fevereiro 2024

29 de fevereiro de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 29 DE FEVEREIRO DE 2024

O Santo Evangelho (Lc 16,19-31) compele-nos em especial a impregnar-nos da consciência do que nos ensina Jesus na parábola do rico epulão e do pobre Lázaro, cabendo-nos empenhar-nos para observar rigorosamente e cumprir com esmero a lei da caridade, não permitindo que o nosso próximo padeça necessidades que estejam ao nosso alcance suprir. Quem se mantém insensível pode até por algum tempo usufruir de bem-estar material, porém a insensibilidade, a ganância, a avareza, a dureza de coração vão construindo, gradual e progressivamente, uma realidade infernal aqui mesmo na terra - pois não é possível ser feliz em meio à infelicidade do próximo - projetando para a eternidade as consequências da conduta insensata. Cumpre-nos, pois, ouvir e colocar em prática o que o Senhor nos diz para fazer e do que nos abster - em Isaías 58,6-7, as orientações são claras: "Sabeis qual é o jejum que eu aprecio? - diz o Senhor Deus: É romper as cadeias injustas, desatar as cordas do jugo, mandar embora livres os oprimidos, e quebrar toda espécie de jugo. É repartir seu alimento com o esfaimado, dar abrigo aos infelizes sem asilo, vestir os maltrapilhos, em lugar de desviar-se de seu semelhante." Cabe-nos impregnar-nos da consciência do destino dos avaros e dos esbanjadores, cujas atitudes geram consequências das quais implorarão compaixão, porém de más sementes não há como colher bons frutos. Convertamo-nos e cumpramos os desígnios divinos; ouçamos os que nos reportam a Palavra do Senhor - não sejamos insensatos!
28 de fevereiro de 2024

Como estamos dirigindo nossas vidas?

O ato de fé inicial pode ser comparado à atitude de levantar a cabeça, de parar de olhar para baixo – de trocar a direção do olhar que leva a derrocar o viver cada vez mais nas profundezas abissais da imundície a que o maligno nos insta permanentemente a afundar-nos. Na atitude inicial da fé, na decisão de aderir a Cristo, opera-se simbolicamente um levantar a cabeça e um estender os braços para Jesus que nos estende amorosamente os seus, para resgatar-nos e elevar-nos a alturas inimaginadas!
28 de fevereiro de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 28 DE FEVEREIRO DE 2024

As santas palavras da liturgia do dia 28 de fevereiro de 2024 compelem-nos em especial a assumir o compromisso – e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na 1ª Leitura, de nos impregnarmos da consciência do que revela e nos empenharmos denodadamente para modelar nossas condutas a partir do que ilumina a sabedoria divina, que esclarece em especial nesta perícope (Jr 18,18-20) que cumpre-nos impregnar-nos da consciência de que o maligno ronda as mentes e corações com tentações e sugestões incitadoras à ingratidão, à perfídia, à malevolência... Conforme ensina São Paulo em Efésios 6,12, não é contra homens de carne sangue que temos que lutar, mas contra as forças espirituais do mal espalhadas pelos ares. Cumpre-nos, pois, postar-nos vigilantes e orantes diante de todos, intercedendo por todos para que se voltem para os caminhos divinos, porém cientes de que aqueles que não vigiam e não oram podem se tornar instrumentos do maligno para nos atacar. Caso isso ocorra, que tenhamos a serenidade, a paz, a profunda consciência de que é o maligno quem nos ataca e sigamos o supremo exemplo de Jesus, que em sua agonia, na cruz, disse ao Pai, em relação aos que o fustigavam (Lucas 23,24): "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem!" Cabe-nos, portanto, atuar cientes de que os incautos tendem a cair nas tentações e seduções, tornando-se instrumentos do maligno e assim tendem inclusive a pagar o bem com o mal. Não cessemos jamais de por eles interceder e nos mantenhamos determinados a, invariavelmente, atuar em sentido contrário, pagando o mal com o bem, conforme o exemplo de Jesus e dos santos, cientes de que, mantendo-nos perseverantes, venceremos o mal com o bem, conforme concita o Apóstolo em Romanos 12,21.
27 de fevereiro de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 27 DE FEVEREIRO DE 2024

O Santo Evangelho (Mt 23,1-12) compele-nos em especial a fazer tudo o que de bom nos seja recomendado, ainda que quem o propõe não faça o que diz que deve ser feito. Cabe-nos, porém, evitar atitudes como atar fardos pesados e esmagadores sobre outrem, sobrecarregando com eles os semelhantes e ao mesmo tempo nos desembaraçando de todo peso. Cumpre-nos evitar realizar ações para sermos vistos pelos demais, jamais atuando de forma exibicionista. Insta-nos à consciência de que tão somente Jesus é o Mestre e nós somos todos irmãos e que ao maior cumpre servir a todos, posto que diante do juízo divino quem se exaltar será humilhado e quem se humilhar será exaltado.
26 de fevereiro de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 26 DE FEVEREIRO DE 2024

O Santo Evangelho (Lc 6,36-38) compele-nos em especial a empenhar-nos para sermos misericordiosos como o Pai celeste é misericordioso. Cabe-nos não julgar, para não sermos julgados; não condenar para não sermos condenados; perdoar e assim sermos também perdoados - e dar generosamente, com o que receberemos prodigamente. Cumpre-nos impregnar-nos da consciência de que assim agindo seremos agraciados com medida boa, cheia, recalcada e transbordante, pois com a medida que medirmos seremos nós também medidos.
25 de fevereiro de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 25 DE FEVEREIRO DE 2024

O Santo Evangelho (Mc 9,2-10) compele-nos em especial a manter-nos fiéis, trilhando os caminhos do Senhor, seguindo Jesus obedientemente, de modo a irmos nos transfigurando, para um dia chegarmos à plenitude da resplandecência, na íntima companhia divina. Oportuniza-nos a clareza de que os santos de Deus não morrem, mas se encontram em locais determinados pelo Senhor, sendo-lhes facultado dirigir-se para onde a vontade de Deus os enviar, como foi o caso de Moisés de Abraão, que se fizerem presentes junto a Jesus no evento da Transfiguração, no Monte Tabor. Concita-nos a colocarmo-nos em atitude de empatia com Pedro, Tiago e João, que ficaram de tal maneira impressionados com a resplandecente glória de Jesus junto a Moisés e Elias, que não desejavam sair daquele local, nem afastar-se de quem ali se encontrava. Cumpre-nos, porém, impregnar-nos da consciência de que tais momentos de intenso regozijo divino lhes foram proporcionados para se fortalecerem para enfrentar os árduos desafios que se avizinhavam - a paixão, morte e ressurreição de Jesus - e de modo similar assim sucede na vida de todos os cristãos. O que sabemos com profunda convicção é que vale a pena enfrentar o que quer que seja para usufruir da proximidade do Senhor! Escutemos, pois, o Filho amado do Pai, obedeçamos-lhe para que a cada dia nos aproximemos mais do viver glorioso junto à Trindade Santíssima!
24 de fevereiro de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 24 DE FEVEREIRO DE 2024

O Santo Evangelho (Mt 5,43-48) compele-nos em especial a impregnar-nos da consciência de mais alguns preciosos ensinamentos de Jesus com vistas a aperfeiçoar o que foi prescrito na lei insculpida no Antigo Testamento, que estabelecia como lícito amar o próximo, porém facultava odiar o inimigo. Jesus, por seu turno, ensina-nos a amar também nossos inimigos; a fazer o bem aos que nos odeiam e a orar pelo que nos maltratam e perseguem. Esclarece que essa é a conduta apropriada aos filhos de Deus (condição a que ele oportuniza alçar-nos, cumprindo para isso nele crer, praticar seus ensinamentos e ser batizados - integrando-nos desse modo ao seu corpo místico, a Igreja, tornando-nos assim seus co-herdeiros, filhos adotivos do Pai celeste). O Pai faz nascer o sol tanto sobre os bons quanto sobre o maus e faz chover sobre justos e injustos. Cumpre-nos, pois, a exemplo do Pai celestial, irradiar o nosso amor para todos, sem fazer acepção de pessoas, pois - questiona Jesus - que mérito haveria, o que faríamos de extraordinário se amássemos tão somente os que nos amam e nos relacionássemos cordialmente apenas com os que fazem parte do nosso círculo de amizades? Concita-nos a sermos perfeitos como o Pai celeste o é, a inspirar-nos em sua divina perfeição, adequando, ajustando, configurando nosso viver aos parâmetros divinos.
23 de fevereiro de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 23 DE FEVEREIRO DE 2024

O Santo Evangelho (Mt 5,20-26) compele-nos em especial a impregnar-nos da consciência de que cumpre-nos superar os padrões convencionais de justiça para entrar no Reino dos céus - para vivenciar o Reino, as delícias inefáveis que emanam do viver em estreita sintonia com a vontade divina. Tendo Jesus vindo não para abolir os mandamentos da lei divina e os ensinamentos dos profetas, mas para aperfeiçoar a sua prática (conforme Mateus 5,17), ensina-nos nessa perícope que do preceito divino de não matar emana o preceito aperfeiçoado de nem sequer irar-se contra o irmão, nem dirigir-lhe palavras malevolentes e muito menos execrações (palavras duras, denotadoras de odiosidade). Admoesta-nos Jesus que tais práticas condenam ao fogo do geena, ou seja, a tormentosos sofrimentos. Cumpre-nos, pois, não ferir ninguém com maus sentimentos e com palavras que os manifestem, sendo os ensinamentos do Evangelho e seus consectários (em especial as cartas apostólicas, bem como todo o conjunto da sã doutrina da Igreja) fontes pródigas de ensinamentos que nos levam a viver o amor divino, impregnando o viver com as delícias do Reino de Deus, o qual se torna antecipado já nesta vida para quem conhece e pratica tais ensinamentos - ao mesmo tempo que preparam para a feliz esperança da vida eterna. Cabe-nos ainda, conforme ensinou Jesus, reconciliar-nos, colocar a vida em ordem no que concerne à lei do amor, sendo isso requisito fundamental para bem praticar a religiosidade.
22 de fevereiro de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 22 DE FEVEREIRO DE 2024

Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência do que revela e nos empenhemos para modelar nossas condutas a partir do que ilumina a sabedoria divina que emana das santas palavras da liturgia do dia 22 de fevereiro de 2024, que esclarece em especial em 1 Pedro 5,1-4 que São Pedro Apóstolo exortou os que exercem funções de responsabilidade sobre outros irmãos na fé - na qualidade de testemunha e participante dos sofrimentos de Cristo e de sua glória - a velar sobre o rebanho com cuidado e dedicação espontânea, não constrangidos ou por interesses sórdidos. Não como dominadores absolutos, mas como modelos para o rebanho. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para exercer as funções às quais nos sentirmos chamados na Igreja, seja qual for, com alegria e espontaneidade, servindo com desprendimento, cuidado e dedicação, dando um bom testemunho, a exemplo do que foi dado por São Pedro, pelos apóstolos e pelos santos. (...)
21 de fevereiro de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 21 DE FEVEREIRO DE 2024

Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência de que a perversidade predomina na humanidade, desde antanho até os tempos atuais; a profunda dureza de coração, a insensibilidade em grau extremo assola grande parte da população, que não consegue perceber o óbvio ululante de que vós sois o criador de tudo e que cumpre-nos, para viver em paz e felicidade, obedecer os vossos divinos desígnios. Reconhecemos que nos tempos de Jesus, ele havia realizado grande número de sinais, mas os pseudo-sábios da época solicitavam ainda mais… De modo similar, muito embora miríades de sinais borbulhem à nossa frente, milagres esplendorosos sejam operados na criação… apesar disso, são ainda muitos os que permanecem indiferentes, insensíveis, parvos, estupidamente sugestionados pelo maligno, o qual tudo faz para tornar-nos padecentes da pior das cegueiras: a daqueles que não querem ver (Jr 5,21)! Que isso não ocorra conosco! Que nosso viver seja vigilante e orante; que os povos se convertam; que nos mantenhamos firmes na esperança de que vós determinareis e tudo será feito de acordo com a vossa santa vontade! Cremos, Senhor, mas aumentai a nossa fé!
20 de fevereiro de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 20 DE FEVEREIRO DE 2024

As santas palavras da liturgia do dia 20 de fevereiro de 2024 compelem-nos em especial a assumir o compromisso – e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na 1ª Leitura, de nos impregnarmos da consciência do que revela e nos empenharmos denodadamente para modelar nossas condutas a partir do que ilumina a sabedoria divina, que esclarece em especial nesta perícope (Is 55,10-11) que a chuva e a neve caem do alto e não voltam sem ter regado a terra, fecundando-a e fazendo germinar as plantas semeadas, com as quais se produzem os alimentos. Do mesmo modo, as palavras que provém da boca de Deus não retornam ser ter produzido o efeito, executando a vontade divina, cumprindo sua missão. Cumpre-nos, pois, absorver a Palavra de Deus para que regue nosso terreno interior, fecundando-o, fazendo germinar bons frutos que se transformam em boas obras para servir nossos semelhantes. Que a cada dia mais realizemos a vontade divina e cumpramos nossa missão de filhos amados de Deus! [...]
19 de fevereiro de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 19 DE FEVEREIRO DE 2024

luminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que, conforme ilumina o Santo Evangelho (Mt 25,31-46) nos impregnemos da consciência de que adentrar no vosso Reino implica em alimentar a quem tem fome; saciar a quem tem sede; acolher os peregrinos; vestir os maltrapilhos; visitar os enfermos; tratar com dignidade os encarcerados e praticar toda obra de misericórdia que tivermos a oportunidade de efetivar, tendo como foco do viver amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos - com atenção especial aos pequeninos, os menos favorecidos… Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para atuarmos cientes de que, não o fazendo, amargaremos as mais terríveis consequências: imaginando ter tudo, quem não partilha, quem não exerce a caridade, vivencia a mais deplorável miséria espiritual: um estado interior de ser semi-animalesco! Livrai-nos desse terrível mal! Cremos, Senhor, mas aumentai a nossa fé!