“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 16 DE JULHO DE 2025
16 de julho de 2025“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 18 DE JULHO DE 2025
18 de julho de 2025Quinta-feira da Semana XV do Tempo Comum
Saudação
– Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
– Amém.
– A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
– Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

Oração firmadora do propósito de plenificar o viver com os tesouros brindados pela Santa Madre Igreja
Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, obrigado por mais este dia. Iluminai-me, inspirai-me, orientai-me e sustentai-me para que eu siga no caminho cristão, usufruindo da melhor forma possível os maravilhosos tesouros brindados pela Santa Madre Igreja disponibilizados neste “buffet espiritual” – em meio à realização dos deveres da vocação a que fui chamado, de meu estado de vida. Que eu possa me enriquecer espiritualmente com os estímulos à santificação do dia e da vida em que consistem as orações matinais da Liturgia das Horas (“Invitatório”, “Ofício das Leituras” e “Laudes”); a Santa Missa; as Meditações da Palavra do Senhor e o estudo do Catecismo da Igreja Católica; o néctar espiritual potencializador da prática cristã na sessão IMPULSIONAMENTO AO ESTUDO ORANTE DA LITURGIA DIÁRIA (LECTIO DIVINA) – fundamental para o sustento, remédio e fortalecimento espiritual; os EXEMPLOS DE PRÁTICA CRISTÃ (síntese das inspiradoras histórias de vida dos santos do dia) e os ESTÍMULOS À SANTIFICAÇÃO DO DIA E DA VIDA (em que também consistem as demais orações da Liturgia das Horas). Creio, Senhor, mas aumentai a minha fé! Amém!
OFÍCIO DAS LEITURAS (NA MADRUGADA)
[Fonte: <https://www.ibreviary.com/m2/breviario.php>]
PRIMEIRA LEITURA
Do Primeiro Livro dos Reis 22, 1-9.15-23.29.34-38
Sentença de Deus sobre o ímpio rei Acab
Passaram-se três anos sem haver guerra entre Arão e Israel. Mas no terceiro ano, Josafat, rei de Judá, desceu a visitar o rei de Israel. Este dissera aos seus servos: «Não sabeis que Ramot de Galaad é nossa, e que nos temos descuidado em reconquistá-la ao rei de Arão?». E perguntou a Josafat: «Queres vir comigo atacar Ramot de Galaad?».
Josafat disse ao rei de Israel: «Dispõe de mim como de ti próprio, da minha gente como da tua, dos meus cavalos como dos teus». Josafat disse ainda ao rei de Israel: «Peço-te que consultes primeiro o oráculo do Senhor». O rei de Israel reuniu os profetas, que eram cerca de quatrocentos, e perguntou-lhes: «Devo atacar Ramot de Galaad, ou não?». Eles responderam: «Vai, porque o Senhor a entregará nas mãos do rei». Mas Josafat perguntou: «Já não há aqui mais nenhum profeta do Senhor, que possamos consultar?». O rei de Israel respondeu a Josafat: «Há ainda um homem por quem poderemos consultar o Senhor, mas eu detesto-o, porque nunca profetiza o bem, senão o mal, a meu respeito. É Miqueias, filho de Jemlá». Josafat respondeu: «O rei não deve falar assim». Chamou então o rei de Israel um eunuco e ordenou-lhe: «Vai depressa chamar Miqueias, filho de Jemlá».
Quando Miqueias chegou junto do rei, este perguntou-lhe: «Miqueias, devemos ir combater Ramot de Galaad, ou não?». Ele respondeu: «Vai, que serás bem sucedido; o Senhor a entregará nas mãos do rei». O rei disse-lhe: «Quantas vezes terei de intimar-te a que não digas senão a verdade em nome do Senhor?». Então ele declarou: «Vi todo o Israel disperso pelos montes, como um rebanho sem pastor. E o Senhor dizia:‘Eles já não têm pastor; volte cada um para sua casa’». O rei de Israel disse a Josafat: «Não te tinha eu dito que ele nunca profetizava o bem, senão o mal, a meu respeito?». Miqueias respondeu: «Ouve antes a palavra do Senhor. Vi o Senhor sentado num trono e todo o exército do Céu de pé junto d’Ele, à direita e à esquerda. Disse o Senhor: ‘Quem irá enganar Acab, para que ele vá a Ramot de Galaad procurar a morte?’. Uns responderam de uma maneira, outros de outra. Então o espírito avançou, parou diante do Senhor e disse: ‘Eu saberei enganá-lo’. O Senhor perguntou: ‘De que modo?’. Ele respondeu: ‘Irei fazer-me espírito de mentira na boca de todos os seus profetas’. E disse o Senhor: ‘Conseguirás enganá-lo. Vai e faz como disseste’. Eis como o Senhor pôs um espírito de mentira na boca de todos os teus profetas e decretou a tua ruína».
Entretanto o rei de Israel e Josafat, rei de Judá, subiram a Ramot de Galaad. Um homem disparou o arco ao acaso e atingiu o rei de Israel entre as junturas da couraça. Disse ele ao condutor do seu carro: «Dá meia-volta e leva-me para fora do campo de batalha, porque estou ferido». O combate tornou-se cada vez mais violento e o rei teve de conservar-se de pé no seu carro, em frente dos arameus. Morreu ao cair da tarde e o sangue da ferida inundava o carro. Ao pôr do sol, ouviu-se um clamor por todo o acampamento: «Volte cada um para a sua cidade; volte cada um para a sua casa: O rei morreu».
Voltaram para Samaria, onde sepultaram o rei. 38 Lavaram o carro na piscina de Samaria, onde as prostitutas se banhavam, e os cães lamberam-lhe o sangue, como dissera o oráculo do Senhor.
RESPONSÓRIO Jer 29, 8b.9a.11a; Deut 18, 18a
R. Não vos deixeis iludir pelos vossos profetas, porque eles profetizam mentiras em meu nome. * Eu sei os desígnios que tenho sobre vós, diz o Senhor.
V. Farei surgir um profeta e porei as minhas palavras na sua boca. * Eu sei os desígnios que tenho sobre vós, diz o Senhor.
SEGUNDA LEITURA
Das Homilias de São João Crisóstomo, bispo
(Hom. Sobre a glória nas tribulações 2.4: PG 51, 158-159.162.164) (Sec. IV)
Os sofrimentos e a glória dos mártires
Considera a sabedoria de Paulo. Que diz ele? Penso que os sofrimentos do tempo presente não têm comparação com a glória que se há-de manifestar em nós. Então, diz ele, porque me falais dos tormentos, dos altares, dos algozes, dos suplícios, da fome, do exílio, das privações, das cadeias e das algemas? Embora apresenteis todas as coisas que atormentam os homens, nada podeis mencionar que seja digno daquele prémio, daquela coroa, daquela recompensa. Porque as provações acabam-se com a vida presente, ao passo que a recompensa é imortal, permanece para sempre.
A isto mesmo aludia o Apóstolo noutro lugar: As leves e passageiras tribulações do momento presente. Ele diminui aqualidade com a quantidade e alivia a dureza com a brevidade do tempo. Como as tribulações que então sofriam eram por sua natureza penosas e duras, Paulo serve-se da sua brevidade para diminuir a sua dureza, dizendo: As leves e passageiras tribulações do momento presente preparam-nos, para além de toda e qualquer medida, o peso eterno de uma sublime e incompará- vel glória. Não olhamos para as coisas visíveis, mas para as invisíveis; as coisas visíveis são passageiras, ao passo que as invisíveis são eternas.
Vede como é grande a glória que acompanha a tribulação! Vós próprios sois testemunhas do que dizemos. Ainda antes que os mártires tenham recebido as suas recompensas, os seus prémios, as suas coroas, enquanto se vão ainda transformando em pó e cinza, já nós acorremos com entusiasmo para os honrar, convocamos uma assembleia espiritual, proclamamos o seu triunfo, exaltamos o sangue que derramaram, os tormentos, os golpes, as aflições e as angústias que sofreram; e, deste modo, as próprias tribulações são para eles uma fonte de glória, ainda antes da recompensa final.
Depois de termos reflectido nestas verdades, irmãos caríssimos, suportemos generosamente todas as adversidades que sobrevierem. Se Deus as permite, é porque são para nossa utilidade. Longe de desesperarmos ou perdermos a coragem ante a dureza dos sofrimentos, resistamos com fortaleza e dêmos graças a Deus pelos benefícios que nos concedeu, a fim de que, depois de gozarmos dos seus dons na vida presente, alcancemos os bens da vida futura, pela graça, misericórdia e bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo, ao qual, com o Pai e o Espírito Santo, pertence a glória e o poder, agora e para sempre e por todos os séculos. Amen.
RESPONSÓRIO Sab 3, 1-4
R. As almas dos justos estão na mão de Deus e nenhum tormento os atingirá. * Aos olhos dos insensatos parecem ter morrido, mas eles estão em paz.
V. Diante dos homens foram atormentados, mas a sua esperança estava cheia de imortalidade. * Aos olhos dos insensatos parecem ter morrido, mas eles estão em paz.
Oração
Deus eterno e todo-poderoso, que dotastes de invencível constância na fé os bem-aventurados mártires Inácio de Azevedo e seus companheiros, concedei-nos que, fortalecidos por tão numerosos exemplos, imitemos o fogo da sua caridade e participemos da sua glória na pátria celeste. Por Nosso Senhor.
V. Bendigamos o Senhor.
R. Graças a Deus.
LAUDES (INÍCIO DA MANHÃ)
[Fonte: <https://www.ibreviary.com/m2/breviario.php>]
2 Coríntios 1, 3-5
Bendito seja Deus, Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, Pai de misericórdia e Deus de toda a consolação, que nos conforta em todas as nossas tribulações, para podermos consolar aqueles que estão atribulados, por meio do conforto que nós próprios recebemos de Deus. Assim como abundam em nós os sofrimentos de Cristo, também por Cristo abunda a nossa consolação.
RESPONSÓRIO BREVE
V. Os justos viverão eternamente.
R. Os justos viverão eternamente.
V. A sua recompensa está no Senhor.
R. Viverão eternamente.
V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R. Os justos viverão eternamente.
SANTA MISSA
MEDITAÇÃO DA PALAVRA DO SENHOR – EVANGELHO DO DIA MEDITADO PELO PADRE JOÃO CARLOS
MEDITAÇÃO DA PALAVRA DO SENHOR – REFLEXÃO POTENCIALIZADORA DA TÊMPERA CATÓLICA NA ORAÇÃO DA MANHÃ DE DOM ADAIR JOSÉ GUIMARÃES
MEDITAÇÃO DA PALAVRA DO SENHOR – LEITURA COMENTADA DE UM CAPÍTULO DAS SAGRADAS ESCRITURAS COM A IRMÃ ZÉLIA
CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA – OUÇA TODOS OS DIAS E TERMINE EM UM ANO
IMPULSIONAMENTO AO ESTUDO ORANTE DA LITURGIA DIÁRIA (LECTIO DIVINA)
Liturgia diária

Invocação de busca do reto entendimento
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor! Enviai o vosso Espírito e tudo será criado, e renovareis a face da terra! Oremos: ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação! Por Cristo, Senhor nosso! Amém!

1o degrau da lectio divina: leitura (lectio) para compreensão do que o texto diz; 2o degrau da lectio divina: meditação (meditatio) a respeito do que o texto orienta a fazer; 3o degrau da lectio divina: oração (oratio) de compromisso com que o texto faz dizer a Deus.



[Fonte: <https://aliturgia.com/quinta-feira-da-semana-xv-do-tempo-comum-11/>]
Quinta-feira da Semana XV do Tempo Comum
Leitura I (anos ímpares) Ex 3, 13-20
Naqueles dias,
Moisés ouviu do meio da sarça a voz do Senhor
e disse-Lhe:
«Vou procurar os filhos de Israel e dizer-lhes:
‘O Deus dos vossos pais enviou-me a vós’.
Mas se me perguntarem qual é o seu nome,
que hei de responder-lhes?».
Disse Deus a Moisés:
«Eu sou ‘Aquele que sou’».
E prosseguiu:
«Assim falarás aos filhos de Israel:
‘O que Se chama “Eu sou” enviou-me a vós’».
Deus disse ainda a Moisés:
«Assim falarás aos filhos de Israel:
‘O Senhor, Deus de vossos pais,
Deus de Abraão, Deus de Isaac e Deus de Jacob,
enviou-me a vós.
Este é o meu nome para sempre,
assim Me invocareis de geração em geração’.
Vai reunir os anciãos de Israel e diz-lhes:
‘O Senhor, o Deus dos vossos pais,
Deus de Abraão, de Isaac e de Jacob,
apareceu-me e disse-me:
“Eu vi claramente como vos tratam no Egito
e decidi libertar-vos da opressão do Egito
e levar-vos para a região dos cananeus, dos hititas,
dos amorreus, dos ferezeus, dos hevitas e dos jebuseus,
para uma terra onde corre leite e mel”.
Eles escutarão o teu apelo
e tu irás com os anciãos de Israel à presença do rei do Egito
e dir-lhe-ás:
“O Senhor, Deus dos hebreus, apareceu-nos.
Permite que façamos uma viagem de três dias através do deserto,
para irmos oferecer um sacrifício ao Senhor nosso Deus”.
Eu sei que o rei do Egito não vos deixará partir senão à força.
Mas Eu estenderei a minha mão
e ferirei o Egito com toda a espécie de prodígios
que nele hei de realizar.
Depois deixar-vos-á partir».
compreender a palavra
Moisés sabe que não pode falar ao povo sem lhes dizer quem o envia, sem lhes fazer perceber de onde vem a sua autoridade. “Quem te fez nosso chefe ou nosso juiz?”, foi a pergunta do hebreu a quem ele repreendeu por bater num companheiro. O povo, depois de quatrocentos anos já nem se lembra do Deus de seus pais Abraão, Isaac e Jacob. Moisés pergunta a Deus pelo seu nome e Deus diz “Eu sou ‘Aquele que sou’”, dirás aos filhos de Israel “’O que Se chama “Eu sou” enviou-me a vós’”. Deus tem um nome enigmático mas tem um nome que fará sair do Egito o seu povo porque ““Eu vi claramente como vos tratam no Egito e decidi libertar-vos”, é um Deus que renova a promessa feita aos pais, vou “levar-vos … para uma terra onde corre leite e mel“ contra o poder do faraó que tudo fará para não deixar sair o povo.
meditar a palavra
A revelação do nome de Deus é por si só um acontecimento novo e importante. Este “Eu sou” é um Deus próximo do homem, preocupado e atento, amigo e libertador. É um Deus com coração de mãe e entranhas de misericórdia. O “Eu sou” fala pessoalmente com o homem, face a face, como faz com Moisés, como um amigo fala a outro amigo. Não é um Deus distante, juiz e castigador. Este Deus vê e escuta o grito dos oprimidos, a voz dos prisioneiros e clamor dos pobres. É um Deus que acompanha no sofrimento o seu povo e o liberta das mãos dos poderosos e dos opressores e oferece uma terra onde corre leite e mel.
rezar a palavra
Senhor, nosso Deus, só tu existes por ti mesmo e tens a nossa vida nas tuas mãos. Podias impor sobre nós o teu poder, mas preferes usar para connosco de misericórdia. Conheces o nosso grito, escutas a nossa voz e vês a nossa miséria. O teu amor não deixa o teu coração indiferente à nossa desgraça por isso vens em nosso auxílio. Dá-nos a conhecer o teu plano libertador para podermos sair deste Egito em que nos fechamos com tanta facilidade, do faraó a quem hipotecamos tão facilmente a nossa vida.
compromisso
Levanto as mãos para Deus deixando-me libertar das minhas cadeias.
Evangelho Mt 11, 28-30
Naquele tempo, Jesus exclamou:
«Vinde a Mim,
todos os que andais cansados e oprimidos,
e Eu vos aliviarei.
Tomai sobre vós o meu jugo,
e aprendei de Mim,
que sou manso e humilde de coração,
e encontrareis descanso para as vossas almas.
Porque o meu jugo é suave e a minha carga é leve».
compreender a palavra
Jesus percebe que os homens assumem as responsabilidades da vida como fardos pesados que colocam sobre si próprios e simultaneamente vivem a tentação de atirar fardos para cima dos outros. São as questões pessoais, as responsabilidades familiares e sociais, o trabalho de cada dia e as dificuldades espirituais. Tudo é visto como um fardo que impede o homem de ser feliz. Perante essa análise, Jesus, convida os homens a estar com Ele, a procurá-lo e a encontrar nele o alívio, aprendendo a viver sem a ganância que tira a paz e inquieta o coração.
meditar a palavra
Sinto tantas vezes a urgência da paz interior. Escuto tantas pessoas a dizer que precisam de parar. A vida toma conta de mim e não deixa espaço para pensar. Tudo se avoluma diante de mim com o título de urgente. Preciso aprender com Jesus a ser humilde também no meu dia-a-dia. Não querer fazer tudo, não pensar que posso tudo, não pretender resolver todas as situações nem todos os problemas. Ser humilde e aceitar que vale a pena parar para estar com Jesus, para aprender com ele e para descansar nele.
rezar a palavra
Alivia, Senhor, esta minha vontade de querer salvar o mundo todo. Ensina-me a humildade de quem confia que tu fazes mais no silêncio do que eu com todo o meu roído e com toda a minha agitação. Mostra-me a paz que vem de ti e faz que a deseje como lugar de descanso e de alívio do peso que faço recair sobre os meus ombros.
compromisso
Vou fazer tudo para não sobrecarregar ninguém nem me tornar um peso para os outros.
[Referência: LEITURA ORANTE DA PALAVRA – LECTIO DIVINA FERIAL: <Leitura Orante da Palavra – Lectio Divina Ferial (liturgia.pt)>]

4o degrau da lectio divina: contemplação (contemplatio) – firme propósito de ver a vida com os olhos da fé, com o olhar iluminado pelo Espírito Santo; de tornar-se um novo ser humano: discípulo missionário de Jesus Cristo.
Oração firmadora do propósito de dedicar-se ao discipulado missionário de Jesus Cristo
Clamo-vos, ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, e rogo a intercessão da Virgem Maria e de todos os santos e anjos de Deus, para que me ilumineis, inspireis, orienteis e sustenteis de modo que eu veja a vida com os olhos da fé, com o olhar iluminado pelo Espírito Santo, tornando-me passo a passo, dia-a-dia, de acordo com a vossa santa vontade, um discípulo missionário de Jesus Cristo, ciente de que a Leitura Orante da Palavra de Deus se constitui base, estímulo e impulso para fazê-lo da melhor forma possível.
Que eu me empenhe para participar diariamente da Santa Missa (ou, caso não for possível, alternativamente, a assista por meio eletrônico), aproveitando para, antes ou depois depois da Santa Missa, devotar uma hora de adoração ao Santíssimo Sacramento (ou o tempo que for possível). Que eu recite o Santo Rosário e outras orações e devoções pelas quais me sinto particularmente tocado, em especial invocando a iluminação do Espírito Santo, bem como a proteção e orientação dos anjos.
Que eu leia ao menos as sínteses das vidas dos santos de cada dia, ricas em exemplos de prática cristã. Que eu me debruce sobre as leituras escolhidas pela Santa Madre Igreja para serem meditadas nos diversos momentos orantes que compõem a Liturgia das Horas, que consistem em preciosos estímulos para a santificação do dia – e da vida. Que na medida do possível eu recite as orações da Liturgia das Horas em seus respectivos horários e me coloque em silêncio por alguns momentos após elas, em atitude de adoração e profunda intimidade com o Senhor- ou pelo menos as ouça ao longo do dia.
Que eu me impregne profundamente da consciência do magnífico valor dos tesouros disponíveis no caminho cristão, tão rico em alimento espiritual, que podem – e devem – ser desbravados e conquistados pela alma que tem sede de Deus (Sl 41). Que eu passe a usufruí-los, gradual e progressivamente, de acordo com a realidade e as possibilidades, avançando na prática de orações mentais, meditando leituras recomendadas para tal. E que eu me dedique a ampliar o conhecimento da fé , bem como da doutrina cristã autêntica expressa nos documentos da Igreja e na grande diversidade de obras escritas pelos santos e pelos que se empenharam sinceramente para bem servir a Santa Madre Igreja.
Que eu siga o exemplo de profunda caridade de Jesus, de dar a vida pelos irmãos, fazendo do viver uma oblação, um doar-se pelo Reino: na convivência diária no âmbito da família e do trabalho; na vida comunitária – com especial zelo no seguimento das orientações da Santa Madre Igreja quanto a vida sacramental (Batismo, Confirmação, Penitência, Eucaristia, Ordem, Matrimônio e Unção dos Enfermos), de acordo com meu estado de vida e as circunstâncias específicas do viver, buscando também contribuir da melhor forma possível para que muitos usufruam das graças sacramentais. E que eu me engaje frutuosamente em ações concretas para a promoção da vida plena e abundante que Jesus veio trazer a todos, praticando da forma mais elevada possível as virtudes teologais da fé, esperança e caridade, bem como as virtudes cardeais da prudência, justiça, fortaleza e temperança. Amém!
SANTOS DO DIA – EXEMPLOS DE PRÁTICA CRISTÃ


ESTÍMULOS À SANTIFICAÇÃO DO DIA – E DA VIDA
LEITURAS DAS ORAÇÕES DA LITURGIA DAS HORAS DE 17 DE JULHO DE 2025
[Fonte: <https://www.ibreviary.com/m2/breviario.php>]
ORAÇÃO DA HORA TERÇA (NOVE HORAS)
LEITURA BREVE
Sab 19, 20b
Em tudo, Senhor, engrandecestes e glorificastes o vosso povo; e não o desprezastes, antes o assististes em todo o tempo e lugar.
V. Vós sois o Deus que realiza maravilhas:
R. Manifestastes entre as nações o vosso poder.
Oração
Senhor, que à hora de Tércia enviastes o Espírito Santo sobre os Apóstolos reunidos em oração, concedei-nos a graça de tomar parte nos dons do mesmo Espírito. Por Nosso Senhor.
ORAÇÃO DA HORA SEXTA (DOZE HORAS)
LEITURA BREVE
Deut 4, 7
Não há nação tão grande que tenha a divindade tão perto de si, como está perto de nós o Senhor nosso Deus, sempre que O invocamos.
V. O Senhor está perto de quantos O invocam
R. E ouve a sua oração.
Oração
Deus eterno e omnipotente, para quem nada existe de obscuro e tenebroso, fazei brilhar sobre nós a claridade da vossa luz, para que, guardando os vossos mandamentos, andemos generosamente nos caminhos da vossa lei. Por Nosso Senhor.
ORAÇÃO DA HORA NONA (QUINZE HORAS)
LEITURA BREVE
Est 10, 3f
A minha nação é Israel, que invocou o Senhor e foi salva. O Senhor salvou o seu povo e livrou-nos de todos os males. Deus fez prodígios e maravilhas, como não fez semelhantes entre todas as nações.
V. Eu Vos darei graças, Senhor, porque me ouvistes
R. E fostes o meu Salvador.
Oração
Olhai benignamente, Senhor, para a vossa família em oração, e fazei que, imitando a paciência de vosso Filho Unigénito, nunca desanime perante a adversidade. Por Nosso Senhor
V. Bendigamos o Senhor.
R. Graças a Deus.
ORAÇÃO DE VÉSPERAS (FINAL DA TARDE)
LEITURA BREVE
1 Pedro 4, 13-14
Caríssimos, alegrai-vos na medida em que participardes nos sofrimentos de Cristo, a fim de que possais também alegrar-vos e exultar no dia em que se manifestar a sua glória. Felizes de vós, se sois ultrajados pelo nome de Cristo, porque o Espírito de glória, o Espírito de Deus, repousa sobre vós.
RESPONSÓRIO BREVE
V. Alegrai-vos, ó justos, no Senhor.
R. Alegrai-vos, ó justos, no Senhor.
V. Exultai, corações rectos.
R. Alegrai-vos, ó justos, no Senhor.
V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R. Alegrai-vos, ó justos, no Senhor.
ORAÇÃO DE COMPLETAS (ANTES DE DORMIR)
LEITURA BREVE
1 Tess 5, 23
O Deus da paz vos santifique totalmente, para que todo o vosso ser – espírito, alma e corpo – se conserve irrepreensível para a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo.
RESPONSÓRIO BREVE
V. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
V. Senhor, Deus fiel, meu Salvador.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito.
confraria@catolicospraticantes.com.br
catolicospraticantes.com.br
Importante:
* A Liturgia Diária, a porção da Palavra de Deus escolhida para cada dia, consiste em refeição espiritual de escol brindada pela Santa Madre Igreja, preparatória para o alimento divino, a Sagrada Eucaristia. Auguramos que esse estudo orante possa contribuir para potencializar o sustento e o remédio que essas santas palavras são destinadas a proporcionar e que com cada vez maior assiduidade mais irmãos na fé priorizem sorver diariamente as delícias inefáveis da Santa Palavra e da Sagrada Eucaristia. Sugerimos, caso não for possível por alguma razão desfrutar a missa presencialmente, que se o faça ao menos virtualmente, pela televisão ou internet. Também recomendamos escrever na área de busca de sites veiculadores de vídeos na internet as palavras “Homilia diária” e aproveitar os momentos livres do pensamento (inclusive no decorrer da realização de atividades manuais que não requerem intensa concentração – como lavar louça, por exemplo) para ouvir as reflexões de clérigos qualificados para nos ajudar a compreender com cada vez mais profundidade os desígnios divinos. O católico que participar de todas as Missas diárias ou estudar a Liturgia Diária pelo período de três anos, terá estudado toda a Bíblia (exceto partes de algumas passagens que são apresentadas de forma sintetizada, das quais são suprimidos versículos considerados de importância secundária). Essa breve exegese da Liturgia Diária é recomendada para quem busca conhecer com profundidade a Palavra de Deus, para dela se tornar íntimo e colocá-la em prática.
** A Liturgia das Horas é composta por sete momentos orantes rezados pelo fiel ao longo do dia. O primeiro, na madrugada, se chama Ofício das Leituras, composto pela recitação de vários salmos; a primeira leitura (extraída da Bíblia); a segunda leitura (extraída da Sagrada Doutrina) e algumas orações próprias. O segundo, Laudes, se reza no início da manhã, incluindo a recitação de salmos; orações; leitura bíblica breve e inclui também preces. Os momentos orantes do “miolo do dia” (das 09 às 15 horas) chamados “da hora média”, são propostos para serem realizados com brevidade em três etapas: Hora Terça, em torno das 09:00 horas; Hora Sexta, em torno das 12:00 horas; e Hora Nona, em torno das 15:00. São compostos pela recitação de salmos; orações e uma leitura bíblica breve. O sexto momento orante se dá antes do pôr do sol, sendo denominado de Vésperas e inclui também algumas preces, além dos salmos, orações e leitura bíblica breve. O sétimo momento orante denomina-se Completas, sendo realizado antes de dormir, incluindo o exame de consciência, uma breve recitação dos salmos, leitura bíblica breve e orações próprias, sendo bastante conciso. Tais momentos orantes são destinados especialmente à santificação do dia. A Liturgia das Horas serve também como ponto de interseção entre todos os católicos, sendo prescrita em especial para ser recitada por todos os componentes do clero, religiosos, religiosas, diáconos… constituindo-se fundamental para a unidade da fé, prevenindo a queda em heresias (a “escolha” de partes das escrituras e da doutrina e o rechaço de outras). Recomendamos vivamente que todos quantos puderem se dediquem a essa maravilhosa prática e reputamos como mínimo necessário a meditação da segunda leitura do Ofício das Leituras (aqui trazida como leitura complementar, extraída do o site <http://www.ibreviary.com/>), com o que nos tornamos agraciados com os preciosíssimos tesouros da Sagrada Doutrina brindados pelos que cultivaram a fé desde o início da Igreja. Podemos acessar a Liturgia das Horas através de livro próprio, também chamado de Breviário, ou por meio de aplicativos ou sites na internet. O fiel pode ainda digitar na área de busca o nome do momento orante que deseja acompanhar e terá à disposição essa oração com os salmos cantados. Disponibilizamos diariamente nesse estudo orante da Palavra de Deus os textos das leituras de todos os momentos orantes da Liturgia Diária, reputando-os como estímulos para a santificação do dia.
*** Por que ler a vida do Santo do dia?
Você sabe porque é muito importante conhecer e meditar no exemplo de vida do Santo do dia?
É fácil perceber que os homens se influenciam mutuamente no relacionamento social. A criança imita os pais, os gestos de dois amigos tendem a se assemelhar, pois a imitação é conatural aos homens desde a infância, distinguindo-os como a criatura mais imitativa de todas.
Esse mimetismo inato vincado em nossa humanidade se verifica também no âmbito sobrenatural. Conforme frisou Bento XVI, “os Santos constituem o comentário mais importante ao Evangelho, uma atualização sua na vida cotidiana e, por conseguinte, representam para nós um verdadeiro caminho de acesso a Jesus”.(1) Podemos, sem dúvida, considerá-los como imagem de Deus transposta para o dia a dia.
O conceito de imitação de Cristo – diretamente ou através do Santo do Dia – está presente nos Livros Sagrados, sobretudo nas cartas de São Paulo, como a destinada aos filipenses: “Sede meus imitadores, irmãos, e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós” (3, 17).
São Francisco de Assis estava bem cônscio de seu papel simbólico quando dizia: “Devo ser modelo e exemplo para todos os frades”. (2)
Para o homem contemporâneo essas analogias entre Cristo e os Santos poderiam parecer despropositadas ou mesmo maldosamente tachadas de “culto à personalidade”.
Por isso, é fundamental ler a história do Santo do Dia para que conhecendo o exemplo deles e admirando-os, aprendamos como adequar nossas vidas à santidade que Deus quer de nós.
**** Leitura Orante da Palavra (Lectio divina)
Fonte: <https://www.ivcpoa.com.br/leitura-orante-da-palavra>
a) Como surgiu?
No século XII, o monge Guigo II estava trabalhando no mosteiro com uma escada na mão. Enquanto isso, pedia a Deus que lhe sugerisse um instrumento que o ajudasse a subir até ele. Sobre isso, ele escreveu: “Ocupado em um trabalho manual, comecei a pensar na atividade espiritual do ser humano e se apresentaram improvisadamente à minha reflexão quatro degraus espirituais, ou seja: 1) a leitura; 2) a meditação; 3) a oração; e 4) a contemplação”. Esta é a escada que se eleva da terra ao céu. Alguns chamam esse método de rezar de Lectio divina, isto é, leitura divina.
b) Os passos da Leitura Orante: 1) leitura; 2) meditação; 3) oração; e 4) contemplação.
1) Leitura: no primeiro momento, procure acolher a Bíblia não como um livro qualquer, mas como um tesouro que é a Palavra que Deus quer nos falar. Esforce-se para captar o sentido do texto do modo mais pleno possível. Para isso, podem ajudar algumas perguntas: • Quem? O que diz e o que faz cada personagem? • Onde? Como se situa este texto na Bíblia e em que contexto? • Que relação tem com outros textos? • Em síntese, o que diz o texto?
2) Meditação: A meditação vai responder à pergunta: “O que é que Deus, através deste texto, tem a nos dizer hoje?”. É muito importante perceber o que o texto diz para mim, não somente para os outros. Algumas vezes, as pessoas procuram no texto bíblico lições para ensinar aos outros. Aqui é diferente: o texto fala diretamente com o leitor, seja pessoalmente, seja comunitariamente. Entra-se em diálogo, facilitado por algumas perguntas, como: O que há de semelhante e de diferente entre a situação do texto e a nossa de hoje? O que a mensagem deste texto diz para a nossa situação? Que mudanças de comportamento nos sugere? Pode-se perceber o quanto as ideias de Deus são diferentes das nossas e a necessidade de deixar que a Palavra de Deus transforme as nossas convicções. Muitas vezes, é preciso mudar de mentalidade para aderir à vontade de Deus.
3) Oração: É o momento de expressar o que o texto nos faz dizer a Deus. A oração é a nossa resposta à Palavra de Deus lida e meditada. A oração provocada pela meditação inicia-se com uma atitude de admiração, silêncio e adoração ao Senhor. A oração suscitada pela meditação também pode ser recitação de preces e salmos. Dependendo do que se ouviu da parte de Deus, a resposta pode ser de louvor ou de ação de graças, de súplica ou de perdão. É importante que essa oração espontânea não seja só individual, mas tenha sua expressão comunitária em forma de partilha.
4) Contemplação: enxergar, saborear, agir. A contemplação ajuda a enxergar o mundo de maneira nova. Tira o véu e ajuda a descobrir o projeto de Deus na história que hoje vivemos. Leva-nos a perceber Cristo como centro de tudo. Pela Leitura Orante, vamos crescendo na compreensão do sentido e da força da Palavra de Deus, vamos sendo transformados e nos tornando capazes de transformar a realidade. Contemplar supõe viver de modo diferente. O centro da pessoa está em Cristo. A pessoa é transformada pela Palavra de Deus, por isso contempla a presença de Deus em sua vida e adquire um novo olhar sobre a realidade.
Leitura Orante na Prática
O monge que criou o método sugere a ideia de uma escada que nos ajude a subir até Deus. Vamos analisar os quatro degraus que devemos subir.

1º Degrau – Leitura (Lectio): O que o texto diz?
1. Leia lentamente o texto, ao menos duas vezes.
2. Ainda não é hora de tentar tirar uma mensagem para sua vida. Apenas tente compreender o que o texto poderia significar na época em que foi escrito.
3. Tente reconstruir o texto: Quem são as pessoas que aparecem no texto e qual é a situação de cada uma? De acordo com o texto, qual é o papel de cada uma e quais seriam seus sentimentos? Aparece algum conflito no texto? Como é resolvido? Qual é o rosto de Deus no texto?

2º Degrau – Meditação (Meditatio): O que o texto me diz?
1. Destaque os versículos que foram mais fortes para você (sem tentar interpretá-los).
2. Atualize o texto comparando a situação da época com a situação atual e procure perceber o que tudo isso tem a ver com a sua/nossa vida de cristão.

3º Degrau – Oração (Oratio): O que o texto me faz dizer a Deus?
1. Tudo o que foi lido e meditado é transformado em uma conversa orante com Deus.
2. A oração é o instante no qual se é convidado a falar com Deus através do louvor, do agradecimento, do pedido, da súplica, do oferecimento, do perdão dirigido a ele: “Senhor, eu te peço… Eu te louvo e agradeço meu Deus…”. Dialogar diretamente com Deus: tenha “um trato de amizade com aquele que nos ama” (Santa Teresa). É necessário silêncio…

4º Degrau – Contemplação (Contemplatio)
Contemplar é ver a vida com os olhos da fé. É sentir, quase intuitivamente, a presença da Santíssima Trindade ao nosso lado. Esse passo está ligado ao anterior; às vezes, não percebemos quando termina um e começa o outro. Volte-se para a sua realidade (ao seu dia a dia) e veja sua vida com o olhar iluminado pelo Espírito Santo. Não se trata de pensar “o que fazer”, mas de como irá seguir Jesus a partir desse texto? É a primazia do ser sobre o fazer. Este último será o resultado de um novo ser humano: discípulo missionário de Jesus Cristo.
Atenção! Este método é fascinante, mas exigente. Não supõe saber ou ter grandes estudos, mas requer dedicação e escuta atenta à Palavra de Deus. Se alguém ler o texto bíblico sem seguir o método orante, dificilmente entenderá os quatro degraus. Há alguns que dizem que é muito difícil seguir este processo, certamente porque querem resultados imediatos e não dão tempo para escutar o Senhor. Para seguir este método, é preciso muita humildade e deixar o Senhor falar. É preciso se livrar de conceitos prontos sobre o texto lido. Evite-se, igualmente, logo tirar uma mensagem para pôr em prática. Essa aplicabilidade da Palavra depende de uma escuta mais atenta, pois nem sempre o Senhor pede que se faça algo, mas solicita uma mudança em nosso ser – a nossa conversão.
