setembro 15, 2023

15 de setembro de 2023

LITURGIA DE 15 DE SETEMBRO DE 2023 – SEXTA FEIRA – NOSSA SENHORA DAS DORES

Néctar espiritual potencializador da prática cristã extraído do estudo da Liturgia Diária de 15/09/2023 As santas palavras desta liturgia instam em especial a assumir o compromisso - cumprindo pedir o auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na primeira leitura(Hb 5,7-9), de seguir o exemplo de Jesus, que nos dias em que esteve neste mundo vivendo como homem, dirigindo preces e súplicas com grandes clamores e lágrimas ao Pai, foi atendido, realizando inúmeros milagres e prodígios; porém se submeteu plenamente à vontade do Pai, mantendo-se obediente mesmo diante dos mais cruciais sofrimentos [...]. Cumpre-nos, pois, dirigir preces e súplicas com grandes clamores e lágrimas ao Pai e obedecer diante de toda e qualquer situação que possa surgir, contribuindo da melhor forma possível para a salvação eterna de muitos. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 30) instam a buscar refúgio e livramento junto do Senhor Deus e sua justiça, pois ele é rocha, refúgio e fortaleza salvadora. [...] Em que pese os momentos de tribulação, tristeza, amargura, agonia, aflição; as situações mais degradantes pelas quais possamos passar - em que nos tornamos opróbrio para os inimigos, motivo de chacota para os circunstantes e até mesmo de pavor para os conhecidos, que voltam as costas diante de nossas misérias que inspiram atitudes de indiferença, rechaço e rejeição… - ainda assim, nos mais aviltantes abismos existenciais, cumpre confiar no Senhor Deus e invocá-lo para que nos livre dos perseguidores e colocar em suas mãos nossos destinos, contando com sua misericódia salvífica. [...] O Santo Evangelho (Lc 2,33-35) insta-nos à consciência da profecia de Simeão feita na ocasião da apresentação de Jesus no templo e a purificação de Nossa Senhora, no sentido de que Jesus seria causa de queda de uns e soerguimento de outros, sendo um sinal provocador de muitas contradições e de revelação dos pensamentos de muitos corações; bem como que uma espada de dor trespassaria a alma de Maria. Cumpre-nos, pois, como cristãos, como integrantes do Corpo de Cristo, que é sua Igreja, filhos de Maria, mãe de Jesus, cabeça da Igreja - e portanto mãe da Igreja por excelência - ser também sinais no mundo, atuando com coerência evangélica, com coragem e não com pusilanimidade [...] preparados para ter a alma trespassada por muitas dores e desilusões; que nada nos demova de nosso dever de dar testemunho de Jesus e de Maria Santíssima, seguindo seus divinos exemplos!