em seguir a vida religiosa. Porém, a família a conduziu para o casamento, que ocorreu em 1816, quando ela tinha vinte e cinco anos, com João Batista Frassinello um operário e fervoroso cristão, procedente de Ronco Scrivia.
Porém, dois anos depois, sem filhos, Benedita e João Batista, que nutriam entre si um amor de irmãos, passaram a viver como tal na mesma casa. Benedita pôde assim realizar seu desejo juvenil, de se consagrar somente à Deus. Na época, sua irmã Maria, muito doente se hospedara em sua casa e o casal passou a cuidar dela com amor e dedicação, até sua morte, em 1825. Ocasião em que, João Batista entrou como irmão leigo na comunidade religiosa dos padres Somascos, e Benedita, na comunidade das Irmãs Ursulinas de Capriolo. Mas, no ano seguinte ela voltou para Pavia, muito doente. Lá teve uma visão onde lhe apareceu São Jerônimo Emiliani, ficando curada por completo.
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Depois disso, Benedita começou a trabalhar na educação de jovens e crianças, com a aprovação do bispo Luís Tosi. Precisando de ajuda, Benedita recorreu ao pai. Diante da recusa, foi ao bispo, e este pediu então a João Batista que a ajudasse. Ele atendeu logo, voltou para a esposa-irmã, renovando o voto de castidade perfeita, pelas mãos do bispo.
Benedita se dedicava de corpo e alma, à educação humana e cristã de jovens e crianças pobres e abandonadas, enquanto João Batista se encarregou de conseguir ajuda material.
Na época, a instituição escolar era muito precária e Benedita fez um alertar às autoridades locais O governo entendeu o recado e concedeu à ela o título de “promotora pública da educação”. Benedita passou a receber apoio de jovens e voluntárias formando uma instituição escolar de excelente nível, cujo estatuto foi aprovado pelas autoridades eclesiásticas. Ela uniu ao ensino escolar, a formação catequética e o trabalho, tornando jovens e crianças modelos de vida cristã, assegurando-lhes a verdadeira formação.
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A dedicação constante de Benedita nasceu e cresceu do seu fervor ao Cristo na Eucaristia e da contemplação à Jesus na Santa Cruz.. Tinha em Deus, seu sustento e sua defesa. Não lhe faltaram, na vida, experiências espirituais, que se repetiam, especialmente, durante as Missas. Porém, isso não interferia nos compromissos cotidianos da fundadora. Mas, a Obra e o programa educativo de Benedita, passaram por duras críticas por parte da oposição e de algumas pessoas do clero. Em 1838, Benedita cedeu a sua Instituição ao bispo Luís Tosi e, com cinco irmãs, deixaram Pavia indo para Ligúria.
Na cidade de Ronco Scrivia, Benedita abriu uma escola para jovens e fundou a Congregação das Irmãs Beneditinas da Providência, escrevendo ela mesma as Regras e Constituições. A Instituição se desenvolveu rapidamente, tanto que em 1847, uma nova casa foi inaugurada em Voghera. E dez anos depois outra em Valpolcevera. No dia 21 de março de 1858, Benedita faleceu em Ronco Scrivia, no dia e hora por ela previstos.
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Quarenta anos depois de sua morte, o Instituto, fundado por Benedita, se tornou independente. Assim, as religiosas puderam assumir o nome de “Irmãs Beneditinas da Divina Providência”, em memória à fundadora, Benedita Cambiagio Frassinello. Em toda sua vida, ela se deixou conduzir pelo Espírito Santo, através de várias experiências pessoais. Embora sua luta fosse grande, nunca esmoreceu diante das dificuldades, seguindo sempre seu desejo de servir à Humanidade e a Deus. Foi beatificada em 1987 e canonizada em 2000, pelo Papa João Paulo II, que marcou a festa de Santa Benedita Cambiagio Frassinello para o dia de sua morte.
São Serapião de Thmuis
Serapião nasceu no Egito, no norte da África e era um sacerdote profundo conhecedor das questões eclesiásticas. Tornou-se um dos maiores combatentes dos hereges no século IV que, aliás, foi o mais fértil deles. Fértil de hereges, mas também de combatentes. Serapião, era amigo e companheiro do bispo Atanásio, que lhe enviou cinco cartas, as quais fazem parte dos arquivos da Igreja, incentivando-o a continuar na luta contra a doutrina dos arianos. Essa doutrina negava a divindade de Jesus.
Embora não haja muitos dados confiáveis sobre sua vida, podemos seguir alguns dos seus passos na História do Cristianismo. Cursou a escola de Alexandria e tornou-se monge sob os ensinamentos de Santo Antão, abade que, ao morrer, lhe deixou como herança uma de suas túnicas de pelo. Referência encontrada numa das narrações de Atanásio, doutor da Igreja, discípulo e biógrafo de Santo Antão. Durante muito tempo dirigiu a Escola Catequética de Alexandria e, desejoso de dedicar mais tempo à oração e à penitência, retirou-se desse trabalho. Porém, não demorou muito tempo para que Serapião voltasse à direção da Igreja, sendo consagrado bispo de Thmuis, uma cidade do Egito, permanecendo na função entre os anos 340 e 356.
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Serapião escreveu vários livros, sendo um que combatia o maniqueísmo, outra heresia que surgira naquela época, e da qual foi senão o maior, ao menos o mais ferrenho inimigo. Essa doutrina pregava que havia uma separação entre corpo e alma, sendo a alma pertencente a Deus e o corpo ao demônio. Também, redigiu várias epístolas sobre a doutrina cristã, e discursava muito, com isso evangelizou inúmeras pessoas ilustres e importantes de sua época.
São Jerônimo, que dedicou à Serapião um capítulo de seu livro “Homens Ilustres”, nos conta que ele também fazia parte da comissão de cinco bispos que foi ao imperador Constâncio II interceder pelo bispo Atanásio, que fora exilado. Mas, como esse imperador era ariano a missão fracassou e Serapião foi deposto do seu bispado. Esse bispado que Serapião lamentou assumir, pois para isso teve que deixar sua vida de solidão e recolhimento. Em um de seus escritos encontrados, “Carta aos Monges”, ele deixa muito claro como considerava ótima a escolha que os monges faziam ao renunciar às alegrias efêmeras e aos prazeres do mundo.
Esse bispo desempenhou suas funções como poucos, morrendo em 362. O Martirológio Romano indica o dia 21 de março para a veneração litúrgica de São Serapião de Thmius.
São Nicolau de Flue
Bruder Klaus nasceu no dia 21 de março de 1417, na Suíça. Oriundo de família pobre, ainda jovem queria ser monge ou eremita. Nesta época não pôde realizar o sonho porque tinha que ajudar os pais nos trabalhos do campo. Mais tarde também não o conseguiu, pois se casou. Felizmente a escolhida era uma moça muito virtuosa e religiosa, chamada Dorotéia, com a qual teve dez filhos. Vários deles se tornaram sacerdotes, e um dos netos, Conrado Scheuber, morreu com o conceito de santidade.
Ainda neste período Klaus não pôde se dedicar totalmente às orações e meditações como queria. Os escritos da época narram que, devido ao seu reconhecido senso de justiça, retidão de consciência e integridade moral, foi convocado a assumir vários cargos públicos, como, juiz, conselheiro e deputado.
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Finalmente, aos cinqüenta anos de idade conseguiu a concordância da família e abandonou tudo. Adotou o nome de Nicolau e foi viver numa cabana que ele mesmo construiu, não muito longe de sua casa, mas num local ermo e totalmente abandonado. Tinha por travesseiro uma pedra e como cama uma tábua dura. Naquele local viveu por dezenove anos e há um fato desse período que impressionou no passado e impressiona até hoje. Há provas oficiais de que ele, durante todos esses anos, alimentou-se exclusivamente da Sagrada Comunhão. Entretanto, não conseguia se manter na solidão. Amável e receptivo, não fugia de quem o procurasse. E a pátria precisou dele várias vezes.
Pacificador e inimigo das batalhas, conhecido por seus atos e pela condição de eremita, foi chamado a mediar situações explosivas como a ameaça de guerra contra os austríacos e a eclosão iminente de uma guerra civil. Mas, quando não houve jeito de alcançar a paz no diálogo, ele também não fugiu de assumir seu lugar nos campos de batalha, como soldado e mesmo oficial. Entretanto, seu trabalho na reconciliação entre as partes envolvidas nestas questões de guerra repercutiu muito na população. Nicolau passou a ser venerado pelo povo, que logo o chamou de “Pai da Pátria”.
Porém, à qualquer chance que tinha voltava para sua cabana, até ser solicitado novamente. Foi conselheiro espiritual e moral de muita gente, tanto pessoas simples como ocupantes de cargos elevados. Era muito respeitado por católicos e protestantes. Há quase um consenso em seu país de que a Suíça é hoje um país neutro e pacífico, que dificilmente se envolve em guerras ou conflitos internacionais, graças à influência do “Irmão Klaus”, como era, e ainda é, carinhosamente chamado por todos os suíços.
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Ele morreu no dia 21 de março de 1487, exatos setenta anos do seu nascimento. O corpo de Nicolau está sepultado na Igreja de Sachslen. Beatificado em 1669, foi canonizado pelo Papa Pio XII em 1947. A memória de São Nicolau de Flue é venerada pela Igreja, no dia 21 de março e como herói da pátria, no dia 25 de setembro. Ele é o Santo mais popular da Suíça.


ESTÍMULOS À SANTIFICAÇÃO DO DIA – E DA VIDA
LEITURAS DAS ORAÇÕES DA LITURGIA DAS HORAS DE 21 DE MARÇO DE 2025
[Fonte: <https://www.ibreviary.com/m2/breviario.php>]
ORAÇÃO DA HORA TERÇA (NOVE HORAS)
LEITURA BREVE
Is 55, 3
Prestai-Me atenção e vinde a Mim; escutai e vivereis. Firmarei convosco uma aliança eterna, com as graças prometidas a David.
V. Criai em mim, o Deus, um coração puro,
R. Renovai em mim a firmeza de alma.
ORAÇÃO DA HORA SEXTA (DOZE HORAS)
LEITURA BREVE
Jer 3, 12b. 14a
Voltai, diz o Senhor, e não vos mostrarei um rosto severo; porque Eu sou benigno e não Me irrito para sempre. Voltai, filhos rebeldes, diz o Senhor.
V. Desviai o vosso rosto das minhas culpas,
R. Purificai-me de todos os meus pecados.
ORAÇÃO DA HORA NONA (QUINZE HORAS)
LEITURA BREVE
Tg 1, 27
A religião pura e sem mancha, aos olhos de Deus, nosso Pai, consiste em visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e conservar-se limpo do contágio do mundo.
V. Sacrifício agradável a Deus é um espírito arrependido,
R. Não desprezareis, Senhor, o espírito humilhado e contrito.
Oração
Concedei, Deus todo-poderoso, que, purificados pelo fervor da penitência quaresmal, cheguemos com espírito renovado às próximas solenidades pascais. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
V. Bendigamos o Senhor.
R. Graças a Deus.
ORAÇÃO DE VÉSPERAS (FINAL DA TARDE)
LEITURA BREVE
Tg 5, 16. 19-20
Confessai uns aos outros os vossos pecados e orai uns pelos outros, para que sejais curados. A oração persistente do justo tem muito poder. Meus irmãos, se algum de vós se afastar da verdade e outro o converter, saiba que aquele que reconduz um pecador do erro à verdade, salvará a sua alma da morte e obterá o perdão de muitos pecados.
RESPONSÓRIO BREVE
V. Tende compaixão de mim, Senhor.
R. Tende compaixão de mim, Senhor.
V. Salvai-me, porque pequei contra Vós.
R. Tende compaixão de mim, Senhor.
V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R. Tende compaixão de mim, Senhor.
ORAÇÃO DE COMPLETAS (ANTES DE DORMIR)
LEITURA BREVE
Jer 14, 9
Estais no meio de nós, Senhor, e sobre nós foi invocado o vosso nome. Não nos abandoneis, Senhor nosso Deus.
RESPONSÓRIO BREVE
V. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
V. Senhor, Deus fiel, meu Salvador.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
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Importante:
* A Liturgia Diária, a porção da Palavra de Deus escolhida para cada dia, consiste em refeição espiritual de escol brindada pela Santa Madre Igreja, preparatória para o alimento divino, a Sagrada Eucaristia. Auguramos que esse estudo orante possa contribuir para potencializar o sustento e o remédio que essas santas palavras são destinadas a proporcionar e que com cada vez maior assiduidade mais irmãos na fé priorizem sorver diariamente as delícias inefáveis da Santa Palavra e da Sagrada Eucaristia. Sugerimos, caso não for possível por alguma razão desfrutar a missa presencialmente, que se o faça ao menos virtualmente, pela televisão ou internet. Também recomendamos escrever na área de busca de sites veiculadores de vídeos na internet as palavras “Homilia diária” e aproveitar os momentos livres do pensamento (inclusive no decorrer da realização de atividades manuais que não requerem intensa concentração – como lavar louça, por exemplo) para ouvir as reflexões de clérigos qualificados para nos ajudar a compreender com cada vez mais profundidade os desígnios divinos. O católico que participar de todas as Missas diárias ou estudar a Liturgia Diária pelo período de três anos, terá estudado toda a Bíblia (exceto partes de algumas passagens que são apresentadas de forma sintetizada, das quais são suprimidos versículos considerados de importância secundária). Essa breve exegese da Liturgia Diária é recomendada para quem busca conhecer com profundidade a Palavra de Deus, para dela se tornar íntimo e colocá-la em prática.
** A Liturgia das Horas é composta por sete momentos orantes rezados pelo fiel ao longo do dia. O primeiro, na madrugada, se chama Ofício das Leituras, composto pela recitação de vários salmos; a primeira leitura (extraída da Bíblia); a segunda leitura (extraída da Sagrada Doutrina) e algumas orações próprias. O segundo, Laudes, se reza no início da manhã, incluindo a recitação de salmos; orações; leitura bíblica breve e inclui também preces. Os momentos orantes do “miolo do dia” (das 09 às 15 horas) chamados “da hora média”, são propostos para serem realizados com brevidade em três etapas: Hora Terça, em torno das 09:00 horas; Hora Sexta, em torno das 12:00 horas; e Hora Nona, em torno das 15:00. São compostos pela recitação de salmos; orações e uma leitura bíblica breve. O sexto momento orante se dá antes do pôr do sol, sendo denominado de Vésperas e inclui também algumas preces, além dos salmos, orações e leitura bíblica breve. O sétimo momento orante denomina-se Completas, sendo realizado antes de dormir, incluindo o exame de consciência, uma breve recitação dos salmos, leitura bíblica breve e orações próprias, sendo bastante conciso. Tais momentos orantes são destinados especialmente à santificação do dia. A Liturgia das Horas serve também como ponto de interseção entre todos os católicos, sendo prescrita em especial para ser recitada por todos os componentes do clero, religiosos, religiosas, diáconos… constituindo-se fundamental para a unidade da fé, prevenindo a queda em heresias (a “escolha” de partes das escrituras e da doutrina e o rechaço de outras). Recomendamos vivamente que todos quantos puderem se dediquem a essa maravilhosa prática e reputamos como mínimo necessário a meditação da segunda leitura do Ofício das Leituras (aqui trazida como leitura complementar, extraída do o site <http://www.ibreviary.com/>), com o que nos tornamos agraciados com os preciosíssimos tesouros da Sagrada Doutrina brindados pelos que cultivaram a fé desde o início da Igreja. Podemos acessar a Liturgia das Horas através de livro próprio, também chamado de Breviário, ou por meio de aplicativos ou sites na internet. O fiel pode ainda digitar na área de busca o nome do momento orante que deseja acompanhar e terá à disposição essa oração com os salmos cantados. Disponibilizamos diariamente nesse estudo orante da Palavra de Deus os textos das leituras de todos os momentos orantes da Liturgia Diária, reputando-os como estímulos para a santificação do dia.
*** Por que ler a vida do Santo do dia?
Você sabe porque é muito importante conhecer e meditar no exemplo de vida do Santo do dia?
É fácil perceber que os homens se influenciam mutuamente no relacionamento social. A criança imita os pais, os gestos de dois amigos tendem a se assemelhar, pois a imitação é conatural aos homens desde a infância, distinguindo-os como a criatura mais imitativa de todas.
Esse mimetismo inato vincado em nossa humanidade se verifica também no âmbito sobrenatural. Conforme frisou Bento XVI, “os Santos constituem o comentário mais importante ao Evangelho, uma atualização sua na vida cotidiana e, por conseguinte, representam para nós um verdadeiro caminho de acesso a Jesus”.(1) Podemos, sem dúvida, considerá-los como imagem de Deus transposta para o dia a dia.
O conceito de imitação de Cristo – diretamente ou através do Santo do Dia – está presente nos Livros Sagrados, sobretudo nas cartas de São Paulo, como a destinada aos filipenses: “Sede meus imitadores, irmãos, e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós” (3, 17).
São Francisco de Assis estava bem cônscio de seu papel simbólico quando dizia: “Devo ser modelo e exemplo para todos os frades”. (2)
Para o homem contemporâneo essas analogias entre Cristo e os Santos poderiam parecer despropositadas ou mesmo maldosamente tachadas de “culto à personalidade”.
Por isso, é fundamental ler a história do Santo do Dia para que conhecendo o exemplo deles e admirando-os, aprendamos como adequar nossas vidas à santidade que Deus quer de nós.
**** Leitura Orante da Palavra (Lectio divina)
Fonte: <https://www.ivcpoa.com.br/leitura-orante-da-palavra>
a) Como surgiu?
No século XII, o monge Guigo II estava trabalhando no mosteiro com uma escada na mão. Enquanto isso, pedia a Deus que lhe sugerisse um instrumento que o ajudasse a subir até ele. Sobre isso, ele escreveu: “Ocupado em um trabalho manual, comecei a pensar na atividade espiritual do ser humano e se apresentaram improvisadamente à minha reflexão quatro degraus espirituais, ou seja: 1) a leitura; 2) a meditação; 3) a oração; e 4) a contemplação”. Esta é a escada que se eleva da terra ao céu. Alguns chamam esse método de rezar de Lectio divina, isto é, leitura divina.
b) Os passos da Leitura Orante: 1) leitura; 2) meditação; 3) oração; e 4) contemplação.
1) Leitura: no primeiro momento, procure acolher a Bíblia não como um livro qualquer, mas como um tesouro que é a Palavra que Deus quer nos falar. Esforce-se para captar o sentido do texto do modo mais pleno possível. Para isso, podem ajudar algumas perguntas: • Quem? O que diz e o que faz cada personagem? • Onde? Como se situa este texto na Bíblia e em que contexto? • Que relação tem com outros textos? • Em síntese, o que diz o texto?
2) Meditação: A meditação vai responder à pergunta: “O que é que Deus, através deste texto, tem a nos dizer hoje?”. É muito importante perceber o que o texto diz para mim, não somente para os outros. Algumas vezes, as pessoas procuram no texto bíblico lições para ensinar aos outros. Aqui é diferente: o texto fala diretamente com o leitor, seja pessoalmente, seja comunitariamente. Entra-se em diálogo, facilitado por algumas perguntas, como: O que há de semelhante e de diferente entre a situação do texto e a nossa de hoje? O que a mensagem deste texto diz para a nossa situação? Que mudanças de comportamento nos sugere? Pode-se perceber o quanto as ideias de Deus são diferentes das nossas e a necessidade de deixar que a Palavra de Deus transforme as nossas convicções. Muitas vezes, é preciso mudar de mentalidade para aderir à vontade de Deus.
3) Oração: É o momento de expressar o que o texto nos faz dizer a Deus. A oração é a nossa resposta à Palavra de Deus lida e meditada. A oração provocada pela meditação inicia-se com uma atitude de admiração, silêncio e adoração ao Senhor. A oração suscitada pela meditação também pode ser recitação de preces e salmos. Dependendo do que se ouviu da parte de Deus, a resposta pode ser de louvor ou de ação de graças, de súplica ou de perdão. É importante que essa oração espontânea não seja só individual, mas tenha sua expressão comunitária em forma de partilha.
4) Contemplação: enxergar, saborear, agir. A contemplação ajuda a enxergar o mundo de maneira nova. Tira o véu e ajuda a descobrir o projeto de Deus na história que hoje vivemos. Leva-nos a perceber Cristo como centro de tudo. Pela Leitura Orante, vamos crescendo na compreensão do sentido e da força da Palavra de Deus, vamos sendo transformados e nos tornando capazes de transformar a realidade. Contemplar supõe viver de modo diferente. O centro da pessoa está em Cristo. A pessoa é transformada pela Palavra de Deus, por isso contempla a presença de Deus em sua vida e adquire um novo olhar sobre a realidade.
Leitura Orante na Prática
O monge que criou o método sugere a ideia de uma escada que nos ajude a subir até Deus. Vamos analisar os quatro degraus que devemos subir.

1º Degrau – Leitura (Lectio): O que o texto diz?
1. Leia lentamente o texto, ao menos duas vezes.
2. Ainda não é hora de tentar tirar uma mensagem para sua vida. Apenas tente compreender o que o texto poderia significar na época em que foi escrito.
3. Tente reconstruir o texto: Quem são as pessoas que aparecem no texto e qual é a situação de cada uma? De acordo com o texto, qual é o papel de cada uma e quais seriam seus sentimentos? Aparece algum conflito no texto? Como é resolvido? Qual é o rosto de Deus no texto?

2º Degrau – Meditação (Meditatio): O que o texto me diz?
1. Destaque os versículos que foram mais fortes para você (sem tentar interpretá-los).
2. Atualize o texto comparando a situação da época com a situação atual e procure perceber o que tudo isso tem a ver com a sua/nossa vida de cristão.

3º Degrau – Oração (Oratio): O que o texto me faz dizer a Deus?
1. Tudo o que foi lido e meditado é transformado em uma conversa orante com Deus.
2. A oração é o instante no qual se é convidado a falar com Deus através do louvor, do agradecimento, do pedido, da súplica, do oferecimento, do perdão dirigido a ele: “Senhor, eu te peço… Eu te louvo e agradeço meu Deus…”. Dialogar diretamente com Deus: tenha “um trato de amizade com aquele que nos ama” (Santa Teresa). É necessário silêncio…

4º Degrau – Contemplação (Contemplatio)
Contemplar é ver a vida com os olhos da fé. É sentir, quase intuitivamente, a presença da Santíssima Trindade ao nosso lado. Esse passo está ligado ao anterior; às vezes, não percebemos quando termina um e começa o outro. Volte-se para a sua realidade (ao seu dia a dia) e veja sua vida com o olhar iluminado pelo Espírito Santo. Não se trata de pensar “o que fazer”, mas de como irá seguir Jesus a partir desse texto? É a primazia do ser sobre o fazer. Este último será o resultado de um novo ser humano: discípulo missionário de Jesus Cristo.
Atenção! Este método é fascinante, mas exigente. Não supõe saber ou ter grandes estudos, mas requer dedicação e escuta atenta à Palavra de Deus. Se alguém ler o texto bíblico sem seguir o método orante, dificilmente entenderá os quatro degraus. Há alguns que dizem que é muito difícil seguir este processo, certamente porque querem resultados imediatos e não dão tempo para escutar o Senhor. Para seguir este método, é preciso muita humildade e deixar o Senhor falar. É preciso se livrar de conceitos prontos sobre o texto lido. Evite-se, igualmente, logo tirar uma mensagem para pôr em prática. Essa aplicabilidade da Palavra depende de uma escuta mais atenta, pois nem sempre o Senhor pede que se faça algo, mas solicita uma mudança em nosso ser – a nossa conversão.



