20 de janeiro de 2024
Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência do que revela e nos empenhemos para modelar nossas condutas a partir do que ilumina a sabedoria divina que emana das santas palavras da liturgia do dia 20 de janeiro de 2024, que esclarece em especial em 2 Samuel 1,1-4.11-12.19.23-27 sobre o pesar de Davi com a notícia da morte de Saul e Jônatas, com especial ênfase sobre a compressão de seu coração pela perda do fiel amigo Jônatas, cuja amizade lhe era mais preciosa que o amor das mulheres. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência de que estamos sujeitos a perdas dolorosas e compreendamos com profundidade a realidade expressa por Davi, de que uma amizade sincera é mais preciosa que a fonte dos mais elevados prazeres da carne- ainda que usufruídos licitamente, sob as bênçãos do sacramento do matrimônio - sendo tal perícope esclarecedora do quanto a amizade de Jesus é preciosa para os que optam pela vida consagrada com o voto de castidade. Fazemos coro com o louvor orante do salmista (Sl 79,2-7): Escutai, ó pastor de Israel, vós que levais José como um rebanho. 3. Vós que assentais acima dos querubins, mostrai vosso esplendor em presença de Efraim, Benjamim e Manassés. Despertai vosso poder, e vinde salvar-nos. 4. Restaurai-nos, ó Senhor; mostrai-nos serena a vossa face e seremos salvos. 5. Ó Deus dos exércitos, até quando vos irritareis contra o vosso povo em oração? 6. Vós o nutristes com o pão das lágrimas, e o fizestes sorver um copioso pranto. 7. Vós nos tornastes uma presa disputada dos vizinhos: os inimigos zombam de nós. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos profundamente da consciência do significado deste salmo; elevamos nossa súplica em uníssono com o salmista para que tenhais piedade de nós diante da zombaria que o mundo faz dos que vos são fiéis. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência de que, após escolher seus apóstolos no monte onde estava orando, Jesus os chamou, os instruiu e em seguida se dirigiram a uma casa, para onde afluiu tanta gente que não conseguiam mais nem tomar alimento. Quando os parentes de Jesus souberam disso, se dirigiram para lá com o propósito de retê-lo, considerando que ele estava fora de si. Iluminai-nos, inspirai-nos, orientai-nos e sustentai-nos para que nos impregnemos da consciência de que a missão cristã implica desafios, momentos de intensa atividade e também incompreensões dos que não conseguem perceber os significados divinos que subjazem tais momentos, bem como a missão como um todo. Sobre a impressão dos que consideraram que Jesus estava fora de si, a história que se sucedeu revela o quão enganados estavam, pois os frutos gerados pela atuação de Jesus e seus apóstolos revelam o quão saudável e divinamente provida de razoabilidade é a árvore da cristandade - e de quão amargos são os frutos produzidos pelas árvores que intentam substituí-la na condução dos destinos do gênero humano! Cremos, Senhor, mas aumentai a nossa fé!
