janeiro 2024

31 de janeiro de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 31 DE JANEIRO DE 2024

Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência do que revela e nos empenhemos para modelar nossas condutas a partir do que ilumina a sabedoria divina que emana das santas palavras da liturgia do dia 31 de janeiro de 2024, que esclarece em especial em 2 Samuel 24,2.9-17 sobre a atuação de Davi estribado no próprio entendimento, ordenando o recenseamento de seu povo por mero capricho, sem que houvesse tal necessidade. Sentindo remorso por agir à revelia da vossa vontade, expressou: "Cometi um grande pecado, fazendo isso. Mas agora apagai, ó Senhor, a culpa de vosso servo, porque procedi nesciamente." Muito embora tenha se arrependido, afastou-se da graça e desse modo atraiu desgraças sobre si e os seus, como houvera feito em ocasiões anteriores e como sempre ocorre quando nos abandonamos ao pecado. Do mesmo modo nós, de forma individual e também coletivamente, atraímos terríveis consequências com atitudes impensadas, precipitadas, dessintonizadas da vossa vontade, por falta de humildade e de zelo na busca da eficaz orientação divina. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos mantenhamos vigilantes e orantes para não cair em tentação, porém nas quedas, a exemplo de Davi, invoquemos a vossa misericórdia por nossa insensatez; enfrentemos as angústias das consequências das más atitudes e nos resignemos com o que tivermos que enfrentar, com especial cuidado para suplicar que seja evitado que nossos erros levem outros a serem prejudicados. Fazemos coro com o louvor orante do salmista (Sl 31,1-2.5-7): De Davi. Hino. Feliz aquele cuja iniquidade foi perdoada, cujo pecado foi absolvido. 2. Feliz o homem a quem o Senhor não argúi de falta, e em cujo coração não há dolo. 5. Então eu vos confessei o meu pecado, e não mais dissimulei a minha culpa. Disse: Sim, vou confessar ao Senhor a minha iniquidade. E vós perdoastes a pena do meu pecado. 6. Assim também todo fiel recorrerá a vós, no momento da necessidade. Quando transbordarem muitas águas, elas não chegarão até ele. 7. Vós sois meu asilo, das angústias me preservareis e me envolvereis na alegria de minha salvação. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que, conforme ilumina o Santo Evangelho de Marcos 6,1-6, nos impregnemos da consciência de que em determinada ocasião Jesus foi para sua pátria com seus discípulos e no sábado começou a ensinar na sinagoga. Muitos de seus compatriotas se admiravam, inquirindo-se donde lhe havia vindo tal sabedoria e poder para operar milagres. Sabedores de que Jesus era filho de José e Maria, criado com os primos (na linguagem hebraica e aramaica denominados irmãos) Tiago, José, Judas e Simão, cujas primas viviam ainda entre eles, mantinham-se perplexos a seu respeito. Jesus disse então: "Um profeta só é desprezado na sua pátria, entre os seus parentes e na sua própria casa." Em um clima de desconfiança, do que Jesus muito se admirou, tão somente curou alguns poucos enfermos impondo-lhes as mãos e prosseguiu sua jornada, percorrendo as aldeias circunvizinhas. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para atuarmos cientes de que o maligno impregna-nos de desconfiança, incitando-nos com pensamentos que desviam da realidade. Os conterrâneos e contemporâneos de Jesus, muito embora reconhecendo a inegável sabedoria divina por ele expressa, acompanhada de milagres jamais vistos, ao invés de abrir o coração para acolher o que seu olhos viam e seus ouvidos ouviam, acolheram a maledicência impregnada em suas mentes pelo maligno, permanecendo céticos. Tantos santos e filósofos, com especial deferência a Santo Tomás de Aquino, demonstraram por argumentos irretorquíveis a realidade da existência de Deus - e a natureza com suas maravilhas, dentre as quais a principal delas: o próprio ser humano, se constituem como que milagres inquestionáveis, que jamais poderão ser explicados sem um criador imensamente poderoso e sumamente amoroso - porém, ainda assim são muitos os que, persuadidos pelo maligno, insistem em negá-la. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos mantenhamos firmes na oração e na busca sincera do conhecimento das Sagradas Escrituras e da sã doutrina da Igreja, avançando na sua fiel prática, vigilantes e orantes para não nos perdermos nas sugestões malignas que desviam dos vossos caminhos. Cremos, Senhor, mas aumentai a nossa fé!
30 de janeiro de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 30 DE JANEIRO DE 2024

Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência do que revela e nos empenhemos para modelar nossas condutas a partir do que ilumina a sabedoria divina que emana das santas palavras da liturgia do dia 30 de janeiro de 2024, que esclarece em especial em 2 Samuel 18,9-10.14b.24-25a.30-19,3 sobre o fracasso de Absalão em seu intento de rebeldia, perdendo a própria vida nessa aventura - e a dor de Davi pela perda do filho - dor que foi respeitada pelo povo, que se manteve em silêncio em respeito ao luto do rei. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos mantenhamos nos caminhos do Senhor, livres de todas as insídias do maligno, em espírito de serenidade, respeitando as autoridades, sem jamais cair nas tentações que instam à rebeldia, à discórdia e às dissensões e possamos resolver as diferenças em espírito de correção fraterna. Fazemos coro com o louvor orante do salmista (Sl 85,1-6): Oração de Davi. Inclinai, Senhor, vossos ouvidos e atendei-me, porque sou pobre e miserável. 2. Protegei minha alma, pois vos sou fiel; salvai o servidor que em vós confia. Vós sois meu Deus; 3. tende compaixão de mim, Senhor, pois a vós eu clamo sem cessar. 4. Consolai o coração de vosso servo, porque é para vós, Senhor, que eu elevo minha alma. 5. Porquanto vós sois, Senhor, clemente e bom, cheio de misericórdia para quantos vos invocam. 6. Escutai, Senhor, a minha oração; atendei à minha suplicante voz. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para, conforme ilumina o Santo Evangelho de Marcos 5,21-43, sigamos o exemplo de fé de Jairo, que prostrou-se aos pés de Jesus, rogando-lhe para que salvasse sua filha - e também da hemorroísa, que tocou o manto de Jesus com fé e obteve a cura, tendo Jesus lhe dito: "Filha, a tua fé te salvou. Vai em paz e sê curada do teu mal." Em seguida, diante da notícia que trouxeram a Jairo de que sua filha havia morrido, disse-lhe Jesus: "Não temas; crê somente." Levando consigo Pedro, Tiago e João, foi até a casa de Jairo, ordenou aos demais que saíssem, entrou no aposento em que estava a menina de 12 anos, segurou-lhe a mão e ordenou que levantasse. Ela se levantou e se pôs a caminhar, então Jesus ordenou que lhe dessem de comer. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência de que nossa fé nos salvará e que jamais temamos, mas creiamos somente, permanecendo em paz, com firme esperança vós de que nos curareis de todos males que nos assolam! Cremos, Senhor, mas aumentai a nossa fé!
29 de janeiro de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 29 DE JANEIRO DE 2024

Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência do que revela e nos empenhemos para modelar nossas condutas a partir do que ilumina a sabedoria divina que emana das santas palavras da liturgia do dia 29 de janeiro de 2024, que esclarece em especial em 2 Samuel 15,13-14.30; 16,5-13a sobre as tribulações de Davi com a revolta de seu filho Absalão, que intentou usurpar-lhe o trono, tendo Davi, logo que recebeu a notícia, concitado os que estavam com ele a fugir, para não serem passados a fio de espada. Davi e o povo subiram então, chorando, o Monte das Oliveiras. Enquanto se retirava com os seus, um homem da casa de Saul, chamado Semei, os acompanhava proferindo maldições e atirando pedras, afirmando que Davi havia usurpado o trono de Saul e que agora o Senhor havia entregue o trono ao seu filho Absalão, regozijando-se por vê-lo oprimido de males. Interpelado pelos seus, que desejavam eliminar tal homem, afirmou Davi: "Vede: se meu filho, fruto de minhas entranhas, conspira contra a minha vida, quanto mais agora esse benjaminita? Deixai-o amaldiçoar, se o Senhor lho ordenou. Talvez o Senhor considere a minha aflição e me dê agora bens por esses ultrajes." Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que, a exemplo de Davi, atuemos cientes de que a maioria dos males que se abatem sobre nossas vidas - e isso vale tanto para indivíduos quanto para coletividades - se constituem frutos de nossos pecados. Que a exemplo de Davi, nos portemos com resignação, suportando-os humildemente, mantendo a esperança de que vós tereis piedade e que as tempestades passarão. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que vigiemos e oremos, buscando em tudo emendar nossas condutas para bem semear e assim bem colher. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que, conforme esclarece o Santo Evangelho em Marcos 5,1-20, nos impregnemos da consciência de que, assim que saíram da barca ao passarem para a outra margem do lago, no território dos gerasenos, veio ao encontro de Jesus um homem possesso que vivia no cemitério, tendo o mesmo várias vezes escapado dos grilhões e cadeias com que quiseram prendê-lo. Andava pelos sepulcros e nos montes, gritando e ferindo-se com pedras. Esse homem prostrou-se diante de Jesus e gritou em alta voz: "Que queres de mim, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Conjuro-te por Deus, que não me atormentes." Isso porque Jesus havia dito: "Espírito imundo, sai deste homem!" Jesus perguntou-lhe o nome, ao que respondeu: "Legião é o meu nome, porque somos muitos." Pediram então para não serem lançados fora daquela região. Uma manada de porcos pastava ali próximo e eles pediram a Jesus que os mandasse para os porcos. Assim se fez, os espíritos imundos entraram nos porcos e a manada - em torno de dois mil - precipitou-se no mar, afogando-se. Os pastores dos porcos fugiram, contando aos que encontraram no caminho e também na cidade o que acontecera. Muitos vieram ver o que ocorrera e viram o possesso sentado, coberto com seu manto e calmo, o que gerou grande estranhamento e então pediram a Jesus que se retirasse de sua região. O possesso pediu permissão para acompanhá-los, mas Jesus o orientou a voltar para sua casa e anunciar o que o Senhor fez, como havia se compadecido dele. O homem obedeceu e anunciou por toda a Decápole o que Jesus havia feito por ele e todos se admiravam. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos apropriemos da riqueza de tal perícope, extraindo dela a clareza de que legiões de espíritos imundos assolam os seres que não se mantém sintonizados com os ensinamentos divinos, os sacramentos - os que não buscam a presença de Jesus. Um forte indício de tal realidade é a automutilação: o homem possuído por legião feria-se com pedras; em nossos dias são múltiplos os relatos de pessoas - especialmente jovens - que cortam os pulsos... Porém há outras formas de autoagressão: tudo o que é prejudicial à própria pessoa e ela não recusa. Por exemplo: audição de músicas degradantes; fumar; consumo abusivo de álcool; consumir drogas; compulsão sexual etc. Tudo isso afunda o ser em uma realidade degradante, em um círculo vicioso que mantém o viver em um nível infernal, mesmo que desfrute de muitos bens materiais. A paz profunda, fonte da verdadeira felicidade, somente é encontrada em um viver pautado nos desígnios divinos. Tais desígnios são expressos com toda a clareza na sã doutrina cristã, sendo fundamental para isso o encontro com Jesus e a manutenção de um relacionamento íntimo, de profunda amizade com ele: pela busca do alimento da palavra e da Eucaristia na Santa Missa; pela adoração ao Santíssimo Sacramento; pelas práticas devocionais - como a récita do Santo Rosário, a invocação do auxílio dos anjos, as orações vocais, mentais, o estudo orante da Palavra de Deus, Liturgia das Horas etc. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que, tendo sido contemplados com tais inestimáveis graças - tendo vos compadecido de nós; nos libertado de muitas desgraças; vindo até nós; tendo ensinado e dado magníficos exemplos, até o supremo sacrifício na cruz; tendo suscitado os apóstolos e a Igreja, que foi sustentada com o sacrifício de muitos mártires e o empenho de muitos outros santos - nos empenhemos denodadamente para usufruir com cada vez maior zelo tais dádivas divinas, bem como testemunhemos e anunciemos tudo o que vós fizestes por nós! E também denunciemos tudo o que conspira contra essa maravilhosa corrente de graças, intentando desvirtuar o que provém do divino. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da clareza da atitude insensata dos gerasenos, que pediram a Jesus que se retirasse, o que se constitui gritante exemplo de inversão de valores. Pesarosos pela perda dos porcos, apressaram-se em afastar Jesus. Não valoraram com reto discernimento - não deram o devido valor à cura e à libertação do possesso. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para refletir, meditar com profundidade e sinceridade: em nossos dias, o que tem sido mais valorizado? Os porcos, os bens materiais, ou o que provêm de Deus - seu Reino e sua justiça? Que sementes temos plantado, como coletividade, como humanidade? O que estamos colhendo? O que plantaremos doravante? O que desejamos colher? Cremos, Senhor, mas aumentai a nossa fé!
28 de janeiro de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 28 DE JANEIRO DE 2024

Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência do que revela e nos empenhemos para modelar nossas condutas a partir do que ilumina a sabedoria divina que emana das santas palavras da liturgia do dia 24 de janeiro de 2024, que esclarece em especial em Deuteronômio 18,15-20 que o Senhor Deus comunicou a Moisés que suscitaria um profeta entre o povo de Israel - designando tal missão ao próprio filho, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo - e a ele devemos ouvir, pois o que diz é Palavra de Deus! Fazemos coro com o louvor orante do salmista (Sl 94,1-2.6-9): Vinde, manifestemos nossa alegria ao Senhor, aclamemos o Rochedo de nossa salvação; 2. apresentemo-nos diante dele com louvores, e cantemos-lhe alegres cânticos [...] 6. Vinde, inclinemo-nos em adoração, de joelhos diante do Senhor que nos criou. 7. Ele é nosso Deus; nós somos o povo de que ele é o pastor, as ovelhas que as suas mãos conduzem. Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: 8. Não vos torneis endurecidos como em Meribá, como no dia de Massá no deserto, 9. onde vossos pais me provocaram e me tentaram, apesar de terem visto as minhas obras. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência de que São Paulo Apóstolo - e também nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, de quem é embaixador - deseja que aqueles que se sentirem chamados à vida consagrada ao Senhor de forma mais efetiva, o façam livres de toda preocupação. Esclarece o Apóstolo que os que o fizerem se mantendo solteiros poderão se dedicar de forma concentrada no serviço ao Senhor - com o que estarão aptos a agradá-lo de forma toda especial, ao passo que quem se casar, por consequência natural, terá que se preocupar, além do próprio sustento, com o do cônjuge e da família. Tal estado de vida é destinado prioritariamente ao cumprimento dos deveres conjugais e familiares. Cumpre a quem o adota, dentro dos parâmetros doutrinais da Igreja, buscar primeiro o Reino de Deus e sua justiça, porém inevitavelmente condicionado ao estado de vida de casado, só podendo servir parcialmente ao Senhor, à Igreja - pois do contrário restariam negligenciados os deveres conjugais e familiares. Desse modo, falando com clareza, ensina o quanto o celibato clerical e dos optantes pela vida consagrada como irmãos e irmãs religiosos se faz necessário, sendo imprescindível a quem se sente chamado ao serviço intensivo ao Senhor. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência da maravilha da doutrina de Jesus e de sua autoridade divina, que realiza como que a "assepsia espiritual" dos ambientes em que tal doutrina e autoridade são seguidos, purificando-os das influências e interferências do maligno. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para nos aprofundarmos a cada dia mais no aprendizado da Palavra de Deus e da sã doutrina da Igreja e que invoquemos diariamente o poder de Jesus para exercer sua autoridade, purificando nossos lares, comunidades e todo o mundo das influências e interferências do maligno. Cremos, Senhor, mas aumentai a nossa fé!
27 de janeiro de 2024

Testemunho de vida do fundador da Confraria Contardo Ferrini

O protagonista dessa iniciativa, André Luiz Alves, nascido em 1967, foi seminarista em 1982 e se afastou da Igreja aos 16 anos, passando a percorrer muitos caminhos, mas em nenhum deles encontrou o que de fato saciasse a alma. Se aprofundou em conhecimentos místicos orientais e ocidentais diversos e também em estudos acadêmicos (licenciatura em Pedagogia; pós-graduação em Educação com Ênfase em Psicopedagogia; bacharelado em Direito; pós-graduação em Direito Constitucional Aplicado - tendo ainda cursado graduação e pós-graduação na área da Filosofia). Passou então por uma experiência que considera como um resgate, em um retiro realizado numa comunidade de vida ligada à Igreja Católica, no ano de 2017.
27 de janeiro de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 27 DE JANEIRO DE 2024

Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência do que revela e nos empenhemos para modelar nossas condutas a partir do que ilumina a sabedoria divina que emana das santas palavras da liturgia do dia 27 de janeiro de 2024, que esclarece em especial em 2 Samuel 12,1-7a.10-17 sobre o pecado de Davi, que lhe foi apresentado com a comparação de um homem rico que possuía ovelhas e bois em grande quantidade e se apossou da única ovelha de um homem pobre. Davi se indignou com tal homem, ao que o profeta Natã lhe disse que se tratava dele mesmo, pois similar a essa foi a atitude que teve com Urias, contra o qual Davi tramou até a morte para evitar que viesse à tona o escandaloso fato de que houvera engravidado a esposa do mesmo. Com isso Davi atraiu muitos males sobre si e seu povo, do qual era rei. Reconhecendo seu pecado, a baixeza de sua conduta, se colocou em atitude de penitência: vestiu-se de saco, deitou-se no chão e permaneceu em jejum por longo tempo. Teve algumas das desgraças que atraiu sobre si perdoadas; porém não sem amargar boa parte da colheita das más sementes que houvera plantado - primeiro envolvendo-se com mulher casada e depois, enredado na armadilha que o maligno lhe preparou, atuando com perfídia para com o fiel Urias. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos mantenhamos vigilantes e orantes, de modo a não cair nas tentações do maligno, que se vale de nossos desejos carnais para nos colocar a perder. Que não caiamos jamais, firmes nas orações e práticas católicas; agarremo-nos no Santo Rosário e nos elevemos, conta por conta, às regiões do Espírito, onde a carne não prevalece, na companhia dos anjos que atuam sob as ordens de Maria Santíssima - e nos mantenhamos em estado de pureza, de acordo com o estado de vida a que fomos chamados! Fazemos coro com o louvor orante do salmista (Sl 50,12-17): Ó meu Deus, criai em mim um coração puro, e renovai-me o espírito de firmeza. 13. De vossa face não me rejeiteis, e nem me priveis de vosso santo Espírito. 14. Restituí-me a alegria da salvação, e sustentai-me com uma vontade generosa. 15. Então aos maus ensinarei vossos caminhos, e voltarão a vós os pecadores. 16. Deus, ó Deus, meu salvador, livrai-me da pena [...] [de meus pecados], e a vossa misericórdia a minha língua exaltará. 17. Senhor, abri meus lábios, a fim de que minha boca anuncie vossos louvores. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência do poder e autoridade divinos de Jesus, quem conforme Marcos 4,35-41, ordenou ao mar e ao vento que se calassem e então se seguiu grande bonança. E em seguida disse aos discípulos: "Como sois medrosos! Ainda não tendes fé?" Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para, diante das tempestades que a vida nos apresenta, invoquemos o poder e autoridade de Jesus e nele confiemos, deixando de ser temerosos do que pode ser combatido e resolvido com firme fé! Cremos, Senhor, mas aumentai a nossa fé!
26 de janeiro de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 26 DE JANEIRO DE 2024

Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência do que revela e nos empenhemos para modelar nossas condutas a partir do que ilumina a sabedoria divina que emana das santas palavras da liturgia do dia 25 de janeiro de 2024, que esclarece em especial em 2 Timóteo 1,1-8 sobre o exemplo de amor fraterno dado por Paulo ao se dirigir a Timóteo, apresentando-se como apóstolo de Jesus Cristo, pela vossa vontade, para anunciar a promessa da vida que está em Jesus Cristo. Desejou-lhe graça, misericórdia e paz da parte de Deus Pai e de Jesus Cristo, nosso Senhor, a quem serve com pureza de consciência, como aprendeu com seus pais a servir a Deus. Manifestou lembrar de Timóteo nas orações diárias e da alegria que sentia ao lembrar dele, mantendo na memória a fé sincera que recebeu da avó e da mãe. Exortou-o a reavivar a chama do dom de Deus que recebeu pela imposição de suas mãos - que o ordenaram Bispo - afirmando que vós não nos destes um espírito de timidez, mas de fortaleza, de amor e sabedoria, cumprindo, portanto, dar testemunho de Jesus e de seus santos, ainda que o anúncio do Evangelho enseje sofrimento, com confiança de que o vosso poder nos dará as forças necessárias para tudo suportar. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para apropriar-nos das profundas lições de fé concentradas nessas palavras: a clareza que nos proporcionam de que há uma outra vida em Cristo - a vida verdadeira, plena, que nos proporciona a paz divina; a servir-vos com pureza de consciência, cultivando a fé que recebemos de quem nos ama; a lembrar com alegria dos amigos nas orações diárias; a reavivar a chama dos vossos dons que recebemos nos sacramentos, superando a timidez e testemunhando com fortaleza, amor e sabedoria Jesus e os seus santos, ainda que o anúncio do Evangelho gere sofrimento pelas incompreensões dos obstinados no erro - com confiança de que vós tudo provereis aos que vos são fiéis. Fazemos coro com o louvor orante do salmista (Sl 95,1-3.7-8a.10): Cantai ao Senhor um cântico novo. Cantai ao Senhor, terra inteira. 2. Cantai ao Senhor e bendizei o seu nome, anunciai cada dia a salvação que ele nos trouxe. 3. Proclamai às nações a sua glória, a todos os povos as suas maravilhas. (…) 7. Tributai ao Senhor, famílias dos povos, tributai ao Senhor a glória e a honra, 8. tributai ao Senhor a glória devida ao seu nome. (…) 10. Dizei às nações: O Senhor é rei. E (a terra) não vacila, porque ele a sustém. Governa os povos com justiça. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que aprendamos em especial com o exemplo de delegação de atribuições dado por Jesus, designando setenta e dois outros discípulos para atuar missionariamente pelos lugares onde tinha de ir - e a esses se sucederam milhares e milhares ao longo da história da Igreja. Afirmou que a messe é grande e são poucos os operários, cumprindo-nos rogar ao Senhor da messe para que mande operários para ela. Advertiu-os de que eram enviados como ovelhas entre lobos, aconselhando-os a se hospedarem onde fossem bem recebidos e a aceitarem o que lhes fosse oferecido para comer e beber, exercendo a missão de curar os enfermos e anunciar a proximidade do Reino de Deus. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que enfrentemos com fortaleza os desafios que as missões que recebemos encerram e aumentemos dia-a-dia, a exemplo de São Paulo, o zelo em fazer da melhor forma possível o que vós quereis que façamos, contribuindo desse modo para a cura das maiores enfermidade que o mundo padece, que são as de origem espiritual. Que possamos contribuir para que a vida em Cristo se torne pujante em muitos e o Reino de Deus se torne realidade cada vez mais proeminente nas vidas individuais, nas famílias, nas comunidades, nas localidades, nos países e em todo o mundo! Cremos, Senhor, mas aumentai a nossa fé!
25 de janeiro de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 25 DE JANEIRO DE 2024

Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência do que revela e nos empenhemos para modelar nossas condutas a partir do que ilumina a sabedoria divina que emana das santas palavras da liturgia do dia 24 de janeiro de 2024, que esclarece em especial em Atos dos Apóstolos 22,3-16 sobre o teor do discurso de São Paulo, reconhecendo que era um judeu praticante, entusiasta da vossa causa, porém equivocadamente perseguia de morte os cristãos, sendo um dos encarregados de prender os que professassem a vossa doutrina, para que fossem castigados. Dirigindo-se a Damasco para realizar esse intento, foi cercado por uma forte luz, caiu por terra e ouviu uma voz que lhe disse: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" Ao perguntar quem lhe falava, ouviu: "Eu sou Jesus de Nazaré, a quem tu persegues." Relatou que seus companheiros viram a luz, mas não ouviram a voz. Perguntando o que deveria fazer, ouviu: "Levanta-te, vai a Damasco e lá te será dito tudo o que deves fazer." Impossibilitado de ver, pelo ofuscamento causado pela intensa luz, foi guiado pela mão por um dos companheiros até Damasco, onde Ananias o acolheu, fez com que recobrasse a visão e disse: "O Deus de nossos pais te predestinou para que conhecesses a sua vontade, visses o Justo e ouvisses a palavra da sua boca, 15. pois lhe serás, diante de todos os homens, testemunha das coisas que tens visto e ouvido. 16. E agora, por que tardas? Levanta-te. Recebe o batismo e purifica-te dos teus pecados, invocando o seu nome." Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para seguir o exemplo de Paulo, nos arrependendo de nossos erros e equívocos, obedecendo a voz do Senhor - que nos chega pelas Sagradas Escrituras - e, tomando posse dos conselhos de Ananias, busquemos conhecer cada vez mais a vossa vontade, demos testemunho do que temos visto e ouvido, nos empenhemos para honrar nosso batismo, purifiquemo-nos de nossos pecados e invoquemos o vosso nome com habitualidade. Fazemos coro com o louvor orante do salmista (116,1-2 ): Aleluia. Louvai ao Senhor todas as nações, louvai-o todos os povos, 2. porque sem limites é a sua misericórdia para conosco, e eterna a fidelidade do Senhor. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência de que Jesus ordenou aos apóstolos: "Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura. 16. Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado. 17. Estes milagres acompanharão os que crerem: expulsarão os demônios em meu nome, falarão novas línguas, 18. manusearão serpentes e, se beberem algum veneno mortal, não lhes fará mal; imporão as mãos aos enfermos e eles ficarão curados." Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que, em gratidão por tudo que temos recebido, nos invistamos do compromisso de contribuir com os mais intensos empenhos na obra da evangelização, conforme as oportunidades se apresentarem em nossas vidas, cientes de que aqueles que crêem e são batizados são contemplados com a oportunidade de salvar-se de uma vida imersa na lama do pecado e das pérfidas consequências dos erros a que o maligno induz aqueles que vivem por ele escravizados - por ignorância das maravilhas do caminho cristão. A maior atitude de amor que se pode ter por um ser humano é auxiliá-lo a libertar-se da condenação à realidade semi-animalesca que consiste o viver afastado dos desígnios divinos. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que sejamos diligentes colaboradores na obra da salvação, empenhando-nos com todas as forças para conduzir muitos às maravilhosas graças que vivenciamos ao adentrar na senda cristã, na Igreja como Jesus e os apóstolos a constituíram - em suma: no Reino de Deus! Cremos, Senhor, mas aumentai a nossa fé!
24 de janeiro de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 24 DE JANEIRO DE 2024

Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência do que revela e nos empenhemos para modelar nossas condutas a partir do que ilumina a sabedoria divina que emana das santas palavras da liturgia do dia 24 de janeiro de 2024, que esclarece em especial em 2 Samuel 7,4-17 que, diante da manifestação de Davi ao profeta Natã de que desejava fazer para a arca de Deus um templo de cedro, Natã foi orientado pelo Senhor - que alçou Davi da condição de pastor de ovelhas a rei, que o protegeu e assistiu no enfrentamento de todos os seus inimigos, que designou um lugar para o povo de Israel e ali o fixou e protegeu - de que suscitaria um filho de Davi para firmar seu reino e construir-lhe um templo; teria com ele um relacionamento de pai para filho; que o castigaria se cometesse alguma falta, mas não lhe tiraria sua graça. Natã comunicou a Davi o que vós orientastes eele obedeceu, passando a proceder conforme tais orientações. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para reconhecer tudo o que fizestes em nossas vidas; que busquemos conselho com pessoas qualificadas para serem portadoras de vossa palavra e assim possamos orientar nossas vidas conforme vossos desígnios. Fazemos coro com o louvor orante do salmista (Sl 88,4-5.27-30): Concluí, dizeis vós, uma aliança com o meu eleito; liguei-me por juramento a Davi, meu servo. 5. Conservarei tua linhagem para sempre, manterei teu trono em todas as gerações. 27. Ele me invocará: Vós sois meu Pai, vós sois meu Deus e meu rochedo protetor. 28. Por isso eu o constituirei meu primogênito, o mais excelso dentre todos os reis da terra. 29. Assegurado lhe estará o favor eterno, e indissolúvel será meu pacto com ele. 30. Dar-lhe-ei uma perpétua descendência, seu trono terá a duração dos céus. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência de que Jesus pôs-se a ensinar a multidão, contando a parábola do semeador, dizendo que parte de suas sementes caíram à beira do caminho e as aves comeram; parte no pedregulho, onde germinaram, porém feneceram pelo calor do sol, por não terem se enraizado profundamente; parte entre os espinhos, os quais as sufocaram - e parte em terra boa, onde germinaram, cresceram e se desenvolveram, rendendo algumas trinta, outras sessenta e outras ainda cem por um. Estando a sós com os discípulos, explicou-lhes que o semeador semeia a palavra, porém, de modo semelhante aos grãos semeados à beira do caminho, alguns ouvem-na, porém Satanás, com suas tentações sedutoras ao pecado, os distrai e retira-lhes a palavra. Outros, como as sementes no solo pedregoso, recebem alegremente a palavra, mas por inconstância, diante de quaisguer tribulações ou perseguições por causa da palavra, desistem de cultivá-la. Outros a recebem como que entre espinhos, pois a ouvem mas a sufocam com as preocupações mundanas, as ilusões dos bens materiais e as diversas cobiças que a concupiscência da carne e dos olhos, bem como a soberba da vida (conforme 1 João 2,16) suscitam. Porém, afirmou Jesus: "Aqueles que recebem a semente em terra boa escutam a palavra, acolhem-na e dão fruto, trinta, sessenta e cem por um." Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que cultivemos conscienciosamente a palavra em nossas vidas, de modo que ela frutifique prolificamente e possamos levá-lo como sustento e remédio para muitos! Cremos, Senhor, mas aumentai a nossa fé!
23 de janeiro de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 23 DE JANEIRO DE 2024

Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência do que revela e nos empenhemos para modelar nossas condutas a partir do que ilumina a sabedoria divina que emana das santas palavras da liturgia do dia 23 de janeiro de 2024, que esclarece em especial em 2 Samuel 6,12b-15.17-19 sobre o transporte da arca do Senhor para a cidade de Davi, que acompanhou o trajeto dançando com todas as suas forças diante do Senhor; o povo acompanhava o rei com gritos de alegria, ao som das trombetas. A arca foi instalada no lugar a ela destinado e em seguida foi distribuído a cada integrante da multidão um bolo, um pedaço de carne e uma torta em comemoração do memorável e venturoso evento. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos alegremos e regozijemos intensamente, ainda que o seja de forma discreta, no interior de nossos corações, pela oportunidade de nos colocarmos diante da presença divina no Santíssimo Sacramento Eucarístico, em todos os sacrários do mundo - e que aproveitemos ao máximo as oportunidades para nos colocarmos em adoração, junto à vossa presença! Fazemos coro com o louvor orante do salmista (Sl 23,7-10): Levantai, ó portas, os vossos dintéis! Levantai-vos, ó pórticos antigos, para que entre o Rei da glória! 8. Quem é este Rei da glória? É o Senhor forte e poderoso, o Senhor poderoso na batalha. 9. Levantai, ó portas, os vossos dintéis! Levantai-vos, ó pórticos antigos, para que entre o Rei da glória! 10. Quem é este Rei da glória? É o Senhor dos exércitos! É ele o Rei da glória. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que, conforme esclarece Santo Evangelho de Marcos 3,31-35, nos impregnemos da consciência de que, ao ser dito a Jesus que sua mãe e seus irmãos (tratavam-se dos primos, que em hebraico e aramaico eram também chamados irmãos) estavam ali à sua procura, ele afirmou que aqueles que fazem a vontade de Deus são seus irmãos, suas irmãs e sua mãe. Cumpre-nos refletir o quão verdadeiras são tais palavras, que designam a família estendida de Jesus, que podemos denominar de família divina. Além dos milhares, quiçá milhões de irmãos e irmãs consagrados à vida religiosa, bilhões de leigos também a integraram ao longo dos vinte séculos em que o cristianismo cresce no mundo, sendo a nós também concedido esse imenso privilégio. E dentre os que se empenham por fazer a vossa santa vontade, integrando assim a família divina de Jesus, ninguém o fez de forma tão ampla e efetiva quanto Maria Santíssima, a cheia de graça (conforme Lucas, 1,28), reconhecida como Mãe da Igreja, da qual Cristo é a cabeça (Ef 1,22) e nós seus membros (1Cor 12:27). Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para fazer cada vez mais a vossa santa vontade e assim usufruir plenamente a herança divina de filhos de Deus que Jesus, nosso irmão, conquistou para nós com sua vida e sacrifício na cruz. Cremos, Senhor, mas aumentai a nossa fé!
22 de janeiro de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 22 DE JANEIRO DE 2024

Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência do que revela e nos empenhemos para modelar nossas condutas a partir do que ilumina a sabedoria divina que emana das santas palavras da liturgia do dia 22 de janeiro de 2024, que esclarece em especial em 2 Samuel 5,1-7.10 que os anciães de todas as tribos de Israel se dirigiram a Davi em Hebron e reconheceram nele aquele a quem vós dissestes: "És tu que apascentarás o meu povo e serás o chefe de Israel." Davi fez com eles um tratado diante de vós e eles o sagraram rei de Israel, tendo reinado sete anos e meio em Hebron sobre o povo de Judá e mais trinta e três anos em Jerusalém, sobre todo o povo de Israel e também Judá. Davi apoderou-se com seus homens da fortaleza de Sião, expulsando os jebuseus que então ocupavam a terra, tendo se fortificado buscando a vossa companhia, invocando-vos para que o orientasse, assistisse e auxiliasse em tudo o que fazia, sendo o livro dos Salmos - que em sua maioria são atribuídos a Davi - uma referência desse relacionamento íntimo convosco. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para seguir o exemplo de Davi, nos dispondo a assumir a missão com que formos investidos, confiantes de que nos dareis as condições necessárias para exercê-la; enfrentando com coragem os árduos desafios que surgirem no decorrer da jornada e nos mantendo em um relacionamento de íntima amizade convosco, invocando-vos para que nos orienteis, assistais e auxilieis em tudo o que fizermos. Fazemos coro com o louvor orante do salmista (Sl 88,20-22.25-26): Outrora, em visão, falastes aos vossos santos e dissestes-lhes: Impus a coroa a um herói, escolhi meu eleito dentre o povo. 21. Encontrei Davi, meu servidor, e o sagrei com a minha santa unção. 22. Assistir-lhe-á sempre a minha mão, e meu braço o fortalecerá. 25. Com ele ficarão minha fidelidade e bondade, pelo meu nome crescerá o seu poder. 26. Estenderei a sua mão por sobre o mar, e a sua destra acima dos rios. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência de que os escribas - eles sim, contaminados pelos espíritos malignos que incitam à inveja e ao despeito - acusaram Jesus de estar possuído por Beelzebul e expulsar os demônios em nome do príncipe dos demônios. Jesus redarguiu: "Como pode Satanás expulsar Satanás? Pois, se um reino estiver dividido contra si mesmo, não pode durar. E se uma casa está dividida contra si mesma, tal casa não pode permanecer. E se Satanás se levanta contra si mesmo, está dividido e não poderá continuar, mas desaparecerá." Arguiu ainda que ninguém pode subtrair os bens da casa de um homem forte sem antes o subjugar. Alertou-os também Jesus a respeito de que a blasfêmia contra o Espírito Santo se constitui pecado eterno, tendo eles cometido tal pecado ao atribuir a Satanás as obras operadas por meio do Espírito Santo que movia Jesus e com o qual ele investe aos que o buscam fielmente. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que busquemos cada dia a mais conhecer e praticar a vossa Santa Palavra, mantendo-nos fiés a vós e assim ungidos, investidos do Espírito Santo, nos mantendo vigilantes e orantes para não sermos subjugados pelas tentações, que são tentativas de sedução do maligno para lançar-nos no pântano do pecado e desse modo nos despojar de nosso mais precioso bem: a paz divina e as riquezas a ela associadas que vamos obtendo ao longo de nossa jornada, no caminho em que nos conduz a vida cristã. Cremos, Senhor, mas aumentai a nossa fé!
21 de janeiro de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 21 DE JANEIRO DE 2024

Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência do que revela e nos empenhemos para modelar nossas condutas a partir do que ilumina a sabedoria divina que emana das santas palavras da liturgia do dia 21 de janeiro de 2024, que esclarece em especial em Jonas 3,1-10 sobre o exemplo de obediência do profeta Jonas (apesar da resistência inicial), o qual foi anunciar ao povo de Nínive o que vós lhe ordenastes. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que emulemos a fé do povo a quem o profeta Jonas anunciou a iminência da destruição de sua cidade, que ouviu, acreditou, se converteu e fez penitência. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência da importância da adesão das autoridades aos desígnios divinos, tendo os maiorais de Nínive ordenado à toda população que fizesse jejum e penitência; que todos clamassem em alta voz a clemência divina e professassem o propósito de se converterem dos maus caminhos e da violência, na esperança de aplacar a justa ira divina que atraíram sobre si com suas condutas insensatas. Face a tal atitude, vendo que renunciavam os maus caminhos, vós suspendestes a consequência que lhes havíeis imputado. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que oremos frequentemente para que os governantes adiram aos vosso desígnios e nos arrependamos, nos convertamos, nos penitenciemos e clamemos clemência por nossos pecados. Fazemos coro com o louvor orante do salmista (Sl 24,4-9): Senhor, mostrai-me os vossos caminhos, e ensinai-me as vossas veredas. 5. Dirigi-me na vossa verdade e ensinai-me, porque sois o Deus de minha salvação e em vós eu espero sempre. 6. Lembrai-vos, Senhor, de vossas misericórdias e de vossas bondades, que são eternas. 7. Não vos lembreis dos pecados de minha juventude e dos meus delitos; em nome de vossa misericórdia, lembrai-vos de mim, por causa de vossa bondade, Senhor. 8. O Senhor é bom e reto, por isso reconduz os extraviados ao caminho reto. 9. Dirige os humildes na justiça, e lhes ensina a sua via. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência de que, conforme esclarece 1 Coríntios 7,29-31, o tempo de que dispomos é breve, a figura desse mundo é fugaz e logo passa - cumprindo-nos viver com o olhar elevado a Jesus e seus ensinamentos, que por sua vez nos elevam à sintonia com o eterno. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos desapeguemos do que é deste mundo, tomando consciência de que tudo o que é terreno é fugaz, cientes de que se constitui quimérica ilusão nos apegarmos aos amores, às dores, às alegrias, às posses e a tudo o mais que se faz uso nesse mundo. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para aspirar e usufruir tudo com sensatez e ponderação, em conformidade com a vossa santa vontade, de modo a dar-vos honra e glória, pois o que realmente importa é o que conduz à vida eterna. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência de que Jesus anunciou, conforme Marcos 1,14-20, que se completou o tempo para a chegada do Reino de Deus, cumprindo-nos fazer penitência e crer no Evangelho, na boa notícia que ele veio anunciar. Convidou os irmãos Simão e André e na sequência Tiago e João, filhos de Zebedeu, para segui-lo, dizendo-lhes que os faria pescadores de homens, tendo eles o seguido. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que sigamos Jesus, façamos penitência e creiamos no Evangelho, cientes de que o Reino de Deus está entre nós e que cumpre-nos tornar-nos a cada dia mais eficientes pescadores de homens, alçando desse modo nossos amados semelhantes à vida maravilhosa, aos retos caminhos do Reino de Deus, resgatando-os da vida semi-animalesca que se amarga no reino da mundaneidade, em meio às tentações e seduções do maligno. Cremos, Senhor, mas aumentai a nossa fé!