31 de dezembro de 2023
As santas palavras da liturgia deste dia compelem-nos em especial a assumir o compromisso – e pedimos auxílio divino para fazê-lo da melhor forma possível – na 1ª Leitura, de nos impregnarmos da consciência do que revela e nos empenharmos denodadamente para modelar nossas condutas a partir do que ilumina a sabedoria divina, que esclarece em especial nesta perícope (Eclo 3,3-7.14-17a) que Deus quis honrar os pais pelos filhos e cuidadosamente fortaleceu a autoridade da mãe sobre eles. Cumpre-nos amar a Deus e rogar-lhe cotidianamente em nossas preces para que nos dê a graça de não mais pecar, vigiando e orando, agindo com cautela para não reincidir no erro, cientes de que quem honra sua mãe atua de modo similar a quem acumula um tesouro e quem honra seu pai encontrará alegria nos próprios filhos, atraindo sobre si copiosas graças divinas, dentre as quais vida longa, além de proporcionar consolação à mãe por obedecer o pai. Cumpre-nos, pois, esmerar-nos para não dar desgosto aos pais durante a vida e ampará-los na velhice, tratando-os com indulgência, ternura e tolerância, com o que se abrem as portas dos céus para receber as mais preciosas recompensas. [...]


