25 de dezembro de 2025
A educação do olhar implica, portanto, em esforço consciente para olhar o cônjuge, a pessoa com quem se convive em uma das relações mais complexas e desafiadoras, com o melhor dos olhares, com o foco nas qualidades e com o propósito de lhe proporcionar o melhor possível para que se supere e seja feliz.
Essa educação do olhar requer empenho para superar os azedumes, os ranços, as implicâncias… e imbuir-se sinceramente do propósito de ver as qualidades e desse modo inspirar, motivar e estimular o cônjuge a dar vazão a essas – que já se consegue observar – e a outras qualidades que emergirão a partir dessa “virada relacional” que se estabelece com essa atitude.
Isso tende a elevar o relacionamentos em espirais ascendentes, com o estabelecimento de círculos virtuosos, que fazem a relação evoluir, ao contrário dos círculos viciosos produzidos pelas críticas, azedumes, irritações…
A educação do olhar implica em filtrar tudo aquilo que vem à mente para denegrir a pessoa que a vida trouxe ao nosso lado e com a qual compartilhamos o viver de forma íntima.
