catolicos

16 de setembro de 2023

LITURGIA DE 16 DE SETEMBRO DE 2023 – SANTOS CORNÉLIO E CIPRIANO – PAPA E BISPO MÁRTIRES

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (1Tm 1,15-17), de atuar cientes de que Jesus veio para salvar os pecadores, manifestando toda a sua misericórdia e magnanimidade, cumprindo-nos atuar exemplarmente no seu seguimento, como fez o Apóstolo Paulo, para que muitos creiam e obtenham a vida eterna. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 112) instam-nos a louvar o nome do Senhor, bendizendo-o agora e para sempre; que a cada dia, do nascer ao pôr do sol, seja louvado o nome do Senhor! [...] Concitam-nos ainda à consciência de que o Senhor levanta do pó o indigente e retira o pobre do monturo, para fazê-los assentar-se entre os nobres, ou seja, nos resgata das situações mais degradantes e eleva-nos às realidades mais altaneiras. [...] O Senhor tudo pode e aquele que põe fielmente nele sua esperança vive o melhor que a vida pode proporcionar! Bendito seja o nome do Senhor, agora e para sempre! O Santo Evangelho (Lc 6,43-49) insta-nos à plena consciência de que árvores más produzem maus frutos e árvores boas produzem bons frutos, sendo cada árvore conhecida pelo fruto que produz. Assim, daquilo que sai do coração de um homem e transforma-se nas obras de seu viver se conclui sobre sua benignidade ou maldade. Para sermos bons, precisamos absorver e praticar o que Jesus ensina, tornando desse modo nosso viver assentado sobre a rocha, inabalável, inexpugnável! [...]
15 de setembro de 2023

LITURGIA DE 15 DE SETEMBRO DE 2023 – SEXTA FEIRA – NOSSA SENHORA DAS DORES

Néctar espiritual potencializador da prática cristã extraído do estudo da Liturgia Diária de 15/09/2023 As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura(Hb 5,7-9), de seguir o exemplo de Jesus, que nos dias em que esteve neste mundo vivendo como homem, dirigindo preces e súplicas com grandes clamores e lágrimas ao Pai, foi atendido, realizando inúmeros milagres e prodígios; porém se submeteu plenamente à vontade do Pai, mantendo-se obediente mesmo diante dos mais cruciais sofrimentos [...]. Cumpre-nos, pois, dirigir preces e súplicas com grandes clamores e lágrimas ao Pai e obedecer diante de toda e qualquer situação que possa surgir, contribuindo da melhor forma possível para a salvação eterna de muitos. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 30) instam a buscar refúgio e livramento junto do Senhor Deus e sua justiça, pois ele é rocha, refúgio e fortaleza salvadora. [...] Em que pese os momentos de tribulação, tristeza, amargura, agonia, aflição; as situações mais degradantes pelas quais possamos passar - em que nos tornamos opróbrio para os inimigos, motivo de chacota para os circunstantes e até mesmo de pavor para os conhecidos, que voltam as costas diante de nossas misérias que inspiram atitudes de indiferença, rechaço e rejeição… - ainda assim, nos mais aviltantes abismos existenciais, cumpre confiar no Senhor Deus e invocá-lo para que nos livre dos perseguidores e colocar em suas mãos nossos destinos, contando com sua misericódia salvífica. [...] O Santo Evangelho (Lc 2,33-35) insta-nos à consciência da profecia de Simeão feita na ocasião da apresentação de Jesus no templo e a purificação de Nossa Senhora, no sentido de que Jesus seria causa de queda de uns e soerguimento de outros, sendo um sinal provocador de muitas contradições e de revelação dos pensamentos de muitos corações; bem como que uma espada de dor trespassaria a alma de Maria. Cumpre-nos, pois, como cristãos, como integrantes do Corpo de Cristo, que é sua Igreja, filhos de Maria, mãe de Jesus, cabeça da Igreja - e portanto mãe da Igreja por excelência - ser também sinais no mundo, atuando com coerência evangélica, com coragem e não com pusilanimidade [...] preparados para ter a alma trespassada por muitas dores e desilusões; que nada nos demova de nosso dever de dar testemunho de Jesus e de Maria Santíssima, seguindo seus divinos exemplos!
14 de setembro de 2023

LITURGIA DE 14 DE SETEMBRO DE 2023 – QUINTA FEIRA – EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Nm 21,4b-9), de não perder a coragem no caminho e não murmurar contra o Senhor Deus, nem de forma alguma desprezar o que ele nos concedeu, para não atrair as consequências de tais atitudes insensatas. Concitam-nos também à consciência de que o Senhor pode se valer de símbolos para realizar seus sinais, como foi o caso da serpente de bronze que determinou a Moisés que colocasse sobre o poste, de modo que os que tivessem sido picados pela serpente, se olhassem para ela, conservavam a vida. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 77) instam-nos à à consciência de vários pontos da história da salvação do povo hebreu, tendo como ponto alto o estabelecimento de uma lei, uma legislação a ser observada pelo povo e deixada como herança às gerações vindouras. [...] Caíram na idolatria, colhendo como consequência o abandono do Senhor e grande número foi ceifado à espada. Então novamente o Senhor voltou a assisti-los, escolhendo Davi como seu servo, para pastoreá-los com reto coração e mão prudente. O Santo Evangelho (Jo 3,13-17) insta-nos à compreensão de que, assim como Moisés levantou a serpente no deserto e os que para ela olhavam tinham a vida conservada, apesar de terem sido picados por serpentes ardentes, Jesus foi levantado na cruz, para que todo o que nele crer tenha a vida eterna, apesar dos veneno do pecado, do qual fomos purificados pelo seu sacrifício na cruz. [...]
13 de setembro de 2023

LITURGIA DE 13 DE SETEMBRO DE 2023 – QUARTA FEIRA – SÃO JOÃO CRISÓSTOMO – BISPO E DOUTOR

Néctar espiritual extraído da Liturgia Diária de 13/09/2023 As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Cl 3,1-11), de atuarmos cientes de que, ressuscitados com Cristo, cumpre-nos buscar as coisas do alto e a elas nos afeiçoar, superando os apegos mundanos. [...] Cumpre, pois, mortificarmos em nossos membros o que têm de terreno: a devassidão, a impureza, as paixões, os maus desejos, a cobiça - esta caracterizada pelo Apóstolo como idolatria. Tais santas palavras instam-nos à consciência de que dessas coisas provém a ira de Deus sobre os que, afastados de Deus, praticam tais vícios. [...] Cumpre-nos ainda nos despirmos do homem velho com os seus vícios e nos revestirmos do novo, que vai se restaurando constantemente até atingir o perfeito conhecimento para se configurar à imagem de Cristo, de modo que Cristo seja tudo em todos. Esse é o caminho seguro para a verdadeira paz! As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 144) instam-nos a louvar, glorificar e bendizer eternamente o Senhor Deus [...], apregoar a glória do Reino de Deus e anunciar o poder desse reino eterno, cujo império se estende por todas as gerações, sendo o Senhor fiel em tudo o que diz e santo em tudo que faz, pois sustenta os que vacilam e soergue os abatidos [...] vela pelos que o amam, porém exterminará todos os maus. O Santo Evangelho (Lc 6,20-26) insta-nos à consciência de que são bem-aventurados os pobres, os que não têm a cobiça como ídolo (cf. Cl 3,5), pois onde está o tesouro do homem está o seu coração (cf. Lc 12,34), sendo, portanto, o Reino de Deus dos que não se fixam na busca de riquezas materiais - muito embora se possa possuí-las lícita e dignamente, desde que sem apego.[...] Concitam-nos ainda à clareza de que aqueles que, dissociados de Deus e das orientações divinas, usufruem prodigamente dos bens, dos prazeres, das alegrias e das glórias humanas, vivem na ilusão das consolações vazias e em breve tempo caem em tristeza e desolação… Terão alguma relação tais santas palavras evangélicas com os tempos atuais, em que as pessoas usufruem cada vez mais de bens e de prazeres, porém, cada vez mais afastadas de Deus, engrossam massivamente as estatísticas dos vitimados pelas epidemias de ansiedade e depressão que assolam avassaladoramente a sociedade atual?
12 de setembro de 2023

LITURGIA DE 12 DE SETEMBRO DE 2023 – TERÇA FEIRA – XXIII SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Cl 2,6-15), de atuarmos cientes de que pela pregação do Evangelho recebemos Jesus Cristo e cumpre vivermos enraizados e edificados nele, inabaláveis na fé em que fomos instruídos, com o coração transbordante de gratidão. Cumpre nos mantermos em estado de alerta para não sermos enganados com filosofias e vãos sofismas baseados nas tradições humanas, nos rudimentos do mundo. [...] Por Jesus tivemos perdoados os nossos pecados e assim fomos redimidos do que nos condenava a uma vida miserável como escravos do maligno. [...] As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 144) instam a louvar, glorificar e bendizer eternamente o Senhor Deus, contribuindo para que uma geração apregoe à outra as suas obras e proclame o poder do Senhor esplendoroso em majestade, cujo brilho se reflete na criação, que estampa sua grandeza. [...] Os olhos esperançosos se direcionam ao Senhor, que a seu tempo atende com benevolência os que o buscam, se aproxima dos que o invocam com sinceridade e satisfaz os desejos dos que o temem, salvando os que a ele dirigem clamores, pois o Senhor vela pelos que o amam, porém exterminará todos os maus. [...] O Santo Evangelho (Lc 6,12-19) insta-nos a seguir o exemplo de Jesus, que se retirava frequentemente para rezar a sós e o fez de forma especialmente intensa nessa ocasião, em que se preparou para escolher seus doze apóstolos. Esse exemplo é revelador de que a intensa intimidade com o Pai na oração contribuía para que Jesus se tornasse iluminado e ungido a ponto de as pessoas virem em multidões para ouvi-lo, serem curadas de suas enfermidades e libertadas dos espíritos imundos que as atormentavam. Através de sua Igreja, Jesus estende o seu corpo para que se possa tocá-lo e obter dele a força que cura e liberta.
11 de setembro de 2023

LITURGIA DE 11 DE SETEMBRO DE 2023 – SEGUNDA FEIRA – XXIII SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Cl 1,24-2,3), de atuar à luz da consciência de que o sofrimento não é inútil, cumprindo, conforme ensinou e deu exemplo o Apóstolo Paulo, completar o que falta às tribulações de Cristo em nossa carne, pois formamos o corpo de Cristo que é a Igreja. Concitam-nos a agradecer a Deus por dar-nos a conhecer a glória deste mistério, que é Cristo em nós, esperança da glória. Cumpre-nos aprender tudo o que ensina a sabedoria divina para nos tornarmos perfeitos em Cristo. [...] As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 61) instam-nos a reconhecer que só em Deus nossas almas têm descanso, só dele vem a salvação. O Senhor é o rochedo, a fortaleza que nos sustenta e, estando nele assentados, jamais vacilaremos! [...] O Santo Evangelho (Lc 6,6-11) insta-nos a seguir o exemplo de Jesus no sentido de aproveitar as oportunidades para ensinar e fazer o bem, independentemente da opinião daqueles que vivem equivocados e, seduzidos pelo maligno, dedicados a criticar quem ensina o Evangelho e faz o bem. [...]
10 de setembro de 2023

LITURGIA DE 10 DE SETEMBRO DE 2023 – DOMINGO – XXIII SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Ez 33,7-9), de atuarmos como sentinelas da fé, comprometidos em disseminar a mensagem do Senhor Deus, com a consciência da responsabilidade de fazê-lo diligentemente e das terríveis consequências da omissão. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 94) instam-nos a manifestar nossa alegria ao Senhor, aclamá-lo como rochedo de nossa salvação, louvando-o e cantando em seu louvor, pois ele tudo criou e tudo o que temos - inclusive a vida - se constitui dádiva divina. Concita-nos ainda a viver advertidos de que o Senhor é nosso pastor e devemos ser dóceis aos seus desígnios, ouvindo e obedecendo sua voz, ao invés de endurecer o coração e atrair como consequência o abandono divino e o malogro do viver em sua finalidade mais alta, que é justamente acercar-se do Senhor Deus para desfrutar de sua excelsa companhia por toda a eternidade. Os ensinamentos do Apóstolo na 2ª Leitura (Rm 13,8-10) concitam a viver cada dia como se fosse o último, não deixando de fazer nada do que tem que ser feito, e de forma especial não deixando de amar aos que nos rodeiam, aqueles a quem podemos de alguma forma alcançar com atos de caridade, cientes de que amar o próximo como a si mesmo, eximindo-se totalmente de praticar o mal, é a expressão máxima do cumprimento da lei divina. O Santo Evangelho (Mt 18,15-20) insta à consciência da forma apropriada de atuar diante de conflitos interpessoais. Cumpre ao cristão, diante de erros cometidos por quem quer que seja, empenhar-se para dialogar em particular com a pessoa com quem se suscitar a questão, expor serenamente a situação e propor uma solução. Caso não seja possível, cumpre buscar uma solução com o auxílio de duas ou três pessoas, para que atuem como conciliadoras, intermediadoras entre as partes. Caso não seja possível também dessa forma, cumpre levar a questão a um conselho maior. Se o caso se der na órbita da comunidade eclesial, cumpre informar o conselho da comunidade. Se a pessoa se recusar a ouvir e nem seguir as recomendações do conselho, cumpre tratá-la com reserva, pois restará prejudicado o vínculo fraterno. Sem desejar-lhe o mal, cumpre tomar os devidos cuidados para que não se constitua em inimigo, porém cabe tomar a cautela de manter a prudencial distância, evitando contatos para não correr o risco de maiores complicações. E rezar pela pessoa para que, no tempo oportuno, tudo se estabeleça de acordo com a santa vontade de Deus!
9 de setembro de 2023

LITURGIA DE 09 DE SETEMBRO DE 2023 – SÁBADO – XXII SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (2Cor 9,6-10), de tomar consciência de que aquele que semeia pouco, pouco ceifará, cumprindo muito semear para muito colher. Doar com alegria aos necessitados, a toda espécie de boas obras e à Igreja se constituem atos de amor a Deus e de semeadura divina por excelência. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 111) concitam ao santo temor de desagradar o Senhor e amargar com as consequências de sua ausência, bem como ao prazer de observar os mandamentos divinos, que se constituem causa de felicidade, ensejando bendições à descendência, que se torna benfazeja, virtuosa e justa. O Santo Evangelho (Jo 12,24-26) insta-nos à consciência de que, como o grão de trigo precisa morrer para produzir fruto, é necessário sacrificar partes da vida em prol de outras. Cumpre, pois, eliminar, extirpar do viver atividades que não corroboram ao Reino de Deus e substituí-las por outras que estejam em consonância com o Reino, em especial as que se referem ao serviço ao Senhor, ao seu seguimento.
21 de agosto de 2023

Liturgia De 21 De Agosto De 2023

Liturgia comentada - Que devo fazer? (Mt 19,16-22) Neste Evangelho, um jovem rico se aproxima de Jesus com uma pergunta aparentemente prática, bem na linha dos modernos pragmatismos: “Que devo FAZER para ter a vida eterna?” A resposta de Jesus dá a entender que um judeu fiel, conhecedor das Escrituras, já deveria ter encontrado a resposta. Por isso mesmo, o Mestre o remete às Palavras do Sinai, que conhecemos como os Dez Mandamentos.” [...] -Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.
20 de agosto de 2023

Liturgia De 20 De Agosto De 2023

Liturgia comentada - Ela entrou na casa... (Lc 1,39-56) O Evangelho de hoje nos fala de um “encontro”. Isabel, uma anciã – imagem da Antiga Aliança, – recebe a visita da jovem Maria – a “arca” da Nova Aliança. É o encontro do passado com o presente. Encontro das promessas com o seu cumprimento. Do provisório com o eterno...” [...] -Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.
19 de agosto de 2023

Liturgia De 19 De Agosto De 2023

Liturgia comentada - Deixai vir a mim as criancinhas! (Mt 19,13-15). Em geral, “ser criança” é uma desvantagem. Os mais velhos diziam: “Não se meta em assunto de gente grande!” Ou advertiam: “Deixa de ser criança!” Certo jeito de ser pode merecer críticas: “Fulano é muito infantil...” [...] -Texto de Antônio Carlos Santini, da Comunidade Católica Nova Aliança.
11 de agosto de 2023

LITURGIA DE 11 DE AGOSTO DE 2023 – SEXTA FEIRA – SANTA CLARA – VIRGEM

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Dt 4,32-40), de escrutar, examinar minuciosamente a história da humanidade e refletir sobre as maravilhas divinas operadas na história da salvação, em que Deus se revelou com provas, sinais, prodígios, mão poderosa, braço estendido… [...] O Senhor fez tudo isso e muito mais por amor de seu povo eleito, cumprindo observar suas leis e prescrições para usufruir da mais refinada felicidade, prolongando os dias sobre a terra e estendendo à posteridade a mais valiosa das heranças: a conexão divina, o viver em estreita sintonia com o Senhor Deus! As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 76) concitam-nos a elevar a voz a Deus, a clamar para sermos atendidos; cumpre procurar o Senhor no dia da angústia, levantar as mãos clamando sem descanso. Cabe-nos recordar todos os prodígios e maravilhas que o Senhor Deus realizou em prol de seu povo e perscrutar as razões de sua atitude de reserva, em que aparentemente se afasta e rejeita seu povo, deixando-o à mercê das consequências de suas atitudes insensatas. Cumpre-nos, pois, mudar nossas atitudes, sintonizando-as à vontade do Senhor e nos empenharmos intensamente para contribuir com muitos para que também o façam e inspirem ainda outros a fazê-lo, pois o poder do Senhor é imenso e atenderá as súplicas dos corações que o buscam com humildade, sinceridade e pureza, confiantes na sua misericórdia divina! O Santo Evangelho (Mt 16,24-28) insta-nos à clareza de que quem desejar seguir Jesus deve renunciar-se a si mesmo, tomar sua cruz e segui-lo, porque aquele que quiser salvar a sua vida, irá perdê-la e aquele que sacrificar a vida por causa de Jesus, vai recobrá-la, pois de nada serve ganhar o mundo inteiro e pôr a perder a vida definitiva. [...] Assim, cumpre-nos estar preparados, dia-a-dia, para o momento da nossa páscoa, da nossa passagem para a realidade da vida espiritual, em que o corpo irá para o lugar de repouso, conforme a vontade daquele que tudo criou e tudo nos concedeu; e o espírito será alçado também ao local por ele destinado. Que nossas obras, nosso proceder em cada momento da vida, sejam em consonância com essa perspectiva, com a consciência da finitude, da fugacidade, da provisioriedade do viver humano; porém Deus, que tudo fez com perfeição, não deixará nossa alma imortal ao léu; caminhemos pois, cada vez mais celeremente para ele, para estarmos face a face com o Senhor: aqui neste mundo na oração, na meditação, na busca de sua contemplação e na caridade com os irmãos - e após a morte na eternidade celestial!
10 de agosto de 2023

LITURGIA DE 10 DE AGOSTO DE 2023 – QUINTA FEIRA – SÃO LOURENÇO – DIÁCONO E MÁRTIR

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (2Cor 9,6-10), de tomar consciência de que aquele que semeia pouco, pouco ceifará, cumprindo muito semear para muito colher. Doar com alegria aos necessitados, a toda espécie de boas obras e à Igreja se constituem atos de amor a Deus e de semeadura divina por excelência. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 111) concitam ao santo temor de desagradar o Senhor e amargar com as consequências de sua ausência, bem como ao prazer de observar os mandamentos divinos, que se constituem causa de felicidade, ensejando bendições à descendência, que se torna benfazeja, virtuosa e justa. O Santo Evangelho (Jo 12,24-26) insta-nos à consciência de que, como o grão de trigo precisa morrer para produzir fruto, é necessário sacrificar partes da vida em prol de outras. Cumpre, pois, eliminar, extirpar do viver atividades que não corroboram ao Reino de Deus e substituí-las por outras que estejam em consonância com o Reino, em especial as que se referem ao serviço ao Senhor, ao seu seguimento.
9 de agosto de 2023

LITURGIA DE 09 DE AGOSTO DE 2023 – QUARTA FEIRA – XVIII SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Nm 13,1-2.25-14,1.26-30.34-35) de refletir sobre a gravidade da incredulidade e dureza de entendimento do povo de Israel no deserto, que apesar de todos os prodígios operados pelo Senhor, com todas as provas dadas, diante de notícias de dificuldades a serem enfrentadas caíam na incredulidade e na murmuração, amargando duras consequências. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 105) concitam a louvar o Senhor porque ele é bom e sua misericórdia é eterna, sendo felizes os que observam seus preceitos e persistem em fazer o que é reto. O Santo Evangelho (Mt 15,21-28) concita-nos a seguir o exemplo da cananéia que invocou piedade ao Senhor Jesus, persistindo em altos brados na invocação e prostrando-se diante dele, pedindo que a ajudasse e em seguida implorando, com o que ouviu de Jesus: "Ó mulher, grande é a tua fé! Seja-te feito como desejas."
8 de agosto de 2023

LITURGIA DE 08 DE AGOSTO DE 2023 – TERÇA FEIRA – SÃO DOMINGOS PRESBÍTERO E PREGADOR

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Nm 12,1-13), de tomar consciência do quanto desagrada ao Senhor Deus o ímpeto mexeriqueiro e as graves consequências que geram. Concitam-nos também a seguir o exemplo de paciência e de compaixão dado por Moisés, que intercedeu por aquela que o açoitava com a língua. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 50) concitam em especial a seguir o exemplo de contrição de Davi que colocou-se arrependido e humilde diante do Senhor face à sua condição de pecador grave. O Santo Evangelho (Mt 14,22-36) concita-nos a estar preparados para nos surpreender com realidades inimaginadas, com os maravilhosos prodígios que podem ser operados por aquele que tudo pode, como caminhar sobre as águas, fazer os ventos parar, curar os doentes e libertar os oprimidos pelas urdiduras do demônio.
7 de agosto de 2023

LITURGIA DE 07 DE AGOSTO DE 2023 – SEGUNDA FEIRA – XVIII SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Nm 11,4b-15), de evitar qualquer tipo de murmuração, pois consistiu deplorável ingratidão a murmuração do povo de Israel no deserto, saudoso da variedade de comidas que tinham no tempo da escravidão no Egito. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 80) concitam em especial a exultar em Deus, a aclamá-lo jubilosamente por suas maravilhas. O Santo Evangelho (Mt 14,13-21) concita-nos seguir o exemplo de Jesus, intercalando períodos ativos com retiradas para locais desertos, com vistas a intensificar a sintonia com o divino em profundo silêncio e intensas orações. Instam-nos também, a exemplo de Jesus, a atuar com compaixão para com os necessitados, proporcionando-lhes o que estiver ao alcance proporcionar, não se furtando, não se eximindo em fazê-lo. Concita-nos ainda à consciência de que para Deus tudo é possível.
5 de agosto de 2023

LITURGIA DE 05 DE AGOSTO DE 2023 – SABADO – XVII SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Lv 25,1.8-17), de participar com reverência das solenidades jubilares da Igreja e a jamais prejudicar o próximo nos negócios, atuando com justiça e retidão. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 66) concitam em especial a invocar a piedade e as bênçãos do Senhor, para que se conheçam em toda a terra os seus caminhos e a sua salvação. O Santo Evangelho (Mt 14,1-12) concita-nos à consciência da degeneração, perversidade e vulgaridade que marcavam a conduta de Herodes e as consequências a que levam o reinado de um iníquo, um devasso, um débil no seguimento dos preceitos do Senhor.
5 de agosto de 2023

LITURGIA DE 06 DE AGOSTO DE 2023 – DOMINGO – TRANSFIGURAÇÃO DO SENHOR

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Dn 7,9-10.13-14), de tomar consciência de que o escrito pelo profeta Daniel sobre sua visão noturna foi prefigurador da Transfiguração do Senhor e da investidura de Jesus com império, glória e realeza com domínio eterno - seu reino jamais será destruído! As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 96) concitam em especial a reconhecer que o Senhor reina sobre a terra, o que é motivo de exultação, alegria e júbilo, pois o soberano divino governa com base na justiça e no direito. A segunda leitura (2Pd 1,16-19) insta-nos à consciência de que a fé católica não se baseia em hábeis fábulas imaginadas e sim no testemunho dos apóstolos sobre a majestade de Jesus investido de honra e glória pelo Pai, que se manifestou por ocasião de seu batismo nas águas do Jordão por João Batista, dizendo: "Este é o meu Filho muito amado, em quem tenho posto todo o meu afeto." E novamente no momento da sua Transfiguração, no Monte Tabor, sob o testemunho de Pedro, Tiago e João. O Santo Evangelho (Mt 17,1-9) concita-nos à consciência de que Jesus brilhou como o sol no Monte Tabor, tendo suas vestes resplandecido de brancura, como na profecia de Daniel, e o Pai ratificou que ele é o seu filho muito amado e cumpre-nos ouvir e praticar o que Jesus ensina.
4 de agosto de 2023

LITURGIA DE 04 DE AGOSTO DE 2023 –  SEXTA FEIRA – SÃO JOÃO MARIA VIANNEY – PRESBÍTERO E CONFESSOR

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Lv 23,1.4-11.15-16.27.34b-37), de nos empenharmos denodadamente para frequentar as solenidades do Senhor, participando sempre que possível das santas assembleias - no mínimo a santa missa dominical, conforme os mandamentos da Igreja - buscando dedicar o domingo de forma especial ao Senhor, às atividades familiares... tudo em espírito de piedade cristã, agradecendo a oportunidade de mais uma semana de vida. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 80) concitam em especial a exultar em Deus, aclamando-o jubilosamente por suas maravilhas. Cumpre dar glórias e louvores ao Senhor que alivia dos fardos e livra na tribulação; porém abandona à própria sorte os duros de coração. O Santo Evangelho (Mt 13,54-58) concita-nos a elevar a mente e não nos deixar prender a preconceitos e raciocínios humanos diante dos prodígios divinos.
3 de agosto de 2023

LITURGIA DE 03 DE AGOSTO DE 2023 –  QUINTA FEIRA – XVII SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Ex 40,16-21.34-38), de empreender os mais esmerados esforços e os mais denodados empenhos, a exemplo de Moisés, para se conformar em tudo ao que o Senhor ordena, com o que a glória do Senhor preencherá nosso viver e nos acompanhará permanentemente. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 83) concitam em especial a reconhecer que as moradas do Senhor são imensamente amáveis, a ponto de a alma suspirar ao se aproximar dos seus átrios, exultando por se colocar na presença do Deus vivo no Sacramento da Eucaristia. O Santo Evangelho (Mt 13,47-53) insta-nos à consciência de que o Reino de Deus é lançado, como uma rede, para todos, mas embora a todos seja proporcionado aderir ao Reino, muitos não se prestam a fazê-lo, com o que se mantêm excluídos do mais elevado bem a que pode aspirar o ser humano. Entre as dádivas que nos esperam no Reino dos Céus se incluem tesouros incalculáveis de sabedoria divina, dos quais preciosidades inefáveis são extraídas, tanto do Novo Testamento quanto do Antigo Testamento.
2 de agosto de 2023

LITURGIA DE 02 DE AGOSTO DE 2023 –  QUARTA FEIRA – XVII SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Ex 34,29-35) de tomar consciência de que o contato com o Senhor e sua santa palavra ilumina o ser e que cumpre a quem é privilegiado com essa iluminação transmitir as boas novas do Senhor àqueles com quem convive, de modo que se irradie a luz divina por toda a terra! O Salmo Responsorial (Sl 98) insta ao compromisso de atuar ciente de que o Senhor reina poderosamente com amor à justiça, estabelecendo o que é reto, de acordo com a justiça e o direito; ele atende nossos clamores e nos é propício inclusive quando pune nossas injustiças. O Santo Evangelho (Mt 13,44-46) insta-nos a valorizar o Reino de Deus como o mais valioso dos tesouros e a tomar as devidas providências para dele usufruir ao invés de deixá-lo de lado e dispersar o viver com vaidades e veleidades.
1 de agosto de 2023

LITURGIA DE 01 DE AGOSTO DE 2023 – MEMÓRIA DE SANTO AFONSO MARIA DE LIGÓRIO BISPO E DOUTOR

As santas palavras desta liturgia instam-nos à consciência, na Primeira Leitura (Ex 33,7-11;18-19a; 34,5-28), de que o Senhor estabelece mediadores entre ele e seu povo, a exemplo de Moisés, estabelecendo alianças, dispondo exigências e propondo-se a protegê-lo contra os seus inimigos, bem como a realizar prodígios jamais vistos, mediante a fidelidade às suas determinações, pois o Senhor zela por seu povo, empenhando-se por evitar que adorem outros deuses e amarguem as consequências dessa insensatez. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 102) instam-nos a bendizer o santo nome do Senhor, jamais esquecendo dos seus supremos benefícios. O Santo Evangelho (Mt 13,36-43) insta-nos à compreender com clareza que no campo do mundo os filhos do Reino de Deus, seguidores de Jesus, atuam como boas sementes e produtores de bons frutos, ao passo que os filhos do Maligno atuam como más semente e produtores de maus frutos. O Senhor permite que ambos permaneçam entremeados, mas no devido tempo procederá a separação e dará o destino apropriado a cada um, até que no Reino do Pai os justos resplandeçam como o sol.
31 de julho de 2023

31 DE JULHO DE 2023 – MEMÓRIA DE SANTO INÁCIO DE LOYOLA, PRESBÍTERO

Essas santas palavras nos convidam de forma especial a assumir o compromisso, na primeira leitura (Ex 32,15-25.30-34), de atuar com consciência das graves consequências que são geradas pelo pecado, cumprindo enfrentar com firmeza os disparates do povo inclinado ao mal e não dar rédeas soltas aos desvarios desenfreados. No Salmo Responsorial (105), a louvar o Senhor porque ele é bom e sua misericórdia é eterna, sendo felizes os que observam seus preceitos e persistem em fazer o que é reto - e infelizes os que caem nas armadilhas do maligno e atuam com comportamentos dissonantes dos preceitos divinos. O santo Evangelho (Mt 13,31-35) insta-nos à tomada de consciência de que o Reino dos Céus é prolífico, sendo - apesar de sua simplicidade e aparente insignificância – destinado a crescer vigorosamente; a gerar grandes e benéficas transformações onde é levado, cumprindo-nos, por dever de suprema caridade, nos empenhar com todas as nossas forças e da melhor forma que pudermos na ação missionária de levá-lo a todos, a exemplo de Santo Inácio de Loyola.
30 de julho de 2023

30 DE JULHO DE 2023 – XVII DOMINGO DO TEMPO COMUM

As santas palavras da Liturgia Diária deste dia concitam, na 1a Leitura, (1Rs 3,5-14) a seguir o exemplo de humildade de Salomão, que reconheceu não saber se conduzir adequadamente e pediu sabedoria para discernir e bem julgar, tendo o Senhor se agradado de sua prudência e lhe prometido dar também o que não pediu: riquezas, glória e vida longa, desde que permanecesse nos seus caminhos e observasse seus preceitos e mandamentos. O Salmo Responsorial (Sl 118), insta à exaltação da lei divina, reiterando eternamente o louvor intenso ao Senhor e o compromisso de observar seus divinos e maravilhosos preceitos. As santas palavras da 2a Leitura (Rm 8,28-30), concitam a confiar na Providência Divina, com a consciência na fé de que tudo contribui para o bem dos que amam a Deus e foram chamados segundo os seus desígnios, tendo ele os distinguido de antemão, bem como os predestinado para serem conformados ao seu Filho, que é primogênito de uma multidão de irmãos, tendo o Senhor, além de nos predestinado, nos justificado e glorificado para sermos seus filhos adotivos. O Santo Evangelho (Mt 13,44-52) concita à consciência na fé de que o Reino dos céus é o maior tesouro que se pode obter, cumprindo desfazer-se de tudo para dele se locupletar, evitando assim o choro e o ranger de dentes dos que dele se mantêm distantes, cumprindo instruir-se sobre as coisas do Reino dos céus para dele tirar coisas novas e velhas que enriquecem os que rodeiam quem conhece suas prolíficas e prodigiosas riquezas.
29 de julho de 2023

29 DE JULHO DE 2023 – SÁBADO- MEMÓRIA DE SANTA MARTA, SANTA MARIA E SÃO LÁZARO

As santas palavras da Liturgia Diária deste dia concitam, na primeira leitura (1Jo 4,7-16), a nos amarmos uns aos outros, adotando como modelo o amor de Deus, que enviou seu próprio Filho para expiar os nossos pecados. Concitam-nos ainda à consciência de que a prática do amor mútuo é o que indica se estamos ou não investidos do Espírito de Deus. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 33) instam a louvar e bendizer continuamente o Senhor Deus, pois quando o procuramos ele nos atende e liberta, proporcionando-nos a alegria divina de provar e ver o quanto o Senhor é bom. Cumpre-nos, pois, guardar a língua do mal e os lábios das palavras enganosas, apartando-se do mal e fazendo o bem, para usufruir da paz divina a que estão destinados os contritos de coração. O Santo Evangelho (Jo 11,19-27) concita-nos a crer que Jesus é a ressurreição e a vida e todo o que nele crer, ainda que esteja morto, ressuscitará e viverá eternamente.
28 de julho de 2023

28 DE JULHO DE 2023 – SEXTA-FEIRA DA XVI SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras da Liturgia Diária deste dia concitam, na primeira leitura (Ex 20,1-17), a obedecer fielmente os mandamentos do Senhor, tomando consciência de que a misericórdia divina se estende até a milésima geração dos que o amam e guardam seus mandamentos. No Salmo Responsorial (Sl 118), instam à exaltação da lei divina, reiterando eternamente o louvor intenso ao Senhor e o compromisso de observar seus divinos preceitos. No Evangelho, (Mt 13,18-23) a orar e vigiar para que o Maligno não arranque o que foi semeado pelo Senhor em nossos corações.
27 de julho de 2023

27 DE JULHO DE 2023 – QUINTA-FEIRA DA XVI SEMANA DO TEMPO COMUM

Essas santas palavras nos convidam de forma especial a assumir o compromisso de obedecer à voz do Senhor e guardar a sua aliança para pertencer ao seu reino de sacerdotes, formando entre as nações uma nação consagrada, exemplo para as demais. Exortam-nos a seguir o exemplo dos santos e humildes que louvam e exaltam o Senhor com eterna gratidão, ele que nos livrou do viver nas trevas, nos salvou da morte espiritual que nos fazia rastejar pelo mundo como mortos-vivos, carentes da verdadeira vida que nos é dada pelo ao acercar-nos do Senhor. Concitam-nos ainda ao empenho denodado para nos firmar na fé, de modo que à pouca fé que temos sejam agregadas porções cada vez maiores, frutos de um dedicado cultivo, para não corrermos o risco de nos ser retirado até o pouco que temos, como ocorre com os duros de coração que sufocam a fé.
26 de julho de 2023

26 DE JULHO DE 2023 – QUARTA-FEIRA – MEMÓRIA DE SÃO JOAQUIM E SANT´ANA, PAIS DE NOSSA SENHORA

Essas santas palavras nos convidam de forma especial a assumir o compromisso de honrar e envidar os mais expressivos empenhos para seguir o exemplo dos antepassados que foram ricos de virtude e enriqueceram sua posteridade atuando de modo a santificar seus descendentes. Instam a nos comprometer com o Senhor de modo a fazer o melhor possível, dentro das possibilidades de cada um, para melhor honrá-lo, com o que ele abençoará da forma mais altaneira os descendentes da raça dos que lhe são fiéis. Chamam-nos também à consciência da bem-aventurança com que fomos agraciados: termos tido a notícia dos ditosos olhos e ouvidos que viram e ouviram os feitos e as palavras de Jesus, cumprindo bradar de júbilo e vibrar em íntimo regozijo pelo privilégio de ter acesso a tais notícias registradas pelos escritores sagrados.
25 de julho de 2023

25 DE JULHO – TERÇA-FEIRA – SOLENIDADE DE SÃO TIAGO MAIOR, APÓSTOLO

Essas santas palavras nos instam à consciência de que somos como que vasos de barro comportando o tesouro da Palavra de Deus e tudo o que ela agrega em nosso viver, desenvolvendo em nós a resiliência divina e cumpre-nos tudo fazer para que essa graça se torne copiosa entre multidões e redunde em gratidão, para a glória de Deus. Que o façamos firmes na fé de que, muito embora semeemos entre lágrimas, colheremos com alegria! Que aspiremos o poder como oportunidade de serviço ao próximo e não para subjugar e governar tiranicamente, com a consciência de que a grandeza e a verdadeira primazia consistem em servir, a exemplo de Jesus, que serviu a ponto de dar a vida para nos resgatar.
24 de julho de 2023

24 DE JULHO – SEGUNDA-FEIRA DA XVI SEMANA DO TEMPO COMUM

Essas santas palavras instam de forma especial à consciência da propensão à tirania e à exploração que tende predominar nos poderosos pagãos, não iluminados pela luz de Cristo. Cumpre clamar ao Senhor com fé inabalável de que ele orienta e sustenta, renunciando a murmuração. O Senhor é glorioso por sua santidade, temível por seus feitos e digno de louvor, porque conduz os seus para o seu reino eterno. Há-se que praticar a penitência e a conversão, a exemplo dos ninivitas que se conscientizaram e se redimiram, a partir da pregação do profeta Jonas, mudando suas condutas, renunciando à soberba e dando ouvidos à Palavra do Senhor.