outubro 16, 2023

16 de outubro de 2023

LITURGIA DE 16 DE OUTUBRO DE 2023 – SEGUNDA-FEIRA DA XXVII SEMANA DO TEMPO COMUM

Tais santas palavras e ensinamentos compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura (Rm 1,1-7), de impregnar-nos da consciência de que, se estamos apreciando essas palavras, fomos de algum modo chamados pelo Senhor a sermos servos de Cristo, escolhidos para anunciar o Evangelho, imbuídos da missão de auxiliar as pessoas a entenderem que Jesus Cristo é o Filho de Deus que ressuscitou dos mortos e que a salvação do mundo se dará quando todas as nações prestarem obediência a ele, na fé. As santas palavras do Salmo Responsorial (Sl 97) compelem-nos a cantar ao Senhor um cântico novo, porque ele operou maravilhas. Sua mão e seu santo braço nos dão a vitória. O Senhor faz conhecer a sua salvação. Manifesta sua justiça à face dos povos. Ele se lembra de sua bondade e de sua fidelidade em favor dos que o buscam. Em todos os confins da terra se pode ver a salvação de nosso Deus. Aclamemos o Senhor, todos os povos da terra; regozijemo-nos, alegremo-vos e cantemos. Salmodiemos ao Senhor com a cítara, ao som do saltério e com a lira. Com a tuba e a trombeta elevemos aclamações na presença do Senhor que é nosso rei! Cumpre-nos reconhecer que as ondas do mar e tudo o que contém, dos simples córregos aos rios mais caudalosos até os ventos que sopram contra as montanhas; o globo inteiro e os que nele habitam aplaudem e exultam em brados de alegria diante do Senhor que nos criou e a todos nos sustenta; o Senhor que governa a terra com justiça e equidade. Que nos voltemos cada vez mais para o Senhor, que sigamos com cada vez maior acuracidade suas divinas orientações, vivendo fiéis à sua santa vontade, para que o maligno deixe de ter poder para atrapalhar a suprema felicidade a que estamos destinados como filhos do Senhor Deus! O Santo Evangelho (Lc 11,29-32) compele-nos a impregnar-nos da consciência de que a perversidade predomina na humanidade, desde antanho até os tempos atuais; a profunda dureza de coração, a insensibilidade em grau extremo assola grande parte da população, que não consegue perceber o óbvio ululante de que o Senhor é o criador de tudo e que cumpre-nos, para viver em paz e felicidade, obedecer os seus divinos desígnios. Nos tempos de Jesus, ele havia realizado grande número de sinais, mas os pseudo-sábios da época solicitavam ainda mais... Miríades de sinais borbulham à nossa frente, milagres esplendorosos são operados na criação e, apesar disso, são ainda tantos os que permanecem indiferentes, insensíveis, parvos, estupidamente sugestionados pelo maligno, o qual tudo faz para tornar-nos padecentes da pior das cegueiras: a daqueles que não querem ver (Jr 5,21)!