“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 27 DE MARÇO DE 2025
27 de março de 2025O valor do aprendizado da aceitação
30 de março de 2025O vocábulo “assepsia” encerra um conceito médico que significa, segundo o dicionário Oxford: 1. ausência de matéria séptica (infecciosa, patogênica). 2. conjunto de meios (especialmente físicos) usados para impedir a entrada de germes patogênicos no organismo e prevenir infecções.
Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo valeu-se de parábolas, analogias e comparações para ensinar e a seu exemplo valemo-nos do conceito médico de assepsia para elucidar que são necessários cuidados preventivos no âmbito espiritual de modo semelhante aos cuidados necessários para evitar a proliferação de germes maléficos ao organismo físico.
Ainda mais: assim como são necessários cuidados higiênicos no dia-a-dia para evitar mau cheiro e aparência desagradável nos mais diversos ambientes – o que seria se diariamente não fossem tomadas providências de higienização como varrer a casa, lavar a louça, limpar os banheiros etc.? – do mesmo modo é necessário vigiar e orar (conforme Mateus 26:41), de modo a manter a higiene, a assepsia espiritual.
Na carta aos Efésios São Paulo Apóstolo alerta e elucida sobre essa premente necessidade e proporciona a “receita básica” para a boa assepsia espiritual: 10.Finalmente, irmãos, fortalecei-vos no Senhor, pelo seu soberano poder. 11.Revesti-vos da armadura de Deus, para que possais resistir às ciladas do demônio. 12.Pois não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal (espalhadas) nos ares. 13.Tomai, portanto, a armadura de Deus, para que possais resistir nos dias maus [grifo nosso] e manter-vos inabaláveis no cumprimento do vosso dever. 14.Ficai alerta, à cintura cingidos com a verdade, o corpo vestido com a couraça da justiça, 15.e os pés calçados de prontidão para anunciar o Evangelho da paz. 16.Sobretudo, embraçai o escudo da fé, com que possais apagar todos os dardos inflamados do Maligno. 17.Tomai, enfim, o capacete da salvação e a espada do Espírito, isto é, a Palavra de Deus. 18.Intensificai as vossas invocações e súplicas. Orai em toda circunstância, pelo Espírito, no qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos os cristãos (Efésios 6, 10-18).”
Tais versículos contextualizam e explicam o combate espiritual que cumpre aos cristãos travar, finalizando com a “receita” para manter a assepsia espiritual: “Intensificai as vossas invocações e súplicas. Orai em toda circunstância, pelo Espírito, no qual perseverai em intensa vigília de súplica por todos os cristãos.” Mas… não seria exagero do Apóstolo recomendar a permanência em intensa vigília de oração? Prossigamos a apreciação da temática abordada e cheguemos às conclusões a partir da observação do que sucede na realidade, no dia-a-dia…
Exemplo prático de dia mau e da diferença gerada pela aplicação de elementos de assepsia espiritual
Segue um exemplo de como, frente a ataques sistemáticos de “forças espirituais do mal (espalhadas) nos ares” na realidade cotidiana de um casal, a aplicação de elementos de assepsia espiritual foi decisiva para a superação de incisivo assédio espiritual maligno.
Ocorreu nesse dia que um dos cônjuges serviu como hospedeiro de forças espirituais do mal, servindo como que de “cavalo de Tróia”, abrigando e servindo como instrumento para a atuação dos elementos malignos, conforme se passa a descrever.
O terrível dia mau se iniciou com a censura realizada diante dos funcionários da empresa de ambos, bombardeando o cônjuge quando chegou: “É um absurdo quando os próprios patrões não cumprem o horário!” A afirmação gerou o efeito de uma punhalada, pois na noite anterior houve o combinado em família em que o cônjuge acusado daquela forma ficou incumbido de realizar duas tarefas no início do horário comercial do dia seguinte.
A primeira era acompanhar o filho até um centro automotivo para instalar um acessório em seu veículo, a uma distância de aproximadamente quatro quilômetros e em seguida deixá-lo no trabalho, na direção oposta da cidade, a uma distância de aproximadamente seis quilômetros.
A segunda seria a de verificar e tentar concertar o mau funcionamento em um dispositivo localizado em outra empresa da família, a uma distância de dois quilômetros do local em que deixou o filho.
Ao questionar o cônjuge que fez a reclamação de impontualidade sobre como seria possível chegar no primeiro horário na empresa tendo que se desincumbir das tarefas retromencionadas, a resposta foi taxativa: “Se organize, levante mais cedo!” Uma afirmação descabida, pois o referido centro automotivo não estaria aberto mais cedo…
Na sequência mais uma reclamação: alegou que o reclamado estava despendendo muito tempo e energia nos cuidados da outra empresa. Porém tudo o que estava sendo feito era agir com responsabilidade, pois tratava-se de atendimento a clientes do ramo de hospedaria, em que as pessoas que procuram esperam resposta imediata e, caso não a obtenham, partem para outras alternativas. O reclamado inquiriu: “O que sugere que eu faça? Que diga para os hóspedes que somente poderei atender depois, pois tem uma pessoa que ordenou só responder após estar em determinado local?” Para essa pergunta não houve resposta.
No decorrer do dia, mais um profundo dissabor: o cônjuge “reclamão” relatou ao filho a insatisfação com o “excesso de dedicação” no negócio de hospedagens e esse o “escrachou”… O reclamado se sentiu vitimado mais uma vez por uma investida de alienação parental (ataque difamatório com vistas a denegrir sua imagem perante o filho), tendo a impressão de que esse é o “esporte favorito” do cônjuge, que procedeu dessa forma com todos os filhos ao longo de décadas…
O cônjuge vitimado pelas reclamações descabidas se sentiu muito mal pelo absurdo da situação: ser contundentemente criticado por estar se dedicando excessivamente… Ponderou com seus botões que se fosse o contrário, seria razoável a crítica, mas ser criticado por atuar com zelo, empatia e comprometimento com os hóspedes era algo de fato muito difícil de “engolir”…
Na parte da tarde ouviu mais uma reclamação: “Mande embora, devolva o dinheiro para a hóspede que está reclamando!” Ocorreu que houve um imprevisto e uma hóspede questionou um ajuste que teve que ser feito. O reclamado prontamente entrou em contato e resolveu a questão, gerando um sentimento de gratidão por parte da hóspede, que havia reservado duas unidades… Problema resolvido com sucesso, sem gerar prejuízo financeiro!
O acúmulo desses episódios gerou no reclamado uma sensação muito ruim e no final do dia não tinha a menor vontade de voltar para casa… Refletiu sobre a “filial do inferno” que foi a convivência matrimonial ao longo de décadas… Recordou que o grande sonho de sua vida durante muito tempo era ficar bem longe do cônjuge… Lembrou também as dezenas de vezes em que haviam se separado, porém o senso de responsabilidade com os filhos sempre falou mais alto e por isso persistiu, apesar de tudo…
Recordou então que o “inferno diário” em que viveu durante décadas foi interrompido quando passou a se dedicar intensamente à prática da oração, adotando um estilo de vida que prima por buscar praticar sinceramente a fé católica…
Então se deu conta de que nesse dia havia esquecido, negligenciado a oração do Santo Rosário, prática diária que – assim o compreende – contribui fundamentalmente na manutenção da assepsia espiritual… Empunhou então “a arma” – assim chamava Padre Pio o instrumento formado por dezenas de contas intercaladas, com as quais se rezam as Ave-marias, os Pai-nossos, os Glórias ao Pai… do Santo Rosário e fez o que havia esquecido de fazer no início do dia.
À medida que ia rezando, afloravam em sua mente os preciosos aprendizados que o empenho na prática católica lhe proporcionaram. Primeiro ocorreu-lhe a pérola de valor inestimável que São Paulo Apóstolo brindou em Efésios 4, 26-27: “Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento. Não deis lugar ao demônio.” Em seguida o ensinamento-exemplo supremo de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo em sua agonia na cruz: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.” Também a segura orientação de São Paulo Apóstolo em Romanos 12,21: “²¹ Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem.”
Quando não dispunha desses recursos (as orações e as seguras orientação da Palavra de Deus), o que ocorria após episódios similares (que ocorreram inúmeras vezes) era ficar dias, semanas, meses… ressentindo (sentindo repetidamente)os efeitos de tais episódios… fazendo planos de separação… retaliando… colocando em prática ações de represália… dormindo no quarto de visitas…
Mas lançando mão de tais recursos de assepsia espiritual, após rezar o Santo Rosário e meditar os versículos trazidos à mente no decorrer da oração (creio que “soprados no ouvido” por anjos), eis o que ocorreu: chegou em casa, cumprimentou o cônjuge reclamão, percebendo que a disposição estava diferente – já não apresentava sinais da infestação maligna – e ambos foram dormir em paz.
Na manhã seguinte ao invés de reclamação, o que ouviu foi palavras de carinho e gestos de afeto… O “trem” do relacionamento voltou aos trilhos…
Instrumentos eficazes de assepsia espiritual
Cumpre-nos, pois, nas mais diversas circunstâncias, da melhor forma possível, orar pelo Espírito, esforçando-nos para nos manter sintonizados com o sagrado. E cabe-nos perseverar em intensa vigília de súplica por todos os cristãos!
Com esse propósito, no intuito de proporcionar acesso prático a instrumentos eficazes para realizar a assepsia espiritual, o site catolicospraticantes.com.br disponibiliza diariamente na sessão (aba) “Liturgia & Cia em revista” o que denomina de “Bufê espiritual”, apresentando o estudo orante da liturgia do dia e elementos correlatos, iniciando com a Oração firmadora do propósito de plenificar o viver com os tesouros brindados pela Santa Madre Igreja: Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, obrigado por mais este dia. Iluminai-me, inspirai-me, orientai-me e sustentai-me para que eu siga no caminho cristão, usufruindo da melhor forma possível os maravilhosos tesouros brindados pela Santa Madre Igreja disponibilizados neste “buffet espiritual” – em meio à realização dos deveres da vocação a que fui chamado, de meu estado de vida. Que eu possa me enriquecer espiritualmente com os estímulos à santificação do dia e da vida em que consistem as orações matinais da Liturgia das Horas (“Invitatório”, “Ofício das Leituras” e “Laudes”); a Santa Missa; as Meditações da Palavra do Senhor e o estudo do Catecismo da Igreja Católica; o néctar espiritual potencializador da prática cristã na sessão IMPULSIONAMENTO AO ESTUDO ORANTE DA LITURGIA DIÁRIA (LECTIO DIVINA) – fundamental para o sustento, remédio e fortalecimento espiritual; os EXEMPLOS DE PRÁTICA CRISTÃ (síntese das inspiradoras histórias de vida dos santos do dia) e os ESTÍMULOS À SANTIFICAÇÃO DO DIA E DA VIDA (em que também consistem as demais orações da Liturgia das Horas). Creio, Senhor, mas aumentai a minha fé! Amém!
O patrimônio espiritual construído pela Santa Madre Igreja Católica Apostólica Romana ao longo de séculos reúne tesouros inestimáveis que estão à disposição dos cristãos e a equipe catolicospraticantes.com.br se esmera em disponibilizar diariamente um “bufê espiritual” bem variado para nutrir o espírito e lavar a alma, gerando um estado favorável de higiene, de assepsia espiritual.
Após a disponibilização do estudo orante da liturgia diária, apresenta também a Oração firmadora do propósito de dedicar-se ao discipulado missionário de Jesus Cristo:
Clamo-vos, ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, e rogo a intercessão da Virgem Maria e de todos os santos e anjos de Deus, para que me ilumineis, inspireis, orienteis e sustenteis de modo que eu veja a vida com os olhos da fé, com o olhar iluminado pelo Espírito Santo, tornando-me passo a passo, dia-a-dia, de acordo com a vossa santa vontade, um discípulo missionário de Jesus Cristo, ciente de que a Leitura Orante da Palavra de Deus se constitui base, estímulo e impulso para fazê-lo da melhor forma possível.
Que eu me empenhe para participar diariamente da Santa Missa (ou, caso não for possível, alternativamente, a assista por meio eletrônico), aproveitando para, antes ou depois depois da Santa Missa, devotar uma hora de adoração ao Santíssimo Sacramento (ou o tempo que for possível). Que eu recite o Santo Rosário e outras orações e devoções pelas quais me sinto particularmente tocado, em especial invocando a iluminação do Espírito Santo, bem como a proteção e orientação dos anjos.
Que eu leia ao menos as sínteses das vidas dos santos de cada dia, ricas em exemplos de prática cristã. Que eu me debruce sobre as leituras escolhidas pela Santa Madre Igreja para serem meditadas nos diversos momentos orantes que compõem a Liturgia das Horas, que consistem em preciosos estímulos para a santificação do dia – e da vida. Que na medida do possível eu recite as orações da Liturgia das Horas em seus respectivos horários e me coloque em silêncio por alguns momentos após elas, em atitude de adoração e profunda intimidade com o Senhor – ou pelo menos as ouça ao longo do dia.
Que eu me impregne profundamente da consciência do magnífico valor dos tesouros disponíveis no caminho cristão, tão rico em alimento espiritual, que podem – e devem – ser desbravados e conquistados pela alma que tem sede de Deus (Sl 41). Que eu passe a usufruí-los, gradual e progressivamente, de acordo com a realidade e as possibilidades, avançando na prática de orações mentais, meditando leituras recomendadas para tal. E que eu me dedique a ampliar o conhecimento da fé , bem como da doutrina cristã autêntica expressa nos documentos da Igreja e na grande diversidade de obras escritas pelos santos e pelos que se empenharam sinceramente para bem servir a Santa Madre Igreja.
Que eu siga o exemplo de profunda caridade de Jesus, de dar a vida pelos irmãos, fazendo do viver uma oblação, um doar-se pelo Reino: na convivência diária no âmbito da família e do trabalho; na vida comunitária – com especial zelo no seguimento das orientações da Santa Madre Igreja quanto a vida sacramental, de acordo com meu estado de vida e as circunstâncias específicas do viver (Batismo, Confirmação, Penitência, Eucaristia, Ordem, Matrimônio e Unção dos Enfermos), buscando também contribuir da melhor forma possível para que muitos usufruam das graças sacramentais. E que eu me engaje frutuosamente em ações concretas para a promoção da vida plena e abundante que Jesus veio trazer a todos, praticando da forma mais elevada possível as virtudes teologais da fé, esperança e caridade, bem como as virtudes cardeais da prudência, justiça, fortaleza e temperança. Amém!
A princípio pode parecer “demais” tudo o que é proposto nessas orações, porém é importante olhar para tudo isso com os olhos da fé, com a clareza de que a graça de Deus e a Providência Divina tudo podem, pois nada é impossível para Deus. Cumpre ainda atuar com a consciência de que no caminho cristão autẽntico tudo é proposto – não imposto – com respeito ao livre arbítrio e cada um há que caminhar de acordo com as suas possibilidades, porém é maravilhoso dispor de orientações que nos levam a trilhar intensamente o caminho cristão.
Nessa perspectiva propositiva, complementando o excerto da oração acima: “Que eu recite o Santo Rosário e outras orações e devoções pelas quais me sinto particularmente tocado, em especial invocando a iluminação do Espírito Santo, bem como a proteção e orientação dos anjos“, sugerimos, na récita do Santo Rosário, empenhar-se para meditar, em cada mistério, a circunstância evangélica enunciada, de modo a ter ao longo da récita o “repasse mental” dos principais eventos da vida de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Por exemplo:
MISTÉRIOS GOZOSOS
- No primeiro mistério gozoso contemplamos a anunciação do arcanjo Gabriel a Maria Santíssima de que ela seria a mãe do Salvador, com a exortação: “Alegra-te, ó cheia de graça, o Senhor é contigo!”, ao que Maria respondeu: “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a sua palavra.”
- No Segundo mistério gozoso contemplamos a visitação de Nossa Senhora à sua prima Santa Isabel. A criança estremeceu em seu ventre mediante a saudação de Maria e Isabel, cheia do Espírito Santo exultou: “Bendita sois entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre!”, ao que Maria respondeu: “Minha alma exulta de alegria no Senhor, que olhou para a humildade da sua serva!”
- No terceiro mistério gozoso contemplamos o nascimento do menino Jesus em Belém, tendo os anjos entoado nos céus: “Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade.” Os pastores se achegaram ao menino e em seguida os reis magos, trazendo-lhes como presente ouro, incenso e mirra.
- No quarto mistério gozoso contemplamos a apresentação do menino Jesus no templo, o encontro com os profetas Simeão e Ana, a manifestação de alegria de Simeão por ter visto o Salvador e sua profecia de que uma espada de dor trespassaria o coração de Maria. Ela guardava todas essas coisas e as meditava em seu coração.
- No quinto mistério gozoso contemplamos a perda e o encontro do menino Jesus no templo, em Jerusalém, ensinando os doutores da lei.
MISTÉRIOS LUMINOSOS
- No primeiro mistério luminoso contemplamos o batismo de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo nas águas do Rio Jordão, tendo o Espírito Santo descido sobre ele em forma de pomba e o Pai manifestado no céu: “Eis o meu filho amado em quem coloco minha especial afeição!”
- No segundo mistério luminoso contemplamos o milagre da transformação da água em vinho nas bodas de Canaã por intercessão de Maria Santíssima, que orientou os serventes da festa: “Fazei tudo o que ele vos disser”, orientação sumamente aplicável a todos os cristãos de todas as eras: fazer tudo o que Jesus ensinou e assim amar como Jesus amou!
- No terceiro mistério luminoso contemplamos o anúncio do Reino de Deus, a jornada evangelizadora de Jesus chamando à conversão.
- No quarto mistério luminoso contemplamos a transfiguração de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo no Monte Tabor, em comunhão com Moisés e Elias, sob o testemunho de Pedro, Tiago e João, tendo o Pai entoado no céu: “Eis o meu filho amado, escutai-o!”
- No quinto mistério luminoso contemplamos a transmutação do pão no corpo e do vinho no sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, a instituição da Sagrada Eucaristia na Santa Ceia.
