LITURGIA DE 23 DE OUTUBRO DE 2023 – SEGUNDA-FEIRA – XXIX SEMANA DO TEMPO COMUM
24 de outubro de 2023LITURGIA DE 25 DE OUTUBRO DE 2023 – QUARTA-FEIRA – SANTO ANTÔNIO DE SANT`ANA GALVÃO – PRESBÍTERO
25 de outubro de 2023Néctar espiritual potencializador da prática cristã extraído do estudo da Liturgia Diária de 24/10/2023
Tais santas palavras e ensinamentos compelem-nos em especial a assumir o compromisso – e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na 1ª Leitura (Rm 5,12.15b.17-19.20b-21), de impregnar-nos da consciência de que, por um lado, o pecado de Adão nos inoculou hereditariamente o pecado original, corrompendo nossa natureza, tornando-a propensa ao pecado. Tal falta individual que contagiou hereditariamente o coletivo humano foi redimida por um imenso mérito individual: o sacrifício supremo de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, que nos redimiu na cruz. O dom de Deus e o benefício da graça que Jesus obteve foram estendidos copiosamente a todos. Pelo pecado de Adão, reinou a morte – e pelos méritos de Jesus, os que nele crêem recebem a abundância da graça e o dom da justiça para reinar na vida eterna. Por um ato pecaminoso de Adão se estendeu a condenação sobre todos e pelo ato de justiça de Jesus todos recebem a justificação que dá a vida. Pela desobediência de um só, todos foram constituídos pecadores – e pela obediência de um só, todos os que nele crerem se tornarão justos; onde abundou o pecado, superabundou a graça. […] As santas palavras destinadas a serem proclamadas nesta liturgia como Salmo Responsorial (Sl 39) compelem-nos a esperar no Senhor com toda a confiança. Ele se inclina para nós, ouve nossos brados. Tira-nos de uma fossa mortal, de um charco de lodo; assenta nossos pés numa rocha, firma os nossos passos. Põe-nos um novo cântico nos lábios, um hino à sua excelsa glória. Veremos essas coisas e muitas outras, e prestaremos homenagem a Deus, e confiaremos cada vez mais no Senhor e também testemunharemos suas maravilhas perante muitos que também o honrarão. Felizes são os que põem sua esperança no Senhor, e não seguem os idólatras nem os apóstatas. […] O Santo Evangelho (Lc 12,35-38) nos compele a manter-nos em estado de alerta, para captar e atender imediatamente os sinais do Senhor, seja qual for o momento em que no-los enviar; ele deseja servir-nos com o que há de melhor, mas requer nossa vigilância e oração, pois não o fazendo incorremos em desídia, negligenciando o que há de mais importante. É loucura, é extremada insensatez não vigiar; não dar valor ao que há de mais valioso na vida: relacionar-se com Deus Pai, Filho e Espírito Santo com profundo amor, envidando todos os esforços e tomando todos os cuidados possíveis para servi-lo da melhor forma que pudermos, invocando para isso especial auxílio divino!
Antífona da entrada
– Clamo por vós, meu Deus, porque me atendestes; inclinai vosso ouvido e escutai-me. Guardai-me como a pupila dos olhos, à sombra das vossas asas abrigai-me (Sl 16,6.8).
Saudação
– Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
– Amém.
– A graça e a paz de Deus, nosso Pai, de Jesus Cristo, nosso Senhor, e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
– Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
Oração do dia
– Deus eterno e todo-poderoso, dai-nos a graça de estar sempre ao vosso dispor, e vos servir de todo o coração. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
1ª Leitura: Rm 5,12.15b.17-19.20b-21
Salmo Responsorial: Sl 39
– Eis que venho fazer, com prazer, a vossa vontade, Senhor!
Aclamação ao santo Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia.
– Vigiai e orai para ficardes de pé ante o Filho do homem! (Lc 21,36s).
Aleluia, aleluia, aleluia.
Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas: Lc 12,35-38
Invocação de busca do reto entendimento
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor! Enviai o vosso Espírito e tudo será criado, e renovareis a face da terra! Oremos: ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação! Por Cristo, Senhor nosso! Amém!
Ensinamentos
As santas palavras da 1ª Leitura nos ensinam pelo Apóstolo (Rm 5,12.15b.17-19.20b-21): 12.Por isso, como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim a morte passou a todo o gênero humano, porque todos pecaram… 15.Pois se a falta de um só causou a morte de todos os outros, com muito mais razão o dom de Deus e o benefício da graça obtida por um só homem, Jesus Cristo, foram concedidos copiosamente a todos. 17.Se pelo pecado de um só homem reinou a morte (por esse único homem), muito mais aqueles que receberam a abundância da graça e o dom da justiça reinarão na vida por um só, que é Jesus Cristo! 18.Portanto, como pelo pecado de um só a condenação se estendeu a todos os homens, assim por um único ato de justiça recebem todos os homens a justificação que dá a vida. 19.Assim como pela desobediência de um só homem foram todos constituídos pecadores, assim pela obediência de um só todos se tornarão justos. 20.Mas onde abundou o pecado, superabundou a graça. 21.Assim como o pecado reinou para a morte, assim também a graça reinaria pela justiça para a vida eterna, por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor.
As santas palavras do Salmo Responsorial nos ensinam pelo salmista (Sl 39): 1.Ao mestre de canto. Salmo de Davi. 2.Esperei no Senhor com toda a confiança. Ele se inclinou para mim, ouviu meus brados. 3.Tirou-me de uma fossa mortal, de um charco de lodo; assentou-me os pés numa rocha, firmou os meus passos; 4.pôs-me nos lábios um novo cântico, um hino à glória de nosso Deus. Muitos verão essas coisas e prestarão homenagem a Deus, e confiarão no Senhor. 5.Feliz o homem que pôs sua esperança no Senhor, e não segue os idólatras nem os apóstatas. 6.Senhor, meu Deus, são maravilhosas as vossas inumeráveis obras e ninguém vos assemelha nos desígnios para conosco. Eu quisera anunciá-los e divulgá-los, mas são mais do que se pode contar. 7.Não vos comprazeis em nenhum sacrifício, em nenhuma oferenda, mas me abristes os ouvidos: não desejais holocausto nem vítima de expiação. 8.Então eu disse: Eis que eu venho. No rolo do livro está escrito de mim: 9.fazer vossa vontade, meu Deus, é o que me agrada, porque vossa lei está no íntimo de meu coração. 10.Anunciei a justiça na grande assembléia, não cerrei os meus lábios, Senhor, bem o sabeis. 11.Não escondi vossa justiça no coração, mas proclamei alto vossa fidelidade e vossa salvação. Não ocultei a vossa bondade nem a vossa fidelidade à grande assembleia. 12.E vós, Senhor, não me recuseis vossas misericórdias; protejam-me sempre vossa graça e vossa fidelidade, 13.porque males sem conta me cercaram. Minhas faltas me pesaram, a ponto de não aguentar vê-las; mais numerosas que os cabelos de minha cabeça. Sinto-me desfalecer. 14.Comprazei-vos, Senhor, em me livrar. Depressa, Senhor, vinde em meu auxílio. 15.Sejam confundidos e humilhados os que procuram arrebatar-me a vida. Recuem e corem de vergonha os que se comprazem com meus males. 16.Fiquem atônitos, cheios de confusão, os que me dizem: Bem feito! Bem feito! 17.Ao contrário, exultem e se alegrem em vós todos os que vos procuram; digam sem cessar aqueles que desejam vosso auxílio: Glória ao Senhor. 18.Quanto a mim, sou pobre e desvalido, mas o Senhor vela por mim. Sois meu protetor e libertador: ó meu Deus, não tardeis.
O Santo Evangelho ensina-nos pelo Evangelista (Lc 12,35-38): 35.Estejam cingidos os vossos rins e acesas as vossas lâmpadas. 36.Sede semelhantes a homens que esperam o seu senhor, ao voltar de uma festa, para que, quando vier e bater à porta, logo lha abram. 37.Bem-aventurados os servos a quem o senhor achar vigiando, quando vier! Em verdade vos digo: cingir-se-á, fá-los-á sentar à mesa e servi-los-á. 38.Se vier na segunda ou se vier na terceira vigília e os achar vigilantes, felizes daqueles servos!
Compromisso
Tais santas palavras e ensinamentos compelem-nos em especial a assumir o compromisso – e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na 1ª Leitura (Rm 5,12.15b.17-19.20b-21), de impregnar-nos da consciência de que, por um lado, o pecado de Adão nos inoculou hereditariamente o pecado original, corrompendo nossa natureza, tornando-a propensa ao pecado. Tal falta individual que contagiou hereditariamente o coletivo humano foi redimida por um imenso mérito individual: o sacrifício supremo de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, que nos redimiu na cruz. O dom de Deus e o benefício da graça que Jesus obteve foram estendidos copiosamente a todos. Pelo pecado de Adão, reinou a morte – e pelos méritos de Jesus, os que nele crêem recebem a abundância da graça e o dom da justiça para reinar na vida eterna. Por um ato pecaminoso de Adão se estendeu a condenação sobre todos e pelo ato de justiça de Jesus todos recebem a justificação que dá a vida. Pela desobediência de um só, todos foram constituídos pecadores – e pela obediência de um só, todos os que nele crerem se tornarão justos; onde abundou o pecado, superabundou a graça. Como o pecado reinou para a morte, a graça reina pela justiça para a vida eterna, por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor!
As santas palavras destinadas a serem proclamadas nesta liturgia como Salmo Responsorial (Sl 39) compelem-nos a esperar no Senhor com toda a confiança. Ele se inclina para nós, ouve nossos brados. Tira-nos de uma fossa mortal, de um charco de lodo; assenta nossos pés numa rocha, firma os nossos passos. Põe-nos um novo cântico nos lábios, um hino à sua excelsa glória. Veremos essas coisas e muitas outras, e prestaremos homenagem a Deus, e confiaremos cada vez mais no Senhor e também testemunharemos suas maravilhas perante muitos que também o honrarão. Felizes são os que põem sua esperança no Senhor, e não seguem os idólatras nem os apóstatas. Ó, Senhor, são maravilhosas as vossas inumeráveis obras e ninguém vos assemelha nos altos desígnios que tendes para conosco. Queremos anunciá-los e divulgá-los, embora sejam mais do que se pode contar. Não vos comprazeis em nenhum sacrifício, em nenhuma oferenda, mas nos abristes os ouvidos: não desejais holocaustos nem vítimas de expiação. Cumpre-nos, pois, dizer: Eis que viemos. No rolo do livro está escrito de nós: fazer vossa vontade, nosso Deus, é o que nos agrada, porque vossa lei está no íntimo de nossos corações. Anunciaremos vossa justiça nas grandes assembleias, não cerraremos os lábios, Senhor, bem o sabeis. Não esconderemos vossa justiça no coração, mas proclamaremos alto vossa fidelidade e vossa salvação. Não ocultaremos a vossa bondade nem a vossa fidelidade às grandes assembleias. E vós, Senhor, não nos recuseis vossas misericórdias; protejam-nos sempre vossa graça e vossa fidelidade, porque males sem conta nos cercaram. Nossas faltas nos pesaram, a ponto de não aguentar vê-las; mais numerosas que os cabelos de nossas cabeças. Quando sentíamos desfalecer, comprazei-vos em nos livrar. Depressa, Senhor, vinde em nosso auxílio. Sejam confundidos e humilhados os que procuram arrebatar-nos a vida. Recuem e corem de vergonha os que se comprazem com nossos males. Fiquem atônitos, cheios de confusão, os que nos dizem: Bem feito! Bem feito! Ao contrário, exultem e se alegrem em vós todos os que vos procuram; digam sem cessar aqueles que desejam vosso auxílio: Glória ao Senhor. Quanto a nós, somos pobres e desvalidos, mas o Senhor vela por nós. Sois nosso protetor e libertador: ó nosso Deus, não tardeis!
O Santo Evangelho (Lc 12,35-38) nos compele a manter-nos em estado de alerta, para captar e atender imediatamente os sinais do Senhor, seja qual for o momento em que no-los enviar; ele deseja servir-nos com o que há de melhor, mas requer nossa vigilância e oração, pois não o fazendo incorremos em desídia, negligenciando o que há de mais importante. É loucura, é extremada insensatez não vigiar; não dar valor ao que há de mais valioso na vida: relacionar-se com Deus Pai, Filho e Espírito Santo com profundo amor, envidando todos os esforços e tomando todos os cuidados possíveis para servi-lo da melhor forma que pudermos, invocando para isso especial auxílio divino!
Oração consolidadora do compromisso
Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para impregnar-nos da consciência de que, por um lado, o pecado de Adão nos inoculou hereditariamente o pecado original, corrompendo nossa natureza, tornando-a propensa ao pecado. Tal falta individual que contagiou hereditariamente o coletivo humano foi redimida por um imenso mérito individual: o sacrifício supremo de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, que nos redimiu na cruz. O dom de Deus e o benefício da graça que Jesus obteve foram estendidos copiosamente a todos. Pelo pecado de Adão, reinou a morte – e pelos méritos de Jesus, os que nele crêem recebem a abundância da graça e o dom da justiça para reinar na vida eterna. Por um ato pecaminoso de Adão se estendeu a condenação sobre todos e pelo ato de justiça de Jesus todos recebem a justificação que dá a vida. Pela desobediência de um só, todos foram constituídos pecadores – e pela obediência de um só, todos os que nele crerem se tornarão justos; onde abundou o pecado, superabundou a graça. Como o pecado reinou para a morte, a graça reina pela justiça para a vida eterna, por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor! Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para esperar em vós com toda a confiança de que vos inclinareis para nós e ouvireis os nossos brados. Vós nos tirais da fossa mortal, do charco de lodo; assentais nossos pés numa rocha, firmais os nossos passos. Ponde-nos um novo cântico nos lábios, um hino à vossa excelsa glória, para vos prestarmos homenagem; confiamos em vós testemunharemos vossas maravilhas perante muitos que também o honrarão, pois felizes são os que põem sua esperança em vós e não seguem os idólatras nem os apóstatas. São maravilhosas as vossas inumeráveis obras e ninguém vos assemelha nos altos desígnios que tendes para conosco. Queremos anunciá-los e divulgá-los, embora sejam mais do que se pode contar. Não vos comprazeis em nenhum sacrifício, em nenhuma oferenda, mas nos abristes os ouvidos: não desejais holocaustos nem vítimas de expiação. Cumpre-nos, pois, dizer: Eis que viemos. No rolo do livro está escrito de nós: fazer vossa vontade, nosso Deus, é o que nos agrada, porque vossa lei está no íntimo de nossos corações. Anunciaremos vossa justiça nas grandes assembleias, não cerraremos os lábios, Senhor, bem o sabeis. Não esconderemos vossa justiça no coração, mas proclamaremos alto vossa fidelidade e vossa salvação. Não ocultaremos a vossa bondade nem a vossa fidelidade às grandes assembleias. E vós, Senhor, não nos recuseis vossas misericórdias; protejam-nos sempre vossa graça e vossa fidelidade, porque males sem conta nos cercaram. Nossas faltas nos pesaram, a ponto de não aguentar vê-las; mais numerosas que os cabelos de nossas cabeças. Quando sentíamos desfalecer, comprazei-vos em nos livrar. Depressa, Senhor, vinde em nosso auxílio. Sejam confundidos e humilhados os que procuram arrebatar-nos a vida. Recuem e corem de vergonha os que se comprazem com nossos males. Fiquem atônitos, cheios de confusão, os que nos dizem: Bem feito! Bem feito! Ao contrário, exultem e se alegrem em vós todos os que vos procuram; digam sem cessar aqueles que desejam vosso auxílio: Glória ao Senhor. Quanto a nós, somos pobres e desvalidos, mas o Senhor vela por nós. Sois nosso protetor e libertador: ó nosso Deus, não tardeis! Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para nos mantermos em estado de alerta e desse modo captar e atender imediatamente os vosso sinais, seja qual for o momento em que no-los enviar; sabemos que desejais servir-nos com o que há de melhor, mas requereis nossa vigilância e oração, pois não o fazendo incorremos em desídia, negligenciando o que há de mais importante. Que não incorramos na loucura, na extremada insensatez de não vigiar; não dar valor ao que há de mais valioso na vida: relacionar-se com Deus Pai, Filho e Espírito Santo com profundo amor, envidando todos os esforços e tomando todos os cuidados possíveis para servi-lo da melhor forma que pudermos. Invocamos vosso especial auxílio divino para o fazermos de acordo com vossa santa vontade! Cremos, Senhor, mas aumentai nossa fé!
SANTO DO DIA
Santos do Dia da Igreja Católica – 24 de Outubro
[Fonte: <https://sagradamissao.com.br/2023/10/santos-do-dia-da-igreja-catolica-24-de-outubro/> Postado em: 23/10/2023 por: marsalima]

Santo Antônio Maria Claret
O quinto dos onze filhos de Antônio Claret e Josefa Clara nasceu em 23 de dezembro de 1807, no povoado de Sallent, diocese de Vic, Barcelona, Espanha. Foi batizado no dia de Natal e recebeu o nome de Antônio Claret y Clara. Na família, aprendeu o caminho do seguimento de Cristo, a devoção a Maria e o profundo amor à eucaristia.
Cedo aprendeu a profissão do pai e depois a de tipógrafo. Na adolescência, ouviu o chamado para servir a Deus. Assim, acrescentou o nome de “Maria” ao seu, para dar testemunho de que a ela dedicaria sua vida de religioso. E foi uma vida extraordinária dedicada ao próximo. Antônio Maria Claret trabalhou com o pai numa fábrica de tecidos e, aos vinte e um anos, depois de ter recusado empregos bem vantajosos, ingressou no Seminário de Vic, pois queria ser monge cartuxo. Mas lá percebeu sua vocação de padre missionário.
Em 1835, recebeu a ordenação sacerdotal e foi nomeado pároco de sua cidade natal. Quatro anos depois, foi para Roma e dirigiu-se à Propaganda Fide, onde se apresentou para ser missionário apostólico. Foram anos de trabalho árduo e totalmente dedicado ao ministério pastoral na Espanha, que muitos frutos trouxeram para a Igreja. Em 1848, foi enviado para a difícil região das Ilhas Canárias.
No entanto ansiava por uma obra mais ampla e assim, em 1849, na companhia de outros cinco jovens sacerdotes, fundou a Congregação dos Missionários Filhos do Imaculado Coração de Maria, ou Padres Claretianos. Entretanto, nessa ocasião, a Igreja vivia um momento de grande dificuldade na distante diocese de Cuba, que estava vaga havia quatorze anos. No mesmo ano, o fundador foi nomeado arcebispo de lá. E mais uma vez pôde constatar que Maria jamais o abandonava.
Era uma vítima constante de todo tipo de pressão das lojas maçônicas, que faziam oposição violenta contra o clero, além dos muitos atentados que sofreu contra a sua vida. Incendiaram uma casa que se hospedava, colocaram veneno em sua comida e bebida, assaltaram-no à mão armada e o feriram várias vezes.
Mas monsenhor Claret sempre escapou ileso e continuou seu trabalho, sem nunca recuar. Restaurou o antigo seminário cubano, deu apoio aos negros e índios escravos. Em 1855, junto com madre Antônia Paris, fundou outra congregação religiosa, a das Irmãs de Ensino Maria Imaculada, ou Irmãs Claretianas. Fez visitas pastorais a todas as dioceses, levando nova força e ânimo para o chamado ao trabalho cada vez mais difícil e cada vez mais necessário. Quando voltou a Madri em 1857, deixou a Igreja de Cuba mais unida, mais forte e resistente.
Voltou à Espanha porque a rainha Isabel II o chamou para ser seu confessor. Mesmo contrariado, aceitou. Nesse período, sua obra escrita cresceu muito, enriquecida com seus inúmeros sermões. Em 1868, solidário com a soberana, seguiu-a no exílio na França, onde permaneceu ao lado da família real. Contudo não parou seu trabalho de apostolado e de escritor por excelência. Encontrou, ainda, tempo e forças para fundar uma academia para os artistas, que colocou sob a proteção de são Miguel.
Morreu com sessenta e três anos, no dia 24 de outubro de 1870, no Mosteiro de Fontfroide, França, deixando-nos uma importante e numerosa obra escrita. Beatificado pelo papa Pio XI, que o chamou de “precursor da Ação Católica do mundo moderno”, foi canonizado em 1950 por Pio XII. Santo Antônio Maria Claret é festejando no dia de sua morte.

Luís Guanella (Bem-Aventurado)
Luís Guanella nasceu no dia 19 de dezembro de 1842, em Franciscio Campodolcino, uma região montanhosa no norte da Itália. A sua família era numerosa e de poucos recursos. Do pai, Lourenço, herdou o caráter forte e tenaz do montanhês; da mãe, Maria, a gentileza e a compaixão para com os pobres; de ambos, herdou a fé robusta, o amor à oração e a confiança na Providência Divina.
Logo percebeu sua vocação para o sacerdócio, pois o seu coração e a sua mente estavam sempre repletos do desejo de ajudar os pobres e doentes. Por isso, no colégio e no seminário diocesano, fez os estudos preparatórios para o sacerdócio e, em 1866, foi ordenado sacerdote.
Dom Guanella exerceu seu ministério em pequenas paróquias. Entretanto, movido por um impulso interior, procurou seu caminho ao lado do agora santo João Bosco, o Apóstolo da Juventude, que o acolheu. João Bosco foi seu orientador e conselheiro durante três anos. Com ele, dom Guanella reforçou ainda mais o seu zelo de pastor de almas, já que, além do bem espiritual dos seus paroquianos, preocupava-se com a sua promoção humana e social.
Foi chamado e voltou a trabalhar na diocese com confiança e esperança, aguardando a hora da misericórdia de Deus para iniciar aquelas obras de caridade. Mas teve de esperar muito. E seu caminho foi de difíceis provações; sofrendo perseguições políticas e sociais, provando, muitas vezes, o sentimento de solidão e desânimo.
Dom Guanella sempre via desfazerem-se todas as tentativas de iniciar sua obra. Mas forte na fé, perseverou. Só depois de vinte anos de ministério conseguiu autorização do bispo para abrir, na cidade de Como, uma Casa onde abrigaria os marginalizados pela sociedade, os velhos abandonados, os deficientes físicos e mentais, as crianças órfãs etc.
No início, a Obra foi humilde, mas cresceu robusta. Logo foram abertas várias casas. Em seguida, fundou uma Congregação religiosa feminina, as “Filhas de Santa Maria da Providência”, e uma masculina, a “Congregação dos Servos da Caridade”, para o atendimento integral da Obra.
Ainda em vida o fundador viu a família guaneliana cruzar as fronteiras da Itália e depois cruzar os oceanos. Atualmente, a obra de dom Guanella continua, graças à presença de seus filhos e filhas espalhados nos quatro continentes, em mais de vinte nações, entre as quais estão Brasil, Paraguai, Argentina, Chile, Colômbia, Guatemala, México e Estados Unidos.
Ele faleceu com setenta e três anos de idade, na cidade de Como, Itália, no dia 24 de outubro de 1915. O papa Paulo VI beatificou dom Luís Guanella em 1964, em Roma. A sua família religiosa e os fiéis celebram a sua memória no dia de sua morte.
LEITURAS DA LITURGIA DAS HORAS DE 24 DE OUTUBRO DE 2023 <http://www.ibreviary.com/m2/opzioni.php>
PRIMEIRA LEITURA DO OFÍCIO DAS LEITURAS
Do Livro de Ester 4, 1-8. 8a. 9-17
Amã pede o aniquilamento de todos os judeus
Quando Mardoqueu soube o que se passava, rasgou as vestes e cobriu-se de saco e de cinza e percorreu a cidade soltando altos gritos de amargura. Deteve-se em frente da porta do rei, onde ninguém podia entrar vestido de saco. Em cada província onde tinha chegado a ordem e o decreto do rei, os judeus fizeram um grande luto, com jejuns, lágrimas e lamentações. Muitos deitaram-se sobre cinza, vestidos de saco.
As aias e os eunucos de Ester vieram avisá-la, e a rainha ficou muito triste. Mandou levar vestes a Mardoqueu para que as vestisse e deixasse o saco, mas ele não as aceitou.
Então Ester mandou chamar Atac, um dos eunucos que o rei tinha posto ao seu serviço, e mandou-o perguntar a Mardoqueu o que tinha acontecido e a causa do seu procedimento. Atac foi ter com Mardoqueu à praça da cidade que ficava em frente da porta do rei. Mardoqueu informou-o de tudo o que lhe havia acontecido e da quantia de dinheiro que Amã oferecera ao tesouro real para poder exterminar os judeus. Deu-lhe também uma cópia do texto do decreto de exterminação publicado em Susa, para o mostrar a Ester, pondo-a assim ao corrente do que se passava, e ordenou à rainha que fosse à presença do rei implorar clemência e suplicar pelo seu povo.
«Lembra-te – dizia ele – dos dias da tua pobreza, em que eras sustentada à minha custa. Porque Amã, o segundo personagem do reino, pediu ao rei a nossa morte. Invoca o Senhor. Fala por nós ao rei e livra-nos da morte».
Atac foi levar a Ester a resposta de Mardoqueu. Ester mandou Atac que fosse dizer a Mardoqueu: «Todos os servos do rei e o povo das suas províncias sabem da existência duma lei que castiga com pena de morte todo o homem ou mulher que vá, sem ser chamado, até junto do rei, no átrio interior, a não ser que o rei lhe estenda o cetro de ouro e lhe perdoe a vida. Ora, há já trinta dias que eu não fui chamada à presença do rei».
Foram comunicar a Mardoqueu as palavras de Ester, e Mardoqueu mandou-lhe dizer: «Não penses que, por estares no palácio real, serás a única de todos os judeus a salvar-te. Se agora te calares, o socorro e a libertação dos judeus virão de outra parte, mas tu e a família de teu pai perecereis. E quem sabe se não foi para uma ocasião como esta que chegaste a ser rainha!». Ester mandou dizer a Mardoqueu: «Vai reunir todos os judeus que se encontram em Susa e jejuai por mim, sem comer nem beber durante três dias e três noites. Eu e as minhas aias faremos o mesmo. Depois, apesar de ser contra a lei, irei à presença do rei; e se tiver de morrer, morrerei». Mardoqueu retirou-se e fez tudo o que Ester lhe tinha mandado.
SEGUNDA LEITURA DO OFÍCIO DAS LEITURAS
Da Carta de Santo Agostinho, bispo, a Proba
(Ep. 130, 11, 21 – 12, 22: CSEL 44, 63-64) (Sec. V)
A oração do Senhor
Na oração, as palavras servem para nos estimular e para compreender melhor o que pedimos; não pensemos que são necessárias para informar o Senhor ou forçar a sua vontade.
Quando dizemos: Santificado seja o vosso nome, estimulamo-nos a desejar que o nome de Deus, que é sempre santo em si mesmo, seja também honrado como santo entre os homens e nunca desprezado; e isto não é para benefício de Deus mas dos homens.
Quando dizemos: Venha a nós o vosso reino – que há-de vir certamente, quer queiramos quer não – excitamos a nossa aspiração por aquele reino, para que ele de fato venha a nós e mereçamos reinar nele.
Quando dizemos: Seja feita a vossa vontade assim na terra como no Céu, pedimos ao Senhor que nos dê a virtude, para que se cumpra em nós a sua vontade, como os Anjos a cumprem no Céu.
Quando dizemos: O pão nosso de cada dia nos dai hoje, a palavra hoje quer significar o tempo presente; e com a palavra pão pedimos tudo o que é necessário à nossa subsistência, ou também o sacramento dos fiéis, que nos é necessário durante a vida presente, não para alimentar esta vida temporal, mas para alcançar a felicidade eterna.
Quando dizemos: Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, tomamos consciência do que pedimos e do que devemos fazer, para merecermos receber o perdão.
Quando dizemos: E não nos deixeis cair em tentação, animamo-nos a pedir o auxílio indispensável de Deus, para não consentirmos nas insídias da tentação nem sucumbirmos ante a sua violência.
Quando dizemos: Livrai-nos do mal, recordamos que ainda não estamos naquele sumo bem, onde já não é possível sofrer qualquer mal. E estas últimas palavras da oração dominical têm um significado tão amplo que o cristão, seja qual for a tribulação em que se encontre, pode com elas exprimir os seus gemidos ou lamentações, dar início, continuar ou terminar a sua oração.
Tínhamos necessidade destas palavras para gravar na memória todas estas realidades. Quaisquer outras palavras que podemos usar na oração, ou precedendo-a para esclarecer e formar a nossa consciência sobre o que pedimos, ou prolongando-a para intensificar a nossa atenção e afeto, nada mais dizem além do que se encontra já na oração do Senhor, se de fato oramos como convém. Por isso, quem pede alguma coisa que não tenha qualquer relação com esta oração evangélica, não se segue que reze ilicitamente, mas a sua oração é certamente segundo a carne. Não sei mesmo até que ponto se poderá dizer que não reza ilicitamente, uma vez que os renascidos pelo Espírito não devem orar senão segundo o Espírito.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE LAUDES
Rom 13, 11b.12-13a
Chegou a hora de nos levantarmos do sono. A noite vai adiantada, aproxima-se o dia. Abandonemos as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz. Andemos dignamente, como convém em pleno dia.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA TERÇA
Jer 17, 7-8
Feliz de quem confia no Senhor e põe no Senhor a sua esperança. Semelhante a uma árvore plantada à beira da água, estende as suas raízes para a corrente. Nada tem a temer quando vem o calor, e as suas folhas mantêm-se sempre verdes. Em ano de estiagem não se inquieta, nem deixa de produzir sempre os seus frutos.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA SEXTA
Prov 3, 13-15
Feliz de quem encontrou a sabedoria, de quem adquiriu a inteligência. Porque vale mais este lucro que o da prata, e o fruto que se obtém é melhor que o ouro fino. Ela é mais preciosa que as pérolas: joia alguma a pode igualar.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA NONA
Job 5, 17-18
Feliz o homem a quem Deus corrige: não desprezes a lição do Onipotente. Ele fere e cura; Ele produz a ferida e com suas mãos a sara.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE VÉSPERAS
1 Jo 3, 1a.2
Vede que admirável amor o Pai nos consagrou em nos chamarmos filhos de Deus. E somo-lo de fato. Caríssimos, agora somos filhos de Deus e ainda não se manifestou o que havemos de ser. Mas sabemos que, na altura em que se manifestar, seremos semelhantes a Deus, porque O veremos como Ele é.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE COMPLETAS
1 Pedro 5, 8-9a
Sede sóbrios e estai vigilantes: o vosso inimigo, o demônio, anda à vossa volta, como leão que ruge, procurando a quem devorar. Resisti-lhe firmes na fé.
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Importante:
* A Liturgia Diária, a porção da Palavra de Deus escolhida para cada dia, consiste em refeição espiritual de escol brindada pela Santa Madre Igreja, preparatória para o alimento divino, a Sagrada Eucaristia. Auguramos que esse estudo orante possa contribuir para potencializar o sustento e o remédio que essas santas palavras são destinadas a proporcionar e que com cada vez maior assiduidade mais irmãos na fé priorizem sorver diariamente as delícias inefáveis da Santa Palavra e da Sagrada Eucaristia. Sugerimos, caso não for possível por alguma razão desfrutar a missa presencialmente, que se o faça ao menos virtualmente, pela televisão ou internet. Também recomendamos escrever na área de busca de sites veiculadores de vídeos na internet as palavras “Homilia diária” e aproveitar os momentos livres do pensamento (inclusive no decorrer da realização de atividades manuais que não requerem intensa concentração – como lavar louça, por exemplo) para ouvir as reflexões de clérigos qualificados para nos ajudar a compreender com cada vez mais profundidade os desígnios divinos.
** O católico que participar de todas as Missas diárias ou estudar a Liturgia Diária pelo período de três anos, terá estudado toda a Bíblia (exceto partes de algumas passagens que são apresentadas de forma sintetizada, das quais são suprimidos versículos considerados de importância secundária. Nestes estudos apresentamos o Salmo completo e eventualmente inserimos algumas passagens suprimidas que reputamos importantes para a melhor compreensão e compenetração no ensinamento bíblico). Essa breve exegese da Liturgia Diária é recomendada para quem busca conhecer com profundidade a Palavra de Deus, para dela se tornar íntimo e colocá-la em prática.
*** A Liturgia das Horas é composta por sete momentos orantes rezados pelo fiel ao longo do dia. O primeiro, na madrugada, se chama Ofício das Leituras, composto pela recitação de vários salmos; a primeira leitura (extraída da Bíblia); a segunda leitura (extraída da Sagrada Doutrina) e algumas orações próprias. O segundo, Laudes, se reza no início da manhã, incluindo a recitação de salmos; orações; leitura bíblica breve e inclui também preces. Os momentos orantes do “miolo do dia” (das 09 às 15 horas) chamados “da hora média”, são propostos para serem realizados com brevidade em três etapas: Hora Terça, em torno das 09:00 horas; Hora Sexta, em torno das 12:00 horas; e Hora Nona, em torno das 15:00. São compostos pela recitação de salmos; orações e uma leitura bíblica breve. O sexto momento orante se dá antes do pôr do sol, sendo denominado de Vésperas e inclui também algumas preces, além dos salmos, orações e leitura bíblica breve. O sétimo momento orante denomina-se Completas, sendo realizado antes de dormir, incluindo o exame de consciência, uma breve recitação dos salmos, leitura bíblica breve e orações próprias, sendo bastante conciso. Tais momentos orantes são destinados especialmente à santificação do dia. A Liturgia das Horas serve também como ponto de interseção entre todos os católicos, sendo prescrita em especial para ser recitada por todos os componentes do clero, religiosos, religiosas, diáconos… constituindo-se fundamental para a unidade da fé, prevenindo a queda em heresias (a “escolha” de partes das escrituras e da doutrina e o rechaço de outras). Recomendamos vivamente que todos quantos puderem se dediquem a essa maravilhosa prática e reputamos como mínimo necessário a meditação da segunda leitura do Ofício das Leituras (aqui trazida como leitura complementar, extraída do o site <http://www.ibreviary.com/>), com o que nos tornamos agraciados com os preciosíssimos tesouros da Sagrada Doutrina brindados pelos que cultivaram a fé desde o início da Igreja. Podemos acessar a Liturgia das Horas através de livro próprio, também chamado de Breviário, ou por meio de aplicativos ou sites na internet. O fiel pode ainda digitar na área de busca o nome do momento orante que deseja acompanhar e terá à disposição essa oração com os salmos cantados.
**** Por que ler a vida do Santo do dia?
Você sabe porque é muito importante conhecer e meditar no exemplo de vida do Santo do dia?
É fácil perceber que os homens se influenciam mutuamente no relacionamento social. A criança imita os pais, os gestos de dois amigos tendem a se assemelhar, pois a imitação é conatural aos homens desde a infância, distinguindo-os como a criatura mais imitativa de todas.
Esse mimetismo inato vincado em nossa humanidade se verifica também no âmbito sobrenatural. Conforme frisou Bento XVI, “os Santos constituem o comentário mais importante ao Evangelho, uma atualização sua na vida cotidiana e, por conseguinte, representam para nós um verdadeiro caminho de acesso a Jesus”.(1) Podemos, sem dúvida, considerá-los como imagem de Deus transposta para o dia a dia.
O conceito de imitação de Cristo – diretamente ou através do Santo do Dia – está presente nos Livros Sagrados, sobretudo nas cartas de São Paulo, como a destinada aos filipenses: “Sede meus imitadores, irmãos, e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós” (3, 17).
São Francisco de Assis estava bem cônscio de seu papel simbólico quando dizia: “Devo ser modelo e exemplo para todos os frades”. (2)
Para o homem contemporâneo essas analogias entre Cristo e os Santos poderiam parecer despropositadas ou mesmo maldosamente tachadas de “culto à personalidade”.
Por isso, é fundamental ler a história do Santo do Dia para que conhecendo o exemplo deles e admirando-os, aprendamos como adequar nossas vidas à santidade que Deus quer de nós.
[Fonte: <https://salvaimerainha.org.br/santo-do-dia/utm_source=google&utm_medium=grants.acnsf.1&utm_content=santo.do.dia.pc.c>]
