LITURGIA DE 24 DE OUTUBRO DE 2023 – TERÇA-FEIRA – XXIX SEMANA DO TEMPO COMUM
24 de outubro de 2023LITURGIA DE 26 DE OUTUBRO DE 2023 – QUINTA-FEIRA – XXIX SEMANA DO TEMPO COMUM
26 de outubro de 2023Néctar espiritual potencializador da prática cristã extraído do estudo da Liturgia Diária de 25/10/2023
Tais santas palavras e ensinamentos compelem-nos em especial a assumir o compromisso – e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na 1ª Leitura (Rm 6,12-18), de lutar para que não mais reine o pecado em nossos corpos mortais – que não vivamos escravizados por seus apetites. Não permitamos que nossos membros sejam usados como instrumentos do mal, perpetrando atos pecaminosos. Ofereçamo-nos a Deus como vivos, salvos da morte, dispondo-lhe nossos membros para serem instrumentos do bem, a seu serviço. Cumpre-nos, para que o pecado não nos domine, buscar a graça de Deus, valer-nos do sacramento da penitência, confessando nossos pecados, pedindo perdão e mantendo-nos vigilantes e orantes, em atitude de contrição. Determinemo-nos, pois, a obedecer a Deus, seguir os seus desígnios, empenhando-nos profunda e sinceramente para fazer a sua santa vontade, buscando a sua justiça, deixando de ser escravos do pecado, obedecendo de coração às regras da sã doutrina cristã para, libertos do pecado, nos tornarmos servos da justiça divina! As santas palavras destinadas a serem proclamadas nesta liturgia como Salmo Responsorial compelem-nos a fazer coro com o louvor orante do salmista (Sl 123), contextualizando suas palavras à nossa realidade. Reconheçamos, pois, que se o Senhor não tivesse estado conosco, não teríamos forças para resistir ao pecado, teríamos nosso viver assolado pelas mais terríveis desgraças – o furor do maligno se voltaria impetuosamente contra nós e teríamos submergido no lamaçal do erro; a torrente imunda lançada pelo maligno teria passado sobre nós e seríamos recobertos por ondas intumescidas. Bendito seja o Senhor, que nos resgatou, nos estendeu a mão por meio das Santa Madre Igreja, oportunizando-nos a conversão, mostrando-nos o caminho seguro, livrando-nos da condição de presas do maligno e de sermos triturados pelos seus dentes. Com o inestimável auxílio divino, nossas almas escaparam, como um pássaro dos laços do caçador. Romperam-se as armadilhas e, com a graça de Deus, nos encontramos livres. Nosso socorro está em vosso nome, Senhor, criador do céu e da terra! O Santo Evangelho (Lc 12,39-48) nos compele a manter-nos vigilantes e orantes, pois se soubéssemos a hora em que viriam os ladrões, vigiaríamos e não deixaríamos que invadissem nossas casas. Estejamos, pois, preparados, porque a qualquer momento podemos ser chamados a prestar contas de nossas vidas ao Senhor. Sejamos administradores sábios e prudentes, atuando com gratidão pelas maravilhosas dádivas divinas que recebemos gratuitamente para administrar. Que saibamos usufruir ciosamente e compartilhar tais dádivas com nossos próximos, servindo-os de acordo com a santa vontade de Deus, sendo fiéis aos mandamentos do Senhor, amando a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Seremos felizes se formos encontrados procedendo assim, com justiça, quando chegar o momento de prestarmos contas. Essa fidelidade implicará em fazer jus às mais elevadas graças e bênçãos divinas. Não negligenciemos, pois; não caiamos na insensatez de iludir-nos com as seduções e tentações insufladas pelo maligno para nos desviar do reto proceder, pois se o fizermos, colheremos as mais amargas consequências. Muito nos foi dado pelo Senhor e, com toda a justiça, muito nos será exigido!
Antífona da entrada
– Eu vos darei pastores segundo o meu coração, que vos conduzam com inteligência e sabedoria (Jr 3,15).
Saudação
– Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
– Amém.
– A graça e a paz de Deus, nosso Pai, de Jesus Cristo, nosso Senhor, e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
– Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
Oração do dia
– Ó Deus, Pai de misericórdia, que fizestes do santo Antônio de Santana Galvão um instrumento de caridade e de paz no meio dos irmãos, concedei-nos, por sua intercessão, favorecer sempre a verdadeira concórdia. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
1ª Leitura: Rm 6,12-18
Salmo Responsorial: Sl 123
– Nosso auxílio está no nome do Senhor.
Aclamação ao santo Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia.
– Vigiai, diz Jesus, vigiai, pois, no dia em que não esperais, o vosso Senhor há de vir (Mt 24,42.44).
Aleluia, aleluia, aleluia.
Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas: Lc 12,39-48
Invocação de busca do reto entendimento
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor! Enviai o vosso Espírito e tudo será criado, e renovareis a face da terra! Oremos: ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação! Por Cristo, Senhor nosso! Amém!
Ensinamentos
As santas palavras da 1ª Leitura nos ensinam pelo Apóstolo (Rm 6,12-18): 12.Não reine, pois, o pecado em vosso corpo mortal, de modo que obedeçais aos seus apetites. 13.Nem ofereçais os vossos membros ao pecado, como instrumentos do mal. Oferecei-vos a Deus, como vivos, salvos da morte, para que os vossos membros sejam instrumentos do bem ao seu serviço. 14.O pecado já não vos dominará, porque agora não estais mais sob a lei, e sim sob a graça. 15.Então? Havemos de pecar, pelo fato de não estarmos sob a lei, mas sob a graça? De modo algum. 16.Não sabeis que, quando vos ofereceis a alguém para lhe obedecer, sois escravos daquele a quem obedeceis, quer seja do pecado para a morte, quer da obediência para a justiça? 17.Graças a Deus, porém, que, depois de terdes sido escravos do pecado, obedecestes de coração à regra da doutrina na qual tendes sido instruídos. 18.E, libertados do pecado, vos tornastes servos da justiça.
As santas palavras do Salmo Responsorial nos ensinam pelo salmista (Sl 123): 1.Cântico das peregrinações. De Davi. Se o Senhor não tivesse estado conosco, sim, diga-o Israel, 2.se o Senhor não tivesse estado conosco, os homens que se insurgiram contra nós 3.ter-nos-iam então devorado vivos. Quando seu furor se desencadeou contra nós, 4.as águas nos teriam submergido. Uma torrente teria passado sobre nós. 5.Então nos teriam recoberto as ondas intumescidas. 6.Bendito seja o Senhor, que não nos entregou como presa aos seus dentes. 7.Nossa alma escapou como um pássaro, dos laços do caçador. Rompeu-se a armadilha, e nos achamos livres. 8.Nosso socorro está no nome do Senhor, criador do céu e da terra.
O Santo Evangelho ensina-nos pelo Evangelista (Lc 12,39-48): 39.Sabei, porém, isto: se o senhor soubesse a que hora viria o ladrão, vigiaria sem dúvida e não deixaria forçar a sua casa.40. Estai, pois, preparados, porque, à hora em que não pensais, virá o Filho do Homem. 41.Disse-lhe Pedro: Senhor, propões esta parábola só a nós ou também a todos? 42.O Senhor replicou: Qual é o administrador sábio e fiel que o senhor estabelecerá sobre os seus operários para lhes dar a seu tempo a sua medida de trigo? 43.Feliz daquele servo que o senhor achar procedendo assim, quando vier! 44.Em verdade vos digo: confiar-lhe-á todos os seus bens. 45.Mas, se o tal administrador imaginar consigo: Meu senhor tardará a vir, e começar a espancar os servos e as servas, a comer, a beber e a embriagar-se, 46.o senhor daquele servo virá no dia em que não o esperar e na hora em que ele não pensar, e o despedirá e o mandará ao destino dos infiéis. 47.O servo que, apesar de conhecer a vontade de seu senhor, nada preparou e lhe desobedeceu será açoitado com numerosos golpes. 48.Mas aquele que, ignorando a vontade de seu senhor, fizer coisas repreensíveis será açoitado com poucos golpes. Porque, a quem muito se deu, muito se exigirá. Quanto mais se confiar a alguém, dele mais se há de exigir.
Compromisso
Tais santas palavras e ensinamentos compelem-nos em especial a assumir o compromisso – e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na 1ª Leitura (Rm 6,12-18), de lutar para que não mais reine o pecado em nossos corpos mortais – que não vivamos escravizados por seus apetites. Não permitamos que nossos membros sejam usados como instrumentos do mal, perpetrando atos pecaminosos. Ofereçamo-nos a Deus como vivos, salvos da morte, dispondo-lhe nossos membros para serem instrumentos do bem, a seu serviço. Cumpre-nos, para que o pecado não nos domine, buscar a graça de Deus, valer-nos do sacramento da penitência, confessando nossos pecados, pedindo perdão e mantendo-nos vigilantes e orantes, em atitude de contrição. Determinemo-nos, pois, a obedecer a Deus, seguir os seus desígnios, empenhando-nos profunda e sinceramente para fazer a sua santa vontade, buscando a sua justiça, deixando de ser escravos do pecado, obedecendo de coração às regras da sã doutrina cristã para, libertos do pecado, nos tornarmos servos da justiça divina!
As santas palavras destinadas a serem proclamadas nesta liturgia como Salmo Responsorial compelem-nos a fazer coro com o louvor orante do salmista (Sl 123), contextualizando suas palavras à nossa realidade. Reconheçamos, pois, que se o Senhor não tivesse estado conosco, não teríamos forças para resistir ao pecado, teríamos nosso viver assolado pelas mais terríveis desgraças – o furor do maligno se voltaria impetuosamente contra nós e teríamos submergido no lamaçal do erro; a torrente imunda lançada pelo maligno teria passado sobre nós e seríamos recobertos por ondas intumescidas. Bendito seja o Senhor, que nos resgatou, nos estendeu a mão por meio das Santa Madre Igreja, oportunizando-nos a conversão, mostrando-nos o caminho seguro, livrando-nos da condição de presas do maligno e de sermos triturados pelos seus dentes. Com o inestimável auxílio divino, nossas almas escaparam, como um pássaro dos laços do caçador. Romperam-se as armadilhas e, com a graça de Deus, nos encontramos livres. Nosso socorro está em vosso nome, Senhor, criador do céu e da terra!
O Santo Evangelho (Lc 12,39-48) nos compele a manter-nos vigilantes e orantes, pois se soubéssemos a hora em que viriam os ladrões, vigiaríamos e não deixaríamos que invadissem nossas casas. Estejamos, pois, preparados, porque a qualquer momento podemos ser chamados a prestar contas de nossas vidas ao Senhor. Sejamos administradores sábios e prudentes, atuando com gratidão pelas maravilhosas dádivas divinas que recebemos gratuitamente para administrar. Que saibamos usufruir ciosamente e compartilhar tais dádivas com nossos próximos, servindo-os de acordo com a santa vontade de Deus, sendo fiéis aos mandamentos do Senhor, amando a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Seremos felizes se formos encontrados procedendo assim, com justiça, quando chegar o momento de prestarmos contas. Essa fidelidade implicará em fazer jus às mais elevadas graças e bênçãos divinas. Não negligenciemos, pois; não caiamos na insensatez de iludir-nos com as seduções e tentações insufladas pelo maligno para nos desviar do reto proceder, pois se o fizermos, colheremos as mais amargas consequências. Muito nos foi dado pelo Senhor e, com toda a justiça, muito nos será exigido!
Oração consolidadora do compromisso
Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para lutarmos com todas as forças para que não mais reine o pecado em nossos corpos mortais – que não vivamos escravizados por seus apetites. Que não mais permitamos que nossos membros sejam usados como instrumentos do mal, perpetrando atos pecaminosos. Que possamos oferecer-nos a vós como vivos, salvos da morte, dispondo-vos nossos membros para serem instrumentos do bem, a vosso serviço. Que busquemos a graça de Deus, valendo-nos do sacramento da penitência, confessando nossos pecados, pedindo perdão e mantendo-nos vigilantes e orantes, em atitude de contrição, determinando-nos a obedecer-vos, seguir os vossos desígnios, empenhando-nos profunda e sinceramente para fazer a vossa santa vontade, buscando a vossa justiça, deixando de ser escravos do pecado, obedecendo de coração às regras da sã doutrina cristã para, libertos do pecado, nos tornarmos servos da justiça divina! Reconhecemos que se não estivesses estado conosco, não teríamos forças para resistir ao pecado, teríamos nosso viver assolado pelas mais terríveis desgraças – o furor do maligno se voltaria impetuosamente contra nós e teríamos submergido no lamaçal do erro; a torrente imunda lançada pelo maligno teria passado sobre nós e seríamos recobertos por ondas intumescidas. Bendito sejais, Senhor, por nos terdes resgatado, nos estendido a mão por meio das Santa Madre Igreja, oportunizando-nos a conversão, mostrando-nos o caminho seguro, livrando-nos da condição de presas do maligno e de sermos triturados pelos seus dentes. Com o vosso inestimável auxílio divino, nossas almas escaparam, como um pássaro dos laços do caçador. Romperam-se as armadilhas e, com a vossa graça, nos encontramos livres. Nosso socorro está em vosso nome, Senhor, criador do céu e da terra! Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos mantenhamos vigilantes e orantes, cientes de que, se soubéssemos a hora em que viriam os ladrões, vigiaríamos e não deixaríamos que invadissem nossas casas e da mesma forma precisamos estar preparados, porque a qualquer momento podemos ser chamados a prestar contas de nossas vidas ao Senhor. Que sejamos administradores sábios e prudentes, atuando com gratidão pelas maravilhosas dádivas divinas que recebemos gratuitamente para administrar. Que saibamos usufruir ciosamente e compartilhar tais dádivas com nossos próximos, servindo-os de acordo com a santa vontade de Deus, sendo fiéis aos mandamentos do Senhor, amando a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Que atuemos cientes de que seremos felizes se formos encontrados procedendo assim, com justiça, quando chegar o momento de prestarmos contas. Essa fidelidade implicará em fazer jus às mais elevadas graças e bênçãos divinas. Que não negligenciemos, não caiamos na insensatez de iludir-nos com as seduções e tentações insufladas pelo maligno para nos desviar do reto proceder, pois se o fizermos, colheremos as mais amargas consequências. Obrigado, Senhor, pelo muito que nos destes, e atuemos cientes de que, com toda a justiça, muito nos será exigido! Cremos, Senhor, mas aumentai nossa fé!
SANTO DO DIA
Santos do Dia da Igreja Católica – 25 de Outubro
[Fonte: <https://catolicospraticantes.com.br/wp-admin/post.php?post=1989&action=edit> Postado em: 24/10/2023 por: marsalima]

Santo Antônio de Sant’Anna Galvão
O brasileiro Antônio de Sant’Anna Galvão nasceu em 1739, em Guaratinguetá, São Paulo. Seu pai era Antônio Galvão de França, capitão-mor da província e terciário franciscano. Sua mãe era Isabel Leite de Barros, filha de fazendeiros de Pindamonhangaba. O casal teve onze filhos. Eram cristãos caridosos, exemplares e transmitiram esse legado ao filho.
Quando tinha treze anos, Antônio foi enviado para estudar com os jesuítas, ao lado do irmão José, que já estava no Seminário de Belém, na Bahia. Desse modo, na sua alma estava plantada a semente da vocação religiosa. Aos vinte e um anos, Antônio decidiu ingressar na Ordem franciscana, no Rio de Janeiro. Sua educação no seminário tinha sido tão esmerada que, após um ano, recebeu as ordens sacerdotais, em 1762. Uma deferência especial do papa, porque ele ainda não tinha completado a idade exigida.
Em 1768, foi nomeado pregador e confessor do Convento das Recolhidas de Santa Teresa, ouvindo e aconselhando a todos. Entre suas penitentes encontrou irmã Helena Maria do Sacramento, figura que exerceu papel muito importante em sua obra posterior.
Irmã Helena era uma mulher de muita oração e de virtudes notáveis. Ela relatava suas visões ao frei Galvão. Nelas, Jesus lhe pedia que fundasse um novo Recolhimento para jovens religiosas, o que era uma tarefa difícil devido à proibição imposta pelo marquês de Pombal em sua perseguição à Ordem dos jesuítas. Apesar disso, contrariando essa lei, frei Galvão, auxiliado pela irmã Helena, fundou, em fevereiro de 1774, o Recolhimento de Nossa Senhora da Conceição da Divina Providência.
No ano seguinte, morreu irmã Helena. E os problemas com a lei de Pombal não tardaram a aparecer. O convento foi fechado, mas frei Galvão manteve-se firme na decisão, mesmo desafiando a autoridade do marquês. Finalmente, devido à pressão popular, o convento foi reaberto e o frei ficou livre para continuar sua obra. Os seguintes quatorze anos foram dedicados à construção e ampliação do convento e também de sua igreja, inaugurada em 1802. Quase um século depois, essa obra tornar-se-ia um “patrimônio cultural da humanidade”, por decisão da UNESCO.
Em 1811, a pedido do bispo de São Paulo, fundou o Recolhimento de Santa Clara, em Sorocaba. Lá, permaneceu onze meses para organizar a comunidade e dirigir os trabalhos da construção da Casa. Nesse meio tempo, ele recebeu diversas nomeações, até a de guardião do Convento de São Francisco, em São Paulo.
Com a saúde enfraquecida, recebeu autorização especial para residir no Recolhimento da Luz. Durante sua última enfermidade, frei Galvão foi morar num pequeno quarto, ajudado pelas religiosas que lhe prestavam algum alívio e conforto. Ele faleceu com fama de santidade em 23 de dezembro de 1822. Frei Galvão, a pedido das religiosas e do povo, foi sepultado na igreja do Recolhimento da Luz, que ele mesmo construíra.
Depois, o Recolhimento do frei Galvão tornou-se o conhecido Mosteiro da Luz, local de constantes peregrinações dos fiéis, que pedem e agradecem graças por sua intercessão. Frei Galvão foi beatificado pelo papa João Paulo II em 25 de outubro de 1998, e canonizado em 11 de maio de 2007 pelo papa Bento XVI, em São Paulo, Brasil.

São Crispim e São Crispiniano
Crispim e Crispiniano eram irmãos de origem romana. Cresceram juntos e converteram-se ao cristianismo na adolescência. Ganhando a vida no ofício de sapateiro, eram muito populares, caridosos, e pregavam com ardor a fé que abraçaram. Quando a perseguição aos cristãos ficou mais insistente, os dois foram para a Gália, atual França.
As tradições seculares contam que, durante a fuga, na noite de Natal, os irmãos Crispim e Crispiniano batiam nas portas buscando refúgio, mas ninguém os atendia. Finalmente, foram abrigados por uma pobre viúva que vivia com um filho. Agradecidos a Deus, quiseram recompensá-la fazendo um novo par de sapatos para o rapazinho.
Trabalharam rápido e deixaram o presente perto da lareira. Mas antes de partir, enquanto todos ainda dormiam, Crispim e Crispiniano rezaram pedindo amparo da Providência Divina para aquela viúva e o filho. Ao amanhecer, viram que os dois tinham desaparecido e encontraram o par de sapatos cheio de moedas.
Quando alcançaram o território francês, os dois irmãos estabeleceram-se na cidade de Soissons. Lá, seguiram uma rotina de dupla jornada, isto é, de dia eram missionários e à noite, em vez de dormir, trabalhavam numa oficina de calçados para sustentar-se e continuar fazendo caridade aos pobres. Quando a cruel perseguição imposta por Roma chegou a Soissons, era época do imperador Diocleciano e a Gália estava sob o governo de Rictiovaro. Os dois irmãos foram acusados e presos. Seus carrascos os torturaram até o limite, exigindo que abandonassem publicamente a fé cristã. Como não o fizeram, foram friamente degolados, ganhando a coroa do martírio.
O Martirológio Romano registra que as relíquias dos corpos desses dois nobres romanos mártires estavam sepultadas na belíssima igreja de Soissons, construída no século VI. Depois, parte delas foi transportada para Roma, onde foram guardadas na igreja de São Lourenço da via Panisperna.
A Igreja celebra os santos Crispim e Crispiniano como padroeiros dos sapateiros no dia 25 de outubro. Essa profissão, uma das mais antigas da humanidade, era muito discriminada, por estar sempre associada ao trabalho dos curtidores e carniceiros. Mas o cristianismo mudou a visão e ela foi resgatada graças ao surgimento dos dois santos sapateiros, chamados de mártires franceses.

São Gaudêncio
Gaudêncio era um homem muito simples, nascido no século IV, em Bréscia, Itália. A exemplo de seu nome, que em latim quer dizer alegria constante, era dessa maneira que pregava o evangelho de Cristo, como membro do clero. Mas acabou sendo um grande escritor, que muito colaborou para a Igreja, tendo sido, também, o oitavo bispo de sua cidade natal. Entretanto nunca imaginou ou almejou qualquer uma dessas duas possibilidades.
Humilde e modesto, não pensava que pudesse escrever uma linha que fosse, ainda mais sobre as Sagradas Escrituras. Sabia apenas que possuía um dom extraordinário para a oratória, pois seus discursos e sermões atraíam multidões. Assim, achava que somente sua palavra oral era suficiente para o seu apostolado.
A ação de Deus ocorreu, como sempre e em tudo, naturalmente. Certa vez, por ocasião da Páscoa, um amigo apreciador e ouvinte assíduo de seus sermões não pôde participar das solenidades, nas quais Gaudêncio era um dos principais oradores. Então, ele pediu que lhe mandasse por escrito os dez sermões que havia feito. Foi assim que Gaudêncio revelou-se um exímio escritor.
Depois, os discursos copiados a mão começaram a ser divulgados e passaram a ajudar muitos sacerdotes no púlpito. De maneira que Gaudêncio começou a receber inúmeras correspondências de leitores que pediam explicações, e sua obra escrita tornou-se volumosa. Nos tempos atuais, existem pouco mais de vinte sermões de são Gaudêncio. O restante foi destruído em saques, violações e incêndios patrocinados pelos conquistadores pagãos ao longo dos séculos.
Quanto a ser bispo de Bréscia, ele foi eleito pela população, para suceder o bispo Filástrio, seu amigo e admirador, falecido em 387. Gaudêncio estava em peregrinação nos lugares santos da Palestina, foi informado na sua viagem de retorno e não queria o cargo em hipótese alguma. Foram os amigos influentes do clero, como santo Ambrósio, bispo de Milão, que o forçaram a aceitar, porque sabiam do seu valor.
A pedido do papa Inocêncio I, ele integrou a comitiva de bispos enviada a Constantinopla, e que teve de retornar com a missão de ajudar João Crisóstomo. Gaudêncio gozava de fama de grande erudição e santidade, junto ao povo e ao clero, por isso teve a estima de grandes personalidades religiosas e leigas do seu tempo. Morreu em 410, deixando sua marca na história da Igreja e da humanidade.
Foi sepultado na igreja de São João Evangelista de Bréscia e cedo o seu culto propagou-se. A Igreja confirmou e incluiu a festa de são Gaudêncio no seu calendário litúrgico em 25 de outubro.
LEITURAS DA LITURGIA DAS HORAS DE 25 DE OUTUBRO DE 2023 <http://www.ibreviary.com/m2/opzioni.php>
PRIMEIRA LEITURA DO OFÍCIO DAS LEITURAS
Do Livro de Ester 4, 17k-17z
Oração da rainha Ester
Naqueles dias, a rainha Ester, tomada de angústia mortal, procurou refúgio no Senhor. Depôs as suas vestes de gala e revestiu-se com vestes de aflição e de luto. Em vez de perfumes preciosos, lançou sobre a cabeça pó e cinza. Mortificou duramente o corpo e cobriu com seus cabelos desalinhados o que antes adornava com esmero. E fez esta súplica ao Senhor: «Meu Senhor, nosso Rei, Vós sois único. Vinde socorrer-me, porque estou só e não tenho outro auxílio senão Vós e corre perigo a minha vida.
Desde criança, ouvi dizer na minha tribo paterna que Vós, Senhor, escolhestes Israel entre todos os povos e os nossos pais entre os seus antepassados, para serem a vossa herança para sempre e que cumpristes tudo quanto lhes tínheis prometido. Mas agora pecamos na vossa presença, e entregastes-nos nas mãos dos nossos inimigos, por termos adorado os seus deuses. Vós sois justo, Senhor.
Agora eles não se contentam com impor-nos dura escravidão; colocaram as suas mãos sobre as mãos dos seus ídolos, jurando abolir as promessas da vossa boca, aniquilar a vossa herança, fechar a boca daqueles que Vos louvam, extinguir a glória do vosso templo e do vosso altar, a fim de proclamar pela boca dos gentios o poder dos seus ídolos e exaltar para sempre um rei mortal.
Não abandoneis, Senhor, o vosso cetro àqueles que não são nada, para que não se riam da nossa ruína. Fazei que o seu intento se volte contra eles e castigai exemplarmente aquele que primeiro nos atacou.
Lembrai-Vos de nós, Senhor; manifestai-Vos no dia da nossa tribulação e dai-me coragem, Rei dos deuses, Dominador dos poderosos. Ponde em meus lábios palavras harmoniosas, quando estiver na presença do leão, e mudai o seu coração para que odeie o nosso inimigo e o arruíne com todos os seus cúmplices.
Livrai-nos com a vossa mão e vinde socorrer-me no meu abandono, porque não tenho ninguém senão Vós, Senhor.
Vós que tudo conheceis, bem sabeis que detesto a glória dos ímpios e abomino o leito dos incircuncisos e estrangeiros. Conheceis a necessidade em que me encontro e como detesto as insígnias da dignidade que levo sobre a minha cabeça nos dias em que apareço em público. Abomino-as como um pano imundo e não as trago nos dias em que vivo retirada. A vossa serva não comeu à mesa de Amã, não honrou com a sua presença os banquetes do rei, nem bebeu o vinho das libações. A vossa serva, desde o dia em que mudou de condição até agora, nunca se alegrou senão em Vós, Senhor, Deus de Abraão.
Deus poderoso sobre todas as coisas, escutai a voz dos desesperados, livrai-nos da mão dos perversos e libertai-me da minha angústia».
SEGUNDA LEITURA DO OFÍCIO DAS LEITURAS
Da Carta de Santo Agostinho, bispo, a Proba
(Ep. 130, 12, 22 – 13,24: CSEL 44, 65-68) (Sec. V)
Tudo está incluído na oração do Senhor
Quem diz, por exemplo: Assim como diante dos povos manifestastes em nós a vossa santidade, assim também diante de nós manifestai neles a vossa grandeza, e sejam acreditados os vossos profetas, que outra coisa diz senão: Santificado seja o vosso nome?
Quem diz: Deus dos Exércitos, vinde de novo, iluminai o vosso rosto e seremos salvos, que outra coisa diz senão: Venha a nós o vosso reino?
Quem diz: Dirigi os meus passos segundo a vossa palavra, e que nenhuma iniquidade me domine, que outra coisa diz senão: Seja feita a vossa vontade assim na terra conto no Céu?
Quem diz: Não me deis pobreza nem riqueza, que outra coisa diz senão: O pão nosso de cada dia nos dai hoje?
Quem diz: Lembrai-Vos de David, Senhor, e da sua grande piedade, ou também: Senhor, se estou culpado, se nas minhas mãos há iniquidade, se fiz mal a quem me fez bem, que outra coisa diz senão: Perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido?
Quem diz: Meu Deus, livrai-me dos inimigos, protegei-me contra os agressores, que outra coisa diz senão: Livrai-nos do mal?
Se evocas todas as invocações contidas na Sagrada Escritura, creio que nada encontrarás que não esteja incluído e compendiado nesta oração do Senhor. Por isso, podemos usar na oração outras palavras para pedir a mesma coisa, mas não para pedir coisas diferentes.
São estes, sem dúvida alguma, os pedidos que havemos de fazer a Deus nas nossas orações, para nós, para os nossos parentes, para os estranhos e até para os inimigos. Nada obsta, de fato, que no coração de quem ora brotem intenções particulares por esta ou aquela pessoa, segundo as necessidades e os diversos graus de parentesco ou de amizade.
Aqui tens uma explicação suficiente, quanto me parece, não só sobre o modo como deves orar mas também sobre o que deves pedir na oração. Não sou eu quem to ensina, mas Aquele que Se dignou ensinar-nos a todos.
Temos de buscar a vida bem-aventurada, temos de a pedir a Deus Nosso Senhor. Em que consiste a vida bem-aventurada? São muitos os que têm discutido sobre ela e são numerosas as sentenças. Nós não precisamos de recorrer a muitos autores nem a tantas opiniões. Encontramos na Sagrada Escritura a resposta breve e verdadeira: Feliz o povo cujo Deus é o Senhor. Para poder formar parte deste povo e chegar a ver o Senhor e viver eternamente com Ele, recordemos que o fim dos mandamentos é promover a caridade, que procede de um coração puro, de uma consciência reta e de uma fé sincera.
Nestas três virtudes, a «consciência reta» tem o lugar da «esperança». Portanto, a fé, a esperança e a caridade levam a Deus aquele que ora; isto é, aquele que crê, espera e ama, e considera atentamente a oração do Senhor, encontra nela tudo o que deve pedir a Deus.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE LAUDES
Tob 4, 14-15a.16ab.19
Presta atenção, filho, a todas as tuas obras e sê prudente nas tuas palavras. Não faças a ninguém o que não queres que te façam a ti. Reparte o teu pão com os famintos e os indigentes; e agasalha com as tuas vestes os que não têm com que se cobrir. Dá esmola de tudo o que tens em abundância. bendiz o Senhor em todo o tempo e pede-Lhe que oriente os teus caminhos, para que cheguem a bom termo todos os teus projetos.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA TERÇA
1 Pedro 1, 13-14
Tende o vosso espírito alerta e sede vigilantes. Ponde toda a vossa esperança na graça que vos será concedida, quando Jesus Cristo Se manifestar. Como filhos obedientes, não vos conformeis com os desejos de outrora, quando vivíeis na ignorância.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA SEXTA
1 Pedro 1, 15-16
À semelhança do Deus santo que vos chamou, sede santos, vós também, em todas as vossas ações, como está escrito: «Sede santos, porque Eu sou santo».
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA NONA
Tg 4, 7-8a. 10
Submetei-vos a Deus. Resisti ao demônio e ele fugirá de vós. Aproximai-vos de Deus e Ele aproximar-Se-á de vós. Humilhai-vos diante do Senhor e Ele vos exaltará.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE VÉSPERAS
Tg 1, 22.25
Sede cumpridores da palavra, não apenas ouvintes, pois seria enganar-vos a vós mesmos. Aquele que se aplica atentamente a considerar a lei perfeita, que é a lei da liberdade, e nela persevera, sem ser um ouvinte que se esquece mas que efetivamente a cumpre, esse encontrará a felicidade no seu modo de viver.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE COMPLETAS
Ef 4, 26-27
Não pequeis. Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento. Não deis lugar ao demônio.
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Importante:
* A Liturgia Diária, a porção da Palavra de Deus escolhida para cada dia, consiste em refeição espiritual de escol brindada pela Santa Madre Igreja, preparatória para o alimento divino, a Sagrada Eucaristia. Auguramos que esse estudo orante possa contribuir para potencializar o sustento e o remédio que essas santas palavras são destinadas a proporcionar e que com cada vez maior assiduidade mais irmãos na fé priorizem sorver diariamente as delícias inefáveis da Santa Palavra e da Sagrada Eucaristia. Sugerimos, caso não for possível por alguma razão desfrutar a missa presencialmente, que se o faça ao menos virtualmente, pela televisão ou internet. Também recomendamos escrever na área de busca de sites veiculadores de vídeos na internet as palavras “Homilia diária” e aproveitar os momentos livres do pensamento (inclusive no decorrer da realização de atividades manuais que não requerem intensa concentração – como lavar louça, por exemplo) para ouvir as reflexões de clérigos qualificados para nos ajudar a compreender com cada vez mais profundidade os desígnios divinos.
** O católico que participar de todas as Missas diárias ou estudar a Liturgia Diária pelo período de três anos, terá estudado toda a Bíblia (exceto partes de algumas passagens que são apresentadas de forma sintetizada, das quais são suprimidos versículos considerados de importância secundária. Nestes estudos apresentamos o Salmo completo e eventualmente inserimos algumas passagens suprimidas que reputamos importantes para a melhor compreensão e compenetração no ensinamento bíblico). Essa breve exegese da Liturgia Diária é recomendada para quem busca conhecer com profundidade a Palavra de Deus, para dela se tornar íntimo e colocá-la em prática.
*** A Liturgia das Horas é composta por sete momentos orantes rezados pelo fiel ao longo do dia. O primeiro, na madrugada, se chama Ofício das Leituras, composto pela recitação de vários salmos; a primeira leitura (extraída da Bíblia); a segunda leitura (extraída da Sagrada Doutrina) e algumas orações próprias. O segundo, Laudes, se reza no início da manhã, incluindo a recitação de salmos; orações; leitura bíblica breve e inclui também preces. Os momentos orantes do “miolo do dia” (das 09 às 15 horas) chamados “da hora média”, são propostos para serem realizados com brevidade em três etapas: Hora Terça, em torno das 09:00 horas; Hora Sexta, em torno das 12:00 horas; e Hora Nona, em torno das 15:00. São compostos pela recitação de salmos; orações e uma leitura bíblica breve. O sexto momento orante se dá antes do pôr do sol, sendo denominado de Vésperas e inclui também algumas preces, além dos salmos, orações e leitura bíblica breve. O sétimo momento orante denomina-se Completas, sendo realizado antes de dormir, incluindo o exame de consciência, uma breve recitação dos salmos, leitura bíblica breve e orações próprias, sendo bastante conciso. Tais momentos orantes são destinados especialmente à santificação do dia. A Liturgia das Horas serve também como ponto de interseção entre todos os católicos, sendo prescrita em especial para ser recitada por todos os componentes do clero, religiosos, religiosas, diáconos… constituindo-se fundamental para a unidade da fé, prevenindo a queda em heresias (a “escolha” de partes das escrituras e da doutrina e o rechaço de outras). Recomendamos vivamente que todos quantos puderem se dediquem a essa maravilhosa prática e reputamos como mínimo necessário a meditação da segunda leitura do Ofício das Leituras (aqui trazida como leitura complementar, extraída do o site <http://www.ibreviary.com/>), com o que nos tornamos agraciados com os preciosíssimos tesouros da Sagrada Doutrina brindados pelos que cultivaram a fé desde o início da Igreja. Podemos acessar a Liturgia das Horas através de livro próprio, também chamado de Breviário, ou por meio de aplicativos ou sites na internet. O fiel pode ainda digitar na área de busca o nome do momento orante que deseja acompanhar e terá à disposição essa oração com os salmos cantados.
**** Por que ler a vida do Santo do dia?
Você sabe porque é muito importante conhecer e meditar no exemplo de vida do Santo do dia?
É fácil perceber que os homens se influenciam mutuamente no relacionamento social. A criança imita os pais, os gestos de dois amigos tendem a se assemelhar, pois a imitação é conatural aos homens desde a infância, distinguindo-os como a criatura mais imitativa de todas.
Esse mimetismo inato vincado em nossa humanidade se verifica também no âmbito sobrenatural. Conforme frisou Bento XVI, “os Santos constituem o comentário mais importante ao Evangelho, uma atualização sua na vida cotidiana e, por conseguinte, representam para nós um verdadeiro caminho de acesso a Jesus”.(1) Podemos, sem dúvida, considerá-los como imagem de Deus transposta para o dia a dia.
O conceito de imitação de Cristo – diretamente ou através do Santo do Dia – está presente nos Livros Sagrados, sobretudo nas cartas de São Paulo, como a destinada aos filipenses: “Sede meus imitadores, irmãos, e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós” (3, 17).
São Francisco de Assis estava bem cônscio de seu papel simbólico quando dizia: “Devo ser modelo e exemplo para todos os frades”. (2)
Para o homem contemporâneo essas analogias entre Cristo e os Santos poderiam parecer despropositadas ou mesmo maldosamente tachadas de “culto à personalidade”.
Por isso, é fundamental ler a história do Santo do Dia para que conhecendo o exemplo deles e admirando-os, aprendamos como adequar nossas vidas à santidade que Deus quer de nós.
[Fonte: <https://salvaimerainha.org.br/santo-do-dia/utm_source=google&utm_medium=grants.acnsf.1&utm_content=santo.do.dia.pc.c>]
