“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 26 DE JUNHO DE 2024
26 de junho de 2024“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 28 DE JUNHO DE 2024
28 de junho de 2024QUINTA-FEIRA – XII SEMANA DO TEMPO COMUM
Saudação
– Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
– Amém.
– A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
– Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

Oração firmadora do propósito de plenificar o viver com os tesouros brindados pela Santa Madre Igreja
Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, obrigado por mais este dia. Iluminai-me, inspirai-me, orientai-me e sustentai-me para que eu empregue especial empenho e dedicação em prosseguir na senda cristã, buscando, gradual e progressivamente, plenificar meu viver usufruindo os maravilhosos tesouros brindados pela Santa Madre Igreja disponibilizados neste “buffet espiritual”: o “Invitatório” das orações da Liturgia das Horas seguido do “Ofício das Leituras” e “Laudes”; a Santa Missa e a Meditação da Palavra do Senhor. Que na sequência, eu me empenhe em extrair o néctar espiritual potencializador da prática cristã nas sessões: IMPULSIONAMENTO AO ESTUDO ORANTE DA LITURGIA DIÁRIA (LECTIO DIVINA) – fundamental para o sustento, remédio e fortalecimento espiritual; EXEMPLOS DE PRÁTICA CRISTÃ (síntese das histórias de vida dos santos do dia) e ESTÍMULOS À SANTIFICAÇÃO DO DIA E DA VIDA – em que consistem as demais orações da Liturgia das Horas. Que eu possa usufruir esses tesouros da melhor forma possível, em meio às atividades que me cumpre realizar como deveres inerentes ao meu estado de vida, à vocação para a qual fui chamado. Creio, Senhor, mas aumentai a minha fé! Amém!
OFÍCIO DAS LEITURAS (NA MADRUGADA)
Do Primeiro Livro de Samuel 21, 2-10; 22, 1-5
Fuga de David
Naqueles dias, Davi partiu para Nob, onde se encontrava o sacerdote Aquimelec. Este saiu-lhe ao encontro e perguntou surpreendido: «Porque estás sozinho, sem ninguém a acompanhar-te?». Davi respondeu ao sacerdote Aquimelec: «O rei confiou-me um encargo, com ordem de não revelar a ninguém o motivo por que me enviou. Quanto aos meus homens, marquei-lhes encontro em tal sítio. E agora, se tens à mão cinco pães, dá-mos, ou então dá-me o que aí houver». O sacerdote disse a Davi: «Não tenho à mão pão vulgar, mas somente pão sagrado. Poderás tomá-lo, se os teus homens não se aproximaram das mulheres». Davi respondeu ao sacerdote: «Não tivemos contato com mulheres, como sucede sempre que parto em campanha. Se os homens conservam a pureza corporal, ainda que se trate de missão profana, com maior razão conservam eles hoje a pureza do corpo». Então o sacerdote entregou-lhe os pães sagrados, pois não havia ali senão os pães da proposição que se tinham retirado da presença do Senhor para serem substituídos.
Nesse dia encontrava-se ali, retido na presença do Senhor, um dos servos de Saul, o idumeu Doeg, maioral dos pastores de Saul. Davi perguntou a Aquimelec: «Não tens aí à mão uma lança ou uma espada? Não trouxe a minha espada nem as outras armas, porque a ordem do rei era urgente». O sacerdote respondeu: «A espada de Golias, o filisteu que abateste no Vale do Terebinto, está ali embrulhada num pano, atrás do umeral. Se queres, podes levá-la, pois aqui não há outra». Disse Davi: «Nem há outra como ela. Dá-ma cá».
Davi partiu e refugiou-se na gruta de Adolão. Souberam-no seus irmãos e toda a família, e foram lá ter com ele. Todos os que se encontravam em dificuldades, os que tinham algum credor ou viviam descontentes juntaram-se a Davi, e ele tornou-se o seu chefe. Ficaram com ele cerca de quatrocentos homens. Dali seguiu Davi para Masfa de Moab e disse ao rei de Moab: «Deixa que meu pai e minha mãe fiquem no meio de vós, até que eu saiba o que Deus quer fazer de mim». E levou-os à presença do rei de Moab, com o qual ficaram todo o tempo em que Davi permaneceu naquele abrigo. Entretanto o profeta Gad mandou dizer a Davi: «Não fiques nesse abrigo, mas põe-te a caminho e volta para a terra de Judá». Então Davi partiu e refugiou-se no bosque de Haret.
RESPONSÓRIO cf. Rom. 7, 6; Mc 2, 25-26
R. Se fomos libertos da lei da morte que nos tinha prisioneiros, * Sirvamos a Deus, não na velhice da letra, mas na novidade do espírito.
V. Nunca lestes o que fez Davi, quando teve fome? Entrou na casa do Senhor e comeu dos pães da proposição. * Sirvamos a Deus, não na velhice da letra, mas na novidade do espírito.
SEGUNDA LEITURA
Das homilias de São Gregório de Nissa, bispo
(Sermão 6.º sobre as bem-aventuranças: PG 44, 1263-1266) (Sec. IV)
Deus é como um rochedo inacessível
O que costuma acontecer àqueles que do alto da montanha olham para a vastidão do mar, verifica-se também na minha inteligência, quando das alturas da palavra do Senhor olho para a insondável profundidade dos seus mistérios.
Sucede ainda que em muitos lugares marítimos, ao olhar para um monte do lado voltado para o mar, tem-se a impressão de que está cortado a pique e completamente liso desde o vértice até à base, como se o vértice desse monte estivesse suspenso sobre o abismo; a sensação de vertigem que causa a quem olha de tão elevada altura para o espelho das águas do mar profundo é a mesma que experimenta o meu espírito, suspenso ante a admirável grandeza da palavra do Senhor: Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.
Deus apresenta-se à contemplação daqueles que têm o coração purificado. Ninguém jamais viu a Deus, como diz o grande apóstolo João; e Paulo, com a sua inteligência sublime, confirma e acrescenta: Nenhum homem o viu, nem o pode ver. Este é o rochedo liso, polido e alcantilado, que não apresenta nenhum suporte ou saliência em que se fixe a nossa inteligência; dele falou também Moisés ao declarar que era inacessível, de tal modo que a nossa inteligência não o pode atingir por parte alguma, por mais que tente subir a sua encosta alcantilada e alcançar o cimo, segundo aquela sentença: Ninguém pode ver o Senhor e continuar vivo.
Ora, a vida eterna consiste em ver a Deus. Mas por outro lado, as colunas da fé, João, Paulo e Moisés afirmam que ver a Deus é impossível. Compreendes agora a vertigem da nossa inteligência ao considerar a profundidade destas palavras? Se Deus é a vida, quem não vê a Deus não vê a vida. Mas tanto os Profetas como os Apóstolos, inspirados pelo Espírito Santo, testemunham que Deus não pode ser visto. Em que angústias se debate a esperança dos homens!
Mas o Senhor levanta e sustenta esta esperança que vacila, como fez a Pedro quando estava em perigo de afundar-se: colocou os seus pés de novo sobre a água, como num pavimento sólido e consistente.
Se também a nós o Verbo nos dá a mão, ao ver-nos vacilar sobre o abismo das nossas especulações, se ele nos ilumina e fortalece a inteligência, então estaremos livres de temor e, conduzidos por sua mão, caminharemos em segurança, até abraçarmos o próprio Verbo: Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.
RESPONSÓRIO Jo 1, 18; Salmo 144 (145), 3
R. A Deus, ninguém jamais o viu. * O Filho Unigênito, que está no seio do Pai, no-lo deu a conhecer.
V. O Senhor é grande e digno de todo o louvor, insondável é a sua grandeza. * O Filho Unigénito, que está no seio do Pai, no-lo deu a conhecer.
LAUDES (INÍCIO DA MANHÃ)
LEITURA BREVE
Rom 8, 18-21
Os sofrimentos do tempo presente não têm comparação com a glória que se há de manifestar em nós. Na verdade, as criaturas esperam ansiosamente a revelação dos filhos de Deus. Elas estão sujeitas à vã situação do mundo, não por sua vontade, mas por vontade daquele que as submeteu, com a esperança de que as mesmas criaturas sejam também libertadas da corrupção que escraviza, para receberem a gloriosa liberdade dos filhos de Deus.
IMPULSIONAMENTO AO ESTUDO ORANTE DA LITURGIA DIÁRIA (LECTIO DIVINA)
Liturgia diária
[Fonte: <Comunidade Católica Nova Aliança – Liturgia de 27 de junho de 2024 (novaalianca.com.br)>]
QUINTA-FEIRA – XII SEMANA DO TEMPO COMUM
Antífona
– O Senhor é a força do seu povo, é a fortaleza de salvação do seu ungido. Salvai, vosso povo, Senhor, abençoai vossa herança e governai-a pelos séculos (Sl 27,8s).
Coleta
– Concedei-nos, Senhor, a graça de sempre temer e amar vosso santo nome, pois nunca cessais de conduzir os que firmais solidamente no vosso amor. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
1ª Leitura: 2 Rs 24,8-17
Salmo Responsorial: Sl 79,1-2.3-5.8-9 (R: 9b)
– Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos, ó Senhor!
R: Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos, ó Senhor!
– Invadiram vossa herança os infiéis, profanaram, ó Senhor, o vosso templo, Jerusalém foi reduzida a ruínas! Lançaram aos abutres como pasto os cadáveres dos vossos servidores; e às feras da floresta entregaram os corpos dos fiéis, vossos eleitos.
R: Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos, ó Senhor!
– Derramaram o seu sangue como água em torno das muralhas de Sião, e não houve quem lhes desse sepultura! Nós nos tornamos o opróbrio dos vizinhos, um objeto de desprezo e zombaria para os povos e àqueles que nos cercam. Mas até quando, ó Senhor, veremos isto? Conservareis eternamente a vossa ira? Como fogo arderá a vossa cólera?
R: Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos, ó Senhor!
– Não lembreis as nossas culpas do passado, mas venha logo sobre nós vossa bondade, pois estamos humilhados em extremo. Ajudai-nos, nosso Deus e Salvador! Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos! Por vosso nome, perdoai nossos pecados!
R: Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos, ó Senhor!
Aclamação ao santo Evangelho
Aleluia, aleluia, aleluia.
Aleluia, aleluia, aleluia.
– Quem me ama realmente guardará minha Palavra e meu Pai me amará, e a ele nós viremos (Jo 14,23).
Aleluia, aleluia, aleluia.
Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus: Mt 7,21-29
– O Senhor esteja convosco.
– Ele está no meio de nós.
– Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo † segundo Mateus.
– Glória a vós, Senhor!

Invocação de busca do reto entendimento
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor! Enviai o vosso Espírito e tudo será criado, e renovareis a face da terra! Oremos: ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação! Por Cristo, Senhor nosso! Amém!


Ensinamentos – 1o degrau da lectio divina: leitura (lectio) do que o texto diz.
[Fonte: <Quinta-feira da Semana XII do Tempo Comum | A liturgia>]
Leitura I 2Rs 24, 8-17
Jeconias tinha dezoito anos quando subiu ao trono e reinou três meses em Jerusalém. Sua mãe, chamada Neústa, era filha de Elnatã e natural de Jerusalém. Ele praticou o que desagradava ao Senhor, como tinha feito seu pai. Nesse tempo, os homens de Nabucodonosor, rei de Babilônia, marcharam contra Jerusalém e cercaram a cidade. Nabucodonosor, rei de Babilônia, veio em pessoa atacar a cidade, que os seus homens tinham cercado. Então, Jeconias, rei de Judá, com sua mãe, seus oficiais, seus chefes e funcionários, rendeu-se ao rei de Babilônia, que os fez prisioneiros. Era o oitavo ano do seu reinado. Nabucodonosor levou consigo todos os tesouros do templo do Senhor, bem como os tesouros do palácio real, e despedaçou todos os objetos de ouro que Salomão, rei de Israel, tinha feito para o templo, como o Senhor tinha anunciado. Levou para o exílio toda a gente de Jerusalém, todos os dignitários e oficiais do exército – cerca de dez mil exilados – bem como todos os ferreiros e serralheiros. Só ficou a gente humilde do povo. Nabucodonosor deportou Jeconias para Babilônia; deportou também de Jerusalém para Babilônia a rainha mãe e as esposas reais, os funcionários e os nobres do país. Todos os homens de valor, em número de sete mil, os ferreiros e serralheiros, em número de mil, e todos os homens de armas foram deportados para Babilônia. E o rei de Babilônia, em lugar de Jeconias, nomeou rei seu tio Matanias, mudando-lhe o nome para Sedecias.
Compreender a palavra [Leitura I]
No final de um longo período de infidelidade à aliança acontece o que todos temiam, o rei da Babilônia cerca Jerusalém e deporta para o exílio o rei com todos os mais importantes e úteis homens e mulheres daquela cidade. Fica em Jerusalém apenas um resto, os mais simples, os humildes, os que não têm importância social.
Evangelho Mt 7, 21-29
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Nem todo aquele que me diz ‘Senhor, Senhor’ entrará no reino dos Céus, mas só aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos Céus. Muitos me dirão no dia do Juízo: ‘Senhor, não foi em teu nome que profetizámos e em teu nome que expulsamos demônios e em teu nome que fizemos tantos milagres?’ Então lhes direi bem alto: ‘Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade’. Todo aquele que ouve as minhas palavras e as põe em prática é como o homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, vieram as torrentes e sopraram os ventos contra aquela casa; mas ela não caiu, porque estava fundada sobre a rocha. Mas todo aquele que ouve as minhas palavras e não as põe em prática é como o homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia. Caiu a chuva, vieram as torrentes e sopraram os ventos contra aquela casa; ela desmoronou-se e foi grande a sua ruína». Quando Jesus acabou de falar, a multidão estava admirada com a sua doutrina, porque a ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas.
Compreender a palavra [Evangelho]
Chegamos ao final do Sermão da Montanha. O texto apresenta a oposição entre o ouvir e fazer e o ouvir sem fazer. As obras são mais importantes do que as palavras e devem decorrer da escuta da palavra e não de um ativismo estéril. O Reino dos Céus é para os que escutam a palavra de Deus e a põem em prática. A alegoria da casa deixa bem claro que a sorte de quem escuta e faz não é a mesma dos que escutam e não fazem. Escutar, implica um fazer de acordo com a palavra de Jesus. Por isso muitos tentarão entrar, no dia do juízo, e não hão de conseguir.


2o e 3o degraus da lectio divina: meditação (meditatio) a respeito do que o texto orienta a fazer e oração (oratio) de compromisso com que o texto faz dizer a Deus.
[Fonte: <Quinta-feira da Semana XII do Tempo Comum | A liturgia>]
Meditar a palavra [Leitura I]
Nesta palavra percebe-se um momento crítico da vida do povo de Israel, onde se cruzam a infidelidade do povo e a impaciência de Deus. O Senhor aguarda pacientemente a conversão do homem, mas também perde a paciência e diz basta. Contamos com a proteção do Senhor, mas não com a tolerância a toda a prova. Quando as nossas decisões são continuamente contrárias ao Senhor, chega sempre o momento em que as consequências têm que ser assumidas e muitas vezes o drama é inevitável. Também podemos perceber desde já que, enquanto uns são infiéis, há sempre um resto de homens simples e humildes que permanece fiel. É com este resto que Deus faz mudar o mundo. Em nós, mesmo no meio de muita infidelidade, há sempre uma nostalgia de Deus, uma saudade do tempo em que vivíamos na sua presença. É essa saudade que nos faz muitas vezes regressar ao seu amor e confiar na sua misericórdia. Aquele que me amou, não me vai abandonar e espera por mim.
Rezar a palavra [Leitura I]
Minha alma anseia por vós Senhor, como terra sequiosa, sem água. Como a corsa suspira pelas correntes das águas, assim a minha alma suspira por vós. Seja esta a minha oração de hoje, Senhor. Desterrado longe do vosso olhar, o meu coração deseja este reencontro em que o amor refaz a vida e a misericórdia sacia a sede de vós.
Compromisso [Leitura I]
Procuro o Senhor no meio da solidão.
Meditar a palavra [Evangelho]
A palavra projeta-me para a vida e questiona-me se não estarei a fazer muitas coisas, ocupado com muitas atividades, mas sem correspondência na palavra de Deus. As minhas obras deverão ser inspiradas na palavra de Jesus, porque é a sua palavra a garantia de entrada no reino. O palavreado vazio, sem as necessárias obras, não dá entrada no reino, assim como as obras realizadas à margem da palavra também não oferecem garantia de estar a construir em segurança. O Reino dos céus é para os que escutam e põem em prática o que escutam.
Rezar a palavra [Evangelho]
Abre os meus ouvidos à tua palavra, Senhor, para que transforme o meu projeto de acordo com a tua vontade. Só por mim e seguindo as minhas próprias orientações, não serei capaz de edificar mais do que uma casa na areia, sem fundamento e incapaz de resistir às intempéries da vida. Mostra-me, pela tua palavra, o verdadeiro fundamento da vida de quem quer entrar no teu reino.
Compromisso [Evangelho]
Hoje quero avaliar o estado dos alicerces em que assento a minha vida.

4o degrau da lectio divina: contemplação (contemplatio) – firme propósito de ver a vida com os olhos da fé, com o olhar iluminado pelo Espírito Santo; de tornar-se um novo ser humano: discípulo missionário de Jesus Cristo.
Oração firmadora do propósito de dedicar-se ao discipulado missionário de Jesus Cristo
Clamo-vos, ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, e rogo a intercessão da Virgem Maria e de todos os santos e anjos de Deus, para que me ilumineis, inspireis, orienteis e sustenteis de modo que eu veja a vida com os olhos da fé, com o olhar iluminado pelo Espírito Santo, tornando-me passo a passo, dia-a-dia, de acordo com a vossa santa vontade, um discípulo missionário de Jesus Cristo, ciente de que a Leitura Orante da Palavra de Deus se constitui base, estímulo e impulso para fazê-lo da melhor forma possível.
Que eu me empenhe para participar diariamente da Santa Missa (ou, caso não for possível, alternativamente, a assista por meio eletrônico), aproveitando para, antes ou depois depois da Santa Missa, devotar uma hora de adoração ao Santíssimo Sacramento (ou o tempo que for possível). Que eu recite o Santo Rosário e outras orações e devoções pelas quais me sinto particularmente tocado, em especial invocando a a iluminação do Espírito Santo, bem como a proteção e orientação dos anjos.
Que eu leia ao menos as sínteses das vidas dos santos de cada dia, , ricas em exemplos de prática cristã. Que eu me debruce sobre as leituras escolhidas pela Santa Madre Igreja para serem meditadas nos diversos momentos orantes que compõem a Liturgia das Horas, que consistem em preciosos estímulos para a santificação do dia – e da vida. E que na medida do possível eu recite as orações da Liturgia das Horas em seus respectivos horários – ou pelo menos as ouça.
Que eu me impregne profundamente da consciência do magnífico valor dos tesouros disponíveis no caminho cristão, tão rico em alimento espiritual, que podem – e devem – ser desbravados e conquistados pela alma que tem sede de Deus (Sl 41). Que eu passe a usufruí-los, gradual e progressivamente, de acordo com a realidade e as possibilidades, avançando na prática de orações mentais, meditando leituras recomendadas para tal. E que eu me dedique a ampliar o conhecimento da fé , bem como da doutrina cristã autêntica expressa nos documentos da Igreja e na grande diversidade de obras escritas pelos santos.
Que eu siga o exemplo de profunda caridade de Jesus, de dar a vida pelos irmãos, fazendo do viver uma oblação, um doar-se pelo Reino: na convivência diária no âmbito da família e do trabalho; na vida comunitária – com especial zelo no seguimento das orientações da Santa Madre Igreja quanto a vida sacramental, de acordo com meu estado de vida e as circunstâncias específicas do viver (Batismo, Confirmação, Penitência, Eucaristia, Ordem, Matrimônio e Unção dos Enfermos), buscando também contribuir da melhor forma possível para que muitos usufruam das graças sacramentais. E que eu me engaje frutuosamente em ações concretas para a promoção da vida plena e abundante que Jesus veio trazer a todos. Amém!
SANTOS DO DIA – EXEMPLOS DE PRÁTICA CRISTÃ
Santos do Dia da Igreja Católica – 27 de Junho
[Fonte: <https://sagradamissao.com.br/2024/06/santos-do-dia-da-igreja-catolica-27-de-junho/>]

São Cirilo de Alexandria
Cirilo nasceu no ano de 370, no Egito. Era sobrinho de Teófilo, bispo de Alexandria, e substituiu o tio na importante diocese do Oriente de 412 até 444, quando faleceu aos setenta e quatro anos de idade.
Foram trinta e dois anos de episcopado, durante os quais exerceu forte liderança na Igreja, devido à rara associação de um acurado e profundo conhecimento teológico e de uma humildade e simplicidade próprias do pastor de almas. Deixou muitos escritos e firmou a posição da Igreja no Oriente. Primeiro, resolveu o problema com os judeus que habitavam a cidade: ou deixavam de atacar a religião católica ou deviam mudar-se da cidade. Depois, foi fechando as igrejas onde não se professava o verdadeiro cristianismo.
Mas sua grande obra foi mesmo a defesa do dogma de Maria, como a Mãe de Deus. Ele se opôs e combateu Nestório, patriarca de Constantinopla, que professava ser Maria apenas a mãe do homem Jesus e não de Um que é Deus, da Santíssima Trindade, como está no Evangelho. Por esse erro de pregação, Cirilo escreveu ao papa Celestino, o qual organizou vários sínodos e concílios, onde o tema foi exaustivamente discutido. Em todos, esse papa se fez representar por Cirilo.
O mais importante deles talvez tenha sido o Concilio de Éfeso, em 431, no qual se concluiu o assunto com a condenação dos erros de Nestório e a proclamação da maternidade divina de Nossa Senhora. Além, é claro, de considerar hereges os bispos que não aceitavam a santidade de Maria.
Logo em seguida, todos eles, ainda liderados por Nestório, que continuaram pregando a tal heresia, foram excomungados. Contudo as ideias “nestorianas” ainda tiveram seguidores, até pouco tempo atrás, no Oriente. Somente nos tempos modernos elas deixaram de existir e todos acabaram voltando para o seio da Igreja Católica e para os braços de sua eterna rainha: Maria, a Santíssima Mãe de Deus.
Cultuado na mesma data por toda a Igreja Católica, do Oriente e do Ocidente, são Cirilo de Alexandria, célebre Padre da Igreja, bispo e confessor, recebeu o título de doutor da Igreja treze séculos após sua morte, durante o pontificado do papa Leão XIII.


ESTÍMULOS À SANTIFICAÇÃO DO DIA – E DA VIDA
LEITURAS DAS ORAÇÕES DA LITURGIA DAS HORAS DE 27 de Junho de 2024
[Fonte: <https://www.ibreviary.com/m2/breviario.php>]
ORAÇÃO DA HORA TERÇA (NOVE HORAS)
LEITURA BREVE
1 Jo 3, 23-24
É este o mandamento de Deus: acreditar no nome de seu Filho, Jesus Cristo, e amarmo-nos uns aos outros, como ele nos mandou. Quem observa os seus mandamentos, permanece em Deus e Deus nele. E sabemos que permanece em nós pelo Espírito que nos concedeu.
ORAÇÃO DA HORA SEXTA (DOZE HORAS)
LEITURA BREVE
Sab 1, 1-2
Amai a justiça, vós que governais a terra; tende para com o Senhor sentimentos perfeitos e procurai-o com simplicidade de coração; porque ele deixa-se encontrar pelos que não o tentam e revela-se aos que nele confiam.
ORAÇÃO DA HORA NONA (QUINZE HORAS)
LEITURA BREVE
Hebr 12, 1b-2
Libertemo-nos de todo o impedimento e do pecado que nos cerca e corramos com perseverança para o combate que se apresenta diante de nós, fixando os olhos em Jesus, guia da nossa fé e autor da sua perfeição. Renunciando à alegria que tinha ao seu alcance, ele suportou a cruz, desprezando a sua ignomínia, e está sentado à direita do trono de Deus.
ORAÇÃO DE VÉSPERAS (FINAL DA TARDE)
LEITURA BREVE
Col 1, 23
Permanecei firmemente consolidados na fé e inabaláveis na esperança prometida pelo Evangelho que ouvistes e foi pregado a toda a criatura que há debaixo do céu.
ORAÇÃO DE COMPLETAS (ANTES DE DORMIR)
LEITURA BREVE
1 Tess 5, 23
O Deus da paz vos santifique totalmente, para que todo o vosso ser – espírito, alma e corpo – se conserve irrepreensível para a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo.
confraria@catolicospraticantes.com.br
www.catolicospraticantes.com.br
Importante:
* A Liturgia Diária, a porção da Palavra de Deus escolhida para cada dia, consiste em refeição espiritual de escol brindada pela Santa Madre Igreja, preparatória para o alimento divino, a Sagrada Eucaristia. Auguramos que esse estudo orante possa contribuir para potencializar o sustento e o remédio que essas santas palavras são destinadas a proporcionar e que com cada vez maior assiduidade mais irmãos na fé priorizem sorver diariamente as delícias inefáveis da Santa Palavra e da Sagrada Eucaristia. Sugerimos, caso não for possível por alguma razão desfrutar a missa presencialmente, que se o faça ao menos virtualmente, pela televisão ou internet. Também recomendamos escrever na área de busca de sites veiculadores de vídeos na internet as palavras “Homilia diária” e aproveitar os momentos livres do pensamento (inclusive no decorrer da realização de atividades manuais que não requerem intensa concentração – como lavar louça, por exemplo) para ouvir as reflexões de clérigos qualificados para nos ajudar a compreender com cada vez mais profundidade os desígnios divinos. O católico que participar de todas as Missas diárias ou estudar a Liturgia Diária pelo período de três anos, terá estudado toda a Bíblia (exceto partes de algumas passagens que são apresentadas de forma sintetizada, das quais são suprimidos versículos considerados de importância secundária). Essa breve exegese da Liturgia Diária é recomendada para quem busca conhecer com profundidade a Palavra de Deus, para dela se tornar íntimo e colocá-la em prática.
** A Liturgia das Horas é composta por sete momentos orantes rezados pelo fiel ao longo do dia. O primeiro, na madrugada, se chama Ofício das Leituras, composto pela recitação de vários salmos; a primeira leitura (extraída da Bíblia); a segunda leitura (extraída da Sagrada Doutrina) e algumas orações próprias. O segundo, Laudes, se reza no início da manhã, incluindo a recitação de salmos; orações; leitura bíblica breve e inclui também preces. Os momentos orantes do “miolo do dia” (das 09 às 15 horas) chamados “da hora média”, são propostos para serem realizados com brevidade em três etapas: Hora Terça, em torno das 09:00 horas; Hora Sexta, em torno das 12:00 horas; e Hora Nona, em torno das 15:00. São compostos pela recitação de salmos; orações e uma leitura bíblica breve. O sexto momento orante se dá antes do pôr do sol, sendo denominado de Vésperas e inclui também algumas preces, além dos salmos, orações e leitura bíblica breve. O sétimo momento orante denomina-se Completas, sendo realizado antes de dormir, incluindo o exame de consciência, uma breve recitação dos salmos, leitura bíblica breve e orações próprias, sendo bastante conciso. Tais momentos orantes são destinados especialmente à santificação do dia. A Liturgia das Horas serve também como ponto de interseção entre todos os católicos, sendo prescrita em especial para ser recitada por todos os componentes do clero, religiosos, religiosas, diáconos… constituindo-se fundamental para a unidade da fé, prevenindo a queda em heresias (a “escolha” de partes das escrituras e da doutrina e o rechaço de outras). Recomendamos vivamente que todos quantos puderem se dediquem a essa maravilhosa prática e reputamos como mínimo necessário a meditação da segunda leitura do Ofício das Leituras (aqui trazida como leitura complementar, extraída do o site <http://www.ibreviary.com/>), com o que nos tornamos agraciados com os preciosíssimos tesouros da Sagrada Doutrina brindados pelos que cultivaram a fé desde o início da Igreja. Podemos acessar a Liturgia das Horas através de livro próprio, também chamado de Breviário, ou por meio de aplicativos ou sites na internet. O fiel pode ainda digitar na área de busca o nome do momento orante que deseja acompanhar e terá à disposição essa oração com os salmos cantados. Disponibilizamos diariamente nesse estudo orante da Palavra de Deus os textos das leituras de todos os momentos orantes da Liturgia Diária, reputando-os como estímulos para a santificação do dia.
*** Por que ler a vida do Santo do dia?
Você sabe porque é muito importante conhecer e meditar no exemplo de vida do Santo do dia?
É fácil perceber que os homens se influenciam mutuamente no relacionamento social. A criança imita os pais, os gestos de dois amigos tendem a se assemelhar, pois a imitação é conatural aos homens desde a infância, distinguindo-os como a criatura mais imitativa de todas.
Esse mimetismo inato vincado em nossa humanidade se verifica também no âmbito sobrenatural. Conforme frisou Bento XVI, “os Santos constituem o comentário mais importante ao Evangelho, uma atualização sua na vida cotidiana e, por conseguinte, representam para nós um verdadeiro caminho de acesso a Jesus”.(1) Podemos, sem dúvida, considerá-los como imagem de Deus transposta para o dia a dia.
O conceito de imitação de Cristo – diretamente ou através do Santo do Dia – está presente nos Livros Sagrados, sobretudo nas cartas de São Paulo, como a destinada aos filipenses: “Sede meus imitadores, irmãos, e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós” (3, 17).
São Francisco de Assis estava bem cônscio de seu papel simbólico quando dizia: “Devo ser modelo e exemplo para todos os frades”. (2)
Para o homem contemporâneo essas analogias entre Cristo e os Santos poderiam parecer despropositadas ou mesmo maldosamente tachadas de “culto à personalidade”.
Por isso, é fundamental ler a história do Santo do Dia para que conhecendo o exemplo deles e admirando-os, aprendamos como adequar nossas vidas à santidade que Deus quer de nós.
**** Leitura Orante da Palavra (Lectio divina)
Fonte: <https://www.ivcpoa.com.br/leitura-orante-da-palavra>
a) Como surgiu?
No século XII, o monge Guigo II estava trabalhando no mosteiro com uma escada na mão. Enquanto isso, pedia a Deus que lhe sugerisse um instrumento que o ajudasse a subir até ele. Sobre isso, ele escreveu: “Ocupado em um trabalho manual, comecei a pensar na atividade espiritual do ser humano e se apresentaram improvisadamente à minha reflexão quatro degraus espirituais, ou seja: 1) a leitura; 2) a meditação; 3) a oração; e 4) a contemplação”. Esta é a escada que se eleva da terra ao céu. Alguns chamam esse método de rezar de Lectio divina, isto é, leitura divina.
b) Os passos da Leitura Orante: 1) leitura; 2) meditação; 3) oração; e 4) contemplação.
1) Leitura: no primeiro momento, procure acolher a Bíblia não como um livro qualquer, mas como um tesouro que é a Palavra que Deus quer nos falar. Esforce-se para captar o sentido do texto do modo mais pleno possível. Para isso, podem ajudar algumas perguntas: • Quem? O que diz e o que faz cada personagem? • Onde? Como se situa este texto na Bíblia e em que contexto? • Que relação tem com outros textos? • Em síntese, o que diz o texto?
2) Meditação: A meditação vai responder à pergunta: “O que é que Deus, através deste texto, tem a nos dizer hoje?”. É muito importante perceber o que o texto diz para mim, não somente para os outros. Algumas vezes, as pessoas procuram no texto bíblico lições para ensinar aos outros. Aqui é diferente: o texto fala diretamente com o leitor, seja pessoalmente, seja comunitariamente. Entra-se em diálogo, facilitado por algumas perguntas, como: O que há de semelhante e de diferente entre a situação do texto e a nossa de hoje? O que a mensagem deste texto diz para a nossa situação? Que mudanças de comportamento nos sugere? Pode-se perceber o quanto as ideias de Deus são diferentes das nossas e a necessidade de deixar que a Palavra de Deus transforme as nossas convicções. Muitas vezes, é preciso mudar de mentalidade para aderir à vontade de Deus.
3) Oração: É o momento de expressar o que o texto nos faz dizer a Deus. A oração é a nossa resposta à Palavra de Deus lida e meditada. A oração provocada pela meditação inicia-se com uma atitude de admiração, silêncio e adoração ao Senhor. A oração suscitada pela meditação também pode ser recitação de preces e salmos. Dependendo do que se ouviu da parte de Deus, a resposta pode ser de louvor ou de ação de graças, de súplica ou de perdão. É importante que essa oração espontânea não seja só individual, mas tenha sua expressão comunitária em forma de partilha.
4) Contemplação: enxergar, saborear, agir. A contemplação ajuda a enxergar o mundo de maneira nova. Tira o véu e ajuda a descobrir o projeto de Deus na história que hoje vivemos. Leva-nos a perceber Cristo como centro de tudo. Pela Leitura Orante, vamos crescendo na compreensão do sentido e da força da Palavra de Deus, vamos sendo transformados e nos tornando capazes de transformar a realidade. Contemplar supõe viver de modo diferente. O centro da pessoa está em Cristo. A pessoa é transformada pela Palavra de Deus, por isso contempla a presença de Deus em sua vida e adquire um novo olhar sobre a realidade.
Leitura Orante na Prática
O monge que criou o método sugere a ideia de uma escada que nos ajude a subir até Deus. Vamos analisar os quatro degraus que devemos subir.

1º Degrau – Leitura (Lectio): O que o texto diz?
1. Leia lentamente o texto, ao menos duas vezes.
2. Ainda não é hora de tentar tirar uma mensagem para sua vida. Apenas tente compreender o que o texto poderia significar na época em que foi escrito.
3. Tente reconstruir o texto: Quem são as pessoas que aparecem no texto e qual é a situação de cada uma? De acordo com o texto, qual é o papel de cada uma e quais seriam seus sentimentos? Aparece algum conflito no texto? Como é resolvido? Qual é o rosto de Deus no texto?

2º Degrau – Meditação (Meditatio): O que o texto me diz?
1. Destaque os versículos que foram mais fortes para você (sem tentar interpretá-los).
2. Atualize o texto comparando a situação da época com a situação atual e procure perceber o que tudo isso tem a ver com a sua/nossa vida de cristão.

3º Degrau – Oração (Oratio): O que o texto me faz dizer a Deus?
1. Tudo o que foi lido e meditado é transformado em uma conversa orante com Deus.
2. A oração é o instante no qual se é convidado a falar com Deus através do louvor, do agradecimento, do pedido, da súplica, do oferecimento, do perdão dirigido a ele: “Senhor, eu te peço… Eu te louvo e agradeço meu Deus…”. Dialogar diretamente com Deus: tenha “um trato de amizade com aquele que nos ama” (Santa Teresa). É necessário silêncio…

4º Degrau – Contemplação (Contemplatio)
Contemplar é ver a vida com os olhos da fé. É sentir, quase intuitivamente, a presença da Santíssima Trindade ao nosso lado. Esse passo está ligado ao anterior; às vezes, não percebemos quando termina um e começa o outro. Volte-se para a sua realidade (ao seu dia a dia) e veja sua vida com o olhar iluminado pelo Espírito Santo. Não se trata de pensar “o que fazer”, mas de como irá seguir Jesus a partir desse texto? É a primazia do ser sobre o fazer. Este último será o resultado de um novo ser humano: discípulo missionário de Jesus Cristo.
Atenção! Este método é fascinante, mas exigente. Não supõe saber ou ter grandes estudos, mas requer dedicação e escuta atenta à Palavra de Deus. Se alguém ler o texto bíblico sem seguir o método orante, dificilmente entenderá os quatro degraus. Há alguns que dizem que é muito difícil seguir este processo, certamente porque querem resultados imediatos e não dão tempo para escutar o Senhor. Para seguir este método, é preciso muita humildade e deixar o Senhor falar. É preciso se livrar de conceitos prontos sobre o texto lido. Evite-se, igualmente, logo tirar uma mensagem para pôr em prática. Essa aplicabilidade da Palavra depende de uma escuta mais atenta, pois nem sempre o Senhor pede que se faça algo, mas solicita uma mudança em nosso ser – a nossa conversão.
