“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 7 DE MAIO DE 2026
7 de maio de 2026“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 9 DE MAIO DE 2026
9 de maio de 2026Sexta-feira da Semana V do Tempo Pascal
Saudação
– Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
– Amém.
– A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
– Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

Oração firmadora do propósito de plenificar o viver com os tesouros brindados pela Santa Madre Igreja
Ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, obrigado por mais este dia. Iluminai-me, inspirai-me, orientai-me e sustentai-me para que eu siga no caminho cristão, usufruindo da melhor forma possível os maravilhosos tesouros brindados pela Santa Madre Igreja disponibilizados neste “buffet espiritual” – em meio à realização dos deveres da vocação a que fui chamado, de meu estado de vida. Que eu possa me enriquecer espiritualmente com os estímulos à santificação do dia e da vida em que consistem as orações matinais da Liturgia das Horas (“Invitatório”, “Ofício das Leituras” e “Laudes”); a Santa Missa; as Meditações da Palavra do Senhor e o estudo do Catecismo da Igreja Católica; o néctar espiritual potencializador da prática cristã na sessão IMPULSIONAMENTO AO ESTUDO ORANTE DA LITURGIA DIÁRIA (LECTIO DIVINA) – fundamental para o sustento, remédio e fortalecimento espiritual; os EXEMPLOS DE PRÁTICA CRISTÃ (síntese das inspiradoras histórias de vida dos santos do dia) e os ESTÍMULOS À SANTIFICAÇÃO DO DIA E DA VIDA (em que também consistem as demais orações da Liturgia das Horas). Creio, Senhor, mas aumentai a minha fé! Amém!
OFÍCIO DAS LEITURAS (NA MADRUGADA)
[Fonte: <https://www.ibreviary.com/m2/breviario.php>]
PRIMEIRA LEITURA
Do Livro do Apocalipse 22, 1-9
O rio da água viva
O Anjo mostrou-me um rio de água viva, resplandecente como cristal, que brotava do trono de Deus e do Cordeiro. No meio da praça da cidade, entre os dois braços do rio, está a árvore da vida, que produz doze colheitas, uma em cada mês; as suas folhas servem para curar as nações. Toda a maldição deixará de existir. O trono de Deus e do Cordeiro estará na cidade, e os seus servos prestar-Lhe-ão culto; verão a sua face, e o seu nome estará escrito nas suas frontes. Nunca mais haverá noite, nem precisarão da luz da lâmpada nem da luz do sol, porque brilhará sobre eles a luz do Senhor Deus, e reinarão pelos séculos dos séculos.
Disse-me o Anjo: «Estas palavras são fiéis e verdadeiras. O Senhor Deus, que inspira os profetas, enviou o seu Anjo para mostrar aos seus servos o que há-de acontecer muito em breve: ‘Eu virei sem demora. Felizes aqueles que observarem as palavras da profecia deste livro’».
Fui eu, João, que ouvi e vi estas coisas. Depois de as ter ouvido e visto, prostrei-me aos pés do Anjo que mas tinha mostrado, para o adorar. Mas ele disse-me: «Não faças isso. Eu sou um servo como tu e como os teus irmãos, os profetas, e os que observam as palavras deste livro. Adora a Deus».
RESPONSÓRIO Ap 22, 5. 3b
R. Nunca mais haverá noite, porque o Senhor Deus iluminará os seus servos; * E eles reinarão pelos séculos dos séculos. Aleluia.
V. O trono de Deus e do Cordeiro estará na cidade santa, e os seus servos prestar-Lhe-ão culto. * E eles reinarão pelos séculos dos séculos. Aleluia.
SEGUNDA LEITURA
Dos Sermões do Beato Isaac, abade do mosteiro d’Étoile
(Sermão 42: PL 194, 1831-1832) (Sec. XII)
O Primogénito de muitos irmãos
Como a cabeça e o corpo fazem um só homem, assim o Filho da Virgem e os seus membros formam um só homem e um só Filho do homem. Cristo completo e total, como diz a Escritura, é Cabeça e Corpo. Com efeito, todos os membros juntos constituem um só Corpo que, unido à sua Cabeça, forma um só Filho do homem, o qual, pela sua união com o Filho de Deus, forma um só Filho de Deus, e este, pela sua união com Deus, forma um só Deus. Portanto, todo o Corpo com a Cabeça é Filho do homem, é Filho de Deus, é Deus. Por isso se diz no Evangelho: Quero, ó Pai, que, assim como Eu e Tu somos um, também eles sejam um em Nós.
Assim, segundo este famoso texto da Escritura, não existe o Corpo sem a Cabeça, nem a Cabeça sem o Corpo; nem Cristo total, Cabeça e Corpo, sem Deus.
Tudo isto, portanto, pela sua união com Deus, é um só Deus. O Filho de Deus, porém, está unido com Deus por natureza; o Filho do homem está unido com o Filho de Deus pessoalmente; por sua vez, os membros do seu Corpo estão unidos com Ele misticamente.
Por conseguinte, os membros fiéis e espirituais de Cristo podem afirmar de si, com toda a verdade, aquilo que Ele é, quer dizer, Filho de Deus e Deus. Mas o que Ele é por natureza, são-no os membros por participação; o que Ele é em plenitude, são-no os membros parcialmente; finalmente, o que o Filho de Deus é por geração, são-no os seus membros por adopção, como está escrito: Recebemos o Espírito de adopção filial, pelo qual clamamos: Abba, Pai!
Por este Espírito deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus, para que o Primogénito de muitos irmãos pudesse ensiná-los a dizer: Pai nosso, que estais nos Céus. E noutro lugar diz o Senhor: Subo para o meu Pai e vosso Pai.
Pelo Espírito Santo, o Filho do homem nasceu do seio da Virgem como nossa Cabeça; pelo mesmo Espírito, renascemos nós da fonte do Baptismo como fi lhos de Deus e membros do Corpo de Cristo. E assim como Ele nasceu livre de todo o pecado, também nós renascemos pela remissão dos nossos pecados.
Assim como na cruz tomou sobre o seu Corpo de carne os pecados de todo o Corpo, assim também, pela graça da regeneração, concedeu ao seu Corpo espiritual que não lhe fosse imputado nenhum pecado, como está escrito: Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não acusa de pecado. Esse homem bem-aventurado é sem dúvida Cristo, o qual, enquanto Deus é sua Cabeça, perdoa os pecados; enquanto a Cabeça do Corpo é o Filho do homem, nada tem que Se lhe deva perdoar; e enquanto o Corpo da Cabeça é constituído por muitos, nada lhe é imputado.
É justo em Si mesmo e justifica-Se a Si mesmo; Ele mesmo é Redentor e redimido; tomou sobre o seu Corpo, na cruz, os pecados daquele Corpo que purifica por meio da água do Baptismo e continua a salvar pela cruz e pela água. Ele é o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo pelos quais sofreu; Ele é o sacerdote e a vítima; Ele é Deus que, oferecendo-Se a Si mesmo, Se reconciliou consigo, com o Pai e com o Espírito Santo.
RESPONSÓRIO Rom 12, 5; Col 2, 9-10a; 1, 18
R. Nós, que somos muitos, formamos em Cristo um só Corpo e somos membros uns dos outros. * Em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da divindade, e vós estais repletos pela união com Ele. Aleluia.
V. Cristo é a Cabeça da Igreja, que é o seu Corpo; é o Princípio, o Primogénito de entre os mortos; Ele tem em tudo o primeiro lugar. * Em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da divindade, e vós estais repletos pela união com Ele. Aleluia.
Oração
Concedei-nos, Senhor, que a nossa vida se conforme plenamente ao mistério que celebramos, de modo que a alegria deste tempo pascal nos fortaleça e defenda no caminho da salvação. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
V. Bendigamos o Senhor.
R. Graças a Deus.
LAUDES (INÍCIO DA MANHÃ)
[Fonte: <https://www.ibreviary.com/m2/breviario.php>]
LEITURA BREVE Atos dos Apóstolos 5, 30-32
O Deus de nossos pais ressuscitou Jesus, a quem vós destes a morte, suspendendo-o no madeiro. Deus exaltou-o pelo seu poder como chefe e salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e o perdão dos pecados. E nós somos testemunhas destes fatos, nós e o Espírito Santo, que Deus tem concedido àqueles que lhe obedecem.
RESPONSÓRIO BREVE
V. O Senhor ressuscitou do sepulcro. Aleluia, Aleluia.
R. O Senhor ressuscitou do sepulcro. Aleluia, Aleluia.
V. Ele que por nós foi cravado na cruz.
R. Aleluia, Aleluia.
V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R. O Senhor ressuscitou do sepulcro. Aleluia, Aleluia.
SANTA MISSA
MEDITAÇÃO DA PALAVRA DO SENHOR – EVANGELHO DO DIA MEDITADO PELO PADRE JOÃO CARLOS
MEDITAÇÃO DA PALAVRA DO SENHOR – REFLEXÃO POTENCIALIZADORA DA TÊMPERA CATÓLICA NA ORAÇÃO DA MANHÃ DE DOM ADAIR JOSÉ GUIMARÃES
MEDITAÇÃO DA PALAVRA DO SENHOR – LEITURA COMENTADA DE UM CAPÍTULO DAS SAGRADAS ESCRITURAS COM O PADRE ADRIANO ZANDONÁ
CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA – OUÇA TODOS OS DIAS E TERMINE EM UM ANO
IMPULSIONAMENTO AO ESTUDO ORANTE DA LITURGIA DIÁRIA (LECTIO DIVINA)
Liturgia diária

Invocação de busca do reto entendimento
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor! Enviai o vosso Espírito e tudo será criado, e renovareis a face da terra! Oremos: ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação! Por Cristo, Senhor nosso! Amém!

1o degrau da lectio divina: leitura (lectio) para compreensão do que o texto diz; 2o degrau da lectio divina: meditação (meditatio) a respeito do que o texto orienta a fazer; 3o degrau da lectio divina: oração (oratio) de compromisso com que o texto faz dizer a Deus.



[Fonte: <https://aliturgia.com/sexta-feira-da-semana-v-do-tempo-pascal-9/>]
Sexta-feira da Semana V do Tempo Pascal
Leitura I At 15, 22-31
Naqueles dias,
os apóstolos e os anciãos,
de acordo com toda a Igreja de Jerusalém,
resolveram escolher alguns irmãos,
para os mandarem a Antioquia com Barnabé e Paulo:
eram Judas, chamado Barsabás, e Silas,
homens de autoridade entre os irmãos.
Mandaram por eles esta carta:
«Os apóstolos e os anciãos, irmãos vossos,
saúdam os irmãos de origem pagã,
residentes em Antioquia, na Síria e na Cilícia.
Tendo sabido que, sem nossa autorização,
alguns dos nossos vos foram inquietar,
perturbando as vossas almas com as suas palavras,
resolvemos de comum acordo
escolher delegados para vo-los enviarmos,
juntamente com os nossos queridos Barnabé e Paulo,
homens que expuseram a vida
pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo.
Por isso vos mandamos Judas e Silas,
que vos transmitirão de viva voz as nossas decisões.
O Espírito Santo e nós
decidimos não vos impor outras obrigações,
além destas que são indispensáveis:
abster-vos das carnes imoladas aos ídolos,
do sangue, das carnes sufocadas e das relações imorais.
Procedereis bem, evitando tudo isto. Adeus».
Feitas as despedidas, os delegados desceram a Antioquia,
onde reuniram a assembleia e entregaram a carta.
Quando a leram, todos ficaram contentes
com aquelas palavras de estímulo.
compreender a palavra
Do concílio de Jerusalém saiu uma determinação em carta que vai ser apresentada de viva voz por homens vindos de Antioquia, Barnabé e Paulo e homens enviados de Jerusalém, Judas e Silas. São homens de boa reputação com provas dadas em nome de Jesus e de fé firme perante as adversidades. São estes que levam a decisão simples, “não vos impor outras obrigações, além destas que são indispensáveis”, tomada pelos apóstolos e pelo Espírito Santo “O Espírito Santo e nós”. Estas decisões encheram de alegria todas as comunidades a quem foram enviadas.
meditar a palavra
Estamos perante uma Igreja que se deixa conduzir pelo Espírito. É uma Igreja que olha os problemas de frente, toma decisões firmes, mas sabe escutar o Espírito Santo. As comunidades confiam e aceitam as resoluções de Jerusalém, não apenas porque lhes agradam, mas porque são decisões do Senhor que atua na sua Igreja pelo Espírito. Os problemas levantados em Antioquia que provocaram discussões encontram agora uma resposta que os renova na comunhão. A confiança nas decisões vem dos homens que estão à frente porque são apóstolos, porque são firmes na fé, porque expuseram as suas vidas ao perigo por causa do nome de Jesus. As comunidades reveem-se nos seus responsáveis e confiam porque acolhem a vontade de Deus manifestada pelo Espírito Santo à sua Igreja através dos apóstolos.
rezar a palavra
Senhor, faz de nós, homens simples e pecadores, a tua Igreja. Caminhando entre a noite queremos ver a luz que és tu. Mostra-nos o teu rosto no meio de turbilhões de incerteza, faz ouvir a tua voz porque os ventos são contrários, envia o teu Espírito para nos concentrar no indispensável e dá-nos a alegria de ser a Igreja que busca em ti respostas de amor capaz de produzir a verdadeira alegria.
compromisso
Hoje é dia de pensar: Que falta hoje à Igreja? De quem falo quando falo da Igreja, dos outros ou de mim? Que espero da Igreja? Que pode a Igreja esperar de mim?
Evangelho Jo 15, 12-17
Naquele tempo,
disse Jesus aos seus discípulos:
«É este o meu mandamento:
que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei.
Ninguém tem maior amor
do que aquele que dá a vida pelos amigos.
Vós sois meus amigos, se fizerdes o que Eu vos mando.
Já não vos chamo servos,
porque o servo não sabe o que faz o seu senhor;
mas chamo-vos amigos,
porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi a meu Pai.
Não fostes vós que Me escolhestes;
fui Eu que vos escolhi e destinei,
para que vades e deis fruto
e o vosso fruto permaneça.
E assim, tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome,
Ele vo-lo concederá.
O que vos mando é que vos ameis uns aos outros».
compreender a palavra
Depois de falar várias vezes nos mandamentos do Pai que Ele próprio guardava e pedia aos discípulos que guardassem para “permanecerem no seu amor”, Jesus confirma que o seu mandamento é o amor. No texto por três vezes Jesus fala de amor. O amor que conheceu no Pai é o amor com que amou os discípulos e é com esse amor que também os discípulos devem amar-se. O centro deste amor está na afirmação “ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos amigos”. O amor de que Jesus fala é este amor que dá a vida. O Pai só ouve a voz deste amor.
meditar a palavra
Fui escolhido para participar do amor de Deus que se entrega na cruz de Cristo. Um amor que é vida entregue para que eu saiba que sou amado e no amor deixe de ser servo para ser amigo. “Que vos ameis” esta é a palavra que me é lançada para que faça da minha vida o lugar onde Deus se continua a entregar, para que todos conheçam o amor. Este é o convite de um amor maior que todo o amor. Um amor consciente que conhece o coração de Deus pela palavra escutada que se torna fruto, o fruto do amor. Fui escolhido pelo amor e destinado a ser amor.
rezar a palavra
“Tudo o que pedirdes ao Pai em meu nome, Ele vo-lo concederá”. Confiado nesta palavra atrevo-me a dirigir para ti, Senhor, o meu coração de servo. O meu olhar fixa-se nas tuas mãos abertas pela força dos cravos e no teu coração exposto à minha contemplação pela lança do soldado. Quero abrir em mim o mesmo caminho e marcar no meu corpo os mesmos sinais do teu amor. Quero ser amigo e não escravo e conhecer os mistérios do amor do Pai que tudo renova, para dar fruto em abundância.
compromisso
Hoje quero dar-me gratuitamente a alguém como Jesus se deu por mim.
[Referência: LEITURA ORANTE DA PALAVRA – LECTIO DIVINA FERIAL: <Leitura Orante da Palavra – Lectio Divina Ferial (liturgia.pt)>]

4o degrau da lectio divina: contemplação (contemplatio) – firme propósito de ver a vida com os olhos da fé, com o olhar iluminado pelo Espírito Santo; de tornar-se um novo ser humano: discípulo missionário de Jesus Cristo.
Oração firmadora do propósito de dedicar-se ao discipulado missionário de Jesus Cristo
Clamo-vos, ó Deus Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, e rogo a intercessão da Virgem Maria e de todos os santos e anjos de Deus, para que me ilumineis, inspireis, orienteis e sustenteis de modo que eu veja a vida com os olhos da fé, com o olhar iluminado pelo Espírito Santo, tornando-me passo a passo, dia-a-dia, de acordo com a vossa santa vontade, um discípulo missionário de Jesus Cristo, ciente de que a Leitura Orante da Palavra de Deus se constitui base, estímulo e impulso para fazê-lo da melhor forma possível.
Que eu me empenhe para participar diariamente da Santa Missa (ou, caso não for possível, alternativamente, a assista por meio eletrônico), aproveitando para, antes ou depois depois da Santa Missa, devotar uma hora de adoração ao Santíssimo Sacramento (ou o tempo que for possível). Que eu recite o Santo Rosário e outras orações e devoções pelas quais me sinto particularmente tocado, em especial invocando a iluminação do Espírito Santo, bem como a proteção e orientação dos anjos.
Que eu leia ao menos as sínteses das vidas dos santos de cada dia, ricas em exemplos de prática cristã. Que eu me debruce sobre as leituras escolhidas pela Santa Madre Igreja para serem meditadas nos diversos momentos orantes que compõem a Liturgia das Horas, que consistem em preciosos estímulos para a santificação do dia – e da vida. Que na medida do possível eu recite as orações da Liturgia das Horas em seus respectivos horários e me coloque em silêncio por alguns momentos após elas, em atitude de adoração e profunda intimidade com o Senhor- ou pelo menos as ouça ao longo do dia.
Que eu me impregne profundamente da consciência do magnífico valor dos tesouros disponíveis no caminho cristão, tão rico em alimento espiritual, que podem – e devem – ser desbravados e conquistados pela alma que tem sede de Deus (Sl 41). Que eu passe a usufruí-los, gradual e progressivamente, de acordo com a realidade e as possibilidades, avançando na prática de orações mentais, meditando leituras recomendadas para tal. E que eu me dedique a ampliar o conhecimento da fé , bem como da doutrina cristã autêntica expressa nos documentos da Igreja e na grande diversidade de obras escritas pelos santos e pelos que se empenharam sinceramente para bem servir a Santa Madre Igreja.
Que eu siga o exemplo de profunda caridade de Jesus, de dar a vida pelos irmãos, fazendo do viver uma oblação, um doar-se pelo Reino: na convivência diária no âmbito da família e do trabalho; na vida comunitária – com especial zelo no seguimento das orientações da Santa Madre Igreja quanto a vida sacramental (Batismo, Confirmação, Penitência, Eucaristia, Ordem, Matrimônio e Unção dos Enfermos), de acordo com meu estado de vida e as circunstâncias específicas do viver, buscando também contribuir da melhor forma possível para que muitos usufruam das graças sacramentais. E que eu me engaje frutuosamente em ações concretas para a promoção da vida plena e abundante que Jesus veio trazer a todos, praticando da forma mais elevada possível as virtudes teologais da fé, esperança e caridade, bem como as virtudes cardeais da prudência, justiça, fortaleza e temperança. Amém!
SANTOS DO DIA – EXEMPLOS DE PRÁTICA CRISTÃ
[Fonte: <Santos do Dia (08/05): São Vítor, Santo Acácio, São Bonifácio IV, São Bento II e outros | ARQFOR>]
Santos do Dia (08/05): São Vítor, Santo Acácio, São Bonifácio IV, São Bento II e outros
- 08/05/2026
- 06:00

São Vítor
Neste dia oito de maio, recordamos o martírio de São Vítor. Era um soldado romano. Ao recusar-se a sacrificar aos deuses, diante do imperador Maximiano Hercúleo, foi torturado e, por fim, decapitado no ano de 303. É um santo muito popular, sendo padroeiro dos prisioneiros e dos exilados.
Santo Acácio
Santo Acácio foi militar romano. Não era soldado; era centurião, ou seja, chefe de uma companhia composta por cem soldados. Também foi mártir, tendo sofrido o martírio no ano de 304.
São Bonifácio IV
São Bonifácio IV, papa comemorado hoje, foi monge e depois papa por sete anos (de 608 a 615). Graças a ele, o Panteão romano (templo dedicado a todos os deuses) foi transformado em igreja dedicada a Nossa Senhora dos Mártires.
São Bento II
Outro papa cuja memória se faz hoje é São Bento II, que foi papa apenas durante onze meses e faleceu em 685.
São Pedro de Tarantaise
São Pedro de Tarantaise foi um monge cisterciense que chegou a ser arcebispo da cidade francesa de Tarantaise. Faleceu no ano de 1175. Os monges cistercienses são beneditinos da ramificação de Cister.
São Wiro, São Plechelmo e Santo Otgero
São Wiro (bispo falecido em 753), São Plechelmo e Santo Otgero são três monges que fundaram o mosteiro de Odilienburg. Ele é conhecido, juntamente com São Wilibrordo, como “apóstolo da Frísia” (região que abrange a Holanda e a Alemanha).
Pesquisa: Professor Antônio Brandão Macêdo.


ESTÍMULOS À SANTIFICAÇÃO DO DIA – E DA VIDA
LEITURAS DAS ORAÇÕES DA LITURGIA DAS HORAS DE 8 DE MAIO DE 2026
[Fonte: <https://www.ibreviary.com/m2/breviario.php>]
ORAÇÃO DA HORA TERÇA (NOVE HORAS)
LEITURA BREVE
Actos 2, 32. 36
Deus ressuscitou Jesus e todos nós somos testemunhas. Saiba com absoluta certeza toda a casa de Israel: Deus fez Senhor e Messias esse Jesus que vós crucificastes.
V. O Senhor ressuscitou verdadeiramente. Aleluia.
R. E apareceu a Simão Pedro. Aleluia.
ORAÇÃO DA HORA SEXTA (DOZE HORAS)
LEITURA BREVE
Gal 3, 27-28
Todos vós que fostes baptizados em Cristo, fostes revestidos de Cristo. Não há judeu nem grego, não há escravo nem livre, não há homem nem mulher; todos vós sois um só em Cristo Jesus.
V. Os discípulos exultaram de alegria. Aleluia.
R. Quando viram o Senhor. Aleluia.
ORAÇÃO DA HORA NONA (QUINZE HORAS)
LEITURA BREVE
1 Cor 5, 7-8
Purificai-vos do velho fermento para serdes uma nova massa, visto que sois pães ázimos. Cristo, o nosso cordeiro pascal, foi imolado. Celebremos a festa, não com fermento velho nem com fermento de malícia e perversidade, mas com os pães ázimos da pureza e da verdade.
V. Ficai connosco Senhor. Aleluia.
R. Porque já vem caindo a noite. Aleluia.
Oração
Concedei-nos, Senhor, que a nossa vida se conforme plenamente ao mistério que celebramos, de modo que a alegria deste tempo pascal nos fortaleça e defenda no caminho da salvação. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
V. Bendigamos o Senhor.
R. Graças a Deus.
ORAÇÃO DE VÉSPERAS (FINAL DA TARDE)
LEITURA BREVE
Hebr 5, 8-10
Cristo, apesar de ser Filho de Deus, aprendeu a obediência no sofrimento e, tendo atingido a sua plenitude, tornou-Se, para todos os que Lhe obedecem, causa de salvação eterna, Ele que foi proclamado por Deus sumo sacerdote segundo a ordem de Melquisedec.
RESPONSÓRIO BREVE
V. Os discípulos exultaram de alegria. Aleluia, Aleluia.
R. Os discípulos exultaram de alegria. Aleluia, Aleluia.
V. Quando viram o Senhor.
R. Aleluia, Aleluia.
V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R. Os discípulos exultaram de alegria. Aleluia, Aleluia.
ORAÇÃO DE COMPLETAS (ANTES DE DORMIR)
LEITURA BREVE
Jer 14, 9
Estais no meio de nós, Senhor, e sobre nós foi invocado o vosso nome. Não nos abandoneis, Senhor nosso Deus.
RESPONSÓRIO BREVE
V. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito. Aleluia, Aleluia.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito. Aleluia, Aleluia.
V. Senhor, Deus fiel, meu Salvador.
R. Aleluia, Aleluia.
V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
R. Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito. Aleluia, Aleluia.
confraria@catolicospraticantes.com.br
catolicospraticantes.com.br
Importante:
* A Liturgia Diária, a porção da Palavra de Deus escolhida para cada dia, consiste em refeição espiritual de escol brindada pela Santa Madre Igreja, preparatória para o alimento divino, a Sagrada Eucaristia. Auguramos que esse estudo orante possa contribuir para potencializar o sustento e o remédio que essas santas palavras são destinadas a proporcionar e que com cada vez maior assiduidade mais irmãos na fé priorizem sorver diariamente as delícias inefáveis da Santa Palavra e da Sagrada Eucaristia. Sugerimos, caso não for possível por alguma razão desfrutar a missa presencialmente, que se o faça ao menos virtualmente, pela televisão ou internet. Também recomendamos escrever na área de busca de sites veiculadores de vídeos na internet as palavras “Homilia diária” e aproveitar os momentos livres do pensamento (inclusive no decorrer da realização de atividades manuais que não requerem intensa concentração – como lavar louça, por exemplo) para ouvir as reflexões de clérigos qualificados para nos ajudar a compreender com cada vez mais profundidade os desígnios divinos. O católico que participar de todas as Missas diárias ou estudar a Liturgia Diária pelo período de três anos, terá estudado toda a Bíblia (exceto partes de algumas passagens que são apresentadas de forma sintetizada, das quais são suprimidos versículos considerados de importância secundária). Essa breve exegese da Liturgia Diária é recomendada para quem busca conhecer com profundidade a Palavra de Deus, para dela se tornar íntimo e colocá-la em prática.
** A Liturgia das Horas é composta por sete momentos orantes rezados pelo fiel ao longo do dia. O primeiro, na madrugada, se chama Ofício das Leituras, composto pela recitação de vários salmos; a primeira leitura (extraída da Bíblia); a segunda leitura (extraída da Sagrada Doutrina) e algumas orações próprias. O segundo, Laudes, se reza no início da manhã, incluindo a recitação de salmos; orações; leitura bíblica breve e inclui também preces. Os momentos orantes do “miolo do dia” (das 09 às 15 horas) chamados “da hora média”, são propostos para serem realizados com brevidade em três etapas: Hora Terça, em torno das 09:00 horas; Hora Sexta, em torno das 12:00 horas; e Hora Nona, em torno das 15:00. São compostos pela recitação de salmos; orações e uma leitura bíblica breve. O sexto momento orante se dá antes do pôr do sol, sendo denominado de Vésperas e inclui também algumas preces, além dos salmos, orações e leitura bíblica breve. O sétimo momento orante denomina-se Completas, sendo realizado antes de dormir, incluindo o exame de consciência, uma breve recitação dos salmos, leitura bíblica breve e orações próprias, sendo bastante conciso. Tais momentos orantes são destinados especialmente à santificação do dia. A Liturgia das Horas serve também como ponto de interseção entre todos os católicos, sendo prescrita em especial para ser recitada por todos os componentes do clero, religiosos, religiosas, diáconos… constituindo-se fundamental para a unidade da fé, prevenindo a queda em heresias (a “escolha” de partes das escrituras e da doutrina e o rechaço de outras). Recomendamos vivamente que todos quantos puderem se dediquem a essa maravilhosa prática e reputamos como mínimo necessário a meditação da segunda leitura do Ofício das Leituras (aqui trazida como leitura complementar, extraída do o site <http://www.ibreviary.com/>), com o que nos tornamos agraciados com os preciosíssimos tesouros da Sagrada Doutrina brindados pelos que cultivaram a fé desde o início da Igreja. Podemos acessar a Liturgia das Horas através de livro próprio, também chamado de Breviário, ou por meio de aplicativos ou sites na internet. O fiel pode ainda digitar na área de busca o nome do momento orante que deseja acompanhar e terá à disposição essa oração com os salmos cantados. Disponibilizamos diariamente nesse estudo orante da Palavra de Deus os textos das leituras de todos os momentos orantes da Liturgia Diária, reputando-os como estímulos para a santificação do dia.
*** Por que ler a vida do Santo do dia?
Você sabe porque é muito importante conhecer e meditar no exemplo de vida do Santo do dia?
É fácil perceber que os homens se influenciam mutuamente no relacionamento social. A criança imita os pais, os gestos de dois amigos tendem a se assemelhar, pois a imitação é conatural aos homens desde a infância, distinguindo-os como a criatura mais imitativa de todas.
Esse mimetismo inato vincado em nossa humanidade se verifica também no âmbito sobrenatural. Conforme frisou Bento XVI, “os Santos constituem o comentário mais importante ao Evangelho, uma atualização sua na vida cotidiana e, por conseguinte, representam para nós um verdadeiro caminho de acesso a Jesus”.(1) Podemos, sem dúvida, considerá-los como imagem de Deus transposta para o dia a dia.
O conceito de imitação de Cristo – diretamente ou através do Santo do Dia – está presente nos Livros Sagrados, sobretudo nas cartas de São Paulo, como a destinada aos filipenses: “Sede meus imitadores, irmãos, e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós” (3, 17).
São Francisco de Assis estava bem cônscio de seu papel simbólico quando dizia: “Devo ser modelo e exemplo para todos os frades”. (2)
Para o homem contemporâneo essas analogias entre Cristo e os Santos poderiam parecer despropositadas ou mesmo maldosamente tachadas de “culto à personalidade”.
Por isso, é fundamental ler a história do Santo do Dia para que conhecendo o exemplo deles e admirando-os, aprendamos como adequar nossas vidas à santidade que Deus quer de nós.
**** Leitura Orante da Palavra (Lectio divina)
Fonte: <https://www.ivcpoa.com.br/leitura-orante-da-palavra>
a) Como surgiu?
No século XII, o monge Guigo II estava trabalhando no mosteiro com uma escada na mão. Enquanto isso, pedia a Deus que lhe sugerisse um instrumento que o ajudasse a subir até ele. Sobre isso, ele escreveu: “Ocupado em um trabalho manual, comecei a pensar na atividade espiritual do ser humano e se apresentaram improvisadamente à minha reflexão quatro degraus espirituais, ou seja: 1) a leitura; 2) a meditação; 3) a oração; e 4) a contemplação”. Esta é a escada que se eleva da terra ao céu. Alguns chamam esse método de rezar de Lectio divina, isto é, leitura divina.
b) Os passos da Leitura Orante: 1) leitura; 2) meditação; 3) oração; e 4) contemplação.
1) Leitura: no primeiro momento, procure acolher a Bíblia não como um livro qualquer, mas como um tesouro que é a Palavra que Deus quer nos falar. Esforce-se para captar o sentido do texto do modo mais pleno possível. Para isso, podem ajudar algumas perguntas: • Quem? O que diz e o que faz cada personagem? • Onde? Como se situa este texto na Bíblia e em que contexto? • Que relação tem com outros textos? • Em síntese, o que diz o texto?
2) Meditação: A meditação vai responder à pergunta: “O que é que Deus, através deste texto, tem a nos dizer hoje?”. É muito importante perceber o que o texto diz para mim, não somente para os outros. Algumas vezes, as pessoas procuram no texto bíblico lições para ensinar aos outros. Aqui é diferente: o texto fala diretamente com o leitor, seja pessoalmente, seja comunitariamente. Entra-se em diálogo, facilitado por algumas perguntas, como: O que há de semelhante e de diferente entre a situação do texto e a nossa de hoje? O que a mensagem deste texto diz para a nossa situação? Que mudanças de comportamento nos sugere? Pode-se perceber o quanto as ideias de Deus são diferentes das nossas e a necessidade de deixar que a Palavra de Deus transforme as nossas convicções. Muitas vezes, é preciso mudar de mentalidade para aderir à vontade de Deus.
3) Oração: É o momento de expressar o que o texto nos faz dizer a Deus. A oração é a nossa resposta à Palavra de Deus lida e meditada. A oração provocada pela meditação inicia-se com uma atitude de admiração, silêncio e adoração ao Senhor. A oração suscitada pela meditação também pode ser recitação de preces e salmos. Dependendo do que se ouviu da parte de Deus, a resposta pode ser de louvor ou de ação de graças, de súplica ou de perdão. É importante que essa oração espontânea não seja só individual, mas tenha sua expressão comunitária em forma de partilha.
4) Contemplação: enxergar, saborear, agir. A contemplação ajuda a enxergar o mundo de maneira nova. Tira o véu e ajuda a descobrir o projeto de Deus na história que hoje vivemos. Leva-nos a perceber Cristo como centro de tudo. Pela Leitura Orante, vamos crescendo na compreensão do sentido e da força da Palavra de Deus, vamos sendo transformados e nos tornando capazes de transformar a realidade. Contemplar supõe viver de modo diferente. O centro da pessoa está em Cristo. A pessoa é transformada pela Palavra de Deus, por isso contempla a presença de Deus em sua vida e adquire um novo olhar sobre a realidade.
Leitura Orante na Prática
O monge que criou o método sugere a ideia de uma escada que nos ajude a subir até Deus. Vamos analisar os quatro degraus que devemos subir.

1º Degrau – Leitura (Lectio): O que o texto diz?
1. Leia lentamente o texto, ao menos duas vezes.
2. Ainda não é hora de tentar tirar uma mensagem para sua vida. Apenas tente compreender o que o texto poderia significar na época em que foi escrito.
3. Tente reconstruir o texto: Quem são as pessoas que aparecem no texto e qual é a situação de cada uma? De acordo com o texto, qual é o papel de cada uma e quais seriam seus sentimentos? Aparece algum conflito no texto? Como é resolvido? Qual é o rosto de Deus no texto?

2º Degrau – Meditação (Meditatio): O que o texto me diz?
1. Destaque os versículos que foram mais fortes para você (sem tentar interpretá-los).
2. Atualize o texto comparando a situação da época com a situação atual e procure perceber o que tudo isso tem a ver com a sua/nossa vida de cristão.

3º Degrau – Oração (Oratio): O que o texto me faz dizer a Deus?
1. Tudo o que foi lido e meditado é transformado em uma conversa orante com Deus.
2. A oração é o instante no qual se é convidado a falar com Deus através do louvor, do agradecimento, do pedido, da súplica, do oferecimento, do perdão dirigido a ele: “Senhor, eu te peço… Eu te louvo e agradeço meu Deus…”. Dialogar diretamente com Deus: tenha “um trato de amizade com aquele que nos ama” (Santa Teresa). É necessário silêncio…

4º Degrau – Contemplação (Contemplatio)
Contemplar é ver a vida com os olhos da fé. É sentir, quase intuitivamente, a presença da Santíssima Trindade ao nosso lado. Esse passo está ligado ao anterior; às vezes, não percebemos quando termina um e começa o outro. Volte-se para a sua realidade (ao seu dia a dia) e veja sua vida com o olhar iluminado pelo Espírito Santo. Não se trata de pensar “o que fazer”, mas de como irá seguir Jesus a partir desse texto? É a primazia do ser sobre o fazer. Este último será o resultado de um novo ser humano: discípulo missionário de Jesus Cristo.
Atenção! Este método é fascinante, mas exigente. Não supõe saber ou ter grandes estudos, mas requer dedicação e escuta atenta à Palavra de Deus. Se alguém ler o texto bíblico sem seguir o método orante, dificilmente entenderá os quatro degraus. Há alguns que dizem que é muito difícil seguir este processo, certamente porque querem resultados imediatos e não dão tempo para escutar o Senhor. Para seguir este método, é preciso muita humildade e deixar o Senhor falar. É preciso se livrar de conceitos prontos sobre o texto lido. Evite-se, igualmente, logo tirar uma mensagem para pôr em prática. Essa aplicabilidade da Palavra depende de uma escuta mais atenta, pois nem sempre o Senhor pede que se faça algo, mas solicita uma mudança em nosso ser – a nossa conversão.
