setembro 2023

30 de setembro de 2023

LITURGIA DE 30 DE SETEMBRO DE 2023 – SÁBADO – SÃO JERÔNIMO PRESBÍTERO E DOUTOR

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - e pedimos o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Zc 2,5-9.14-15a), de tomar consciência de que se buscarmos estar nos locais que o Senhor aprova, seremos protegidos como que com um muro de fogo e usufruiremos da presença divina; a glória do Senhor será em nós infundida a ponto de soltarmos gritos de alegria, cumprindo regozijar-nos pela oportunidade que o Senhor nos proporciona de nos colocarmos em sua presença, pois ele vem residir no meio de nós, sendo a sua palavra mensageira de seus desígnios, de sua vontade, de seus propósitos para nós e para o mundo. As santas palavras do Salmo Responsorial (Jr 31) instam-nos à consciência de que o Senhor Deus adotou o povo de Israel para ser seu, concedendo a graça de gozar de repouso aos que foram poupados da morte no deserto. Concita-nos à consciência de que o Senhor nos ama com eterno amor e nos estende seu favor, nos reconstrói, nos restaura e nos dá os mais altos motivos para nos alegrarmos e regozijarmos, aclamando com gritos de júbilo aquele que salva o seu povo. [...] Cabe-nos converter-nos, arrepender-nos de nossos erros, em atitude de humildade e contrição pelos pecados cometidos que se constituem o opróbrio de um passado contaminado pela insensatez do distanciamento dos caminhos do Senhor. Ele nos ama terna e profundamente, agindo com compaixão para conosco, sinalizando nossos caminhos, colocando precisas indicações para que não nos desviemos de sua senda, concitando-nos a retomar a frequência à sua casa, ao invés de ficar vagando por veredas desconhecidas, sujeitos às miríades de armadilhas a que se expõem os que se afastam dos seus caminhos. [...] Cumpre-nos, pois, consagrarmo-nos ao Senhor para que ele nos abençoe prodigamente, de modo a nos mantermos em estado de integridade divina, com o que jamais sermos destruídos, pois usufruiremos da vida eterna na companhia daquele que mais nos ama! O Santo Evangelho (Lc 9,43b-45) insta-nos à consciência da fugacidade do viver neste mundo e da ilusoriedade das glórias humanas - a exemplo de Jesus que, diante das manifestações de admiração que lhe eram dirigidas, disse aos discípulos que seria entregue nas mãos dos homens. Concitam-nos à consciência de que nosso destino natural é a decadência e a morte, mais cedo ou mais tarde; porém quem se mantiver fiel à vontade de Deus pai - a exemplo de Jesus - terá a maior das recompensas a que se pode aspirar!
29 de setembro de 2023

LITURGIA DE 29 DE SETEMBRO DE 2023 – SEXTA FEIRA – SÃO MIGUEL, SÃO GABRIEL E SÃO RAFAEL, ARCANJOS

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - e pedimos o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Dn 7,9-10.13-14), de tomar consciência de que a majestade divina é servida e assistida por miríades de anjos, que estão à disposição de Jesus Cristo, a quem foram dados império, glória e realeza, cumprindo a todos os povos de todas as línguas servi-lo em seu eterno domínio, aderindo ao reino que nunca será destruído. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 137) instam-nos a louvar o Senhor de todo o coração, porque ouve as nossas palavras. Cumpre-nos cantar louvando o Senhor na presença dos seus anjos; prostrar-nos ante o templo louvando o seu nome, pela sua bondade e fidelidade. [...] O Senhor nos conserva a vida em meio às adversidades, nos protege, nos salva. Cumpre-nos, pois, confiar no Senhor, ele não nos abandonará; não nos negará o seu divino auxílio. As santas palavras da 2ª Leitura (Ap 12,7-12a) instam-nos à consciência de que São Miguel Arcanjo e sua milícia celeste combatem e derrotam o maligno e seus asseclas que intentam seduzir e botar a perder a todos. A terra foi assolada pelo maligno, porém a salvação chegou, o poder e a realeza de nosso Deus e a autoridade de seu Cristo derrubam aquele que intenta nos seduzir, nos colocar a perder para então nos acusar diante de Deus. Pelo sangue de Jesus, o Cordeiro de Deus, nos tornamos aptos a vencer o maligno, a ponto de desprezar a vida e aceitar a morte, cientes da alegria infinitamente superior que usufruem os que se mantém fiéis à vontade de Deus, dos que se tornam habitantes do reino dos céus! O Santo Evangelho (Jo 1,47-51) insta-nos à profunda compreensão de que de fato Jesus é o Filho de Deus, que veio a este mundo e realiza milagres e prodígios com a assistência dos anjos, abrindo o céu e tornando-se ponte - Jesus é o Sumo Pontífice - para que os anjos desçam e subam entre o céu e a terra. Os que aderem a Jesus, aqueles que o seguem com profundo amor, com pureza de coração, tornam-se súditos do Reino de Deus e vivem - ainda que em meio a adversidades e provações - as alegria do céu ainda na terra; tornam-se gradual e progressivamente mais aptos a desfrutar da íntima companhia dos anjos que servem a Jesus. Sendo amigos de Jesus - e Jesus é o melhor amigo que podemos ter, sendo sua vontade sê-lo, conforme afirma em João 15,15 - nos tornamos amigos dos anjos que o servem. Porém se nos mantivermos impassíveis, com o coração duro, distantes de Jesus, caímos vítimas dos anjos caídos que servem o maligno, arrastando-nos pela vida escravos de suas seduções que levam, de abismo em abismo, para os mais degradantes estados de decadência e os mais atrozes sofrimentos.
28 de setembro de 2023

LITURGIA DE 28 DE SETEMBRO DE 2023 – QUINTA FEIRA – XXV SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - e pedimos o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Ag 1,1-8), de tomar consciência de que não é sensato protelar o atendimento das coisas de Deus; ao contrário, cumpre priorizá-las, sob pena de, por negligência e aguda insensatez, obstar o fluxo da graça divina. Longe da graça, caímos em desgraça... O profeta Ageu exemplifica a situação de quem se distancia da graça do Senhor: semeia muito e colhe pouco; come e bebe, porém não se sacia; veste-se, mas não se aquece; o que busca acumular, o faz como que em saco roto… Que essas santas palavras se impregnem profundamente em nossas consciências e nos comportemos com diligência e sensatez priorizando o Reino de Deus e sua justiça, com plena convicção de que assim procedendo, tudo mais nos será acrescentado! As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 149) instam-nos a cantar ao Senhor cânticos novos, ressoando o seu louvor nas assembleias dos fiéis, porque ele nos ama e, se nos mantermos humildes, nos dará honra e vitória! Cumpre-nos, pois, exultar e alegrar-nos no Senhor e nos empenhar no combate espiritual, intensificando nossas orações e ações de amor a Deus e ao próximo para que o Reino de Deus se estenda para cada vez mais pessoas mundo afora - em especial dando bom testemunho da fé aos nossos próximos. O Santo Evangelho (Lc 9,7-9) insta-nos à consciência das especulações humanas de quem não conhece Jesus, que levam a um estado de confusão, de inquietude… e à clareza do quão bom e agradável é aderir a Jesus, segui-lo de perto, contar com a segurança daquele que é o caminho, a verdade e a vida!
27 de setembro de 2023

LITURGIA DE 27 DE SETEMBRO DE 2023 – QUARTA FEIRA – SÃO VICENTE DE PAULO – PRESBÍTERO

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - e pedimos o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Esd 9,5-9), de cair de joelhos, estender as mãos para o Senhor e reconhecer as iniquidades acumuladas sobre nossas cabeças - o acúmulo de nossos pecados - com a consciência das terríveis consequências que tais atitudes tendem a gerar (no caso do povo de Israel, foi massacrada grande parte de seus membros, tendo sido entregues à pilhagem, vergonha, cativeiro, escravidão, deportação, servidão…). Instam à consciência de que dos integrantes de um resto desse povo que sobrou do massacre - e que clamou ao Senhor em copioso pranto - o Senhor teve misericórdia, permitindo que subsistissem e proporcionando-lhes abrigo em um lugar santo, fazendo brilhar uma luz na escuridão em que viviam. Deus não os abandonou no cativeiro, mas concedeu-lhes a benevolência dos reis da Pérsia, dando-lhes vida o bastante para reconstruir o Templo do Senhor, reerguer as ruínas e permanecer em abrigo seguro na terra natal. As santas palavras do Salmo Responsorial (Tb 13) instam a regozijar-nos com Tobit e a fazer coro com sua prece. Tomamos posse e a transpomos para nossa realidade atual. Sois grande, Senhor, na eternidade, vosso reino estende-se a todos os séculos. Porque vós provais e, em seguida, salvais. Conduzis a profundos abismos e deles tirais; e não há quem possa escapar à vossa mão. Celebremos o Senhor, todos os filhos de nossa nação. Louvemo-lo em presença de todas nações. Porque, se ele permitiu as realidades horríveis que nos circundam, foi para que reconheçamos que - nós e nossos antepassados - fomos omissos, débeis na prática da fé, cumprindo-nos retomar a higidez espiritual dos que sabem que não há outro Deus onipotente senão ele. Castigou-nos por causa das nossas iniquidades, mas nos salvará por sua misericórdia. [...] Feliz serei, se ficar um homem de minha raça para ver o esplendor de nossa nação: suas instituições serão reconstruídas à luz da justiça divina, seus integrantes se tornarão almas preciosas, seus meios de comunicação irradiarão as vossas maravilhas, e em suas ruas cantarão: Aleluia! Bendito seja Deus que te restituiu tal esplendor! Que ele reine sobre ti eternamente! O Santo Evangelho (Lc 9,1-6) insta-nos à consciência de que Jesus deu aos seus apóstolos poder e autoridade sobre todos os demônios e para curar enfermidades, enviando-os para pregar o Reino de Deus e curar os enfermos. Cumpre impregnar-nos profundamente da consciência de que onde se estabelece o Reino de Deus - onde reina Deus - os demônios restam expulsos. A ação missionária iniciada pelos apóstolos e continuada pelos seus sucessores na Igreja tem por finalidade maior esse estabelecimento do Reino que se dá com a assepsia espiritual que se opera onde se ouve e se coloca em prática a Palava de Deus. Desse modo se estabelece o Reino daqueles que têm autoridade - dada por Jesus - sobre todos os demônios, retirando destes todo o poder para atuar sobre aqueles que aderem a Jesus e se mantém fiéis à sua palavra, à boa-nova do Evangelho.
26 de setembro de 2023

LITURGIA DE 26 DE SETEMBRO DE 2023 – TERÇA FEIRA – XXV SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - e pedimos o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Es 6,7-8.12.14-20), de louvar a Deus por ter inspirado as autoridades persas a determinar a reconstrução do templo, com o que se cumpriram as profecias dos profetas Ageu e Zacarias. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 121) instam a ir alegremente à casa do Senhor para celebrar o seu nome; usufruir da justiça, da paz, da segurança dos que são por ele amados. Por amor de nossos irmãos e nossos amigos, roguemos por eles a Deus para que tenham paz e felicidade! O Santo Evangelho (Lc 8,19-21) insta-nos à clareza de que aqueles que ouvem e colocam em prática a palavra de Deus integram a família de Jesus.
25 de setembro de 2023

LITURGIA DE 25 DE SETEMBRO DE 2023 – SEGUNDA FEIRA – XXV SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - e pedimos o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Es 1,1-6), de tomar consciência do quão elevada pode ser a intervenção divina na história. Conforme relata o profeta Esdras, o Senhor suscitou a Ciro, rei da Pérsia, que construísse um templo em Jerusalém, dando-lhe poder para exercer domínio militar sobre os reinos circunvizinhos e orientando-o em espírito a resgatar os filhos de Israel exilados pelo rei da Babilônia. Ciro determinou que os judeus dispersos fossem providos com prata, ouro, cereais e gado, bem como de oferendas voluntárias para o templo. O espírito de Deus tocou muitos Judeus a ir reedificar o templo em Jerusalém e os habitantes da redondeza a doar-lhes o que foi determinado por Ciro… para Deus nada é impossível! As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 125) instam em especial à consciência da alegria e regozijo do povo de Israel ao ser reconduzido do exílio na Babilônia a Jerusalém; a sensação de triunfo; o sentimento de gratidão ao Senhor e a conclusão de que os que semeiam entre lágrimas suas preces e clamores no coração do Senhor ceifarão com alegria; como que na ida caminhando chorando espalhando as sementes, mas na volta carregando alegremente os feixes. O Santo Evangelho (Lc 8,16-18) insta-nos à consciência de que o Senhor ascendeu nossas lâmpadas com a iluminação do Espírito Santo para brilharmos e contribuirmos, com o reflexo dessa luz que em nós o Senhor estabelece, para que o oculto se manifesta e o secreto seja descoberto. Concitam-nos ainda à consciência de que quem tem iluminação divina tende a atraí-la cada vez mais intensamente ao esmerar-se para colocar em prática o que recebeu, ao passo que aqueles que pouco se interessam pelas coisas de Deus - e por isso pouco têm dessa luz - tendem a tê-la de forma ainda mais minguada, por causa da negligência e do descaso; tornam-se, assim gradual e progressivamente mais mais ofuscados, aprofundando-se cada mais nas trevas, a não ser que se convertam.
24 de setembro de 2023

LITURGIA DE 24 DE SETEMBRO DE 2023 – DOMINGO – XXV SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - e pedimos o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Is 55,6-9), de buscar o Senhor, pois ele deseja ser encontrado; invocar o Senhor, pois está próximo. Cumpre-nos renunciar os comportamentos malvados e os projetos pecaminosos, voltando-nos ao Senhor, e ele se apiedará de nós; pois é generoso em perdoar, é imensa a superioridade do Senhor Deus nos seus pensamentos e ações em comparação com os nossos. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 144) instam em especial a louvar, glorificar e bendizer eternamente o Senhor Deus, contribuindo para que uma geração apregoe à outra as suas obras e proclame o seu poder esplendoroso em majestade, cujo brilho se reflete na criação, que estampa sua grandeza. Pois são imensas a bondade e a justiça do Senhor, bem como sua clemência, compassividade, longanimidade e bondade, sendo bom para com todos – sua misericórdia se irradia por sobre todas as suas obras. [...] Os olhos esperançosos se direcionam ao Senhor, que a seu tempo atende com benevolência os que o buscam, se aproxima dos que o invocam com sinceridade e satisfaz os desejos dos que o temem, salvando os que a ele dirigem seus clamores, pois o Senhor vela pelos que o amam, porém exterminará todos os maus. As santas palavras da 2ª Leitura (Fl 1,20c-24.27a) instam-nos a glorificar Cristo em nosso corpo, seja pela vida ou pela morte, com a consciência de que o viver é Cristo e o morrer é lucro. O viver no corpo é útil para o trabalho nesta vida e o desprender-se do corpo nos libera para estar com Cristo - o que seria imensamente melhor - mas enquanto vivermos, cumpre-nos fazer o melhor possível em favor de nossos semelhantes, empenhando-nos denodadamente para proceder a cada dia mais em conformidade com o Evangelho, com os desígnios divinos que Cristo nos ensina. O Santo Evangelho (Mt 20,1-16a) insta-nos à consciência de que a misericórdia de Deus vai muito além da lógica convencional e dos cálculos humanos. Indicam que ao Senhor não agrada a ociosidade e que todos são chamados a dedicar-se a servir na vinha divina, sendo todos remunerados com irretorquível justiça e aos que o Senhor desejar, com incomparável generosidade! Os desígnios divinos são insondáveis às especulações humanas. Diante deles, os primeiros podem ser os últimos e os últimos os primeiros.
23 de setembro de 2023

LITURGIA DE 23 DE SETEMBRO DE 2023 – SÁBADO – SÃO PIO DE PIETRELCINA

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - e pedimos o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (1Tm 6,13-16), de nos colocarmos na presença do Senhor Deus que nos criou e dá vida a todas as coisas, e de Jesus Cristo, o bem aventurado e único soberano, Rei do Universo na Trindade Santíssima, dando honra ao que é todo poderoso e eterno, guardando de forma irrepreensível e sem mácula os mandamentos, bem como cumprindo fielmente os mandatos respectivos aos ministérios com os quais somos agraciados em nossa caminhada de fé! As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 99) instam em especial a aclamar o Senhor Deus em todo o orbe, servindo-o com alegria para que muitos e muitos se coloquem exultantes em sua presença, cientes de que o Senhor é Deus, ele nos fez e somos seus, o seu povo, as ovelhas do seu rebanho. Entremos cantando nos pórticos da Casa do Senhor, glorificando e bendizendo seu santo nome, porque o Senhor é bom, sua misericórdia é eterna e se estende de geração em geração a sua fidelidade! O Santo Evangelho (Lc 8,4-15) insta-nos à consciência de que aproximar-se de Jesus proporciona que se recebam graças de cura e libertação, além de rico aprendizado, como o da parábola do semeador. [...] os que recebem a Palavra de Deus e a praticam configuram-se como terra boa, mantendo o coração reto bom, frutificando prolificamente pela perseverança. Cientes de tal realidade [...]cumpre-nos vigiar e orar para cultivá-la com esmero, tornando-nos o melhor terreno possível!
22 de setembro de 2023

LITURGIA DE 22 DE SETEMBRO DE 2023 – SEXTA FEIRA – XXIV SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - e pedimos o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (1Tm 6,2c-12), de tomar consciência de que quem ensina de forma discordante das palavras salutares de nosso Senhor Jesus Cristo, bem como da doutrina conforme a piedade, é uma pessoa obcecada pelo orgulho, ignorante, doentio por questões ociosas e contendas de palavras. [...] Instam-nos à consciência de que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males, pois as pessoas acossadas pela cobiça tendem a se desviar da fé e se enredar em um sem número de aflições, cumprindo aos que buscam a Deus fugir de tais vícios e procurar com todo empenho a piedade, a fé, a caridade, a paciência e a mansidão, com firmeza no bom combate da fé para conquistar a vida eterna, à qual fomos chamados. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 48) concitam-nos a escutar e a retransmitir a todos - humildes e poderosos, ricos e pobres - as palavras de sabedoria e os pensamentos profundos, que se constituem em sentenças inspirados por Deus: são insensatos os que confiam em seus bens e se vangloriam das riquezas, pois nenhum homem pode salvar-se a si mesmo e nem prolongar indefinidamente a vida a ponto de escapar da morte [...]. Tais santas palavras instam-nos à consciência de que o túmulo será a eterna morada do ímpio, ainda que tenha dado a muitas terras o seu nome, pois quem vive na opulência é semelhante ao gado gordo que se abate; depressa desaparecerão suas figuras e a região dos mortos será sua morada, a fortuna dos ricaços não descerá com eles aos infernos. Por seu turno, o que é fiel ao Senhor terá a alma libertada da habitação dos mortos, irá habitar com o Senhor. O Santo Evangelho (Lc 8,1-3) ensina-nos que Jesus andava pelas cidades e aldeias anunciando a boa nova do Reino de Deus juntamente com os doze apóstolos e também algumas mulheres que tinham sido libertas de espíritos malignos e curadas de enfermidades e proporcionavam assistência à missão salvífica de Jesus com seus recursos. Tais ensinamentos instam-nos à consciência de que é fundamental a intercomplementariedade de esforços por parte de todos os que aderem à causa de Jesus, cada um de acordo com aquilo que tem e pode.
21 de setembro de 2023

LITURGIA DE 21 DE SETEMBRO DE 2023 – QUINTA FEIRA – SÃO MATEUS APÓSTOSTOLO E EVANGELISTA

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Ef 4,1-7.11-13), de levar uma vida digna da vocação à qual fomos chamados, com toda humildade e amabilidade, com grandeza de alma, suportando-nos uns aos outros com caridade, sendo solícitos em conservar a unidade do Espírito no vínculo da paz, sendo um só corpo e um só espírito, assim como fomos chamados pela nossa vocação a uma só esperança, pois há um só Senhor, uma só fé e um só batismo [...] até atingirmos o estado adulto, a estatura da maturidade de Cristo. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 18) instam-nos à consciência de que os céus narram a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra de suas mãos. O dia de ontem transmitiu a esse essa notícia - e assim sucessivamente, ao longo dos tempos, pois nada existiria se o Senhor Deus não tivesse criado - sendo tudo o que existe testemunha eloquente da realidade da criação divina, espalhando-se, assim, por toda a terra o seu ruído: no canto dos pássaros, no troar do trovão, no zumbido do vento… [...] Se essas maravilhosas manifestações exteriores nos dão a certeza da existência de Deus, não menos maravilhosas são as manifestações que em nosso íntimo asseveram essa existência: a perfeita a lei do Senhor que reconforta a alma; a segura ordem do Senhor que instrui os simples; os retos preceitos do Senhor que deleitam o coração [...] Contudo, cumpre vigiar e orar, pois, conforme alerta o salmista: quem pode ver as próprias faltas? Cumpre-nos, pois, tomar consciência de que somos sujeitos a equívocos, a não enxergar pontos falhos que se mantêm ocultos à nossa compreensão, sendo necessário manter uma postura de humildade e de circunspecção, pedindo ao Senhor a purificação das faltas ocultas, buscar o sacramento da confissão, manter-nos atentos a essa realidade de possível ignorância de algumas faltas, invocando ao Senhor piedade para delas nos purificar, para nos preservar do orgulho, para não sermos dominados por ele e assim nos mantermos íntegros e livres de faltas graves. [...] O Santo Evangelho (Mt 9,9-13) insta-nos a seguir o exemplo de conversão dado por São Mateus, que a partir do chamado que recebeu, prontamente seguiu Jesus e passou a fazer o melhor possível para bem servir o Mestre, convertendo-se, de pecador contumaz, em exemplo de esforço e dedicação [...] Insta-nos ainda a seguir o exemplo de Jesus, que não fazia acepção de pessoas e anunciava o Evangelho a todos, priorizando os pecadores, compreendendo-os como os doentes que mais precisavam de cuidados [...] pautado no preceito divino proclamado pelo profeta Oséias: "Eu quero a misericórdia e não o sacrifício (Os 6,6)".
20 de setembro de 2023

LITURGIA DE 20 DE SETEMBRO DE 2023 – QUARTA FEIRA – SANTOS ANDRÉ E PAULO MÁRTIRES

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - e pedimos o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (1Tm 3, 14-16), de tomar consciência da orientação do Apóstolo São Paulo para nos portarmos na casa de Deus sabedores de que é a Igreja do Deus vivo, a coluna e sustentáculo da verdade, onde se revela por excelência o sublime mistério da bondade divina, manifestado na carne, justificado no Espírito, visto pelos anjos, anunciado aos povos, acreditado no mundo e exaltado na glória! As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 110) instam-nos a louvar o Senhor de todo o coação, na assembleia dos justos e em seu conselho, pois grandes são as obras do Senhor, dignas da admiração por parte de todos os que as amam; sua obra é toda majestade e magnificência, sendo eterna sua justiça e memoráveis as suas maravilhas, bem como sua clemência e misericórdia. [...] Enviou a seu povo a redenção, sendo santo e venerável seu nome e se constitui refinada sabedoria cultivar o santo temor do Senhor e adorá-lo piedosamente, pois sua glória subsiste eternamente! O Santo Evangelho (Lc 7,31-35) insta-nos à clareza do quão insensatos são os que se mantém insensíveis aos desígnios do Senhor, à mensagem evangélica… São como pessoas indiferentes, impassíveis, que mantém o coração duro, não se comovem, não se sensibilizam, não se deixam tocar nem pela alegria nem pela tristeza; mas, maledicentes, vêem em tudo algo de negativo e colocam sobre isso microscópios potentes para fazer aumentar, distorcendo desse modo a visão da realidade como ela de fato é, perdendo e fazendo muitos perder a oportunidade de se conectar ao que há de mais sublime e elevado!
19 de setembro de 2023

LITURGIA DE 19 DE SETEMBRO DE 2023 – TERÇA FEIRA – XXIV SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (1Tm 3,1-13), de investir-nos da consciência dos ensinamento de São Paulo Apóstolo acerca de quem aspira o episcopado. Afirma que quem o faz cultiva o desejo por uma função sublime (haverá algo mais elevado que dedicar-se à formação da Igreja, do Corpo de Cristo, à construção do Reino de Deus?), cumprindo-lhe atuar de modo irrepreensível, sendo requisito para tal ser casado somente uma vez e ter um proceder sóbrio, prudente e regrado, devendo ser também hospitaleiro e capaz de ensinar. Não deve ser dado a bebidas, não ser violento, mas ter uma conduta marcada pela condescendência, sendo pacífico e desapegado, devendo ainda saber governar bem a casa e educar os filhos na obediência e na castidade. Importa ainda que seja pessoa ilibada, que goze de boa consideração por parte de todos. [...]As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 100) instam a cantar ao Senhor sua bondade e justiça, salmodiando-o com frequência, seguindo pelo caminho reto, caminhando na inocência de coração no seio da família. Cumpre renunciar todo e qualquer pensamento culpável; apartar-se dos que praticam o mal, distanciar-se dos que têm o coração perverso e evitar o máximo possível aproximar-se do mal. [...] O Santo Evangelho (Lc 7,11-17) insta-nos à consciência do poder de Jesus e de sua compaixão, a ponto de ressuscitar o filho da viúva de Naim. Diante desse prodígio, os que presenciaram o fato glorificavam a Deus dizendo: "Deus voltou os olhos para o seu povo." Diante disso, cumpre-nos refletir: o que fazer para que Deus volte os olhos para nós, para o seu povo que enfrenta tantos desafios em nossos tempos? Se temos a consciência da realidade do imenso poder de Jesus e sua incomparável compaixão, cumpre-nos aproximarmo-nos cada vez mais dele, andar pelos caminhos onde o podemos encontrar. Certamente ele se compadecerá e nos concederá o que sua imensa sensibilidade e compaixão perceberem que mais necessitamos!
18 de setembro de 2023

LITURGIA DE 18 DE SETEMBRO DE 2023 – SEGUNDA FEIRA – XXIV SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (1Tm 2,1-8), de atender a recomendação do Apóstolo: elevemos, pois, preces, orações, súplicas e ações de graças por todos os homens, pelos reis e por todos os que estão constituídos em autoridade, para que possamos viver uma vida calma e tranquila, com toda piedade e honestidade, pois isso é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, o qual deseja que todos se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade, porque há um só Deus e há um só mediador entre Deus e os homens, o Cristo que se entregou como resgate de todos. Cumpre-nos, pois, tanto quanto possível, orar em todo tempo e lugar, levantando as mãos puras, superando todo ódio e ressentimento. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 27) instam-no a erguer clamores a Deus e renunciar a prática iníqua de dizer ao próximo palavras de paz e ao mesmo tempo guardar maldade no coração; ao contrário, cumpre atender às ações do Senhor e às obras de suas mãos, atuando com sinceridade e pureza de coração, com gratidão por tudo o que nos concedeu. [...] O Santo Evangelho (Lc 7,1-10), insta a seguir o exemplo de fé do centurião que enviou mensageiros para pedir a Jesus que curasse o seu servo e realizou uma profissão de fé tão elevada que consistiu em inspiração para uma oração que é repetida em todas as missas: "Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma só palavra e serei salvo." Cumpre-nos seguir esse exemplo de fé do centurião, que tinha a consciência de que a autoridade de Jesus - de forma semelhante à que ele tinha sobre os seus soldados - era de tal magnitude que poderia determinar, ainda que à distância, a cura de seu servo, o que de fato aconteceu.
16 de setembro de 2023

LITURGIA DE 16 DE SETEMBRO DE 2023 – SANTOS CORNÉLIO E CIPRIANO – PAPA E BISPO MÁRTIRES

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (1Tm 1,15-17), de atuar cientes de que Jesus veio para salvar os pecadores, manifestando toda a sua misericórdia e magnanimidade, cumprindo-nos atuar exemplarmente no seu seguimento, como fez o Apóstolo Paulo, para que muitos creiam e obtenham a vida eterna. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 112) instam-nos a louvar o nome do Senhor, bendizendo-o agora e para sempre; que a cada dia, do nascer ao pôr do sol, seja louvado o nome do Senhor! [...] Concitam-nos ainda à consciência de que o Senhor levanta do pó o indigente e retira o pobre do monturo, para fazê-los assentar-se entre os nobres, ou seja, nos resgata das situações mais degradantes e eleva-nos às realidades mais altaneiras. [...] O Senhor tudo pode e aquele que põe fielmente nele sua esperança vive o melhor que a vida pode proporcionar! Bendito seja o nome do Senhor, agora e para sempre! O Santo Evangelho (Lc 6,43-49) insta-nos à plena consciência de que árvores más produzem maus frutos e árvores boas produzem bons frutos, sendo cada árvore conhecida pelo fruto que produz. Assim, daquilo que sai do coração de um homem e transforma-se nas obras de seu viver se conclui sobre sua benignidade ou maldade. Para sermos bons, precisamos absorver e praticar o que Jesus ensina, tornando desse modo nosso viver assentado sobre a rocha, inabalável, inexpugnável! [...]
15 de setembro de 2023

LITURGIA DE 15 DE SETEMBRO DE 2023 – SEXTA FEIRA – NOSSA SENHORA DAS DORES

Néctar espiritual potencializador da prática cristã extraído do estudo da Liturgia Diária de 15/09/2023 As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura(Hb 5,7-9), de seguir o exemplo de Jesus, que nos dias em que esteve neste mundo vivendo como homem, dirigindo preces e súplicas com grandes clamores e lágrimas ao Pai, foi atendido, realizando inúmeros milagres e prodígios; porém se submeteu plenamente à vontade do Pai, mantendo-se obediente mesmo diante dos mais cruciais sofrimentos [...]. Cumpre-nos, pois, dirigir preces e súplicas com grandes clamores e lágrimas ao Pai e obedecer diante de toda e qualquer situação que possa surgir, contribuindo da melhor forma possível para a salvação eterna de muitos. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 30) instam a buscar refúgio e livramento junto do Senhor Deus e sua justiça, pois ele é rocha, refúgio e fortaleza salvadora. [...] Em que pese os momentos de tribulação, tristeza, amargura, agonia, aflição; as situações mais degradantes pelas quais possamos passar - em que nos tornamos opróbrio para os inimigos, motivo de chacota para os circunstantes e até mesmo de pavor para os conhecidos, que voltam as costas diante de nossas misérias que inspiram atitudes de indiferença, rechaço e rejeição… - ainda assim, nos mais aviltantes abismos existenciais, cumpre confiar no Senhor Deus e invocá-lo para que nos livre dos perseguidores e colocar em suas mãos nossos destinos, contando com sua misericódia salvífica. [...] O Santo Evangelho (Lc 2,33-35) insta-nos à consciência da profecia de Simeão feita na ocasião da apresentação de Jesus no templo e a purificação de Nossa Senhora, no sentido de que Jesus seria causa de queda de uns e soerguimento de outros, sendo um sinal provocador de muitas contradições e de revelação dos pensamentos de muitos corações; bem como que uma espada de dor trespassaria a alma de Maria. Cumpre-nos, pois, como cristãos, como integrantes do Corpo de Cristo, que é sua Igreja, filhos de Maria, mãe de Jesus, cabeça da Igreja - e portanto mãe da Igreja por excelência - ser também sinais no mundo, atuando com coerência evangélica, com coragem e não com pusilanimidade [...] preparados para ter a alma trespassada por muitas dores e desilusões; que nada nos demova de nosso dever de dar testemunho de Jesus e de Maria Santíssima, seguindo seus divinos exemplos!
14 de setembro de 2023

LITURGIA DE 14 DE SETEMBRO DE 2023 – QUINTA FEIRA – EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Nm 21,4b-9), de não perder a coragem no caminho e não murmurar contra o Senhor Deus, nem de forma alguma desprezar o que ele nos concedeu, para não atrair as consequências de tais atitudes insensatas. Concitam-nos também à consciência de que o Senhor pode se valer de símbolos para realizar seus sinais, como foi o caso da serpente de bronze que determinou a Moisés que colocasse sobre o poste, de modo que os que tivessem sido picados pela serpente, se olhassem para ela, conservavam a vida. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 77) instam-nos à à consciência de vários pontos da história da salvação do povo hebreu, tendo como ponto alto o estabelecimento de uma lei, uma legislação a ser observada pelo povo e deixada como herança às gerações vindouras. [...] Caíram na idolatria, colhendo como consequência o abandono do Senhor e grande número foi ceifado à espada. Então novamente o Senhor voltou a assisti-los, escolhendo Davi como seu servo, para pastoreá-los com reto coração e mão prudente. O Santo Evangelho (Jo 3,13-17) insta-nos à compreensão de que, assim como Moisés levantou a serpente no deserto e os que para ela olhavam tinham a vida conservada, apesar de terem sido picados por serpentes ardentes, Jesus foi levantado na cruz, para que todo o que nele crer tenha a vida eterna, apesar dos veneno do pecado, do qual fomos purificados pelo seu sacrifício na cruz. [...]
13 de setembro de 2023

LITURGIA DE 13 DE SETEMBRO DE 2023 – QUARTA FEIRA – SÃO JOÃO CRISÓSTOMO – BISPO E DOUTOR

Néctar espiritual extraído da Liturgia Diária de 13/09/2023 As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Cl 3,1-11), de atuarmos cientes de que, ressuscitados com Cristo, cumpre-nos buscar as coisas do alto e a elas nos afeiçoar, superando os apegos mundanos. [...] Cumpre, pois, mortificarmos em nossos membros o que têm de terreno: a devassidão, a impureza, as paixões, os maus desejos, a cobiça - esta caracterizada pelo Apóstolo como idolatria. Tais santas palavras instam-nos à consciência de que dessas coisas provém a ira de Deus sobre os que, afastados de Deus, praticam tais vícios. [...] Cumpre-nos ainda nos despirmos do homem velho com os seus vícios e nos revestirmos do novo, que vai se restaurando constantemente até atingir o perfeito conhecimento para se configurar à imagem de Cristo, de modo que Cristo seja tudo em todos. Esse é o caminho seguro para a verdadeira paz! As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 144) instam-nos a louvar, glorificar e bendizer eternamente o Senhor Deus [...], apregoar a glória do Reino de Deus e anunciar o poder desse reino eterno, cujo império se estende por todas as gerações, sendo o Senhor fiel em tudo o que diz e santo em tudo que faz, pois sustenta os que vacilam e soergue os abatidos [...] vela pelos que o amam, porém exterminará todos os maus. O Santo Evangelho (Lc 6,20-26) insta-nos à consciência de que são bem-aventurados os pobres, os que não têm a cobiça como ídolo (cf. Cl 3,5), pois onde está o tesouro do homem está o seu coração (cf. Lc 12,34), sendo, portanto, o Reino de Deus dos que não se fixam na busca de riquezas materiais - muito embora se possa possuí-las lícita e dignamente, desde que sem apego.[...] Concitam-nos ainda à clareza de que aqueles que, dissociados de Deus e das orientações divinas, usufruem prodigamente dos bens, dos prazeres, das alegrias e das glórias humanas, vivem na ilusão das consolações vazias e em breve tempo caem em tristeza e desolação… Terão alguma relação tais santas palavras evangélicas com os tempos atuais, em que as pessoas usufruem cada vez mais de bens e de prazeres, porém, cada vez mais afastadas de Deus, engrossam massivamente as estatísticas dos vitimados pelas epidemias de ansiedade e depressão que assolam avassaladoramente a sociedade atual?
12 de setembro de 2023

LITURGIA DE 12 DE SETEMBRO DE 2023 – TERÇA FEIRA – XXIII SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Cl 2,6-15), de atuarmos cientes de que pela pregação do Evangelho recebemos Jesus Cristo e cumpre vivermos enraizados e edificados nele, inabaláveis na fé em que fomos instruídos, com o coração transbordante de gratidão. Cumpre nos mantermos em estado de alerta para não sermos enganados com filosofias e vãos sofismas baseados nas tradições humanas, nos rudimentos do mundo. [...] Por Jesus tivemos perdoados os nossos pecados e assim fomos redimidos do que nos condenava a uma vida miserável como escravos do maligno. [...] As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 144) instam a louvar, glorificar e bendizer eternamente o Senhor Deus, contribuindo para que uma geração apregoe à outra as suas obras e proclame o poder do Senhor esplendoroso em majestade, cujo brilho se reflete na criação, que estampa sua grandeza. [...] Os olhos esperançosos se direcionam ao Senhor, que a seu tempo atende com benevolência os que o buscam, se aproxima dos que o invocam com sinceridade e satisfaz os desejos dos que o temem, salvando os que a ele dirigem clamores, pois o Senhor vela pelos que o amam, porém exterminará todos os maus. [...] O Santo Evangelho (Lc 6,12-19) insta-nos a seguir o exemplo de Jesus, que se retirava frequentemente para rezar a sós e o fez de forma especialmente intensa nessa ocasião, em que se preparou para escolher seus doze apóstolos. Esse exemplo é revelador de que a intensa intimidade com o Pai na oração contribuía para que Jesus se tornasse iluminado e ungido a ponto de as pessoas virem em multidões para ouvi-lo, serem curadas de suas enfermidades e libertadas dos espíritos imundos que as atormentavam. Através de sua Igreja, Jesus estende o seu corpo para que se possa tocá-lo e obter dele a força que cura e liberta.
11 de setembro de 2023

LITURGIA DE 11 DE SETEMBRO DE 2023 – SEGUNDA FEIRA – XXIII SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Cl 1,24-2,3), de atuar à luz da consciência de que o sofrimento não é inútil, cumprindo, conforme ensinou e deu exemplo o Apóstolo Paulo, completar o que falta às tribulações de Cristo em nossa carne, pois formamos o corpo de Cristo que é a Igreja. Concitam-nos a agradecer a Deus por dar-nos a conhecer a glória deste mistério, que é Cristo em nós, esperança da glória. Cumpre-nos aprender tudo o que ensina a sabedoria divina para nos tornarmos perfeitos em Cristo. [...] As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 61) instam-nos a reconhecer que só em Deus nossas almas têm descanso, só dele vem a salvação. O Senhor é o rochedo, a fortaleza que nos sustenta e, estando nele assentados, jamais vacilaremos! [...] O Santo Evangelho (Lc 6,6-11) insta-nos a seguir o exemplo de Jesus no sentido de aproveitar as oportunidades para ensinar e fazer o bem, independentemente da opinião daqueles que vivem equivocados e, seduzidos pelo maligno, dedicados a criticar quem ensina o Evangelho e faz o bem. [...]
10 de setembro de 2023

LITURGIA DE 10 DE SETEMBRO DE 2023 – DOMINGO – XXIII SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (Ez 33,7-9), de atuarmos como sentinelas da fé, comprometidos em disseminar a mensagem do Senhor Deus, com a consciência da responsabilidade de fazê-lo diligentemente e das terríveis consequências da omissão. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 94) instam-nos a manifestar nossa alegria ao Senhor, aclamá-lo como rochedo de nossa salvação, louvando-o e cantando em seu louvor, pois ele tudo criou e tudo o que temos - inclusive a vida - se constitui dádiva divina. Concita-nos ainda a viver advertidos de que o Senhor é nosso pastor e devemos ser dóceis aos seus desígnios, ouvindo e obedecendo sua voz, ao invés de endurecer o coração e atrair como consequência o abandono divino e o malogro do viver em sua finalidade mais alta, que é justamente acercar-se do Senhor Deus para desfrutar de sua excelsa companhia por toda a eternidade. Os ensinamentos do Apóstolo na 2ª Leitura (Rm 13,8-10) concitam a viver cada dia como se fosse o último, não deixando de fazer nada do que tem que ser feito, e de forma especial não deixando de amar aos que nos rodeiam, aqueles a quem podemos de alguma forma alcançar com atos de caridade, cientes de que amar o próximo como a si mesmo, eximindo-se totalmente de praticar o mal, é a expressão máxima do cumprimento da lei divina. O Santo Evangelho (Mt 18,15-20) insta à consciência da forma apropriada de atuar diante de conflitos interpessoais. Cumpre ao cristão, diante de erros cometidos por quem quer que seja, empenhar-se para dialogar em particular com a pessoa com quem se suscitar a questão, expor serenamente a situação e propor uma solução. Caso não seja possível, cumpre buscar uma solução com o auxílio de duas ou três pessoas, para que atuem como conciliadoras, intermediadoras entre as partes. Caso não seja possível também dessa forma, cumpre levar a questão a um conselho maior. Se o caso se der na órbita da comunidade eclesial, cumpre informar o conselho da comunidade. Se a pessoa se recusar a ouvir e nem seguir as recomendações do conselho, cumpre tratá-la com reserva, pois restará prejudicado o vínculo fraterno. Sem desejar-lhe o mal, cumpre tomar os devidos cuidados para que não se constitua em inimigo, porém cabe tomar a cautela de manter a prudencial distância, evitando contatos para não correr o risco de maiores complicações. E rezar pela pessoa para que, no tempo oportuno, tudo se estabeleça de acordo com a santa vontade de Deus!
9 de setembro de 2023

LITURGIA DE 09 DE SETEMBRO DE 2023 – SÁBADO – XXII SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura (2Cor 9,6-10), de tomar consciência de que aquele que semeia pouco, pouco ceifará, cumprindo muito semear para muito colher. Doar com alegria aos necessitados, a toda espécie de boas obras e à Igreja se constituem atos de amor a Deus e de semeadura divina por excelência. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 111) concitam ao santo temor de desagradar o Senhor e amargar com as consequências de sua ausência, bem como ao prazer de observar os mandamentos divinos, que se constituem causa de felicidade, ensejando bendições à descendência, que se torna benfazeja, virtuosa e justa. O Santo Evangelho (Jo 12,24-26) insta-nos à consciência de que, como o grão de trigo precisa morrer para produzir fruto, é necessário sacrificar partes da vida em prol de outras. Cumpre, pois, eliminar, extirpar do viver atividades que não corroboram ao Reino de Deus e substituí-las por outras que estejam em consonância com o Reino, em especial as que se referem ao serviço ao Senhor, ao seu seguimento.