Estudo orante da Liturgia & Cia

26 de agosto de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 26 DE AGOSTO DE 2024

2 Tessanolicenses 3, 10b-13     Se alguém não quer trabalhar, também não deve comer. Ouvimos dizer que alguns de vós vivem na ociosidade, sem fazerem trabalho algum, mas ocupados em atividades inúteis. A esses ordenamos e recomendamos, em nome do Senhor Jesus Cristo, que trabalhem em paz, para ganharem o pão que comem. Quanto a vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem.  
25 de agosto de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 25 DE AGOSTO DE 2024

Domingo XXI do Tempo Comum Ano B Que importa aonde vou se vou contigo A fé tranquila, sem enganos, sem quedas, sem dúvidas, sem temer a derrocada das estruturas de suporte, não é, de modo algum, a minha fé. Uma fé assim, cheia de tranquilas certezas e claros horizontes, é tudo menos a fé que me anima em cada dia. A fé que me anima é um caminho escuro, incerto, difícil, cheio de dúvidas, de enganos, de erros, mas plena de confiança. A fé que me conduz é certeza de começar em algum lugar e não saber para onde vou, levando apenas a confiança de uma presença que me diz valer a pena. Na fé que me ilumina importa menos aonde vou, por este caminho escuro e duvidoso, porque importa mais com quem vou, se tu vais, neste caminho por onde vou. A certeza que me anima não está em nenhum lugar. Neste caminho em que vou, contigo, não verei nunca um lugar e mesmo sem ver, quero ir, contigo, até ao final… E sei que não chegarei ao fim… morrerei pelo caminho sem ver aonde vou quando vou contigo, porque me importa mais ir, contigo, do que saber se vou a algum lugar.
24 de agosto de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 24 DE AGOSTO DE 2024

São Bartolomeu, apóstolo Santoral Festa Bartolomeu, geralmente identificado com Natanael, nasceu em Caná da Galileia. Foi conduzido por Filipe a Jesus Cristo, que o chamou para que O seguisse e o agregou aos Doze. Segundo a tradição, depois da Ascensão do Senhor, pregou o Evangelho na Índia e aí recebeu a coroa do martírio.
22 de agosto de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 22 DE AGOSTO DE 2024

Virgem santa Maria, Rainha Santoral A Virgem santa Maria, que deu à luz o Filho de Deus, príncipe da paz, cujo reino não tem fim, é celebrada pelo povo cristão como Rainha do céu e Mãe de misericórdia. Esta memória foi instituída em 1955, pelo papa Pio XII.
21 de agosto de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 21 DE AGOSTO DE 2024

São Pio X, papa Memória Pio X nasceu na aldeia de Riese, na região de Veneza, em 1835. Depois de ter desempenhado santamente o ministério sacerdotal, foi bispo de Mântua e patriarca de Veneza. Em 1903 foi eleito papa. Adotou como lema do seu pontificado «instaurar todas as coisas em Cristo», ideal que orientou o seu pontificado. No motu proprio Tra le sollecitudini (1903) afirma que a participação nos santos mistérios é a fonte primeira e indispensável da vida cristã. Incentivou os fiéis a intensificar esta vida com a participação na Eucaristia, a dignidade da sagrada liturgia e a integridade da doutrina. Morreu no dia 20 de agosto de 1914.
20 de agosto de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 20 DE AGOSTO DE 2024

São Bernardo, abade e doutor da Igreja Memória Bernardo nasceu no ano 1090, perto de Dijon, na França. Admitido, no ano 1111, entre os monges cistercienses, foi eleito, pouco tempo depois, Fundador e primeiro abade do mosteiro de Claraval. Com a sua atividade e exemplo exerceu uma notável influência na formação espiritual dos seus irmãos religiosos. Percorreu a Europa para restabelecer a paz e a unidade e ilustrou toda a Igreja com os seus escritos e as suas ardentes exortações. Escreveu muitas obras de Teologia e Ascética. Inspirou um devoto afeto à humanidade de Cristo e à Virgem Mãe. Adormeceu no Senhor no território de Langres, na França, no ano 1153.
19 de agosto de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 19 DE AGOSTO DE 2024

A mão que dá o pão também é pão Pão é mais que pão! Para lá de todas as mesas e de todas as vidas, o importante nem é o pão mas o sabor que tem o pão naquele dia, naquela hora, naquele instante. Pão sabe a pão dizem todos. Não! Pão não sabe a pão. O pão tem o sabor do fel e do vinagre, do sal das lágrimas caídas, da dor dos gemidos que se calam como migalhas esquecidas. O pão tem sabor a riso de criança, a histórias de antigas noites de inverno à lareira. Tem sabor a mel, a beijos guardados nos bigodes do avô cheirando a fumo de cigarro e a carinhos de avó, a ralhete de mãe, a manteiga rasteada com os dedos. Pão não é só pão, é mais que pão, é vida, é tudo o que se vive e não se esquece e tudo o que se esquece para viver.
18 de agosto de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 18 DE AGOSTO DE 2024

Sou o teu pão Quando sobre a minha mesa não há pão tudo escurece e faz-se noite. Na escuridão da noite, ainda que uma centelha de luar entre pela janela, a verdade é que não há pão. No meio da noite, sem pão, sombras vindas do nada, sentam-se à minha mesa filosofando sobre a essência da vida, a razão e o sentido, o porquê e o para quê, a minha origem e o meu fim, a justiça e a desgraça, o amor e o abandono e reclamam: “queremos pão! Para isso viemos. Dá-nos do teu pão ou então dá-nos a tua vida que transformaremos em pão “. As sombras da noite, sentadas à minha mesa sem pão, tornam-se gigantes que se impõem sobre mim, vindos do nada, mas tão reais para mim que, por amor à vida, tenho que encontrar maneira de lhes dar pão.
15 de agosto de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 16 DE AGOSTO DE 2024

2 Cor 12, 9b-10 Prefiro gloriar-me nas minhas fraquezas, para que habite em mim o poder de Cristo. Por isso, sinto complacência nas minhas fraquezas, nas afrontas, nas adversidades, nas perseguições, nas angústias que sofro por amor de Cristo: quando me sinto fraco, então é que sou forte.
15 de agosto de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 15 DE AGOSTO DE 2024

ASSUNÇÃO DA VIRGEM SANTA MARIA Santoral Cada celebração da Virgem Maria evoca a relação especial que Maria teve com Jesus. Ela é a mulher que, depois de aceitar ser a mãe do Salvador, estabeleceu um vínculo especial com o seu Filho, concebendo-o no seu seio e comprometendo-se a aceitar todas as consequências da sua disponibilidade em aceitar o projeto de Deus de salvar a humanidade. O caminho de Maria fica ligado ao caminho de Jesus. Ela está presente nos momentos principais da manifestação de Jesus, quando alguns mostram a sua adesão ao projecto de Jesus, e também nas circunstâncias em que há dúvidas, interrogações e rejeição por parte de outros. Também ela fez este percurso de descoberta e de aceitação nas diferentes fases da vida de Jesus, desde o nascimento até à morte na cruz. E foi este caminho feito em conjunto com o seu Filho que a levou a participar no sofrimento e na dor e, depois, na ressurreição e na glorificação. A Igreja proclama esta participação de Maria na glória de Jesus ressuscitado celebrando esta festa da Assunção da Virgem Maria que não é mais que a participação gloriosa de Maria na ressurreição de Jesus. 1. O caminho de Maria – A mulher que foi elevada aos Céus é a jovem de Nazaré que disse sim ao convite que o anjo lhe dirigiu para ser a mãe do Filho de Deus, mesmo sem lhe ser apresentado qualquer plano de desenvolvimento deste projecto… Ela apenas confiou na palavra que lhe foi comunicada da parte de Deus… – É a mesma que deu à luz numa gruta em Belém, em circunstâncias imprevistas e humildes… – Foi ela que, como nenhum outro, soube passar da relação biológica da maternidade para a nova família dos que escutam a palavra e fazem a vontade de Deus… – Ela, que esteve junto à cruz do Filho, naquele momento da entrega total, em que lhe é confiada a maternidade sobre todos os que acreditam no mistério da salvação de Jesus… – Esta mulher é mãe, discípula e irmã dos que fazem parte da nova família de Jesus… E é este percurso de Maria que leva a Igreja a reconhecer que, quem esteve assim tão próximo de Jesus e se envolveu com Ele em toda a sua vida, participa da mesma glória de Cristo ressuscitado e colocado “à direita do Pai”… 2. O final é estar com Deus – O cântico do Magnificat, proclamado naquela circunstância do encontro com Isabel, mostra como a vida de Maria é uma vida de encontro com os outros… Não é, de modo algum, uma vida isolada, em que ela guarda as coisas para si e não as partilha… – Neste cântico é recordada a história da intervenção de Deus em favor do seu povo no meio dos medos e dos sofrimentos… Esta história é de salvação porque, com os simples e os humildes, os pobres de coração aberto, Deus faz maravilhas… – Maria reconhece que, aquilo que o Senhor disse ao longo dos séculos, se cumpre… O alcance das suas palavras vai muito mais além daquele encontro de duas mulheres e abrange o destino de toda a humanidade… Maria pode não compreender imediatamente todas as coisas que sucedem, mas reconhece que Alguém conduz amorosamente a história e que o final é de glorificação por obra de Deus… – Aquilo que Maria diz no Magnificat é a expressão da festa de hoje: se Deus conduz a história e acolhe os que n’Ele confiam, então as incertezas, as canseiras, as dúvidas e os sofrimentos chegam a um final feliz: com Deus, na glória eterna…
14 de agosto de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 14 DE AGOSTO DE 2024

São Maximiliano Maria Kolbe, presbítero e mártir Memória Maximiliano Maria Kolbe nasceu na Polónia, no dia 8 de janeiro de 1894. Ainda adolescente, entrou na Ordem dos Frades Menores Conventuais e foi ordenado presbítero, em Roma, no ano 1918. Inspirado pela sua ardente devoção à Virgem Mãe de Deus, fundou uma piedosa associação com o nome de «Milícia de Maria Imaculada», que se propagou rapidamente noutras regiões. Chegando ao Japão como missionário, empenhou‑se generosamente na dilatação da fé cristã, com o auxílio e sob o patrocínio da Virgem Imaculada. Regressado à Polónia, teve de suportar graves tormentos no campo de Auschwitz, próximo de Cracóvia, na Polónia, por ocasião da Segunda Guerra Mundial. Ofereceu-se aos algozes para substituir um companheiro de prisão condenado à morte, transformando o seu ministério num holocausto de caridade e exemplo de fidelidade a Deus e aos homens. Morreu no dia 14 de agosto de 1941.
11 de agosto de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 11 DE AGOSTO DE 2024

Domingo XIX do Tempo Comum Ano B Levanta-te e come Fui a tua casa, sentei-me à tua mesa, comi do teu pão. Falei, ouvi, ri, mostrei-te as minhas chagas, mostraste-me as tuas chagas, chorei contigo e amei-te. Saí com um abraço e o frio da noite soprando no meu rosto feliz. Sorrindo, caminhei feliz por ti, por mim, por nós. Passei por ti, sorri-te feliz… chamei por ti, não reparaste, toquei o teu ombro… olhaste… convidei-te para minha casa… esperei por ti com a mesa posta e o pão generoso da espera. Fez-se tarde e comi no silêncio migalhas de ausência. Bati à porta do teu esquecimento, toquei-te na alma com as mãos da saudade. Devagar, rodando sobre os pés cansados da partida, chegaste ao meu olhar, enfim, perdido, e convidaste-me a entrar. Sentei-me à tua mesa e comi as migalhas das lembranças que trazias e que sempre, nos caminhos perdidos, nos uniram.
10 de agosto de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 10 DE AGOSTO DE 2024

São Lourenço, diácono e mártir Santoral Festa Lourenço, famoso diácono da Igreja Romana, confirmou com o martírio, na perseguição de Valeriano, o seu serviço de caridade, no dia 10 de agosto de 258, quatro dias depois do papa Sisto II e seus companheiros. Segundo uma tradição já divulgada no século IV, suportou corajosamente um atroz martírio na grelha, depois de ter distribuído os bens da comunidade aos pobres – por ele qualificados como verdadeiros tesouros da Igreja. O seu sepulcro encontra‑se junto à Via Tiburtina, no Campo Verano, no cemitério que recebeu o seu nome. Constantino Magno erigiu uma basílica naquele lugar. O seu culto já se tinha difundido na Igreja no século IV.
9 de agosto de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 9 DE AGOSTO DE 2024

Santa Teresa Benedita da Cruz - virgem e mártir Festa Edite Stein, filha de pais judaicos, nasceu em Breslau, no dia 12 de outubro de 1891. Dedicou-se aos estudos filosóficos e empenhou-se na procura da verdade, até que encontrou a fé em Cristo. Foi batizada no dia 1 de janeiro de 1922 e, desde então, serviu a Deus como professora e escritora. Em 1933 entrou no Carmelo de Colónia, na Alemanha, e tomou o nome de Teresa Benedita da Cruz. Dedicou a sua vida ao serviço do povo judaico e do povo alemão. Por causa da perseguição aos judeus, transferiu-se para o Carmelo de Echt, na Holanda. No dia 2 de agosto de 1942 foi presa pelas autoridades que exerciam poder aterrador na Alemanha e enviada para o campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, próximo de Cracóvia, na Polónia. Aí foi morta numa câmara de gás, no dia 9 de agosto de 1942.
8 de agosto de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 8 DE AGOSTO DE 2024

São Domingos, presbítero Memória Domingos de Gusmão nasceu em Caleruega, na Espanha, por volta do ano 1170. Estudou Teologia, em Palência, e foi nomeado cónego da Igreja de Osma, cidade da província de Sória. Por meio da sua pregação e do exemplo da sua vida combateu com grande êxito a heresia dos Albigenses. Desejoso de encontrar uma nova forma de propagar a fé, fundou a Ordem dos Pregadores, para renovar na Igreja a forma de vida apostólica, mandando aos seus irmãos que se dedicassem ao serviço do próximo com a oração, o estudo e o ministério da palavra. Morreu em Bolonha, cidade de Itália, no dia 6 de agosto de 1221. Com Francisco de Assis, é um dos patriarcas da santidade cristã, suscitados pelo Espírito, num tempo de grandes transformações históricas. Promoveu, a par do aprofundamento dos estudos teológicos, a oração popular do rosário.
7 de agosto de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 7 DE AGOSTO DE 2024

Romanos 8, 35.37 Quem poderá separar-nos do amor de Cristo? A tribulação, a angústia, a perseguição, a fome, a nudez, o perigo ou a espada? Em tudo isto somos vencedores, graças Àquele que nos amou. RESPONSÓRIO BREVE V. A toda a hora bendirei o Senhor. R. A toda a hora bendirei o Senhor. V. O seu louvor estará sempre na minha boca. R. Bendirei o Senhor. V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. R. A toda a hora bendirei o Senhor.
6 de agosto de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 6 DE AGOSTO DE 2024

Transfiguração do Senhor Festa A Transfiguração do Senhor diante dos apóstolos Pedro, Tiago e João, com o testemunho da Lei e dos Profetas, «manifestou a sua glória e na sua humanidade, em tudo semelhante à nossa, fez resplandecer a luz da sua divindade, para tirar do coração dos discípulos o escândalo da cruz e mostrar que devia realizar-se no corpo da Igreja o que resplandecia na sua cabeça» (Prefácio). Esta celebração realça a dimensão pascal e escatológica da liturgia e de toda a vida cristã. Originariamente celebrada no Oriente, foi estendida a toda a Igreja pelo papa Calisto II, no dia 6 de agosto de 1457.
4 de agosto de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 4 DE AGOSTO DE 2024

A mão que dá o pão também é pão Pão é mais que pão! Para lá de todas as mesas e de todas as vidas, o importante nem é o pão mas o sabor que tem o pão naquele dia, naquela hora, naquele instante. Pão sabe a pão dizem todos. Não! Pão não sabe a pão. O pão tem o sabor do fel e do vinagre, do sal das lágrimas caídas, da dor dos gemidos que se calam como migalhas esquecidas. O pão tem sabor a riso de criança, a histórias de antigas noites de inverno à lareira. Tem sabor a mel, a beijos guardados nos bigodes do avô cheirando a fumo de cigarro e a carinhos de avó, a ralhete de mãe, a manteiga rasteada com os dedos. Pão não é só pão, é mais que pão, é vida, é tudo o que se vive e não se esquece e tudo o que se esquece para viver.
2 de agosto de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 2 DE AGOSTO DE 2024

Filipenses 2, 2b-4    Tende entre vós os mesmos sentimentos e a mesma caridade, numa só alma e num só coração. Não façais nada por rivalidade nem por vanglória; mas, com humildade, considerai os outros superiores a vós mesmos, sem olhar cada um aos seus próprios interesses, mas aos interesses dos outros.
1 de agosto de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 01 DE AGOSTO DE 2024

Santo Afonso Maria de Ligório, bispo e doutor da Igreja Memória Afonso Maria de Ligório nasceu em Nápoles, no ano 1696. Doutor em Direito Civil e Eclesiástico, recebeu a ordenação sacerdotal e fundou a Congregação do Santíssimo Redentor para a evangelização das populações rurais. Para fomentar entre o povo a vida cristã, dedicou-se à pregação e escreveu vários livros, sobretudo de Teologia Moral, matéria em que é considerado mestre insigne. Foi eleito bispo de Sant’Agata dei Goti e empenhou-se intensamente neste ministério até que, quinze anos depois e por causa de graves enfermidades, teve de o deixar, vindo a morrer entre os seus, em Nócera dei Pagáni, na Campânia, no ano 1787.
31 de julho de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 31 DE JULHO DE 2024

Santo Inácio de Loiola, presbítero Memória Inácio nasceu no ano 1491, em Loiola, na Cantábria, região de Espanha. Viveu na corte e no exército, até que, gravemente ferido, se converteu a Deus. Depois, consa­­grando-se totalmente ao Senhor, estudou Teologia em Paris, e aí reuniu os primeiros companheiros, com quem, mais tarde, fundou, em Roma, a Companhia de Jesus, para a maior glória de Deus e ao serviço da Igreja, em obediência total ao sucessor de Pedro. Exerceu intensa atividade apostólica e, particularmente com os seus escritos e com a formação de discípulos, contribuiu grandemente para a reforma da vida cristã e para a renovação da ação missionária. Morreu em Roma, no ano 1556.
30 de julho de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 30 DE JULHO DE 2024

Provérbios 3, 13-15    Feliz de quem encontrou a sabedoria, de quem adquiriu a inteligência. Porque vale mais este lucro que o da prata, e o fruto que se obtém é melhor que o ouro fino. Ela é mais preciosa que as pérolas: joia alguma a pode igualar.
28 de julho de 2024

“BUFÊ ESPIRITUAL” – LITURGIA DE 28 DE JULHO DE 2024

Migalhas também são pão O pão sobre a mesa chamou meus olhos para a vida, para ver a força do que se tem, nas migalhas perdidas, de liberdade esquecida, de quem vive sobre o fio da navalha desgastada pelo tempo. O pão trouxe o sabor dos tempos arrastados pela luz do entardecer de cada dia. O pão fez recordar o poder de nada ser a não ser pão, mas ter sabor de festa em cada mão, repartindo pedaços de esperança em cada sonho. O pão esquecido na mesa descuidada ou tem sabor a sonhos ou não é pão.