LITURGIA DE 29 DE OUTUBRO DE 2023 – DOMINGO – XXX SEMANA DO TEMPO COMUM
29 de outubro de 2023LITURGIA DE 31 DE OUTUBRO DE 2023 – TERÇA-FEIRA – XXX SEMANA DO TEMPO COMUM
31 de outubro de 2023Néctar espiritual potencializador da prática cristã extraído do estudo da Liturgia Diária de 30/10/2023
As santas palavras da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso – e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na 1ª Leitura (Rm 8,12-17), de impregnar-nos da consciência de que não somos devedores da carne para viver segundo a carne. Cumpre-nos, pois, mortificar as obras da carne e conduzir-nos pelo Espírito de Deus, agindo como seus filhos, pois não recebemos um espírito de escravidão para viver temerosamente, mas sim o espírito de adoção filial para clamar: Aba! Pai! (Querido Deus, papaizinho querido!) Somos seus filhos adotivos, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo. Estejamos dispostos a enfrentar tudo o que for necessário, juntando nossos sofrimentos ao de Cristo, e com ele também seremos glorificados! As santas palavras do Salmo Responsorial compelem-nos a fazer coro com o louvor orante do salmista (Sl 67):Levanta-se Deus; eis que se dispersam seus inimigos, e fogem diante dele os que o odeiam. Eles se dissipam como a fumaça, como a cera que se derrete ao fogo. Assim perecem os maus diante de Deus. Os justos, porém, exultam e se rejubilam em sua presença, e transbordam de alegria. Cantai à glória de Deus, cantai um cântico ao seu nome, abri caminho para o que em seu carro avança pelo deserto. Senhor é o seu nome, exultai em sua presença. É o pai dos órfãos e o protetor das viúvas, esse Deus que habita num templo santo. Aos abandonados Deus preparou uma casa, conduz os cativos à liberdade e ao bem-estar; só os rebeldes ficam num deserto ardente […]. O Santo Evangelho (Lc 13,10-17) compele a empenhar-nos denodadamente para seguir Jesus e ser instrumentos ao seu serviço para contribuir na cura e libertação daqueles que são oprimidos, de forma especial, pelas doenças espirituais. Que muitos possam glorificar a Deus por suas maravilhas e que possamos contribuir para irradiá-las a cada vez mais pessoas. Que nos mantenhamos vigilantes e orantes, buscando nos sintonizar constantemente com o Espírito Santo para mantermos o reto discernimento e não cairmos nas tentações do maligno que busca confundir os incautos, como fez com os fariseus no tempo de Jesus, os quais se tornaram fanáticos da letra e cegos ao espírito, tendo, por isso, recriminado Jesus por realizar curas em dias de sábado. Que sigamos o exemplo de Jesus e estejamos sempre prontos a amar e servir, seja onde e quando for que se apresentem as oportunidades para tal!
Antífona da entrada
– Exulte o coração dos que buscam a Deus. Sim, buscai o Senhor e sua força, procurai sem cessar a sua face (Sl 104,3s).
Saudação
– Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
– Amém.
– A graça e a paz de Deus, nosso Pai, de Jesus Cristo, nosso Senhor e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
– Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
Oração do dia
– Deus eterno e todo poderoso, aumentai em nós a fé, a esperança e a caridade e dai-nos amar o que ordenais para conseguirmos o que prometeis. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
1ª Leitura: Rm 8,12-17
Salmo Responsorial: Sl 67
– Nosso Deus é um Deus que salva, é um Deus libertador.
Aclamação ao santo Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia.
– Vossa Palavra é a verdade; santificai-nos na verdade! (Jo 17,17).
Aleluia, aleluia, aleluia.
Evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas: Lc 13,10-17
Invocação de busca do reto entendimento
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor! Enviai o vosso Espírito e tudo será criado, e renovareis a face da terra! Oremos: ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação! Por Cristo, Senhor nosso! Amém!
Ensinamentos
As santas palavras da 1ª Leitura nos ensinam pelo escrito sagrado (Rm 8,12-17): 12.Portanto, irmãos, não somos devedores da carne, para que vivamos segundo a carne. 13.De fato, se viverdes segundo a carne, haveis de morrer; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras da carne, vivereis, 14.pois todos os que são conduzidos pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. 15.Porquanto não recebestes um espírito de escravidão para viverdes ainda no temor, mas recebestes o espírito de adoção pelo qual clamamos: Aba! Pai! 16.O Espírito mesmo dá testemunho ao nosso espírito de que somos filhos de Deus. 17.E, se filhos, também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo, contanto que soframos com ele, para que também com ele sejamos glorificados.
As santas palavras do Salmo Responsorial nos ensinam pelo salmista (Sl 67): 1.Ao mestre de canto. Salmo de Davi. Cântico. 2.Levanta-se Deus; eis que se dispersam seus inimigos, e fogem diante dele os que o odeiam. 3.Eles se dissipam como a fumaça, como a cera que se derrete ao fogo. Assim perecem os maus diante de Deus. 4.Os justos, porém, exultam e se rejubilam em sua presença, e transbordam de alegria. 5.Cantai à glória de Deus, cantai um cântico ao seu nome, abri caminho para o que em seu carro avança pelo deserto. Senhor é o seu nome, exultai em sua presença. 6.É o pai dos órfãos e o protetor das viúvas, esse Deus que habita num templo santo. 7.Aos abandonados Deus preparou uma casa, conduz os cativos à liberdade e ao bem-estar; só os rebeldes ficam num deserto ardente. […]
O Santo Evangelho ensina-nos pelo Evangelista (Lc 13,10-17): 10.Estava Jesus ensinando na sinagoga em um sábado. 11.Havia ali uma mulher que, havia dezoito anos, era possessa de um espírito que a detinha doente: andava curvada e não podia absolutamente erguer-se. 12.Ao vê-la, Jesus a chamou e disse-lhe: Estás livre da tua doença. 13.Impôs-lhe as mãos e no mesmo instante ela se endireitou, glorificando a Deus. 14.Mas o chefe da sinagoga, indignado de ver que Jesus curava no sábado, disse ao povo: São seis os dias em que se deve trabalhar; vinde, pois, nestes dias para vos curar, mas não em dia de sábado. 15.Hipócritas!, disse-lhes o Senhor. Não desamarra cada um de vós no sábado o seu boi ou o seu jumento da manjedoura, para os levar a beber? 16.Esta filha de Abraão, que Satanás paralisava há dezoito anos, não devia ser livre desta prisão, em dia de sábado? 17.Ao proferir estas palavras, todos os seus adversários se encheram de confusão, ao passo que todo o povo, à vista de todos os milagres que ele realizava, se entusiasmava.
Compromisso
As santas palavras da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso – e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na 1ª Leitura (Rm 8,12-17), de impregnar-nos da consciência de que não somos devedores da carne para viver segundo a carne. Cumpre-nos, pois, mortificar as obras da carne e conduzir-nos pelo Espírito de Deus, agindo como seus filhos, pois não recebemos um espírito de escravidão para viver temerosamente, mas sim o espírito de adoção filial para clamar: Aba! Pai! (Querido Deus, papaizinho querido!) Somos seus filhos adotivos, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo. Estejamos dispostos a enfrentar tudo o que for necessário, juntando nossos sofrimentos ao de Cristo, e com ele também seremos glorificados!
Cientes de que nossos inimigos são os principados e potestades do maligno, consistentes em forças espirituais do mal espalhadas pelos ares (Efésios 6,12), que tudo fazem para nos induzir em caminhos tortuosos, com tentações e seduções das mais variadas ordens, fazemos coro com o louvor orante do salmista (Sl 67):2.Levanta-se Deus; eis que se dispersam seus inimigos, e fogem diante dele os que o odeiam. 3.Eles se dissipam como a fumaça, como a cera que se derrete ao fogo. Assim perecem os maus diante de Deus. 4.Os justos, porém, exultam e se rejubilam em sua presença, e transbordam de alegria. 5.Cantai à glória de Deus, cantai um cântico ao seu nome, abri caminho para o que em seu carro avança pelo deserto. Senhor é o seu nome, exultai em sua presença. 6.É o pai dos órfãos e o protetor das viúvas, esse Deus que habita num templo santo. 7.Aos abandonados Deus preparou uma casa, conduz os cativos à liberdade e ao bem-estar; só os rebeldes ficam num deserto ardente. 8.Ó Deus, quando saíeis à frente de vosso povo, quando avançáveis pelo deserto, 9.a terra tremia, os próprios céus rorejavam diante de vós, o monte Sinai estremecia na presença do Deus de Israel. 10.Sobre vossa herança fizestes cair generosa chuva, e restaurastes suas forças fatigadas. 11.Vosso rebanho fixou habitação numa terra que vossa bondade, ó Deus, lhe havia preparado. 12.Apenas o Senhor profere uma palavra, tornam-se numerosas as mulheres que anunciam a boa nova: 13.Fogem, fogem os reis dos exércitos; os habitantes partilham os despojos. 14.Enquanto entre os rebanhos repousáveis, as asas da pomba refulgiam como prata, e de ouro era o brilho de suas penas. 15.Quando o Todo-poderoso dispersava os reis, caía a neve sobre o Salmon. 16.Os montes de Basã são elevados, alcantilados são os montes de Basã. 17.Montes escarpados, por que invejais a montanha que Deus escolheu para morar, para nela estabelecer uma habitação eterna? 18.São milhares e milhares os carros de Deus: do Sinai vem o Senhor ao seu santuário. 19.Subindo nas alturas levastes os cativos; recebestes homens como tributos, aqueles que recusaram habitar com o Senhor Deus. 20.Bendito seja o Senhor todos os dias; Deus, nossa salvação, leva nossos fardos: 21.nosso Deus é um Deus que salva, da morte nos livra o Senhor Deus. 22.Sim, Deus parte a cabeça de seus inimigos, o crânio hirsuto do que persiste em seus pecados. 23.Dissera o Senhor: Ainda que seja de Basã, eu os farei voltar, eu os trarei presos das profundezas do mar, 24.para que banhes no sangue os teus pés, e a língua de teus cães receba dos inimigos seu quinhão. 25.Contemplam a vossa chegada, ó Deus, a entrada do meu Deus, do meu rei, no santuário; 26.Vêm na frente os cantores, atrás os tocadores de cítara; no meio, as jovens tocando tamborins. 27.Bendizei a Deus nas vossas assembleias, bendizei ao Senhor, filhos de Israel! 28.Eis Benjamim, o mais jovem, que vai na frente; depois os príncipes de Judá, com seus esquadrões; os príncipes de Zabulon, os príncipes de Neftali. 29.Mostrai, ó Deus, o vosso poder, esse poder com que atuastes em nosso favor. 30.Pelo vosso templo em Jerusalém, ofereçam-vos presentes os reis! 31.Reprimi a fera dos canaviais, a manada dos touros com os novilhos das nações pagãs. Que eles se prosternem com barras de prata. Dispersai as nações que se comprazem na guerra. 32.Aproximem-se os grandes do Egito, estenda a Etiópia suas mãos para Deus. 33.Reinos da terra, cantai à glória de Deus, cantai um cântico ao Senhor, 34.que é levado pelos céus, pelos céus eternos; eis que ele fala, sua voz é potente: 35.Reconhecei o poder de Deus! Sua majestade se estende sobre Israel, sua potência aparece nas nuvens. 36.De seu santuário, temível é o Deus de Israel; é ele que dá ao seu povo a força e o poder. Bendito seja Deus!
O Santo Evangelho (Lc 13,10-17) compele a empenhar-nos denodadamente para seguir Jesus e ser instrumentos a seu serviço para contribuir na cura e libertação daqueles que são oprimidos, de forma especial, pelas doenças espirituais. Que muitos possam glorificar a Deus por suas maravilhas e que possamos contribuir para irradiá-las a cada vez mais pessoas. Que nos mantenhamos vigilantes e orantes, buscando nos sintonizar constantemente com o Espírito Santo para mantermos o reto discernimento e não cairmos nas tentações do maligno que busca confundir os incautos, como fez com os fariseus no tempo de Jesus, os quais se tornaram fanáticos da letra e cegos ao espírito, tendo, por isso, recriminado Jesus por realizar curas em dias de sábado. Que sigamos o exemplo de Jesus e estejamos sempre prontos a amar e servir, seja onde e quando for que se apresentem as oportunidades para tal!
Oração consolidadora do compromisso
Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência de que não somos devedores da carne para viver segundo a carne. Cumpre-nos, isso sim, mortificar as obras da carne e conduzir-nos pelo Espírito de Deus, agindo como seus filhos, pois não recebemos um espírito de escravidão para viver temerosamente, mas sim o espírito de adoção filial para clamar: Aba! Pai! (Querido Deus, papaizinho querido!) Somos seus filhos adotivos, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo. Que estejamos dispostos a enfrentar tudo o que for necessário, juntando nossos sofrimentos ao de Cristo, convictos de que com ele também seremos glorificados! Cientes de que nossos inimigos são os principados e potestades do maligno, consistentes em forças espirituais do mal espalhadas pelos ares (Efésios 6,12), que tudo fazem para nos induzir em caminhos tortuosos, com tentações e seduções das mais variadas ordens, fazemos coro com o louvor orante do salmista (Sl 67): Levanta-se Deus; eis que se dispersam seus inimigos, e fogem diante dele os que o odeiam. Eles se dissipam como a fumaça, como a cera que se derrete ao fogo. Assim perecem os maus diante de Deus. Os justos, porém, exultam e se rejubilam em sua presença, e transbordam de alegria. Cantai à glória de Deus, cantai um cântico ao seu nome, abri caminho para o que em seu carro avança pelo deserto. Senhor é o seu nome, exultai em sua presença. É o pai dos órfãos e o protetor das viúvas, esse Deus que habita num templo santo. Aos abandonados Deus preparou uma casa, conduz os cativos à liberdade e ao bem-estar; só os rebeldes ficam num deserto ardente. Ó Deus, quando saíeis à frente de vosso povo, quando avançáveis pelo deserto, a terra tremia, os próprios céus rorejavam diante de vós, o monte Sinai estremecia na presença do Deus de Israel. Sobre vossa herança fizestes cair generosa chuva, e restaurastes suas forças fatigadas. Vosso rebanho fixou habitação numa terra que vossa bondade, ó Deus, lhe havia preparado. Apenas o Senhor profere uma palavra, tornam-se numerosas as mulheres que anunciam a boa nova: Fogem, fogem os reis dos exércitos; os habitantes partilham os despojos. Enquanto entre os rebanhos repousáveis, as asas da pomba refulgiam como prata, e de ouro era o brilho de suas penas. Quando o Todo-poderoso dispersava os reis, caía a neve sobre o Salmon. Os montes de Basã são elevados, alcantilados são os montes de Basã. Montes escarpados, por que invejais a montanha que Deus escolheu para morar, para nela estabelecer uma habitação eterna? São milhares e milhares os carros de Deus: do Sinai vem o Senhor ao seu santuário. Subindo nas alturas levastes os cativos; recebestes homens como tributos, aqueles que recusaram habitar com o Senhor Deus. Bendito seja o Senhor todos os dias; Deus, nossa salvação, leva nossos fardos: nosso Deus é um Deus que salva, da morte nos livra o Senhor Deus. Sim, Deus parte a cabeça de seus inimigos, o crânio hirsuto do que persiste em seus pecados. Dissera o Senhor: Ainda que seja de Basã, eu os farei voltar, eu os trarei presos das profundezas do mar, para que banhes no sangue os teus pés, e a língua de teus cães receba dos inimigos seu quinhão. Contemplam a vossa chegada, ó Deus, a entrada do meu Deus, do meu rei, no santuário; Vêm na frente os cantores, atrás os tocadores de cítara; no meio, as jovens tocando tamborins. Bendizei a Deus nas vossas assembleias, bendizei ao Senhor, filhos de Israel! Eis Benjamim, o mais jovem, que vai na frente; depois os príncipes de Judá, com seus esquadrões; os príncipes de Zabulon, os príncipes de Neftali. Mostrai, ó Deus, o vosso poder, esse poder com que atuastes em nosso favor. Pelo vosso templo em Jerusalém, ofereçam-vos presentes os reis! Reprimi a fera dos canaviais, a manada dos touros com os novilhos das nações pagãs. Que eles se prosternem com barras de prata. Dispersai as nações que se comprazem na guerra. Aproximem-se os grandes do Egito, estenda a Etiópia suas mãos para Deus. Reinos da terra, cantai à glória de Deus, cantai um cântico ao Senhor, que é levado pelos céus, pelos céus eternos; eis que ele fala, sua voz é potente: Reconhecei o poder de Deus! Sua majestade se estende sobre Israel, sua potência aparece nas nuvens. De seu santuário, temível é o Deus de Israel; é ele que dá ao seu povo a força e o poder. Bendito seja Deus! Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos que nos empenhemos denodadamente no seguimento de Jesus, sendo instrumentos a seu serviço para contribuir na cura e libertação daqueles que são oprimidos, de forma especial, pelas doenças espirituais. Que muitos possam glorificar a Deus por suas maravilhas e que possamos contribuir para irradiá-las a cada vez mais pessoas. Que nos mantenhamos vigilantes e orantes, buscando nos sintonizar constantemente com o Espírito Santo para mantermos o reto discernimento e não cairmos nas tentações do maligno que busca confundir os incautos, como fez com os fariseus no tempo de Jesus, os quais se tornaram fanáticos da letra e cegos ao espírito, tendo, por isso, recriminado Jesus por realizar curas em dias de sábado. Que sigamos o exemplo de Jesus e estejamos sempre prontos a amar e servir, seja onde e quando for que se apresentem as oportunidades para tal!
SANTO DO DIA
Santos do Dia da Igreja Católica – 30 de Outubro
[Fonte: <https://sagradamissao.com.br/2023/10/santos-do-dia-da-igreja-catolica-30-de-outubro/> Postado em: 29/10/2023 por: marsalima]

Retistuta Kafka (Bem-Aventurada)
No dia primeiro de maio de 1894, nasceu Helene, filha de Anton e Maria Kafka, na cidade de Brno, atual República Checa. Naquele tempo, a região chamava-se Morávia, e estava sob o governo do imperador austríaco Francisco José. Em 1896, a família Kafka transferiu-se para Viena, capital do Império Austro-Húngaro.
Helene concluiu os estudos e formou-se enfermeira, com o desejo de tornar-se religiosa. No início, conformou-se com a negativa dos pais, mas, ao completar vinte anos, ingressou na Congregação das Franciscanas da Caridade Cristã, agora com a bênção da família.
Como religiosa, adotou o nome de irmã Maria Retistuta, o primeiro em homenagem a sua mãe e o segundo a uma mártir do século I.
Mas logo recebeu o apelido carinhoso de “irmã Resoluta”, pelo seu modo cordial e decidido e por sua segurança e competência como enfermeira de sala cirúrgica e anestesista. No hospital de Modling, em Viena, a religiosa tornou-se uma referência para os médicos, enfermeiras e, especialmente, para os doentes, aos quais soube comunicar com lucidez o amor pela vida, na alegria e na dor.
Foram muitos anos que serviu a Deus nos doentes, para os quais estava sempre disponível. Em março de 1938, Hitler mandou o exército ocupar a Áustria. Viena tornou-se uma das bases centrais do comando nazista alemão. Irmã Restituta colocou-se logo contrária a toda aquela loucura desumana. Não teve receio de mostrar que, sendo favorável à vida, não apoiaria, jamais, o nazismo de Hitler, fosse qual fosse o preço.
Por isso, quando os nazistas retiravam o crucifixo também das salas de cirurgia, ela, serenamente, o recolocava no lugar, de cabeça erguida, desafiando os nazistas. Como não se submetia e muito menos se “dobrava”, os nazistas a eliminaram. Foi presa em 1942. E ela fez da prisão uma espécie de lugar de graça, para honrar o nome de sua consagração, ou seja, Restituta, aquela que foi restituída para Deus.
Irmã Resoluta esperou cinco meses na prisão para morrer. Em 30 de março de 1943, foi decapitada. Para as franciscanas, mandou uma mensagem: “Por Cristo eu vivi, por Cristo desejo morrer”. E na frente dos assassinos nazistas, antes que o carrasco levantasse a mão que a mataria, irmã Restituta disse ao capelão: “Padre, faça-me na testa o sinal da cruz”.
O papa João Paulo II, em 1998, elevou irmã Maria Restituta Kafka aos altares para ser reverenciada pela Igreja como bem-aventurada. A sua festa litúrgica foi marcada para o dia 30 de outubro, data em que foi decretada a sua sentença de morte.
PRIMEIRA LEITURA DO OFÍCIO DAS LEITURAS
Do Livro da Sabedoria 1, 16 – 2, 1a.10-24
As maquinações dos ímpios contra o justo
Com suas obras e palavras os ímpios chamam a morte;
julgando-a sua amiga, por ela se consomem;
com ela fazem aliança e de fato merecem pertencer-lhe.
Dizem os ímpios uns aos outros, pensando erradamente:
«Oprimamos o justo pobre,
não poupemos a viúva,
nem respeitemos os cabelos brancos do ancião.
Seja a nossa força a norma da justiça,
porque a fraqueza é inútil.
Armemos ciladas ao justo, porque nos incomoda
e se opõe às nossas obras;
censura-nos as transgressões da lei
e repreende-nos as faltas de educação.
Pretende possuir o conhecimento de Deus
e chama-se a si mesmo filho do Senhor.
É o censor dos nossos planos,
e até a sua vista é insuportável.
Porque a sua vida não é como a dos outros
e os seus caminhos são muito diferentes.
Somos considerados por ele como escória,
e afasta-se dos nossos caminhos como de uma coisa impura.
Julga feliz a morte dos justos
e gloria-se de ter a Deus como pai.
Vejamos se as suas palavras são verdadeiras,
observemos o que sucede depois da sua morte.
Porque se o justo é filho de Deus, Ele o protegerá
e o livrará das mãos dos seus adversários.
Provemo-lo com ultrajes e torturas,
para conhecermos a sua mansidão e apreciarmos a sua paciência.
Condenemo-lo à morte infame,
porque, segundo diz, Deus virá socorrê-lo».
Assim pensam os ímpios, mas enganam-se,
porque a sua malícia os cega.
Ignoram os segredos de Deus
e não esperam que a santidade seja premiada,
nem acreditam que haja recompensa para as almas puras.
Mas Deus criou o homem para ser incorruptível
e fê-lo à imagem da sua própria natureza.
Foi pela inveja do diabo que a morte entrou no mundo,
e experimentam-na aqueles que lhe pertencem.
SEGUNDA LEITURA DO OFÍCIO DAS LEITURAS
Da Carta de São Clemente I, papa, aos Coríntios
(Cap. 21, 1 – 22, 5; 23, 1-2: Funk 1, 89-93) (Sec. I)
Não queiramos fugir da vontade de Deus
Sede vigilantes, irmãos caríssimos, para que os inumeráveis benefícios de Deus não se transformem em condenação para todos nós, se não vivermos de maneira digna d’Ele, isto é, se não realizarmos em mútua concórdia o que é bom e agradável a seus olhos. Ele diz, com efeito, em certo lugar: O Espírito do Senhor é como uma lâmpada que perscruta os mais íntimos segredos do coração.
Consideremos como está perto de nós e recordemos que não Lhe são ocultos os nossos pensamentos e deliberações interiores. É necessário, portanto, que não abandonemos o nosso posto contra a sua vontade. Mais vale desagradar aos homens néscios e insensatos, orgulhosos e presumidos na arrogância das suas palavras, do que ofender a Deus.
Veneremos o Senhor Jesus que derramou por nós o seu Sangue, respeitemos os nossos chefes, honremos os anciãos, formemos os jovens na ciência do temor de Deus, orientemos as esposas no verdadeiro caminho do bem. Sejam dignas de todo o louvor pelo encanto da castidade, dêem provas da sua bondade sincera, manifestem no silêncio a discrição da sua língua; exercitem a caridade sem acepção de pessoas, mas imparcial e santamente, para com todos os que temem a Deus.
Sejam os vossos filhos educados na doutrina de Cristo; aprendam o grande valor que tem diante de Deus a humildade, como é apreciável a seus olhos o amor casto, como é bom e eficaz o temor de Deus que salva todos os que o guardam santamente num coração puro. Porque Deus perscruta os nossos pensamentos e as nossas intenções; o seu Espírito está em nós, mas pode privar-nos d’Ele quando quiser.
Todas estas coisas são confirmadas pela nossa fé em Cristo. É Cristo que nos convida, por meio do seu Espírito, com estas palavras: Vinde, filhos, escutai‑me; ensinar‑vos‑ei o temor do Senhor. Qual é o homem que ama a vida e deseja longos dias de felicidade? Guarda do mal a tua língua e da mentira os teus lábios. Evita o mal e faz o bem; procura a paz e segue-a.
Misericordioso em tudo e rico de benevolência, o Pai abre o seu coração para aqueles que O temem, e com bondade e doçura distribui as suas graças aos que d’Ele se aproximam com simplicidade. Por isso, afastemos de nós toda a duplicidade de espírito e não se orgulhe a nossa alma pelos seus dons incomparáveis e gloriosos.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE LAUDES
Jer 15, 16
Quando apareciam as vossas palavras, eu tomava-as como alimento: a vossa palavra era o encanto e a alegria do meu coração, porque fui chamado com o vosso nome, Senhor Deus dos Exércitos.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA TERÇA
Jer 31, 33
Esta é a aliança que estabelecerei com a casa de Israel, diz o Senhor: Hei-de imprimir a minha lei no íntimo da sua alma e gravá-la no seu coração. Eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA SEXTA
Jer 32, 40
Estabelecerei com eles uma aliança eterna e nunca mais deixarei de lhes fazer bem. E infundirei o meu temor no seu coração, para que não voltem a afastar-se de Mim.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DA HORA NONA
Ez 34, 31
Vós, ovelhas do meu rebanho, sois homens; e Eu sou o vosso Deus, diz o Senhor.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE VÉSPERAS
1 Tes 2, 13
Damos graças a Deus sem cessar, porque, depois de terdes recebido a palavra de Deus por nós pregada, vós a acolhestes, não como palavra humana, mas como ela é realmente, palavra de Deus, que permanece ativa em vós os crentes.
LEITURA BREVE DA ORAÇÃO DE COMPLETAS
1 Tes 5, 9-10
Deus destinou-nos para alcançarmos a salvação por Nosso Senhor Jesus Cristo, que morreu por nós, a fim de que, velando ou dormindo, vivamos unidos a Ele.
confraria@catolicospraticantes.com.br
www.catolicospraticantes.com.br
Importante:
* A Liturgia Diária, a porção da Palavra de Deus escolhida para cada dia, consiste em refeição espiritual de escol brindada pela Santa Madre Igreja, preparatória para o alimento divino, a Sagrada Eucaristia. Auguramos que esse estudo orante possa contribuir para potencializar o sustento e o remédio que essas santas palavras são destinadas a proporcionar e que com cada vez maior assiduidade mais irmãos na fé priorizem sorver diariamente as delícias inefáveis da Santa Palavra e da Sagrada Eucaristia. Sugerimos, caso não for possível por alguma razão desfrutar a missa presencialmente, que se o faça ao menos virtualmente, pela televisão ou internet. Também recomendamos escrever na área de busca de sites veiculadores de vídeos na internet as palavras “Homilia diária” e aproveitar os momentos livres do pensamento (inclusive no decorrer da realização de atividades manuais que não requerem intensa concentração – como lavar louça, por exemplo) para ouvir as reflexões de clérigos qualificados para nos ajudar a compreender com cada vez mais profundidade os desígnios divinos.
** O católico que participar de todas as Missas diárias ou estudar a Liturgia Diária pelo período de três anos, terá estudado toda a Bíblia (exceto partes de algumas passagens que são apresentadas de forma sintetizada, das quais são suprimidos versículos considerados de importância secundária. Nestes estudos apresentamos o Salmo completo e eventualmente inserimos algumas passagens suprimidas que reputamos importantes para a melhor compreensão e compenetração no ensinamento bíblico). Essa breve exegese da Liturgia Diária é recomendada para quem busca conhecer com profundidade a Palavra de Deus, para dela se tornar íntimo e colocá-la em prática.
*** A Liturgia das Horas é composta por sete momentos orantes rezados pelo fiel ao longo do dia. O primeiro, na madrugada, se chama Ofício das Leituras, composto pela recitação de vários salmos; a primeira leitura (extraída da Bíblia); a segunda leitura (extraída da Sagrada Doutrina) e algumas orações próprias. O segundo, Laudes, se reza no início da manhã, incluindo a recitação de salmos; orações; leitura bíblica breve e inclui também preces. Os momentos orantes do “miolo do dia” (das 09 às 15 horas) chamados “da hora média”, são propostos para serem realizados com brevidade em três etapas: Hora Terça, em torno das 09:00 horas; Hora Sexta, em torno das 12:00 horas; e Hora Nona, em torno das 15:00. São compostos pela recitação de salmos; orações e uma leitura bíblica breve. O sexto momento orante se dá antes do pôr do sol, sendo denominado de Vésperas e inclui também algumas preces, além dos salmos, orações e leitura bíblica breve. O sétimo momento orante denomina-se Completas, sendo realizado antes de dormir, incluindo o exame de consciência, uma breve recitação dos salmos, leitura bíblica breve e orações próprias, sendo bastante conciso. Tais momentos orantes são destinados especialmente à santificação do dia. A Liturgia das Horas serve também como ponto de interseção entre todos os católicos, sendo prescrita em especial para ser recitada por todos os componentes do clero, religiosos, religiosas, diáconos… constituindo-se fundamental para a unidade da fé, prevenindo a queda em heresias (a “escolha” de partes das escrituras e da doutrina e o rechaço de outras). Recomendamos vivamente que todos quantos puderem se dediquem a essa maravilhosa prática e reputamos como mínimo necessário a meditação da segunda leitura do Ofício das Leituras (aqui trazida como leitura complementar, extraída do o site <http://www.ibreviary.com/>), com o que nos tornamos agraciados com os preciosíssimos tesouros da Sagrada Doutrina brindados pelos que cultivaram a fé desde o início da Igreja. Podemos acessar a Liturgia das Horas através de livro próprio, também chamado de Breviário, ou por meio de aplicativos ou sites na internet. O fiel pode ainda digitar na área de busca o nome do momento orante que deseja acompanhar e terá à disposição essa oração com os salmos cantados.
**** Por que ler a vida do Santo do dia?
Você sabe porque é muito importante conhecer e meditar no exemplo de vida do Santo do dia?
É fácil perceber que os homens se influenciam mutuamente no relacionamento social. A criança imita os pais, os gestos de dois amigos tendem a se assemelhar, pois a imitação é conatural aos homens desde a infância, distinguindo-os como a criatura mais imitativa de todas.
Esse mimetismo inato vincado em nossa humanidade se verifica também no âmbito sobrenatural. Conforme frisou Bento XVI, “os Santos constituem o comentário mais importante ao Evangelho, uma atualização sua na vida cotidiana e, por conseguinte, representam para nós um verdadeiro caminho de acesso a Jesus”.(1) Podemos, sem dúvida, considerá-los como imagem de Deus transposta para o dia a dia.
O conceito de imitação de Cristo – diretamente ou através do Santo do Dia – está presente nos Livros Sagrados, sobretudo nas cartas de São Paulo, como a destinada aos filipenses: “Sede meus imitadores, irmãos, e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós” (3, 17).
São Francisco de Assis estava bem cônscio de seu papel simbólico quando dizia: “Devo ser modelo e exemplo para todos os frades”. (2)
Para o homem contemporâneo essas analogias entre Cristo e os Santos poderiam parecer despropositadas ou mesmo maldosamente tachadas de “culto à personalidade”.
Por isso, é fundamental ler a história do Santo do Dia para que conhecendo o exemplo deles e admirando-os, aprendamos como adequar nossas vidas à santidade que Deus quer de nós.
[Fonte: <https://salvaimerainha.org.br/santo-do-dia/utm_source=google&utm_medium=grants.acnsf.1&utm_content=santo.do.dia.pc.c>]
