catolicos

24 de novembro de 2023

LITURGIA DE 24 DE NOVEMBRO DE 2023 – SEXTA FEIRA – SANTO ANDRÉ DUNG-LAC PRESBÍTERO E MÁRTIR (ANO A)

[...] O Santo Evangelho (Lc 19,45-48) compele-nos em especial a impregnar-nos da consciência de que Jesus tem autoridade para expulsar demônios e expulsou também os mercadores do templo que atuavam insuflados pelos demônios da ganância, da avareza e afins. Cumpre-nos, pois, invocando a autoridade de Jesus, não permitir que sejam realizados na casa do Senhor atos que a desvirtuem da sua finalidade ímpar: casa de oração, local de prestação de culto ao Senhor! Cumpre-nos como responsabilidade espiritual não permitir que se torne covil de ladrões e nem de perpetração de quaisquer outras profanações insufladas pelo maligno. Cumpre-nos, pois, além de nos impregnar-nos de tudo o que Jesus ensinou, também colocá-lo em prática e seguir o seu exemplo, em todos os aspectos do viver. Inclusive as situações mais embaraçosas que possam vir a se apresentar, como essa, em que Jesus, o próprio amor encarnado, precisou usar de resoluta firmeza - ainda que isso possa custar-nos a própria vida, conforme ocorreu com Jesus e tantos mártires que entregaram suas vidas em defesa da fé.
23 de novembro de 2023

LITURGIA DE 23 DE NOVEMBRO DE 2023 – QUINTA FEIRA – XXXIII SEMANA DO TEMPO COMUM (ANO A)

[...] O Santo Evangelho (Lc 19,41-44) compele-nos em especial a nos colocar com empatia diante de Jesus que chorou sobre Jerusalém, ciente do terrível destino que a esperava em decorrência da insensatez, da insensibilidade, de modo especial dos seus líderes… A cegueira espiritual que os acometeu, pela soberba neles inspirada pelo maligno, impediu-os de reconhecer o próprio Filho de Deus, Jesus, o Príncipe da Paz - tendo amargado por isso terríveis consequências e arrastado os seus nas desventuras que atraíram… Cumpre-nos empenhar-nos denodadamente para nos mantermos vigilantes e orantes para não incorrer nos mesmos erros. Ao invés de desprezar e rechaçar Jesus e seus ensinamentos, que os acolhamos e nos tornemos a cada dia mais especialistas em ouvir e colocar em prática tudo o que Jesus ensinou!
22 de novembro de 2023

LITURGIA DE 22 DE NOVEMBRO DE 2023 – QUARTA FEIRA – SANTA CECILIA – VIRGEM E MÁRTIR (ANO A)

As santas palavras da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura, de nos impregnarmos da consciência do que revela e nos empenharmos denodadamente para modelar nossas condutas a partir do que ilumina a sabedoria divina, que apresenta nesta perícope (2Mc 7,1.20-31 ) o exemplo da mãe que viu perecer seus sete filhos no espaço de um só dia por se manterem fiéis aos preceitos do Senhor Deus. Cumpre-nos, pois, estar dispostos a atuar espelhados nesse nível de heroísmo diante de toda e qualquer adversidade que possa advir sobre nós, pois nossa esperança repousa no Senhor! Cumpre-nos ainda, a exemplo dessa mãe, exortar aos que nos rodeiam e passam por dificuldades a tudo suportar com grande coragem, cientes de que foi o Senhor Deus quem criou do nada tudo o que existe, nos deu a alma e a vida, tendo nos formado no ventre de nossas mães. Ele, que deu existência a todas as coisas, nos restituirá, em sua misericórdia, tanto o espírito quanto a vida, caso tenhamos que sacrificá-la pelo Reino de Deus. [...]
21 de novembro de 2023

LITURGIA DE 21 DE NOVEMBRO DE 2023 – TERÇA FEIRA – APRESENTAÇÃO DE NOSSA SENHORA (ANO A)

[...] As santas palavras do Salmo Responsorial [Sl (Lc) 1, 46-55], compelem-nos a regozijar-nos com a alegria de Maria Santíssima: Minha alma glorifica ao Senhor, 47.meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador, 48.porque olhou para sua pobre serva. Por isto, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações, 49.porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo. 50.Sua misericórdia se estende, de geração em geração, sobre os que o temem. 51.Manifestou o poder do seu braço: desconcertou os corações dos soberbos. 52.Derrubou do trono os poderosos e exaltou os humildes. 53.Saciou de bens os indigentes e despediu de mãos vazias os ricos. 54.Acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia, 55.conforme prometera a nossos pais, em favor de Abraão e sua posteridade, para sempre. O Santo Evangelho (Mt 12,46-50) compele-nos a impregnar-nos da consciência de que Jesus afirmou que sua família é composta por todos os que fazem a vontade do Pai. Sejamos, pois, fiéis discípulos do Senhor e nos tornemos partícipes da família divina!
20 de novembro de 2023

LITURGIA DE 20 DE NOVEMBRO DE 2023 – SEGUNDA FEIRA – XXXIII SEMANA DO TEMPO COMUM (ANO A)

As santas palavras da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura, de nos impregnarmos da consciência do que revela e nos empenharmos denodadamente para modelar nossas condutas a partir do que ilumina a sabedoria divina, que esclarece nesta perícope (1Mc 1,10-15.41-43.54-57.62-64) a respeito da postura que cumpre ser adotada pelos que são verdadeiramente fiéis ao Senhor, partindo da clareza de que o maligno tenta de muitas formas, inclusive propondo alianças espúrias para conseguir comodidades. Porém o preço de tal acomodação é o afastamento de Deus e a consequente atração das mais terríveis consequências, pois a partir de tal acedência à tentação, se passa a adotar os costumes pagãos, mitigando, fragilizando e desvirtuando as práticas da verdadeira fé - passa-se à violação dos preceitos da lei divina e a mergulhar no pecado. Tal caminho que tomam os que caem nas induções do maligno leva à queda na abominação e na desolação, com o que se despreza o que é legitimamente sagrado e são perseguidos os que se mantém fiéis à fé genuína. Cumpre-nos, face às tentações que nos incitam a afrouxar na prática da fé, seguir o exemplo dos que tomaram a firme resolução de não se submeter a nenhuma prática que comprometesse a pureza, ainda que sob pena de perder a vida por se manterem fiéis ao Senhor. [...]
19 de novembro de 2023

LITURGIA DE 19 DE NOVEMBRO DE 2023 – DOMINGO – XXXIII SEMANA DO TEMPO COMUM (ANO A)

[...] O Santo Evangelho (Mt 25,14-30), em que Jesus apresenta a parábola dos talentos, compele-nos em especial, em um primeiro plano, a impregnar-nos da consciência de que fomos agraciados com muito dons e cumpre-nos desenvolvê-los, frutificá-los, e não nos conformarmos preguiçosamente a um viver estéril. Num segundo plano, Jesus nos ensina que devemos atuar com responsabilidade em relação aos recursos que estão sob nossa administração, não desperdiçando-os e nem permitindo que permaneçam ociosos; ao contrário, cumpre aplicá-los da melhor forma possível para que produzam, frutifiquem e possam servir às finalidades que lhes são inerentes. Essa perícope contribui ainda para a maior clareza interpretativa de ensinamento de Mateus 13,12: Ao que tem, se lhe dará e terá em abundância, mas ao que não tem será tirado até mesmo o que tem. Aparentemente essa passagem soa de difícil entendimento, porém com a parábola dos talentos se esclarece: em tudo na vida - e especialmente no âmbito espiritual - a diligência, o esmero, a dedicação humilde e comprometida tendem a atrair bênçãos sobre bênçãos; ao passo que a negligência, o descuido, o abandono ao acaso... tendem a atrair sobre o ser a miséria, em todos os sentidos… Tal realidade precisa ser bem compreendida, à luz da caridade, não se constituindo em razão para se abandonar as ações caridosas e muito menos julgar o próximo em situação de dificuldade. Cumpre-nos, isso sim, tomar esse ensinamento como estímulo para atuarmos com magnanimidade, que é a virtude da generosidade elevada à máxima potência, nos empenhando denodadamente para enriquecermos em tudo o que estiver ao nosso alcance - e de modo especialíssimo no âmbito espiritual - de modo a podermos contribuir da forma mais elevado possível com o Reino de Deus.
17 de novembro de 2023

LITURGIA DE 18 DE NOVEMBRO DE 2023 – SÁBADO – COMEMORAÇÃO DAS BASÍLICAS DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO, APÓSTOLOS (ANO A)

[...] O Santo Evangelho (Lc 18,1-8) compele-nos em especial a impregnar-nos da consciência de que Jesus ensinou ser necessário orar sempre sem jamais deixar de fazê-lo, exemplificando com a perseverança da viúva que insistiu frequentemente com o juiz iníquo para que lhe fizesse justiça, até que este, farto da importunação, atendeu ao que ela pedia. Em seguida Jesus afirmou: Ouvis o que diz este juiz injusto? Por acaso não fará Deus justiça aos seus escolhidos, que estão clamando por ele dia e noite? Porventura tardará em socorrê-los? Digo-vos que em breve lhes fará justiça. Na sequência, concluiu: Mas, quando vier o Filho do Homem, acaso achará fé sobre a terra? Tal arremate deste discurso de Jesus insta-nos a relacionar a persistência na oração com a fé, sendo a atitude de insistir na súplica indício de que se tem fé expectante, ou seja, de quem pede e permanece na expectativa confiante de receber o que pediu. Que tudo o que pedirmos o seja em conformidade com a santa vontade de Deus e certamente receberemos; não cessemos de clamar a intervenção divina, até receber a graça!
17 de novembro de 2023

LITURGIA DE 17 DE NOVEMBRO DE 2023 – SEXTA FEIRA – SANTA ISABEL DA HUNGRIA – ESPOSA E RELIGIOSA (ANO A)

[...] O Santo Evangelho (Lc 17,26-37) compele-nos em especial a impregnar-nos da consciência de que, muito embora a insensatez humana faça com com os seres se mantenham impassíveis face aos sinais divinos, as consequências das atitudes não deixam de se manifestar; a cada tipo de plantação, inexoravelmente se sucede a respectiva colheita. Jesus nos recorda o ocorrido nos tempos de Noé e Lot: as pessoas que andavam no erro, no pecado, no desprezo aos desígnios divinos viviam normalmente, festivamente, porém o saldo espiritual negativo que coletivamente acumularam atraiu sobre elas a destruição, pois se tornaram, por suas condutas insensatas, indignas de permanecer sobre a terra, de continuar sendo sustentados pelas graças divinas. As palavras de Jesus são incisivas e nos concitam a manter-nos vigilantes e orantes, pois seja no juízo final, em que seremos passados pelo processo de "triagem" - em que cada um será destinado aos lugar que talhou com as ações realizadas no decorrer da vida; seja no juízo particular, ao qual seremos submetidos se nossa vida expirar antes da parusia, da segunda vinda de Jesus à terra - está em nossas mãos talhar o destino ao qual seremos conduzidos. Por isso Jesus, de forma amorosa, compassiva, profundamente misericordiosa, nos alerta de que se em nossa jornada terrena vivermos na lógica do mundo, nos abandonando aos prazeres mundanos, à "curtição" como se diz popularmente - tal conduta se constituirá em razão de perdição. Quem assim procede o faz iludido de que está "arrasando", sendo esperto, um "ganhador"... porém, mais cedo ou mais tarde, aqui mesmo, constatará o quão insensato foi tal proceder, pois tudo isso se revela vaidade e ilusão e se esvai como um castelo de cartas… Já os que, aos olhos do mundo, "perdem a vida", dedicando o precioso tempo que nos foi concedido por Deus ao cultivo espiritual, às realidades divinas, estes sim, usufruem, já aqui, da vida em abundância, construindo um viver solidamente assentado nos elevados valores revelados nas orientações divinas expressas nas Sagradas Escrituras. Esse viver é caracterizado por um estado de elevado bem-estar interior gerado pela paz profunda que emana da conexão com o divino, da sintonia com a Palavra de Deus, da intimidade com Jesus sacramentado... Jesus alerta ainda que em uma mesma casa, a depender a realidade interior de cada um, poderão haver destinos diferentes, em que uns serão levados e outros deixados. Mantenhamo-nos, pois, vigilantes e orantes, pois ninguém sabe nem o dia, nem a hora; isso cabe tão somente o Pai celestial (Mt 24,36).
16 de novembro de 2023

LITURGIA DE 16 DE NOVEMBRO DE 2023 – QUINTA FEIRA DA XXXII SEMANA DO TEMPO COMUM (ANO A)

[...] O Santo Evangelho (Lc 17,11-19) compele-nos em especial a impregnar-nos da consciência de que o Reino de Deus não se estabelece de forma ostensiva, ruidosa, espalhafatosa, glamourosa… Ao contrário, ele se estabelece discretamente, silenciosamente, sutilmente, humildemente… Há um adágio popular que afirma: "águas paradas são profundas"… Jesus, ao responder a pergunta dos fariseus sobre quando viria o Reino de Deus, além de esclarecer que não se apresentaria de modo ostensivo, afirmou: "o Reino de Deus já está no meio de vós." Jesus é o Rei do Universo, a humanidade foi contemplada com o excelso privilégio de tê-lo entre nós e a maior graça que podemos usufruir é nos tornarmos conscientemente seus súditos, servindo-o amorosamente, seguindo fielmente suas determinações que nos conduzem no bom caminho que leva à vida eterna. Essa é a essência do Reino de Deus: nos colocarmos a serviço, submeter-nos ao senhorio de Jesus, deixar-nos conduzir obedientemente por suas palavras, por suas divinas orientações, ele que é o Verbo Divino do Pai, a sabedoria de Deus encarnada! À medida que nos tornamos servos do Rei Jesus, deixamos de ser escravos de Satanás e de suas seduções pecaminosas. Cumpre-nos renunciar a Satanás, renunciar ao pecado e aderir a Jesus com determinada determinação, como ensinou Santa Tereza D´Ávila, tornando-nos cada vez mais íntimos dele, no silêncio de nossos corações. Com isso nos impregnamos das mais refinadas graças, deixando o viver semi-animalesco de outrora - e cumpre esmerar-nos com os mais denodados empenhos para sermos seus discípulos missionários, atuando como pontes para que muitos outros sejam contemplados com tais excelsas graças!
14 de novembro de 2023

LITURGIA DE 14 DE NOVEMBRO DE 2023 – TERÇA FEIRA – XXXII SEMANA COMUM (ANO A)

As santas palavras da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura (Sb 2,23-3,9 ), de impregnar-nos da consciência de que Deus criou o homem para a imortalidade e o fez à sua imagem. Porém, por inveja do demônio, a morte entrou no mundo e os que sucumbem às suas insídias passam a pertencer-lhe, e desse modo se autocondenam à perdição. Já as almas dos que se empenham para permanecer fiéis, firmes nos caminhos da justiça divina, se mantêm protegidas e enfrentam as turbulências da vida sem se abalar, em estado de paz profunda. Tudo o que lhes ocorre suportam com serenidade divina, cientes de que tudo contribuiu para o bem dos que amam a Deus (Romanos 8,28), suportando as provações com inabalável esperança na imortalidade. Os que põem a confiança no Senhor compreendem a verdade, se mantêm fiéis e com ele habitarão por toda a eternidade! [...]
13 de novembro de 2023

LITURGIA DE 13 DE NOVEMBRO DE 2023 –SEGUNDA-FEIRA – XXXII SEMANA COMUM (ANO A)

As santas palavras da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura (Sb 1,1-7), de amar a justiça, com a consciência de que em alguma medida, dentro da área de abrangência que nos foi concedida, temos o dever de governar enquanto estamos sobre a terra. Em um primeiro plano, este governo precisa ser exercido em nosso próprio mundo interior, cumprindo-nos primar pela higiene mental, estabelecendo critérios em relação aos pensamentos que habitam em nossas próprias mentes - inclusive estabelecendo filtros para o que nelas ingressa - cientes de que a qualidade do que habita em nós repercutirá na qualidade de nossas ações. Cabe-nos, pois, governar nosso mundo interior de modo a favorecer a presença do Espírito Santo, que é a sabedoria divina, para que habite em nós e conduza nossas ações, cumprindo-nos para tal seguir os conselhos do Escritor Sagrado apresentados nessa perícope: tende para com o Senhor sentimentos perfeitos, e procurai-o na simplicidade do coração, 2.porque ele é encontrado pelos que o não tentam, e se revela aos que não lhe recusam sua confiança; 3.com efeito, os pensamentos tortuosos afastam de Deus, e o seu poder, posto à prova, triunfa dos insensatos. 4.A Sabedoria não entrará na alma perversa, nem habitará no corpo sujeito ao pecado; 5.o Espírito Santo educador (das almas) fugirá da perfídia, afastar-se-á dos pensamentos insensatos, e a iniquidade que sobrevém o repelirá. 6.Sim, a Sabedoria é um espírito que ama os homens, mas não deixará sem castigo o blasfemador pelo crime de seus lábios, porque Deus lhe sonda os rins, penetra até o fundo de seu coração, e ouve as suas palavras. 7.Com efeito, o Espírito do Senhor enche o universo, e ele, que tem unidas todas as coisas, ouve toda voz. [...]
12 de novembro de 2023

LITURGIA DE 12 DE NOVEMBRO DE 2023 – DOMINGO DA XXXII SEMANA DO TEMPO COMUM (ANO A)

As santas palavras da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura (1º Sb 6,12-16), de impregnar-nos da consciência de que a Sabedoria é resplandescente e sua beleza inalterável: os que a amam, descobrem-na facilmente. 13.Os que a procuram encontram-na. Ela antecipa-se aos que a desejam. 14.Quem, para possuí-la, levanta-se de madrugada, não terá trabalho, porque a encontrará sentada à sua porta. 15.Fazê-la objeto de seus pensamentos é a prudência perfeita, e quem por ela vigia, em breve não terá mais cuidado. 16.Ela mesma vai à procura dos que são dignos dela; ela lhes aparece nos caminhos cheia de benevolência, e vai ao encontro deles em todos os seus pensamentos.[...]
11 de novembro de 2023

LITURGIA DE 11 DE NOVEMBRO DE 2023 – SÁBADO – SÃO MARTINHO DE TOURS – BISPO (ANO A)

As santas palavras da liturgia deste dia compelem-nos em especial a As As santas palavras da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura (Rm 16,3-9.16.22-27), de seguir o exemplo de Prisca e Áquila, cooperando na causa de Cristo Jesus, ainda que com o risco da própria vida, disponibilizando, se necessário for, as nossas próprias casa para os cristãos se reunirem. Demos glória a Deus que é poderoso para nos confirmar, segundo o Evangelho, na pregação de Jesus Cristo, conforme a revelação do mistério, guardado durante séculos, mas manifestado por ordem do eterno Deus por meio das Escritura proféticas, para que seja dado a conhecer a todas as nações, a fim de levá-las à obediência na fé ao Deus único e sumamente sábio, por Jesus Cristo, dando-lhe glória por toda a eternidade. Amém! [...]
10 de novembro de 2023

LITURGIA DE 10 DE NOVEMBRO DE 2023 – SEXTA-FEIRA – SÃO LEÃO MAGNO – PAPA E DOUTOR (ANO A)

As santas palavras da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura (Rm 15,14-21), de impregnar-nos da consciência de que cumpre-nos estar cheios de bondade e buscar nos preencher de um perfeito conhecimento que nos torne capazes de nos admoestarmos uns aos outros, ou seja, de nos advertirmos, nos aconselharmos, nos corrigirmos reciprocamente quando qualquer de nós vislumbrar algo que não esteja em consonância com a Palavra de Deus, com a sã doutrina da Igreja… Concitam-nos também a emular São Paulo Apóstolo na missão de ministros de Jesus Cristo na pregação do Evangelho, no serviço de Deus. Cumpre-nos, pois, nos empenharmos para levar o Evangelho a todos quantos nos for possível - pedindo iluminação ao Espírito Santo para que nos oriente - por ações e palavras, e também invocando milagres e prodígios pela virtude do Espírito. Que nos disponhamos também a anunciar o Evangelho onde ainda não tenha sido anunciado, para maior honra e glória de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo! [...]
9 de novembro de 2023

LITURGIA DE 09 DE NOVEMBRO DE 2023 – QUINTA-FEIRA – BASÍLICA DE LATRÃO – CATEDRAL DE ROMA (ANO A)

As santas palavras da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura (Ez 47,1-2.8-9.12), de impregnar-nos da consciência de que as águas espirituais que jorram do templo e se lançam para fora dele tornam mais saudáveis os locais por onde correm, vivificando e fazendo proliferar saudavelmente o que é da natureza que prolifere. Nas margens dos locais por onde passam suscitam o crescimento de organismos saudáveis que não cessam de produzir alimento e remédio. Tais palavras evocam a recordação do lado aberto de Cristo na cruz pelo golpe da lança, de onde saiu sangue e água, os quais são simbolizados na imagem do Cristo Misericordioso como raios de luz de cores branca e vermelha. O que jorra dos templos, em nossas Igrejas, onde Jesus se manifesta na celebração da Palavra de Deus e da Eucaristia, são correntes desse amor misericordioso de Jesus que, certamente, tornam mais saudáveis os locais por onde passam - sendo os condutores de tais correntes de amor as pessoas que as recebem nos templos. Os efeitos desse correr incessante do amor crístico incluem a formação (ou a vivificação pelo amor misericordioso de Jesus), "nas margens", ou seja, ao redor daqueles que atuam como condutores dos efeitos da Palavra e da Eucaristia (tendo por elas transformadas suas vidas), de instituições saudáveis, que produzem frutos de toda ordem, os quais suprem necessidades e aliviam sofrimentos. Quem se deixa impregnar pelas correntes do amor misericordioso de Jesus se torna sal da terra e luz do mundo (Mt 5,13-14), iluminando, sanando e impregnando de sabor divino - do amor de Jesus - tudo com que toma contato. [...]
8 de novembro de 2023

LITURGIA DE 08 DE NOVEMBRO DE 2023 – QUARTA FEIRA – XXXI SEMANA DO TEMPO COMUM (ANO A)

As santas palavras da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura (Rm 13, 8-10), de manter a conduta irrepreensível, vivendo com rigorosa probidade, de modo a não ficar devendo nada a ninguém; porém cientes de que somos todos, sim, devedores de algo uns para com os outros: o amor. Essa dívida tem origem no imenso amor que recebemos de Deus Pai, Filho e Espírito Santo, que nos concedeu a dádiva da vida e tudo o que temos de mais valioso - sendo tudo o mais secundário, acessório e somente o conseguimos a partir do que recebemos de Deus. Cumpre-nos, pois, impregnar-nos da consciência de que é infinito o amor com que fomos e somos amados. Por isso devemos amar intensamente os nossos semelhantes, como tributo de gratidão - e buscar compenetrar-nos profundamente do que significa praticar o amor. A princípio, amar implica, conforme o Antigo Testamento, em não cometer adultério, não matar, não furtar, não cobiçar o que é do próximo... ou seja, nada fazer que possa vir a prejudicar o próximo. Porém o amor ensinado por Jesus vai muito além: ele resumiu toda a antiga lei na sentença "Amarás o teu próximo como a ti mesmo"; a partir dessa afirmação, o Apóstolo assevera que a caridade não pratica o mal contra o próximo e é, portanto, o pleno cumprimento da lei. Mas Jesus também ensinou: Dou-vos um novo mandamento: Amai-vos uns aos outros. Como eu vos tenho amado, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros (João 13,34). Jesus institui, com esse novo mandamento, o amor pleno, que supera o "não prejudicar". Esse amor em plenitude implica no sacrifício de si, no dar a vida pelo próximo, com a intensa dedicação ao Reino de Deus - se necessário for, até o martírio, como fez o próprio Jesus e os que santificaram suas vidas seguindo seu exemplo até as últimas consequências. [...]
7 de novembro de 2023

LITURGIA DE 07 DE NOVEMBRO DE 2023 – TERÇA FEIRA – XXXI SEMANA DO TEMPO COMUM (ANO A)

As santas palavras da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura (Rm 12,5-16a), de impregnar-nos da consciência de que, conforme ensinou o Apóstolo: embora sendo muitos, formamos um só corpo em Cristo, e cada um de nós é membro um do outro. Temos dons diferentes, conforme a graça que nos foi conferida. Aquele que tem o dom da profecia, exerça-o conforme a fé. Aquele que é dado ao ministério, dedique-se ao ministério. Se tem o dom de ensinar, que ensine; o dom de exortar, que exorte; aquele que distribui as esmolas, faça-o com simplicidade; aquele que preside, presida com zelo; aquele que exerce a misericórdia, que o faça com afabilidade. Ainda conforme as orientações do Apóstolo, que nossa caridade não seja fingida. Que aborreçamos o mal e apeguemo-nos solidamente ao bem, que amemo-nos mutuamente com afeição terna e fraternal. Adiantemo-nos em honrar uns aos outros. Não relaxemos em nosso zelo. Sejamos fervorosos de espírito. Sirvamos ao Senhor. Sejamos alegres na esperança, pacientes na tribulação e perseverantes na oração. Que socorramos às necessidades dos fiéis. Que nos esmeremos na prática da hospitalidade, bem acolhendo os que se achegam a nós. Que abençoemos os que nos perseguem e não praguejemos contra eles. Alegremo-nos com os que se alegram, choremos com o que choram e vivamos em boa harmonia uns com os outros. As santas palavras do Salmo Responsorial compelem-nos a fazer coro com o louvor orante do salmista adaptando-o à realidade atual (Sl 130): Senhor, meu coração não se enche de orgulho, meu olhar não se levanta arrogante. Não procuro grandezas, nem coisas superiores a mim. 2.Ao contrário, mantenho em calma e sossego a minha alma, tal como uma criança no seio materno, assim está minha alma em mim mesmo. Coloquemos, pois, nossa esperança no Senhor, agora e para sempre. O Santo Evangelho (Lc 14,15-24) compele-nos a impregnar-nos da consciência de que é feliz aquele que se senta à mesa no Reino de Deus, porém as pessoas convidadas, chamadas preferencialmente para usufruir da refeição divina tendem a estar ocupadas - com suas propriedades; com seus trabalhos; com seus relacionamentos… Cometem, com isso, a insensatez, a insanidade de desprezar o que há de mais valioso, precioso, maravilhoso… Então a generosidade do Senhor do Reino o leva a convidar a todos - em especial os considerados pelo mundo como "os menos qualificados" - para usufruir as delícias da mesa do Reino. Tal realidade é maravilhosa: os aparentemente "menos dotados", aqueles que, aos olhos humanos, parecem ser "os menos favorecidos pela sorte" são os grandes felizardos - são os que desfrutam o que a vida tem de melhor: a intimidade com o Pai, o Filho e o Espírito Santo, vivendo em uma sintonia cada vez mais fina com a presença divina. Tal realidade foi também expressa por Jesus quando disse: Eu te bendigo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequenos (Mateus 11,25). E ainda: Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos Céus (Mateus 5,3)! Quem tem o coração humilde, não soberbo, definido nas Sagradas Escrituras como coração pobre (em algumas traduções como pobres de espírito), independentemente da classe ou condição social - podendo até ser muito rico aos olhos do mundo - jamais se deixa levar pelas ilusões do mundo, pois sabe que do Senhor é a terra e tudo o que ela encerra e que aqui estamos para servi-lo - e ao próximo!
6 de novembro de 2023

LITURGIA DE 06 DE NOVEMBRO DE 2023 – SEGUNDA FEIRA – XXXI SEMANA DO TEMPO COMUM (ANO A)

As santas palavras da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura (Ap 7,2-4.9-14), de impregnar-nos da consciência de que os servos de Deus serão assinalados em suas frontes e uma multidão deles, de todas as nações, tribos, povos e línguas se colocarão em pé diante do trono e diante do Cordeiro, de vestes brancas e palmas na mão - e bradarão em alta voz: A salvação é obra de nosso Deus, que está assentado no trono, e do cordeiro. Os anjos e os guardiães do trono de Deus se prostrarão de face em terra diante do trono, adorando a Deus, dizendo: Amém, louvor, glória, sabedoria, ação de graças, honra, poder e força ao nosso Deus pelos séculos dos séculos! Amém! Oxalá estejamos entre os que lá estarão, revestidos de vestes brancas, sobrevivendo da grande tribulação, tendo as vestes lavadas e alvejadas no sangue do Cordeiro, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, que morreu na cruz para nos salvar. As santas palavras do Salmo Responsorial compelem-nos a fazer coro com o louvor orante do salmista (Sl 23): Do Senhor é a terra e tudo o que ela contém, a órbita terrestre e todos os que nela habitam, pois ele mesmo a assentou sobre as águas do mar e sobre as águas dos rios a consolidou. Quem será digno de subir ao monte do Senhor? Ou de permanecer no seu lugar santo? O que tem as mãos limpas e o coração puro, cujo espírito não busca as vaidades nem perjura para enganar seu próximo. Este terá a bênção do Senhor, e a recompensa de Deus, seu Salvador. Tal é a geração dos que o procuram, dos que buscam a face do Deus de Jacó. [...] As santas palavras da 2ª Leitura (1Jo 3,1-3) compelem-nos a impregnar-nos da consciência do imenso amor com que nos amou o Pai, para que sejamos chamados filhos de Deus - e nós o somos, de fato! Desde agora somos filhos de Deus e quando chegar o tempo, de acordo com a sua santa vontade, seremos semelhantes a ele, porquanto o veremos como ele é. Todo aquele que tem nele esta esperança e se mantém fiel, trilhando o caminho da promessa que acalenta em nós essa esperança, torna-se puro, como ele é puro! O Santo Evangelho (Mt 5,1-12a) compele-nos a impregnar-nos da consciência de que Jesus ensinou que são Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus! Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados! Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra! Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados! Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia! Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus! Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus! Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus! Ensinou ainda que bem-aventurados seremos quando nos caluniarem, quando nos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra nós por causa dele. Que cumpre-nos alegrar-nos e exultar, porque será grande a nossa recompensa nos céus. Portanto, nos lancemos amorosamente no exercício dessas práticas recomendadas por Jesus, sendo humildes de coração; perseverantes em meio às tristezas que nos assolam; mansos; famintos e sedentos de justiça; misericordiosos; puros de coração e pacíficos. E atuemos cientes de que, ainda que perseguidos por causa da justiça, caluniados e vítimas de toda sorte de maledicências, cumpre-nos tudo suportar com resignação e paz de espírito, pois a recompensa que nos espera é infinitamente maior, conforme asseverou o Apóstolo: Tenho para mim que os sofrimentos da presente vida não têm proporção alguma com a glória futura que nos deve ser manifestada (Romanos, 8,18). Mantenhamo-nos, pois, firmes na caminhada cristã, para estarmos entre os revestidos de vestes brancas, sobrevivendo da grande tribulação, tendo as vestes lavadas e alvejadas no sangue do Cordeiro, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, que morreu na cruz para nos salvar.
5 de novembro de 2023

LITURGIA DE 05 DE NOVEMBRO DE 2023 – DOMINGO – TODOS OS SANTOS E SANTAS (ANO A)

As santas palavras da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura (Ap 7,2-4.9-14), de impregnar-nos da consciência de que os servos de Deus serão assinalados em suas frontes e uma multidão deles, de todas as nações, tribos, povos e línguas se colocarão em pé diante do trono e diante do Cordeiro, de vestes brancas e palmas na mão - e bradarão em alta voz: A salvação é obra de nosso Deus, que está assentado no trono, e do cordeiro. Os anjos e os guardiães do trono de Deus se prostrarão de face em terra diante do trono, adorando a Deus, dizendo: Amém, louvor, glória, sabedoria, ação de graças, honra, poder e força ao nosso Deus pelos séculos dos séculos! Amém! Oxalá estejamos entre os que lá estarão, revestidos de vestes brancas, sobrevivendo da grande tribulação, tendo as vestes lavadas e alvejadas no sangue do Cordeiro, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, que morreu na cruz para nos salvar. As santas palavras do Salmo Responsorial compelem-nos a fazer coro com o louvor orante do salmista (Sl 23): Do Senhor é a terra e tudo o que ela contém, a órbita terrestre e todos os que nela habitam, pois ele mesmo a assentou sobre as águas do mar e sobre as águas dos rios a consolidou. Quem será digno de subir ao monte do Senhor? Ou de permanecer no seu lugar santo? O que tem as mãos limpas e o coração puro, cujo espírito não busca as vaidades nem perjura para enganar seu próximo. Este terá a bênção do Senhor, e a recompensa de Deus, seu Salvador. Tal é a geração dos que o procuram, dos que buscam a face do Deus de Jacó. [...] As santas palavras da 2ª Leitura (1Jo 3,1-3) compelem-nos a impregnar-nos da consciência do imenso amor com que nos amou o Pai, para que sejamos chamados filhos de Deus - e nós o somos, de fato! Desde agora somos filhos de Deus e quando chegar o tempo, de acordo com a sua santa vontade, seremos semelhantes a ele, porquanto o veremos como ele é. Todo aquele que tem nele esta esperança e se mantém fiel, trilhando o caminho da promessa que acalenta em nós essa esperança, torna-se puro, como ele é puro! O Santo Evangelho (Mt 5,1-12a) compele-nos a impregnar-nos da consciência de que Jesus ensinou que são Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o Reino dos céus! Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados! Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra! Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados! Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia! Bem-aventurados os puros de coração, porque verão Deus! Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus! Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus! Ensinou ainda que bem-aventurados seremos quando nos caluniarem, quando nos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra nós por causa dele. Que cumpre-nos alegrar-nos e exultar, porque será grande a nossa recompensa nos céus. Portanto, nos lancemos amorosamente no exercício dessas práticas recomendadas por Jesus, sendo humildes de coração; perseverantes em meio às tristezas que nos assolam; mansos; famintos e sedentos de justiça; misericordiosos; puros de coração e pacíficos. E atuemos cientes de que, ainda que perseguidos por causa da justiça, caluniados e vítimas de toda sorte de maledicências, cumpre-nos tudo suportar com resignação e paz de espírito, pois a recompensa que nos espera é infinitamente maior, conforme asseverou o Apóstolo: Tenho para mim que os sofrimentos da presente vida não têm proporção alguma com a glória futura que nos deve ser manifestada (Romanos, 8,18). Mantenhamo-nos, pois, firmes na caminhada cristã, para estarmos entre os revestidos de vestes brancas, sobrevivendo da grande tribulação, tendo as vestes lavadas e alvejadas no sangue do Cordeiro, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, que morreu na cruz para nos salvar.
4 de novembro de 2023

LITURGIA DE 04 DE NOVEMBRO DE 2023 – SÁBADO – SÃO CARLOS BORROMEU – BISPO E AMIGO DOS POBRES (ANO A)

As santas palavras da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura (Rm 11,1-2a.11-12.25-29), de impregnar-nos da consciência de que Deus não rejeitou o seu povo, não repeliu os que de antemão distinguiu. São insondáveis os desígnios divinos, porém, conforme assevera o Apóstolo, a queda de Israel tornou a salvação acessível aos pagãos - tendo a rejeição do povo de Israel a Cristo corroborado para o impulsionamento da disseminação da fé a todos os povos. Contudo, alerta o Apóstolo, este estado de cegueira espiritual do povo de Israel não perdurará para sempre, pois os dons e o chamado de Deus são irrevogáveis. Cumpre-nos, pois, orar, vigiar e esperar que, no tempo de Deus, tudo se consume em conformidade com a sua santa vontade. As santas palavras do Salmo Responsorial compelem-nos a fazer coro com o louvor orante do salmista (Sl 93): Senhor, Deus justiceiro, Deus das vinganças, aparecei em vosso esplendor. Levantai-vos, juiz da terra, castigai os soberbos como eles merecem. Até quando, Senhor, triunfarão os ímpios? Até quando se desmandarão em discursos arrogantes, e jactanciosos estarão esses obreiros do mal? Eles esmagam o povo, Senhor, e oprimem vossa herança. Trucidam a viúva e o estrangeiro, tiram a vida aos órfãos. E dizem: O Senhor não vê, o Deus de Jacó não presta atenção nisso! Tratai de compreender, ó gente estulta. Insensatos, quando cobrareis juízo? Pois não ouvirá quem fez o ouvido? O que formou o olho não verá? Aquele que dá lições aos povos não há de punir, ele que ensina ao homem o saber... O Senhor conhece os pensamentos dos homens, e sabe que são vãos. Feliz o homem a quem ensinais, Senhor, e instruís em vossa lei, para lhe dar a paz no dia do infortúnio, enquanto uma cova se abre para o ímpio, porque o Senhor não rejeitará o seu povo, e não há de abandonar a sua herança. Mas o julgamento com justiça se fará, e a seguirão os retos de coração. [...] O Santo Evangelho (Lc 14,1.7-11) compele-nos a nos postarmos com humildade, empenhando-nos para conter os impulsos da vaidade que são incitados pelo maligno. Mantenhamo-nos, pois, vigilantes e orantes para não cair em tais tentações, cultivando uma atitude de simplicidade e longanimidade, evitando toda forma de envaidecimento, cientes de que as glórias mundanas são todas ilusórias. A verdadeira exaltação se encontra em fazer a vontade de Deus, amando-o sobre todas as coisas e ao próximo como a nós próprios - com o que o viver se reveste gradual e progressivamente de um enlevo inefável, por nos sentirmos cada vez mais unidos à divindade!
3 de novembro de 2023

LITURGIA DE 03 DE NOVEMBRO DE 2023 – SEXTA FEIRA – XXX SEMANA COMUM (ANO A)

As santas palavras da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura (Rm 9,1-5), de impregnar-nos da consciência de que São Paulo Apóstolo - que foi um fariseu perseguidor de cristãos - após sua conversão e dedicado à jornada evangelizadora, sentia um grande pesar, uma grande amargura no coração, pelo afastamento, a renitência, a recusa de seus irmãos judeus no sangue e na carne a aderir à fé cristã. Muito embora os israelitas tenham sido os primeiros a quem foi concedida a dádiva da adoção divina - a glória, as alianças, a lei, o culto, as promessas e os patriarcas, sendo deles também descendente o próprio Cristo segundo a carne, ele que é Deus bendito para sempre - ainda assim significativa parcela do povo judeu não se converteu a Cristo. Oremos por esses e outros irmãos separados, bem como por toda a humanidade que vive em agruras pelo distanciamento do Evangelho e das infinitas graças que dele emanam, para que abram suas mentes e corações para acolher a boa nova e assim libertar-se de suas condições degradantes, decorrentes do afastamento da graça divina! Obrigado, Senhor, pela oportunidade de vivermos cada vez mais próximos de vós e de vossa graça e pela consciência de que os que se afastam de vós se distanciam da graça e autocondenam a derrocar suas vidas na desgraça. As santas palavras do Salmo Responsorial compelem-nos a fazer coro com o louvor orante do salmista adaptado à nossa realidade atual (Sl 147): Louvamo-vos, ó Senhor, trilhando vossos caminhos rumo à Jerusalém celeste, recebendo, em decorrência dessa decisão, bênçãos sobre bênçãos, tornando nosso viver a cada dia mais seguro e abençoado, vivendo como filhos em vosso seio. Junto a vós se torna cada vez mais significativa a paz que desfrutamos na convivência com os nossos circunstantes e somos nutridos com os mais refinados alimentos espirituais, que nos tornam pessoas a cada dia melhores para melhor amar-vos e amar e servir com mais completude os que nos são próximos. Vossa palavra revelada nas Sagradas Escrituras nos restaura em todos os aspectos, tornando-nos cada vez mais cientes do vosso infinito poder, ó Deus que criastes a terra, os céus e tudo o que neles existe. Obrigado por todo esse carinho divino, por essas preciosas orientações! Que possamos a cada dia mais tornar-nos instrumentos de irradiação da vossa santa palavra para que muitos sejam convertidos, mudando o curso de suas vidas do rumo abismal - que leva ao aprofundamento no pecado e na morte – para o rumo celestial, que leva, passo a passo, dia a dia, à Jerusalém celeste! O Santo Evangelho (Lc 14,1-6) compele-nos a arraigar-nos na determinação de fazer o bem em todas as ocasiões que se apresentarem para tal, independentemente de protocolos e convenções sociais. Cumpre-nos impregnar-nos da consciência de que fazer o bem é uma questão de emergência, pois a pessoa que está necessitando esse bem é comparável a quem caiu em um poço ou em uma vala, consistindo em dever imperioso estender-lhe a mão para resgatá-la de tal situação. Não há lei legítima que possa impedir-nos de assim proceder, pois a lei da caridade é suprema e soberana, sendo superior a todas as demais - assim ensinou e deu o exemplo o Mestre dos mestres e Senhor dos Senhores, Jesus Cristo, Rei no Universo, Filho de Deus que se fez homem para nos salvar!
2 de novembro de 2023

LITURGIA DE 02 DE NOVEMBRO DE 2023 – QUINTA–FEIRA – COMEMORAÇÃO DOS FINADOS (ANO A)

As santas palavras da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura (Jó 19,1.23-27), de impregnar-nos da consciência de que Deus se faz presente sobre a terra e se fará visível aos olhos dos que o buscam. Usufruiremos da suprema ventura de contemplar o Senhor Deus. Mantenhamo-nos, pois, firmes e fiéis na jornada, no caminho que leva à união divina, nos configurando cada vez mais, dia a dia, ao nosso supremo modelo, Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo! As santas palavras do Salmo Responsorial compelem-nos (cientes de que nossos inimigos são os principados e postestades do maligno, que são as forças espirituais do mal espalhadas pelos ares (Efésios 6,12), que tudo fazem para nos induzir em caminhos tortuosos, com tentações e seduções das mais variadas ordens) - a fazer coro com o louvor orante do salmista (Sl 26): O Senhor é minha luz e minha salvação, a quem temerei? O Senhor é o protetor de minha vida, de quem terei medo? Quando os malvados me atacam para me devorar vivo, são eles, meus adversários e inimigos, que resvalam e caem. Se todo um exército se acampar contra mim, não temerá meu coração. Se se travar contra mim uma batalha, mesmo assim terei confiança. Uma só coisa peço ao Senhor e a peço incessantemente: é habitar na casa do Senhor todos os dias de minha vida, para admirar aí a beleza do Senhor e contemplar o seu santuário. [...] As santas palavras da 2ª Leitura (Rm 5,5-11) compelem-nos a impregnar-nos da consciência de que a esperança cristã não engana. O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo e nos conforta com a convicção de que Cristo morreu por nós, em supremo sacrifício de amor; nos resgatou, apesar de nossa condição de pecadores contumazes, padecentes de todas as fraquezas da carne e propensos a cometer toda sorte de ações típicas dos ímpios. Fomos resgatados de tal condição, justificados pelo seu sangue e assim salvos da ira. Muito embora fôssemos inimigos de Deus, vivendo afastados de seus caminhos, praticando o que é mau aos seus olhos, fomos com ele reconciliados pela morte de seu Filho. Assim, acalentamos a esperança de que, com muito mais razão, estando já redimidos por seu sangue, firmes na fé, seremos salvos por esse Filho que ressuscitou dos mortos e nos concedeu a glória da reconciliação com o divino! O Santo Evangelho (Jo 6,37-40) compele-nos a impregnar-nos da consciência de que todo aquele que o Pai dá a Jesus a ele irá e não será lançado fora, pois Jesus desceu do céu não para fazer a própria vontade, mas a do Pai que o enviou. A vontade de Deus é que não se perca nenhum dos que destinou aos cuidados de Jesus, mas sim que sejam ressuscitados. Sendo a vontade de Deus que todo o que crê em Jesus tenha a vida eterna, sendo por ele contemplado com a ressurreição, mantenhamo-nos firmes e fiéis na fé e no seguimento de Jesus!
1 de novembro de 2023

LITURGIA DE 01 DE NOVEMBRO DE 2023 – QUARTA–FEIRA – XXX SEMANA DO TEMPO COMUM (ANO A)

As santas palavras da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura (Rm 8,26-30), de impregnar-nos da consciência de que o Espírito Santo vem em nosso auxílio face às nossas fraquezas, intercedendo por nós com gemidos inefáveis quando estamos sinceramente imbuídos do propósito de fazer a vontade do Pai - muito embora sem saber o que devemos pedir e nem orar como convêm. O Pai Celestial, que perscruta os corações, sabe o que deseja o Espírito que intercede pelos que buscam viver conforme a sua vontade, os que cultivam o propósito de santificar cada instante do viver. Assim, tudo contribui para o bem daqueles que amam a Deus, dos eleitos segundo os desígnios divinos, dos que acolhem o chamado que é estendido a todos, mas, infelizmente, nem todos atendem. Busquemos, pois, a cada dia mais, viver segundo os desígnios divinos, pois somos destinados a nos configurarmos à imagem do Filho de Deus, o primogênito entre uma multidão de irmãos. Vivamos, pois, cientes de que acolhendo este chamado divino pela fé, somos justificados e glorificados por aquele que nos chamou! As santas palavras do Salmo Responsorial compelem-nos a fazer coro com o louvor orante do salmista (Sl 12): Até quando, Senhor, de todo vos esquecereis de mim? Por quanto tempo ainda desviareis de mim os vossos olhares? Até quando aninharei a angústia na minha alma, e, dia após dia, a tristeza no coração? Até quando se levantará o meu inimigo contra mim? Olhai! Ouvi-me, Senhor, ó meu Deus! Iluminai meus olhos com vossa luz, para eu não adormecer na morte, para que meu inimigo não venha a dizer: Venci-o; e meus adversários não triunfem no momento de minha queda, eu que confiei em vossa misericórdia. Antes possa meu coração regozijar-se em vosso socorro! Então cantarei ao Senhor pelos benefícios que me concedeu. O Santo Evangelho (Lc 13,18-21) compele-nos a impregnar-nos da consciência de que Jesus, no decorrer de sua jornada, por onde passava ali ensinava. Inquirido a respeito da salvação, ensinou que cumpre-nos entrar pela porta estreita, mantendo-nos estritamente fiéis aos ensinamentos divinos e praticando o amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Amar a Deus sobre todas as coisas implica em renunciar ao orgulho e à soberba, mantendo a humildade e a obediência aos desígnios divinos. Para ensinar isso, Jesus se valeu da imagem da porta estreita. Aqueles que querem "reformar a porta", elastecer, esticar, manipular os ensinamentos das sagradas escrituras, a sã doutrina cristã para atender as suas conveniências, ainda que possam, a princípio, ser considerados os primeiros a serem acolhidos no Reino dos Céus, com tais atitudes serão levados aos últimos lugares - incorrendo seriamente no risco de não adentrar. Já os que se mantém humildes e obedientes, amoldando-se aos ensinamentos ao invés de "esticá-los", ainda que aparentemente pouco qualificados, serão os primeiros a acessar o Reino. Não compliquemos, pois, as coisas; mantenhamo-nos fiéis à sã doutrina cristã e conscientes do que Jesus ensinou sobre que os que se arrogam sábios e entendidos: pelo orgulho e soberba interpõem barreiras que tornam para eles inacessíveis as revelações divinas, com o que se fecham e se afastam da verdade. Por isso disse Jesus: "Eu te bendigo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste essas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos (Mt 11,25).”
31 de outubro de 2023

LITURGIA DE 31 DE OUTUBRO DE 2023 – TERÇA-FEIRA – XXX SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura (Rm 8,18-25), de impregnar-nos da consciência de que os sofrimentos dessa vida não têm proporção alguma com a glória futura que nos aguarda para se manifestar – que no devido tempo teremos a graça de ver manifestada. Toda a criação aguarda ansiosamente a manifestação dos filhos de Deus, com a esperança de poder se libertar da vaidade, da corrupção, da escravidão do pecado e então poder participar da gloriosa liberdade dos filhos de Deus. Tais santas palavras instam-nos à consciência de que toda a criação geme e sofre como que dores de parto pelo afastamento da verdade divina, vivendo cambaleante, caindo de abismo em abismo, de ilusão em ilusão, procurando de todas as formas preencher o vazio que jamais se satisfaz com os devaneios humanos, as vãs doutrinas... Nós, que cremos, que temos as primícias do Espírito, que já desfrutamos de imensos benefícios espirituais – que vão nos surpreendendo, dia a dia, desde que abraçamos a fé - ainda assim passamos por momentos de aflição, aguardando a adoção divina, a redenção de nosso corpo... Pela esperança, fomos salvos; pela fé direcionamos o viver pelas orientações divinas e não mais estamos definhando, caindo despenhadeiro abaixo, nem mais afundando-nos no fétido pântano do pecado. Com tal imensa consolação, pacientemente aguardamos o que está reservado aos que perseveram na fé! Sejamos generosos em nossa atuação missionária para levar a mais e mais pessoas essa imensa consolação! As santas palavras do Salmo Responsorial compelem-nos a fazer coro com o louvor orante do salmista (Sl 125), adaptando-o à nossa realidade: Quando o Senhor nos resgatou da vida decadente em que vivíamos longe dele – quando nos oportunizou converter-nos para seguir a senda divina, sentimo-nos como que sonhando. Em nossa boca passaram a manifestar-se expressões de alegria, e em nossos lábios cânticos de triunfo. O Senhor fez por nós grandes coisas e temos todas as razões para vivermos exultantes de alegria! Mudastes, Senhor, a nossa sorte, como as torrentes nos desertos do sul. Convosco, ao vosso lado, podemos até semear entre lágrimas, mas recolheremos com alegria. No decorrer da jornada, até podemos caminhar chorando em alguns momentos, porém se perseverarmos levando as vossas sementes a espargir, retornaremos com muita alegria, trazendo os feixes da abundante colheita por vós abençoada! O Santo Evangelho (Lc 13,18-21) compele a impregnar-nos da consciência da prodigalidade divina que faz crescer o Reino de Deus - em que pese as ervas daninhas e o joio que o maligno infiltra nele. Um bom parâmetro para compreendermos como isso ocorre é o nosso terreno interior. A Palavra de Deus, tão simples, vai tomando uma proporção tão grande, fazendo crescer nosso amor por tudo o que é de Deus, com o que o Reino de Deus se faz presente em nossas mentes e corações como a mostarda da parábola: de uma ínfima semente, se torna uma planta robusta e vicejante. Porém o maligno também joga a sua "semente" e nos tenta de todas as formas para decairmos e desse modo voltarmos a ser seus escravos. Vigiemos, pois, e oremos com perseverança, determinados a avançar na senda da fé, cientes de que a atitude vigilante com a oração constante é o fermento que leveda a massa de nossa fé e assim jamais decairemos!
30 de outubro de 2023

LITURGIA DE 30 DE OUTUBRO DE 2023 – SEGUNDA-FEIRA – XXX SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura (Rm 8,12-17), de impregnar-nos da consciência de que não somos devedores da carne para viver segundo a carne. Cumpre-nos, pois, mortificar as obras da carne e conduzir-nos pelo Espírito de Deus, agindo como seus filhos, pois não recebemos um espírito de escravidão para viver temerosamente, mas sim o espírito de adoção filial para clamar: Aba! Pai! (Querido Deus, papaizinho querido!) Somos seus filhos adotivos, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo. Estejamos dispostos a enfrentar tudo o que for necessário, juntando nossos sofrimentos ao de Cristo, e com ele também seremos glorificados! As santas palavras do Salmo Responsorial compelem-nos a fazer coro com o louvor orante do salmista (Sl 67): Levanta-se Deus; eis que se dispersam seus inimigos, e fogem diante dele os que o odeiam. Eles se dissipam como a fumaça, como a cera que se derrete ao fogo. Assim perecem os maus diante de Deus. Os justos, porém, exultam e se rejubilam em sua presença, e transbordam de alegria. Cantai à glória de Deus, cantai um cântico ao seu nome, abri caminho para o que em seu carro avança pelo deserto. Senhor é o seu nome, exultai em sua presença. É o pai dos órfãos e o protetor das viúvas, esse Deus que habita num templo santo. Aos abandonados Deus preparou uma casa, conduz os cativos à liberdade e ao bem-estar; só os rebeldes ficam num deserto ardente [...]. O Santo Evangelho (Lc 13,10-17) compele a empenhar-nos denodadamente para seguir Jesus e ser instrumentos ao seu serviço para contribuir na cura e libertação daqueles que são oprimidos, de forma especial, pelas doenças espirituais. Que muitos possam glorificar a Deus por suas maravilhas e que possamos contribuir para irradiá-las a cada vez mais pessoas. Que nos mantenhamos vigilantes e orantes, buscando nos sintonizar constantemente com o Espírito Santo para mantermos o reto discernimento e não cairmos nas tentações do maligno que busca confundir os incautos, como fez com os fariseus no tempo de Jesus, os quais se tornaram fanáticos da letra e cegos ao espírito, tendo, por isso, recriminado Jesus por realizar curas em dias de sábado. Que sigamos o exemplo de Jesus e estejamos sempre prontos a amar e servir, seja onde e quando for que se apresentem as oportunidades para tal!
29 de outubro de 2023

LITURGIA DE 29 DE OUTUBRO DE 2023 – DOMINGO – XXX SEMANA DO TEMPO COMUM

As santas palavras e ensinamentos da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura (Ex 22,20-26), de amarmos o Senhor Deus sobre todas as coisas, não praticando a idolatria, o que leva a desviar o tempo e a energia que devem ser dedicados ao Deus verdadeiro. E de amarmos os nossos circunstantes, os que de nós se aproximam, como a nós próprios, em atos: não maltratando, não oprimindo, não prejudicando e não explorando, mas, ao contrário, sendo benevolentes, generosos, prestativos e caridosos. As santas palavras do Salmo Responsorial compelem-nos a fazer coro com o louvor orante do salmista (Sl 17):Eu vos amo, Senhor, minha força! 3.O Senhor é o meu rochedo, minha fortaleza e meu libertador. Meu Deus é a minha rocha, onde encontro o meu refúgio, meu escudo, força de minha salvação e minha cidadela. 4.Invoco o Senhor, digno de todo louvor, e fico livre dos meus inimigos. As santas palavras da 2ª Leitura (1Ts 1,5c-10) compelem-nos a seguir os exemplos dos tessalonicenses destacados por São Paulo: reconhecendo o valor dos que se empenham pela salvação; nos fazendo imitadores de Jesus; recebendo a palavra, ainda que em meio a muitas tribulações, com a alegria do Espírito Santo - de modo a nos tornarmos modelos de fidelidade e ressoando a palavra do Senhor por toda parte, propagando a fé para todos os que conosco tiverem algum contato. Que como eles, acolhamos os portadores da Palavra do Senhor e abandonemos os ídolos (tudo o que nos faz desviar a aplicação do nosso precioso tempo em nos aprofundarmos no conhecimento das coisas de Deus e na sua prática), nos convertendo dia a dia para melhor servir o Deus vivo e verdadeiro, vivendo cada vez mais em fina sintonia com Jesus - que nos livra da ira iminente que nos assolava, bem como de tudo o que não seja amar a Deus e ao próximo. O Santo Evangelho (Mt 22,34-40) compele a nos empenharmos denodadamente na prática do que Jesus ensinou: Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo teu espírito (Dt 6,5). Este é o maior e o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás teu próximo como a ti mesmo (Lv 19,18). Nesses dois mandamentos se resumem toda a lei e os profetas.
28 de outubro de 2023

LITURGIA DE 28 DE OUTUBRO DE 2023 – SÁBADO – SANTOS SIMÃO E JUDAS TADEU – APÓSTOLOS

Tais santas palavras e ensinamentos compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura (Rm 7,18-25a), de nos impregnarmos da consciência de que a natureza humana é conspurcada, tendente ao pecado, ao mal - pois mesmo querendo o bem, nos deparamos com expressivas dificuldades para efetuá-lo. Por exemplo: muito embora desejemos atuar com caridade e candura, vemo-nos arrastados a atuar distantes de tais propósitos, não fazendo o bem que queríamos, mas o mal que não queremos. Se não fazemos o bem que queremos, tornamo-nos como que instrumentos do maligno para perpetrar obras pecaminosas que a natureza conspurcada pelo pecado insta a praticar, de modo que, mesmo querendo fazer o bem, deparamo-nos com o mal. Ainda que nos deleitemos com os desígnios divinos no íntimo de nossos seres, sabedores de suas excelências e cientes de que por eles devemos nos pautar, sentimos em nossos membros a atuação de outros desígnios, que se contrapõem ao espiritual e prendem ao pecado, gerando infelicidade. Sentindo nos membros a lei do pecado que luta contra a lei do espírito, tornamo-nos infelizes, presos ao corpo que acarreta a morte, porém graças sejam dadas a Deus, por Jesus Cristo, nosso Senhor, que nos sustém nessa luta e nos orienta pelos caminhos da cura e libertação! As santas palavras do Salmo Responsorial compelem-nos a fazer coro com o louvor orante do salmista (Sl 118): Felizes aqueles cuja vida é pura, e seguem a lei do Senhor. Felizes os que guardam com esmero seus preceitos e o procuram de todo o coração; e os que não praticam o mal, mas andam em seus caminhos. Impusestes vossos preceitos, para serem observados fielmente; oxalá se firmem os meus passos na observância de vossas leis. Não serei então confundido, se fixar os olhos nos vossos mandamentos. Louvar-vos-ei com reto coração, uma vez instruído em vossos justos decretos. Guardarei as vossas leis; não me abandoneis jamais. Como um jovem manterá pura a sua vida? Sendo fiel às vossas palavras. De todo o coração eu vos procuro; não permitais que eu me aparte de vossos mandamentos. O Santo Evangelho (Lc 12,54-59) nos compele empenhar-nos para discernir a realidade espiritual, a nos tornarmos atentos aos sinais do espírito tanto quanto - ou mais - do que às coisas do mundo material, buscando dominar com profundo conhecimento os aspectos do céu e da terra, e da mesma forma a realidade espiritual. Concita-nos a julgar por nós mesmos o que é justo, a antecipar-nos em fazer o que é certo, a ordenar nossas vidas conforme os desígnios divinos, para que não nos aconteça de sermos encontrados em falta quando chegar o momento de prestar contas junto ao juízo divino.
27 de outubro de 2023

LITURGIA DE 27 DE OUTUBRO DE 2023 – SEXTA-FEIRA – XXIX SEMANA DO TEMPO COMUM

Tais santas palavras e ensinamentos compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura (Rm 7,18-25a), de nos impregnarmos da consciência de que a natureza humana é conspurcada, tendente ao pecado, ao mal - pois mesmo querendo o bem, nos deparamos com expressivas dificuldades para efetuá-lo. Por exemplo: muito embora desejemos atuar com caridade e candura, vemo-nos arrastados a atuar distantes de tais propósitos, não fazendo o bem que queríamos, mas o mal que não queremos. Se não fazemos o bem que queremos, tornamo-nos como que instrumentos do maligno para perpetrar obras pecaminosas que a natureza conspurcada pelo pecado insta a praticar, de modo que, mesmo querendo fazer o bem, deparamo-nos com o mal. Ainda que nos deleitemos com os desígnios divinos no íntimo de nossos seres, sabedores de suas excelências e cientes de que por eles devemos nos pautar, sentimos em nossos membros a atuação de outros desígnios, que se contrapõem ao espiritual e prendem ao pecado, gerando infelicidade. Sentindo nos membros a lei do pecado que luta contra a lei do espírito, tornamo-nos infelizes, presos ao corpo que acarreta a morte, porém graças sejam dadas a Deus, por Jesus Cristo, nosso Senhor, que nos sustém nessa luta e nos orienta pelos caminhos da cura e libertação! As santas palavras do Salmo Responsorial compelem-nos a fazer coro com o louvor orante do salmista (Sl 118): Felizes aqueles cuja vida é pura, e seguem a lei do Senhor. Felizes os que guardam com esmero seus preceitos e o procuram de todo o coração; e os que não praticam o mal, mas andam em seus caminhos. Impusestes vossos preceitos, para serem observados fielmente; oxalá se firmem os meus passos na observância de vossas leis. Não serei então confundido, se fixar os olhos nos vossos mandamentos. Louvar-vos-ei com reto coração, uma vez instruído em vossos justos decretos. Guardarei as vossas leis; não me abandoneis jamais. Como um jovem manterá pura a sua vida? Sendo fiel às vossas palavras. De todo o coração eu vos procuro; não permitais que eu me aparte de vossos mandamentos. O Santo Evangelho (Lc 12,54-59) nos compele empenhar-nos para discernir a realidade espiritual, a nos tornarmos atentos aos sinais do espírito tanto quanto - ou mais - do que às coisas do mundo material, buscando dominar com profundo conhecimento os aspectos do céu e da terra, e da mesma forma a realidade espiritual. Concita-nos a julgar por nós mesmos o que é justo, a antecipar-nos em fazer o que é certo, a ordenar nossas vidas conforme os desígnios divinos, para que não nos aconteça de sermos encontrados em falta quando chegar o momento de prestar contas junto ao juízo divino.
26 de outubro de 2023

LITURGIA DE 26 DE OUTUBRO DE 2023 – QUINTA-FEIRA – XXIX SEMANA DO TEMPO COMUM

Tais santas palavras e ensinamentos compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura (Rm 6,19-23), de colocar os nossos membros a serviço da justiça para chegar à santidade, deixando de ser escravos do pecado, de modo a produzir frutos dos quais não havemos de nos envergonhar – como foi o caso daqueles produzidos na escravidão pecaminosa. Que libertos do pecado, feitos servos de Deus, produzamos frutos de santidade que nos alimentem para nos tornarmos aptos a usufruir a vida eterna. Renunciemos, pois, o pecado e seu salário, que é a morte - e abracemos o dom de Deus que é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor! As santas palavras destinadas a serem proclamadas nesta liturgia como Salmo Responsorial compelem-nos a trilhar o caminho da verdadeira felicidade, evitando as atitudes que dele desviam. Não procedamos, pois, conforme o conselho dos ímpios: não trilhemos os caminhos dos pecadores e não nos assentemos entre os escarnecedores. Cumpre-nos, isso sim, comprazer-nos no serviço do Senhor e meditar sua lei dia e noite. Procedendo desse modo, seremos como árvores plantadas na margem das águas correntes: nos manteremos saudáveis, vigorosos, com grande vitalidade – como tais árvores, cujas folhas não murcham porque suas raízes extraem a água e os nutrientes necessários do solo umidificado – e desse modo daremos fruto na época própria; tudo o que empreendermos, prosperará! Deixemos, pois, de atuar como os ímpios, que são como a palha que o vento leva, cujo proceder destina à perdição, pois, adentrando por caminhos distantes dos prescritos pelo Senhor, se afastam da graça daquele que vela pelo caminho dos justos e desse modo, inexoravelmente, caem em desgraça! O Santo Evangelho (Lc 12,49-53) nos compele a impregnar-nos da consciência de que Jesus veio trazer um fogo depurador à terra, cujos efeitos inexoravelmente geram divisões, pois quem foi batizado e passa a viver no âmago da graça e da verdade divina, jamais conseguirá compactuar com o erro, a mentira e o pecado - não mais é possível partilhar dos mesmos hábitos, das mesmas atitudes de outrora. Isso pode gerar desconfortos e divisões, pois em uma mesma casa, quem já obteve a visão do caminho cristão, não poderá de forma alguma se manter nos caminhos equivocados a que os demais o instarão a seguir. O bom testemunho e a persistência cristã tendem a produzir frutos de conversão, porém precisamos estar preparados para enfrentamentos necessários com aqueles que, insuflados pelas insídias do maligno, insistem no erro, na mentira e no pecado.
25 de outubro de 2023

LITURGIA DE 25 DE OUTUBRO DE 2023 – QUARTA-FEIRA – SANTO ANTÔNIO DE SANT`ANA GALVÃO – PRESBÍTERO

Tais santas palavras e ensinamentos compelem-nos em especial a assumir o compromisso - e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível - na 1ª Leitura (Rm 6,12-18), de lutar para que não mais reine o pecado em nossos corpos mortais - que não vivamos escravizados por seus apetites. Não permitamos que nossos membros sejam usados como instrumentos do mal, perpetrando atos pecaminosos. Ofereçamo-nos a Deus como vivos, salvos da morte, dispondo-lhe nossos membros para serem instrumentos do bem, a seu serviço. Cumpre-nos, para que o pecado não nos domine, buscar a graça de Deus, valer-nos do sacramento da penitência, confessando nossos pecados, pedindo perdão e mantendo-nos vigilantes e orantes, em atitude de contrição. Determinemo-nos, pois, a obedecer a Deus, seguir os seus desígnios, empenhando-nos profunda e sinceramente para fazer a sua santa vontade, buscando a sua justiça, deixando de ser escravos do pecado, obedecendo de coração às regras da sã doutrina cristã para, libertos do pecado, nos tornarmos servos da justiça divina! As santas palavras destinadas a serem proclamadas nesta liturgia como Salmo Responsorial compelem-nos a fazer coro com o louvor orante do salmista (Sl 123), contextualizando suas palavras à nossa realidade. Reconheçamos, pois, que se o Senhor não tivesse estado conosco, não teríamos forças para resistir ao pecado, teríamos nosso viver assolado pelas mais terríveis desgraças - o furor do maligno se voltaria impetuosamente contra nós e teríamos submergido no lamaçal do erro; a torrente imunda lançada pelo maligno teria passado sobre nós e seríamos recobertos por ondas intumescidas. Bendito seja o Senhor, que nos resgatou, nos estendeu a mão por meio das Santa Madre Igreja, oportunizando-nos a conversão, mostrando-nos o caminho seguro, livrando-nos da condição de presas do maligno e de sermos triturados pelos seus dentes. Com o inestimável auxílio divino, nossas almas escaparam, como um pássaro dos laços do caçador. Romperam-se as armadilhas e, com a graça de Deus, nos encontramos livres. Nosso socorro está em vosso nome, Senhor, criador do céu e da terra! O Santo Evangelho (Lc 12,39-48) nos compele a manter-nos vigilantes e orantes, pois se soubéssemos a hora em que viriam os ladrões, vigiaríamos e não deixaríamos que invadissem nossas casas. Estejamos, pois, preparados, porque a qualquer momento podemos ser chamados a prestar contas de nossas vidas ao Senhor. Sejamos administradores sábios e prudentes, atuando com gratidão pelas maravilhosas dádivas divinas que recebemos gratuitamente para administrar. Que saibamos usufruir ciosamente e compartilhar tais dádivas com nossos próximos, servindo-os de acordo com a santa vontade de Deus, sendo fiéis aos mandamentos do Senhor, amando a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Seremos felizes se formos encontrados procedendo assim, com justiça, quando chegar o momento de prestarmos contas. Essa fidelidade implicará em fazer jus às mais elevadas graças e bênçãos divinas. Não negligenciemos, pois; não caiamos na insensatez de iludir-nos com as seduções e tentações insufladas pelo maligno para nos desviar do reto proceder, pois se o fizermos, colheremos as mais amargas consequências. Muito nos foi dado pelo Senhor e, com toda a justiça, muito nos será exigido!